Segunda-feira, 13 de Julho de 2009
João Galamba

"Now is the time to build a firmer, stronger foundation for growth that not only will withstand future economic storms but that helps us thrive and compete in a global economy. To build that foundation, we must (...) create the jobs of the future within our borders, give our workers the skills and training they need to compete for those jobs, and make the tough choices necessary to bring down our deficit in the long run.


Providing all Americans with the skills they need to compete is a pillar of a stronger economic foundation, and, like health care or energy, we cannot wait to make the necessary changes. We must continue to clean up the wreckage of this recession, but it is time to rebuild something better in its place. It won't be easy, and there will continue to be those who argue that we have to put off hard decisions that we have already deferred for far too long. But earlier generations of Americans didn't build this great country by fearing the future and shrinking our dreams. This generation has to show that same courage and determination. I believe we will."

 

Barack Obama, presidente dos EUA e membro honorário da associação internacional de Cainesianos Tugas


5 comentários:
De Zé Carioca a 13 de Julho de 2009 às 08:47
"...Barack Obama, presidente dos EUA e membro honorário da associação internacional de Cainesianos Tugas..."

A pertença honorária do Barack Hussain à associação internacional do cainesianismo tuguense é incompatível com o fato de Barack Hussain residir numa economia grande, pouco aberta e com um saldo positivo no fluxo de rendimentos de propriedade.

Uma vez mais Galamba pensa que percebeu.



De João Galamba a 13 de Julho de 2009 às 10:49
Zé Carioca,

O facto de Portugal ser uma pequena economia aberta não impede programas expansionaistas de correcção do ciclo económico (Keynesianismo) nem aponta para a impossibilidde de um plano de obras públicas (este não tem nada a ver com keynesianismo, apesar do que pensa o joao miranda). Seguindo o seu raciocínio, a uma pequena economia aberta resta-lhe esperar que o "lá fora" resolva a questão e esperar pela retoma da procura intenacional, ou seja, deve fazer freeriding sobre planos expansionistas dos outros e esperar passivamente. É uma opção, mas não me parece fazer grande sentido. Ainda para mais com a existência da UE, que permite uma articulação entre programas dispersos...


De Luís Lavoura a 13 de Julho de 2009 às 11:58
"O facto de Portugal ser uma pequena economia aberta não impede programas expansionaistas de correcção do ciclo económico"

Claro que não impede, mas põe em causa a eficácia duradoura de tais programas sobre a economia interna. Os programas expansionistas correm sérios riscos de irem sobretudo estimular a importação de produtos (de investimento ou de consumo). É claro que essa importação estimula a curto prazo a economia (por exemplo, criam-se empregos no setor dos stands de venda de automóveis), mas esse estímulo não é duradouro na medida em que não se cria nova capacidade produtiva.


De Zé Carioca a 13 de Julho de 2009 às 13:40
Se programas expansionistas de correção do ciclo económico fossem possíveis e eficiente em economias abertas, então poderíamos delegar a política macroeconómica nas juntas de freguesia.





De Luís Lavoura a 13 de Julho de 2009 às 09:42
Faço notar o "within our borders", "our workers" e expressões análogas.

Não tem nada a ver com estimular a economia para que se importe mais bens manufaturados e com tecnologia estrangeira.

Não sei como passará Obama a sua visão à prática. Cá em Portugal, parece-me a modos que impossível. Construir um TGV cuja tecnologia é 100% importada não será, decerto, uma forma de levar à prática tal visão.


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