por partes: um senhorio que receba, como no exemplo que o alexandre cita, 70 euros por mês por um apartamento e faça obras pelas quais pague o preço referido terá um prejuízo maior que a conta feita pelo alexandre porque pelo meio ainda terá de pagar impostos -- ah pois. após as obras poderá no entanto aumentar a renda e caso tenha a sorte, improvável, de o inquilino ter menos de 65 anos (caso em que seja qual for o aumento e seja qual for o rendimento do inquilino -- !!! -- decorrerá ao longo de dez anos), o aumento pode suceder rapidamente e ser atractivo ao ponto de compensar o prejuízo no ano das obras (há-de-me dizer onde arranjou ele um preço de obras tão em conta, já agora).
(dou-lhe um exemplo que conheço: um prédio onde a média das rendas era de 40 euros; foi pedida uma avaliação pelos senhorios -- que custou perto de 1000 euros, cobrados pela câmara, que querida -- e esta deu como estado 'bom'. com base nisso, as rendas foram actualizadas para 200 e picos euros. mas como todos os inquilinos têm mais de 65 anos, o aumento vai ser 'diluído' em 10 anos. entretanto, ou muito me engano ou os senhorios vão ter de passar a pagar já -- sem considerações pela respectiva idade ou rendimentos -- o imposto relativo à nova avaliação do prédio)
depois, o alexandre pergunta 'como é que se pode exigir que jovens que querem emancipar-se tenham de pagar rendas inflacionadas em prédios prestes a ruir, e onde os seus vizinhos pagam rendas abaixo dos 100€?'. caramba, alexandre: que tem o preço das rendas livres a ver com a lei das rendas? que relação encontra entre o facto de haver rendas semi-congeladas muito baratas e rendas livres -- portanto determinadas por isso a que se chama mercado -- muito caras? gostava de saber, até porque repetidamente vejo gente a culpar a lei do arrendamento pelas loucuras que se pedem por casas vazias e nunca consegui que me explicassem porquê.
a seguir, o alexandre salta para as eleições autárquicas. zás. e diz que os autarcas têm de enfrentar a lei das rendas e que costa já provou que não é capaz, talvez santana e tal. bom, alexandre. que têm os autarcas a ver com uma lei? que podem fazer para a mudar? zero. podem protestar e tal -- mas a verdade é que tanto costa como santana fizeram parte de governos em que esta lei, com pequenas diferenças, foi defendida (no caso de costa, proposta e aprovada). o desagradável é que nenhum governo até agora teve coragem para fazer uma lei decente que não se limite a prorrogar por mais uns anitos o prazo de espoliação dos proprietários de imóveis que tiveram a má ideia de os arrendar antes de 1990. e isso tem muito a ver com o estado ruinoso das nossas cidades, a começar por lisboa, e com o facto de o mercado de arrendamento ter quase morrido. mas dificilmente pode ser assacado a autarcas -- a não ser pelas suas, se algumas, prestações em governos -- e arduamente explica o preço descabelado quer dos arrendamentos quer das casas para vender. esse é outro campeonato.
por fim, alexandre, o título do seu post é, como dizer, um despropósito. lisboa é uma óptima cidade para se viver e se procurar bem encontra casas muito em conta. são capazes é de não ter nem elevador nem garagem nem 'arrecadação' e de precisar de umas pinturas e de umas obras.
De
CMF a 13 de Agosto de 2009 às 11:16
"caramba, alexandre: que tem o preço das rendas livres a ver com a lei das rendas? que relação encontra entre o facto de haver rendas semi-congeladas muito baratas e rendas livres -- portanto determinadas por isso a que se chama mercado -- muito caras?"
Nada, nada....mesmo nada a ver...
De aorta a 13 de Agosto de 2009 às 12:37
eu também não consigo perceber a relação. já agora, o que têm as regras de trânsito a ver com o trânsito?
De
f. a 13 de Agosto de 2009 às 13:01
continuo à espera de que me expliquem que tem a ver o facto de haver rendas semi congeladas com o de as pessoas que têm casas disponíveis as arrendarem a preços altos. não chega dizer que há uma relação, ou dizer que é escandalosa a desproporção, ou que não se entende ou que é uma injustiça e trá-lá-lá, convém dizer exactamente qual a relação de causa e efeito.
De aorta a 13 de Agosto de 2009 às 14:48
o facto de haver rendas congeladas ou semi congeladas ou lá-o-que-queira-congeladas levou à situação que hoje vivemos. preços desfasados da realidade económica do país, fuga massiva para os subúrbios e desertificação dos centros da cidade, a ruína da grande parte dos imóveis por falta de intervenção dos proprietários.
chega?
De
f. a 13 de Agosto de 2009 às 14:53
continuo à espera que me explique a relação. explicar não é dizer que acha que existe. é dizer porquê. se eu tiver um andar para arrendar em lisboa e resolver pedir um balúrdio por ele, que tem isso a ver com o facto de haver quem não possa aumentar as rendas? é trauma por osmose?
De aorta a 13 de Agosto de 2009 às 15:05
f. a sua questão está mal colocada. é intencional?
a questão é que, por haver rendas congeladas levou à estagnação do mercado de arrendamento. mais: fez com que as pessoas que tinham casa para arrendar, as retirassem do mercado, ou pedisse fortunas por elas.
De
jcd a 13 de Agosto de 2009 às 15:47
Há duas causas principais. A primeira é de que a maior parte das casas não estão no mercado por estarem bloqueadas na lei antiga, diminuindo em muito a oferta o que causa aumento de preços. Por outro lado, a dificuldade de resolver um contrato com um incumpridor e a protecção exagerada que a lesgislação dá aos inquilinos aumenta em muito o risco de arrendar - aumento de risco -> maiores rendas.
Ainda há uma terceira causa - não se pode confiar no estado. Nunca se sabe se amanhã o Bloco não vai parar ao governo numa qualquer coligação e dá um nó cego ainda maior na lei do arrendamento.
De
f. a 13 de Agosto de 2009 às 16:54
jcd, a ideia de que se as rendas anteriores a 1990 fossem completamente descongeladas os fogos em causa ficariam no mercado e ainda por cima baratos é um pouco extraordinária. é capaz de ser mais realista concluir que se as rendas fossem liberalizadas uma parte considerável dos inquilinos permaneceria nas casas pagando mais.
quanto à questão dos despejos, concordo, como já disse, que pode explicar alguma coisa mas não explica decerto tudo.
É simples: as pessoas exigem hoje preços inflacionados porque sabem que não os vão poder aumentar amanhã. Cobram por antecipação.
De José Barros a 14 de Agosto de 2009 às 22:34
"caramba, alexandre: que tem o preço das rendas livres a ver com a lei das rendas? que relação encontra entre o facto de haver rendas semi-congeladas muito baratas e rendas livres -- portanto determinadas por isso a que se chama mercado -- muito caras?" - f
Oferta e procura, diz-lhe alguma coisa ou estudou em alguma ex-república soviética?
De
f. a 14 de Agosto de 2009 às 23:01
extraordinário. está portanto a dizer que as rendas do mercado livre, formadas livremente, são caras porque há rendas muito baratas que não podem ser aumentadas? ou está a dizer que as rendas do mercado livre, formadas livremente, são caras porque as casas das rendas baratas não estão disponíveis portanto não há casas que cheguem para a procura? ou seja, se as rendas das casas baratas pudessem ser aumentadas essas casas estariam disponíveis -- ou seja, quem as ocupa iria viver na rua -- e portanto haveria um tsunami de casas para alugar e baixariam de preço. muito interessante. dando-se porém o caso de, com as rendas tão altas no mercado livre, se estar a incentivar a compra de casa e portanto a afugentar a procura, o que significará que muitas casas não se arrendam pelo preço pedido. e o josé barros, tirou o curso onde?
De aorta a 14 de Agosto de 2009 às 23:13
f., que confusão de resposta. leia a resposta do jcd. ele já explicou.
De aorta a 13 de Agosto de 2009 às 12:29
"lisboa é uma óptima cidade para se viver e se procurar bem encontra casas muito em conta."
há-de-me dizer onde. ando à procura de casa e ainda não encontrei a que queria. ou melhor, encontrei. mas a preços impraticáveis para quem vive sozinho.
"são capazes é de não ter nem elevador nem garagem nem 'arrecadação' e de precisar de umas pinturas e de umas obras."
sem tecto nem paredes ainda são mais baratas.
"e isso tem muito a ver com (...) o facto de o mercado de arrendamento ter quase morrido"
tem de se informar melhor. está desactualizada. ligue para uma imobiliária qualquer e oiça o que eles lhe dizem. com a crise, quem não conseguiu vender as casas, passou a alugá-las. mas a preços que as próprias imobiliárias reconhecem ser impossíveis.
De
f. a 13 de Agosto de 2009 às 13:04
caro aorta, eu disse que o mercado de arrendamento quase morreu no passado. não m parece que esteja morto. parece-me que padece do mesmíssimo problema do resto do mercado imobiliário: um desfasamento gritante em relação ao nível de vida médio.
De aorta a 13 de Agosto de 2009 às 14:45
quanto a isso estamos de acordo.
De nuvens de fumo a 13 de Agosto de 2009 às 13:48
Aorta
Eu moro em lisboa preços baratos, agora se não gostar das zonas históricas.....

com vistas de rio e quintal.
Olareco
De SCR a 13 de Agosto de 2009 às 14:22
yes, eu também. não é numa zona histórica, mas é bem no centro. na pas de arrecadação, nem elevador. sem pena minha. e com renda a preços comportáveis.
De nuvens de fumo a 13 de Agosto de 2009 às 14:30
Para mima avantagem: esqueci-me para que serve um carro. ando de metro para todo o lado.
Vantagens extra: estou perto de imensos restaurantes indianos, paquistaneses, chineses originais.
Desvantagens: O intendente e mais a toxicodependência associada. Muito prédios abandonados. A câmara deveria fechar estas cloacas.
De resto eu gosto.
Tenho +e medo do terramoto
De aorta a 13 de Agosto de 2009 às 14:50
barato é quanto? 600 € por um t1 bafiento e minúsculo a cair de podre?
De nuvens de fumo a 13 de Agosto de 2009 às 14:59
< 450 T2, com sala grande e pátio. Cozinha média.
Muita luz, uma boganvília com uns 500 anos.
Plantas deliciosas , um sossego.
Se fores procurar com tempo e pachorra, encontras.

No meu caso pago 400€ por um T1 com cerca de 45 m2 em S. Vicente, restaurado e sem electrodomésticos (chato) nem mobílias (requisito meu, não gosto de velharias). Nem sequer preciso de carro.
De aorta a 13 de Agosto de 2009 às 18:46
de 45 m2????!!!!!! deve estar a gozar comigo. isso mede a minha sala. um bonito apartamento com varanda e vista para o mar - 650€ em oeira.
esta gente mora em barracos e acham que as casas são boas. pfff...
De nuvens de fumo a 13 de Agosto de 2009 às 19:17
A minha sala tem 25 Mts 2 mas a varanda / patio tem mais 30.
E estou a pé do emprego, agora estou em casa, vou preparar um gin tónico, e vou curtir o por-de-sol.
E sem transito, e filas de oiras. Sobretudo sem isaltinar
sem auto-estrada e mais a marginal.
Sem o povo do fim de semana ( que tem todo o direito) e mais os domingueiros .
Ah....
De aorta a 15 de Agosto de 2009 às 00:51
"A minha sala tem 25 Mts 2 mas a varanda / patio tem mais 30."
mas para quê que eu quero um quintal grande e uma sala pequena? se eu gostasse de morar em quintais, vivia debaixo da ponte.
Vá chamar barraco à sua casa! Para mim 45 m2 são mais do que suficientes. Mas fico feliz que possa dispender 600€ por mês em habitação. è sinal que o sue ordenado o permite. Não é para todos, no entanto... Ou acja que se eu pudesse nõ viveria numa casa de 100 ou 150m2, mesmo no centro de Lisboa?
De aorta a 15 de Agosto de 2009 às 00:45
que esperto que você me saiu. não percebeu do que estamos a falar? 45m2 pode dar para si, mas ponha mais uma pessoa e duas crianças e passam a viver em camadas uns em cima dos outros. o que até nem é o meu caso.
mas desculpe que lhe diga, e sem querer ser pretensioso, numa casa do tamanho da sua não dá para receber visitas ou convidar amigos para lá jantar, sem estar tudo amontoado (o que, em certos casos, até nem seria mau :-)
uma casa com uma área decente em lisboa, entre 60 a 90m 2, mesmo sem garagem ou elevador, custa uma pequena fortuna de renda, insuportável para a grande maioria das pessoas, principalmente se vivem sozinhas, como é o meu caso.
a menos que vá morar numa zona manhosa. mas quem é que merece isso?
resumindo: há milhares de casas em lisboa. umas vazias e a cairem de podre; e outras com pessoas mas a cairem de podre também, porque as rendas (que foram congeladas) não dão para obras. as poucas que sobram, são arrendadas pelo preço que os proprietarios querem.
e isso deve-se ao facto de o mercado de arrendamento estar completamente desequilibrado, por má legislação que tem sido criada desde o 25 de abril.
mas a f. acha que não.
De nuvens de fumo a 13 de Agosto de 2009 às 15:10
Mas continua-me a preocupar o raio do terramoto 
De aorta a 13 de Agosto de 2009 às 19:23
pois... a cair de podre como eu dizia.
De nuvens de fumo a 14 de Agosto de 2009 às 09:59
Aorta, a casa por dentro é nova ( a minha) por fora tb, as paredes é que são antigas. MAs por isso é que é histórica 
De aorta a 15 de Agosto de 2009 às 14:06
sim, novas, novas não devem ser. caso contrário, não teria tanto medo dos terramotos. :-P
De
José Gil a 13 de Agosto de 2009 às 12:34
As rendas são elevadas, não devido a especulação, mas sim a uma cobrança de riscos à cabeça. Se o inquilino não pagar renda, quanto tempo demora uma acção de despejo? Em quanto tempo o senhorio tem o imóvel de volta e em que condições?
Mas uma vez o problema não se centra na liberdade do mercado para estabelecer livremente as rendas, mas sim na rapidez da actuação da justiça, caso algo corra mal.
Eu conheço um caso em que os inquilinos ocuparam o imóvel durante 3 anos sem pagar renda e com uma acção de despejo. Quando saíram o apartamento estava num estado que só visto.
Daí, e esta é a minha opinião, que os senhorios inflacionem as rendas para poderem fazer face a eventuais prejuízos ou problemas que possam vir a surgir com os inquilinos.
Cumpts
De
f. a 13 de Agosto de 2009 às 13:12
olá, acho que essa -- e considero que de facto também isso deveria ser alterado -- pode ser uma componente da explicação mas não é toda. parece-me que existe uma relação entre o que se pede pelas rendas e o que se pede pelas casas para vender -- nos dois casos demasiado em relação ao nível de vida médio dos portugueses.
My 2 cents:
1) Justiça lenta que faz com que as novas rendas já incluam um "prémio de risco", tal como mencionado pelo José Gil
2) Muitos senhorios possuem mais do que uma casa para arrendar (por vezes até são donos de um prédio inteiro). Compensam as rendas de 50€ do T1 no 1ºE cobrando 600€ pelo T1 do 1ªD
3) Outros senhorios compram casas recorrendo ao crédito bancário, com o intuito de posteriormente arrendar. Ora se pagam x% de prestação ao banco, como pretendem ter lucro (e bem) cobram ao inquilino x+y%, o que faz com que o preço da renda seja superior ao que se pagaria de prestação ao banco
Outras razões haverá certamente, para já lembro-me destas 3 que considero as mais importantes.
De nuvens de fumo a 13 de Agosto de 2009 às 13:50
Mau mau é eu ter um idiota a morar em minha casa e estar à espera que o tribunal o notifique. E entrementes, incha.
A nova lei não previu alguns pequenos detalhes... 
De nuvens de fumo a 13 de Agosto de 2009 às 15:21
f.
O que eu penso é que ao ter estagnado o mercado durante anos, uma vez que ninguém alugava casas, fez com que exista apenas dois tipos de casa a arrendar:
ou antigas e baratas, como a que eu alugo, remodelada mas do tempo da Arca.
Ou novas. Estas foram compradas na lógica de especulação e só estão a ser arrendadas porque não se vendem. Essas são caras.
Coisas intermédias não existem, ou são muito raras.
Simplisticamente falando 
De AG a 13 de Agosto de 2009 às 17:07
a essa relacao chama-se oferta/procura. rendas congeladas num lado, menos casas no outro a preco nao regulado.
menos casas/menos oferta para a mesma procura. certo?
o preco das casas para vender nao e descabelado. alias, a nivel europeu somos o pais que paga menos pela casa como percentagem do rendimento disponivel - Portugal paga mais, por exemplo, pelo carro ou alimentacao como percentagem do rendimento.
quando se fala em valor de rendas, nao se deve falar no seu valor absoluto mas como percentagem do valor da casa.
Compro casas para arrendar numa perspectiva global (tanto me da comprar em Chelsea como na Reboleira) e sabe qual e o melhor pais de todos? Portugal.
Porque Portugal e o unico pais em que se alugam casas a 7% rend (renda anual dividida pelo valor pago pela casa). Media na Europa sao 4%.
Percebido? Porque existem casas com yield de 0.5%, existem outras a 7%.
De FFaria a 13 de Agosto de 2009 às 17:22
Também passei por esta situação recentemente e penso que o problema passe primeiramente pela ganância que se vê justificada pela especulação dos últimos anos.
Posteriormente existe a questão já levantada da "percentagem de risco", mas acho que isso, de facto, não chega para justificar o irrealismos nos valores pedidos. Os senhorios com medo até garantias bancárias já pedem.
Felizmente tive a paciência de revirar tudo o que é site de arrendamentos (entre particulares, claro está - para cortar na cadeia de gananciosos) durante 4 meses e tive a sorte de encontrar algo comportável (450€ por um T1 de 450m2 em Benfica) que satisfaz as minha condições primordiais. É um 4º andar sem elevador, não tem despensa nem banheira e as minhas coisas cabem lá à justa.
De miguel dias a 13 de Agosto de 2009 às 17:51
..e por outro lado, não esquecer o que foi a política habitacional dos últimos vinte anos, em que aos juros baixos (factor exógeno desde o euro) se aliou a componente bonificações e deduções fiscais, como incentivo à compra de casa própria, que aliás, constitui a maior fatia da intervenção directa do Estado em habitação (80%). O mercado de arrendamento é portanto, residual e o seu funcionamento (com aliás todo o mercado imobiliário) não se rege de forma tão plástica pela lei da oferta e procura como outros mercados.
De JR a 13 de Agosto de 2009 às 19:02
Podiam ser criados alguns incentivos fiscais para os senhorios, pessoas singulares .
Por exemplo:
. Criar uma taxa liberatória, opcional , do IRS semelhante à taxa dos rendimentos de depósitos bancários - 20% em vez dos possíveis 42% que tais rendimentos podem suporta, ou seja pagar-se-iam 2,4 meses de renda em vez de 5 meses.
. Permitir que as perdas, quando verificadas, por exemplo derivadas de custos com obras de conservação e beneficiação, possam comunicar aos rendimentos de outras categorias do IRS durante os mesmo 5 anos.
. Possibilidade da dedução à colecta do IRS do Imposto autárquico, no caso do seu englobamento.
Estas três medidas, a par das existentes para os inquilinos, contribuiriam estou certo para um maior investimento e daí maior oferta do mercado de arrendamento e em consequência uma baixa nas rendas.
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