ou mesmo debater, com vários exemplos, o tema "intelectual-adorno". Haja descaramento, que o resto não falta.
De aorta a 26 de Julho de 2009 às 16:03
este artigo do JPC é de um ressabiamento total. a única coisa que tenho a dizer é que cada partido tem o "intelectual-adorno" que merece. o PP, por exemplo, tem aquela senhora que ensinou tudo ao paulo portas sobre a eutanásia e o testamento vital. não sei se o PSD tem algum. o BE tem cada vez menos...
De soda acústica a 26 de Julho de 2009 às 16:32
Infeliz porquê?
Por denunciar a incoerência de pessoas que ora estão de um lado ora estão do outro conforme as conveniências.
Infelizmente coerência é hoje mais do que nunca uma virtude que falta em todos os quadrantes políticos.
Agora este PS é impressionante! Um partido em que roda tudo à volta do autismo do seu líder, em que as vozes dissonantes foram todas corridas das listas às legislativas, como é possível que pseudo-independentes aceitem integrar essas listas.
Isto agora de ser (pseudo)independente e fazer parte po PS é chique e está na moda.
Vivam os independentes, (não os pseudos).
Denunciar o quê? Sobre coerência, cf. "Da coerência e do tacho" por MVA
De PDuarte a 26 de Julho de 2009 às 17:20
estive a acabar de a ver no video de promoção do novo blog do Expresso.
agora já conheço o rosto que o J.C. tanto idolatra.
no fundo, tal como ele, você a sua irmã e a Inês são, com a diferença de opiniões que possamos ter, aquelas que me merecem mais consideração neste blog de elite e de elites.
felicidades para o projecto.
quanto a este poste que escreveu, subscrevo na totalidade o João.
desculpe lá.
Está desculpado mas temos opiniões diferentes.
De ana a 26 de Julho de 2009 às 17:34
Pedante...numa palavra. Liga mais ao som das palavras que ao seu conteúdo.
De fernando antolin a 26 de Julho de 2009 às 22:46
se tudo é tão natural e linear, talvez Vale de Almeida não precisasse de se justificar tão abundantemente.Afinal a consciência é dele.
Ao, lado, Fernando, acho eu.
De fernando antolin a 27 de Julho de 2009 às 17:38
Olhe que não, olhe que não...
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