Domingo, 30 de Agosto de 2009

É que deve DE ser do calor, só pode: «Diluíram-se pilares da sociedade, como a família e o casamento, para impor a vontade da lei onde deveria prevalecer a liberdade individual»


sinto-me sinto-me incrédula
122 comentários:
De Luís a 30 de Agosto de 2009 às 16:50
Ana, o chapelito na cabeca não vai resolver nada! Não há solucão possível, é um caso perdido. Já nem vontade de rir dá, é mesmo triste ver que pessoas como esta senhora ainda podem um dia vir a governar Portugal.


De Ricardo Alves a 31 de Agosto de 2009 às 00:50
Já governou.


De DarkAngel a 30 de Agosto de 2009 às 16:50
Estou um bocadinho confuso. A senhora é contra o alargamento da união de facto e contra o casamento homossexual. Coisas que iriam alargar o leque de "escolha" dos heterossexuais e possibilitar aos homossexuais de contrair o casamento né? Assim sendo, não iriam ser alargadas as hipóteses de escolha individuais e por consequencia também a liberdade individual???

Ou a "liberdade individual" só existe para as pessoas casadas?


De lopes a 30 de Agosto de 2009 às 17:29
E onde é que a A. do post não percebeu a Dra. Ferreira Leite?


De Ana Matos Pires a 30 de Agosto de 2009 às 19:29
E onde é que está dito que eu não a percebi?


De jorge c. a 30 de Agosto de 2009 às 19:39
Ana, as leis que aponto, por exemplo, e incluindo ainda a proposta das uniões de facto, a meu ver, descaracterizam aquilo que são pilares essenciais da sociedade. O divórcio, por exemplo, com esta nova lei abriu portas a uma desresponsabilização conjugal que pode ter graves consequências. Isto é, evidentemente, discutível.
O meu comentário ao post surgiu nesse sentido, de achar estranho que não consideres isto discutível e que existe apenas um ponto de vista correcto. Pode haver um ponto de vista com que concordes, mas o facto de MFL ter outro não te dá o direito de descredibilizar a sua opinião tomando-a por tonta (o sol e tal).


De Ana Matos Pires a 30 de Agosto de 2009 às 20:40
Tudo é passível de discussão, Jorge, por isso mesmo é que me permito a achar um disparate a frase que transcrevi.


De aorta a 30 de Agosto de 2009 às 21:24
1. mas quais são os pilares da sociedade?

2. quais as suas características, já que diz estarem descaracterizados?

3. em quê que se baseia para dizer que "o divórcio, por exemplo, com esta nova lei abriu portas a uma desresponsabilização conjugal"? mostre-me factos e números. estou farto de adivinhos e de gente-que-acha-que.

4. claro que só existe um ponto de vista correcto. o da Dra. é pura alucinação.

5. quando não há ideias, os discursos resumem-se a blá blá blá, pilares da sociedade, blá blá blá, pilares da sociedade, blá blá blá, pilares da sociedade, blá blá blá, pilares da sociedade, blá blá blá, pilares da sociedade, blá blá blá, pilares da sociedade, blá blá blá, pilares da sociedade, blá blá blá, pilares da sociedade, blá blá blá, pilares da sociedade, blá blá blá, pilares da sociedade, blá blá blá, pilares da sociedade, blá blá blá, pilares da sociedade, blá blá blá, pilares da sociedade, blá blá blá, pilares da sociedade, blá blá blá, pilares da sociedade, blá blá blá, pilares da sociedade, blá blá blá, pilares da sociedade, blá blá blá, pilares da sociedade, blá blá blá, pilares da sociedade, blá blá blá, pilares da sociedade, blá blá blá, pilares da sociedade, blá blá blá, pilares da sociedade, blá blá blá, pilares da sociedade, blá blá blá, pilares da sociedade, blá blá blá, pilares da sociedade, blá blá blá, pilares da sociedade, blá blá blá, pilares da sociedade, blá blá blá, pilares da sociedade, blá blá blá, pilares da sociedade, blá blá blá, pilares da sociedade, blá blá blá, pilares da sociedade, blá blá blá, pilares da sociedade, blá blá blá, pilares da sociedade, blá blá blá, pilares da sociedade, blá blá blá, pilares da sociedade, blá blá blá, pilares da sociedade, blá blá blá, pilares da sociedade, blá blá blá, pilares da sociedade, blá blá blá, pilares da sociedade, blá blá blá, pilares da sociedade, blá blá blá, pilares da sociedade, blá blá blá, pilares da sociedade, blá blá blá, pilares da sociedade, blá blá blá, pilares da sociedade, blá blá blá, pilares da sociedade, blá blá blá, pilares da sociedade, blá blá blá, pilares da sociedade, blá blá blá, pilares da sociedade.

DISCUTAM IDEIAS. NÃO CONCEITOS VAZIOS SEM QUALQUER LIGAÇÃO COM A REALIDADE.




De lopes a 31 de Agosto de 2009 às 13:12
Os adversários da esquerda são sempre doentes mentais. Já na URSS eram doentes mentais. A psiquiatria é para a esquerda um mero instrumento político. Há doenças que acabam e outras que começam ao sabor das necessidades de agenda. Falar no endividamenteo do país, por exemplo, é doentio.


De jorge c. a 30 de Agosto de 2009 às 19:41
Ah, e a afirmação não é falsa. A afirmação tem que ver com a posição política da senhora em relação ao assunto.


De Shyznogud a 30 de Agosto de 2009 às 20:39
Tem, antes, a ver com uma visão muito estreita e completamente desfasada da realidade do q é a família.


De aorta a 30 de Agosto de 2009 às 20:58
a família e o casamento. e a afirmação não só é falsa como é tola. está ao nível da suspensão da democracia por seis meses.
that silly old woman...


De João a 31 de Agosto de 2009 às 12:51
Quem entrasse aqui de repente e visse os comentários do Aorta, pensaria que faz parte daquele número de iletrados que, infelizmente, Portugal tem!

Há uma figura de estilo chamada "ironia", vem nos manuais da primária e é de fácil compreensão, pelo que podes dar uma vista de olhos. Quando perceberes isso, perceberás que essa da suspensão da democracia se enquadra nesse conceito!

Em relação ao casamento, poderia pedir ao Aorta que me mostre números, que comprovem o que dizes.

Acho, sinceramente, a questão muito discutível tanto para quem defende uma coisa como outra. Mas acho tolo, achá-la tola!

Mais. A Manuela Ferreira Leite, tanto quanto sei e ouvi, nunca se mostrou contra o casamento homossexual. Tem no entanto outras prioridades. O nosso primeiro ministro é que é um acérrimo defensor dessa relação. Sabe-se lá saber porquê! Mas a realidade é que quando teve hipótese de levar essa questão para a frente, se não me engano, sugerida pelo Bloco no parlamento, esse mesmo primeiro ministro modernaço, pôs o rabinho entra as pernas!


De S a 31 de Agosto de 2009 às 13:46
Já percebemos, é um tontinho do PSD. Aqui somos todos ateus comunistas, baze!!


De João a 31 de Agosto de 2009 às 15:44
Enganas-te! Nas últimas eleições, não votei em nenhum dos 5 principais partidos!

E dá-me vontade de rir, que a gente liberal como o S., tenha essa prespectiva tacanha e datatorial sobre aqueles que não pensa como ele! Bazo, mas não é porque tu o dizes... É porque por estes lados há pouca coisa interessante! E essa pouca coisa interessante não está relaciona com o facto de serem de esquerda ou de direita, ateus ou cristãos, tem mesmo a ver com a postura perante as coisas!


De S a 31 de Agosto de 2009 às 17:29
Não me diga que votou na Laurindinha? :S


De Alexandra Tavares Teles a 31 de Agosto de 2009 às 02:06
para quem casou na igreja apostólica romana e aí baptizou os dois filhos, construindo a nova família à sombra dos valores dos pais, os dois homens que o criaram desde os 3 meses de idade, as declarações de Ferreira Leite são muito confusas. Sobretudo no que toca a "'diluição' dos pilares". Mas se calhar estou a falar de pessoas que n existem, Jorge.


De jorge c. a 31 de Agosto de 2009 às 10:58
Prefiro estas declarações de Ferreira Leite do que o discurso acrítico, incerto, ignorante, interesseiro e sem critério de José Sócrates.
Eu não vou discutir o casamento entre pessoas do mesmo sexo especificamente, Alexandra, lamento mas para esse peditório já dei. Até porque (e aproveito para responder à Maria João) não ponho sequer em causa a existência de outros modelos familiares. Não é isso que para mim está em jogo, mas sim a sustentação e protecção de um modelo familiar ancestral, base da civilização ocidental, que achou ser esta a forma familiar mais idónea, estável e por isso susceptível de uma maior protecção jurídica. Não significa que outras não sejam também protegidas, mas a sua natureza (aquilo que vai importar às relações jurídicas) é diferente.
Ora, isto vale para o novo regime de divórcio, por exemplo, cuja solução acaba por estar cada vez mais próxima da união de facto. Por isso, não estou aqui a falar especificamente do cpms. Estou a falar de coisas sérias que podem ser discutidas, mas que para isso não precisam desta demagogia do "conservadorismo" dos outros e das pobres famílias de dois pais que fazem verter a lágrima e encher de dó os vossos corações igualitários, dando a ideia que deste lado estão pessoas insensíveis e pouco visionárias ou nada modernas. Lamento, mais uma vez, mas não tenho a mínima paciência para essa conversa.
Continuarei a discutir este assunto com o maior dos prazeres, mas assim não.


De Ana Matos Pires a 31 de Agosto de 2009 às 11:24
Parece que quem tem dificuldade em discutir o assunto és tu, Jorge, não eu. Assim se prova, portanto a "diluição de um pilar da sociedade"...

E gosto à brava destes juízos de valor: "mas sim a sustentação e protecção de um modelo familiar ancestral, base da civilização ocidental, que achou ser esta a forma familiar "mais idónea", estável e por isso susceptível de uma maior protecção jurídica.' (...) 'Por isso, não estou aqui a falar especificamente do cpms . Estou a falar de "coisas sérias" que podem ser discutidas'.


De jorge c. a 31 de Agosto de 2009 às 11:35
O coisas sérias era relativo à demagogia e não ao casamento entre pessoas do mesmo sexo. Fiz-me entender mal, obviamente.
Eu não tenho dificuldade nenhuma em discutir, só acho é que atirar com o papão do conservadorismo quando a questão é tem matéria para ser discutida não faz muito sentido.
Ana, em relação ao que tu dizes sobre os juízos de valor acho que não estás a ver bem o filme visto que me parece evidente que a capacidade para constituir família parte em primeiro lugar - repito, em primeiro lugar - de um casal heterossexual, ou não? Estarei errado e a natureza alterou-se de repente?
É este núcleo familiar que precisa, portanto, de maior protecção visto que é o originário e único natural-. É de toda essa relação que nasce o conceito jurídico. Para outras relações são criadas novas figuras caso seja conveniente.
O regime de divórcio dilui, por exemplo, a responsabilização destes elementos tornando a família num lugar instável e incerto quando, juridicamente, a lei deveria promover a sia firmeza e não o contrário.


De Ana Matos Pires a 31 de Agosto de 2009 às 11:40
Ui, o que eu gosto do apelo à mãe natureza nestes contextos. Mas que diabo tem a orientação sexual a ver com a "capacidade para constituir família"?


De jorge c. a 31 de Agosto de 2009 às 11:46
Qual é o teu problema com a mãe natureza? Foi um apelo, achas? Ou será a puta da realidade incontornável? Não sei, quer dizer, se calhar fui eu que faltei às aulas de biologia para ir comprar discos de rock troglodita.

Bem, eu bem repeti "em primeiro lugar", como quem diz originariamente, mas parece que não valeu a pena. Falei para o tecto.


De Ana Matos Pires a 31 de Agosto de 2009 às 12:03
Eu, com a mãe natureza (e com a outra, já agora) não tenho problema nenhum - imagina que ela até salvaguarda a existência de diferentes orientações sexuais. E que tal um desenho a cores para resolver essas baldas, hum?

Essa coisa do "em primeiro lugar" tem tanto valor, para mim, como a ancestralidade do 150 anos (parece-me que é este o valor absoluto do tempo) do "actual" casamento civil.


De jorge c. a 31 de Agosto de 2009 às 12:07
Pois, para mim tem valor. É por isso que sou conservador. E com muito gosto, devo confessar.
A questão da orientação sexual não foi levantada por mim. É-me completamente indiferente. Nem eu próprio posso ter a certeza da minha. A vida muda para todos. Se estás a tentar atirar com o rótulo da homofobia vieste bater à porta errada.
Quanto ao resto, eu não quis falar especificamente do cpms. Mas parece que aqui é tema único. É pena.


De Ana Matos Pires a 31 de Agosto de 2009 às 12:15
Só foi levantada por ti, quem escreveu "capacidade para constituir família parte em primeiro lugar - repito, em primeiro lugar - de um casal heterossexual, ou não?" foste tu, verdade?

Pensei que já te tinhas apercebido que quando quero atirar com o que quer que seja atiro, não ando às voltas. E eu não estou a falar "especificamente do cpms " neste post , como facilmente se percebe - é mais tipo estilo não só mas também, capice ?


De jorge c. a 31 de Agosto de 2009 às 12:24
Julgo que não entendeste que há ali um comentário (o primeiro de hoje) que é destinado à Alexandra que foi quem levantou essa questão. Eu comecei sempre por falar em várias vertentes do assunto. Não tenho qualquer interesse em especificar, pelo menos perante as declarações de MFL. E estás a ser injusta porque essa frase surgiu dentro do contexto da discussão que começámos a ter, a não ser que preferisses que tivesse assobiado para o lado e começado a falar de carros americanos.

E agora fode-te que a minha vida não é isto. Até logo.


De Ana Matos Pires a 31 de Agosto de 2009 às 12:26
É para já...


De jorge c. a 31 de Agosto de 2009 às 12:27
Hei, calma! Calma! Não se desgrace, mulher! Tenha lá respeito pelos valores que pautam a nossa sociedade. Algum pudor, sim?


De S a 31 de Agosto de 2009 às 12:49
Mas porquê? O jorginho não gosta de foder?


De jorge c. a 31 de Agosto de 2009 às 12:52
Porquê Salazar, quer foder comigo?


De S a 31 de Agosto de 2009 às 13:42
Cruzes queredo!!! Preferia castração!!!


De nuvens de fumo a 31 de Agosto de 2009 às 13:47
Olhe que com ele seria uma castração mas tradicional, é outra fruta


De nuvens de fumo a 31 de Agosto de 2009 às 12:52
É mais pela tradição, é contra o sexo fora do casamento e antes do mesmo. Durante o mesmo só para procriação, e só com elementos do sexo oposto.
É um verdadeiro tradicional , como o chouriço.


De Ana Matos Pires a 1 de Setembro de 2009 às 04:04
Ui, que sastifeitinha estou, migo.obrigadaS pela sugetão.


De S a 1 de Setembro de 2009 às 06:33
Sua maluca! eheheh


De jorge c. a 1 de Setembro de 2009 às 09:57
Já não há vergonha! E o João, terá seguido a sugestão, também?


De Alexandra Tavares Teles a 31 de Agosto de 2009 às 15:43
vamos lá ver se me faço entender, Jorge - de acordo com MFL , "diluíram os pilares da família e do casamento" e tu concordas, certo? Eu só quis lembrar-te que não há apenas um tipo de família. E mais, que há casos em que a mesma pessoa pertence a uma família formada a partir de vários modelos familiares. Uma família que tão "pilar da sociedade" como a vossa, a da senhora e a tua. Talvez agora se perceba que n estava a falar de casamento entre pessoas do mesmo sexo.


De Alexandra Tavares Teles a 31 de Agosto de 2009 às 16:10
Como já não é a primeira vez que treslês o que escrevo (e andas a perder tempo porque valho apenas um voto), vou repetir, Jorge. A família de que falei resulta de vários modelos familiares incluindo o tal, o teu ("a forma familiar mais idónea"). A pessoa de quem eu falo foi criada num núcleo familiar completamente diferente , na forma, daquele a que deu origem mais tarde. Juntos, são a família dela.


De Alexandra Tavares Teles a 31 de Agosto de 2009 às 16:33
concluindo, jorge, é quem coloca "a família idónea " vs. "as outras" que arrisca partir o pilar ao bocados


De jorge c. a 1 de Setembro de 2009 às 01:15
Nunca me ouvirás dizer que existe apenas um tipo para a família. Se assim fosse eu não defenderia um regime que protegesse relações entre pessoas do mesmo sexo, que defendo.


De nuvens de fumo a 31 de Agosto de 2009 às 11:45
Que disparate chapado,

O casamento foi em tempos um contrato que servia interesses económicos das famílias. Esse é o real casamento.

Assim as pessoas Casavam quer quisessem quer não. Mais recentemente o casamento passou a incorporar a componente da vontade pessoal como fundamental. Estas modernices...

Desta forma, se é um contrato de vontades, não se pode ficar no casamento contra vontade. O divórcio apenas facilita a vida das pessoas quando não estão bem, não força quem está em harmonia a separar-se. O contrário é que seria imoral, forçar as pessoas a ficarem juntas contra a vontade.
Daahhh


Por isso , qual o problema do divórcio ????Como dilui uma coisa que já não havia ?

Que ideia tão atrasada da família, tão pouco orientada para as pessoas, para a liberdade.

É óbvio que se obrigarmos as pessoas a viverem juntas até ao fim dos tempos, a instituição casamento parece mais estável. Mas foi precisamente contra falsos moralismos e bacocadas do mesmo calibre que se andou a lutar e se lutará. Quem acredita que as pessoas devem viver de acordo com a felicidade e não com os moralismos alheios , não aceita este tipo de imposições.



De jorge c. a 31 de Agosto de 2009 às 11:59
Claro que para si a componente pública do casamento não interessa para nada. Só as vontades é que contam. Abaixo as normas imperativas. Eu se lesse uns livros à pressa também dizia o mesmo.
E depois o disparate é meu.


De nuvens de fumo a 31 de Agosto de 2009 às 12:11
Ah, a resposta está num LIVRO... qual ?
A Bíblia ? o corão ? os Vedas ?
Estará nos juizes do supremo ? No TC ? Nas afirmações de Cavaco ?

ou será melhor as pessoas escolherem em consciência o que querem ? o que acham melhor ? de acordo com as suas ideias ?

Não

Porque alguém diz que existem "normas imperativas" as tais que estão num livro,, ficamos todos melhores.
NAda como duas pessoas que não se amam serem obrigadas a viver juntas.

O LIVRO diz, ..... Mim obedece, sim mestre

Agora a sério , qual era mesmo o argumento ?




Obriguem os vossos filhos a ir à missa, e a casar para a vida, e a terem a orientação sexual dos pais e tudo o que acham ser moralmente obrigatório, não tentem é vender esse peixe como se alguém o quisesse. và


Nada como impingir aos outros a obrigação do casamento.
é isso e paternidade á força LOLLLL


De jorge c. a 31 de Agosto de 2009 às 12:18
Que esperto que você é!


De nuvens de fumo a 31 de Agosto de 2009 às 12:22
vai mais uma ideia conservadora antes do almoço ?

Vá , mais uma daquelas coisas com aroma a sacristia , vai ver que sem se esforçar consegue. Mais um pouco...


De nuvens de fumo a 31 de Agosto de 2009 às 12:23
Afinal quais os livros que li à pressa ?

Alice no páis das maravilhas, li depressa, mas estava na praia, não conta


De jorge c. a 31 de Agosto de 2009 às 12:26
Desculpe lá mas hoje não tenho tempo para aturar malucos.


De nuvens de fumo a 31 de Agosto de 2009 às 12:50
Que pena!!!




De lopes a 31 de Agosto de 2009 às 18:05
As famílias nascem do amor heterossexual que produz filhos. Os outros são esteréis. Isso traz diferenças específicas, desde logo com a protecção dos filhos.


De nuvens de fumo a 1 de Setembro de 2009 às 09:57
Lopes,

É estéril porque ? Eu nunca percebi esse argumento. A fertilidade ou não e independente da orientação sexual.



De Palmira a 31 de Agosto de 2009 às 18:27
Eu tinha escrito uma coisa enorme com uma teoria que tenho sobre isso da “mãe natureza” e desse constante apelo conservador mas, bem sei que ninguém se interessa muito, muito menos se for alguém sem blog, por isso a ver se consigo sucintamente.

A família não é um conceito da natureza, não faz parte da natureza a não ser em alguns grupos humanos como o nosso, é até anti-natural porque promove o excesso de egoísmo em relação à sociedade. Só é possível com um excesso de sujeitos num determinado grupo, e há ainda muitas sociedades humanas que não o têm tão longe da natureza como o nosso: nuclear, fechado, legal, etc.
A natureza selecciona desde sempre em animais superiores (acho que até em determinada águia pesqueira se passa o mesmo) dois tipos de sujeitos: os reprodutores (na sua grande maioria) e os não reprodutores (escassos), ambos sexualmente activos e com práticas sexuais constantes, independentemente do sexo com quem praticam o acto sexual.
Os dois tipos de sujeitos são essenciais para a continuidade das sociedades, enquanto os primeiros se reproduzem, os segundos são o braço da natureza que permite que quando os progenitores morrem se mantenham os juvenis existentes. Se a natureza quisesse que só houvesse sujeitos reprodutivos, não havia sujeitos disponíveis para os órfãos, e em sociedades muitos pequenas isso, poderia ter sido o seu fim. Daí que todo o altruísmo que se fala na natureza seja sempre da parte de sujeitos não reprodutores, que são os disponíveis para as emergências.
Depois chega a cultura, afasta-se daquilo que é natural, e os sujeitos reprodutivos agrupam-se numa coisa a que damos o nome família, ficam mais longe da continuidade social, e ao fim de milhares de anos, os não reprodutivos finalmente decidem-se também agrupar, e continuam perto da continuidade social, porque continuam disponíveis para emergências, para serem altruístas em relação aos demais. E aqui incluem-se os heterossexuais e os homossexuais. Em termos de família e essas coisadas todas do conservadorismo não há a mínima diferença. E por isso, para este tipo de raciocínio “contra-natura” e essas baboseiras todas, um casal heterossexual deveria ser obrigado a ter filhos, ou então não poderia casar, o que acontece em muito boas sociedades também; sem filho não há casamento.
A selecção de sujeitos não reprodutivos com prática e capacidade sexual é feita de forma continuada pela natureza, essencial para a manutenção e sobrevivência dos grupos, e como tal, é muito mais natural, muita mais “mãe natureza” e esses chavões todos do que a família, que é dirigida para um número reduzido de pessoas.


De lopes a 1 de Setembro de 2009 às 12:38
Ignorâncias + falácia naturalista.
Quem não tiver nada que fazer ou gostar de contar falácias, aproveite. Aqui há para todos os gostos.

Esta é uma pérola de non-sense: "e ao fim de milhares de anos, os não reprodutivos finalmente decidem-se também agrupar", na linha da distinção entre reprodutivos/não reprodutivos.
Giro como a coisa é vista como uma "evolução". Também parece nunca ter ouvido falar das práticas sexuais na Grécia Clássica, que lhe liquida a historieta toda dos reprodutivos/não reprodutivo.
É difícil ditinguir onde acaba a ignorância e começa a má fé (e vive-versa).


De nuvens de fumo a 1 de Setembro de 2009 às 14:03
Ó Lopes ainda não percebi a ideia do estéril , explique lá , vá


De lopes a 1 de Setembro de 2009 às 15:31
estéril
adj. 2 gén.adj. 2 gén.
1. Infecundado (por não poder produzir).
2. Que não produz.
3. Vão, inútil.
s. m.4. Minério que não compensa as despesas da exploração.





De nuvens de fumo a 1 de Setembro de 2009 às 15:33
Portanto não tem relação nenhuma, é isso ?


De palmira a 1 de Setembro de 2009 às 19:01
Claro que nunca ouvi falar disso, Lopes, grande falha minha em ignorar o cliché argumentativo que até me daria mais razão mas, vou investigar, prometo-lhe.
Agora, como você é tão inteligente que mistura comportamento biológico com comportamento cultural, ou então não tinha assumido que a minha pérola teria uma base evolucionista, nege-me lá que a natureza selecciona sujeitos não reprodutivos com prática sexual aleatória entre sexos, e que esse facto é menos "natural" que o reprodutivo. Isso é o que importa aqui, o argumento contra-natura para invalidar as uniões.
Não é a chamar-me ignorante que mostra o valor do seu argumento, ou se calhar, até é ;)


De lopes a 30 de Agosto de 2009 às 20:34
Se é perceptivel até para si, não me parece necessário recomendar à Dra. Ferreira Leite para se proteger de golpes de sol.


De Ana Matos Pires a 30 de Agosto de 2009 às 20:45
Que lógica mais redonda, Lopes. Não sei se é habitual V. tecer comentários sobre o que não percebe - usado com o sentido de enteneder o que está a ser dito, certo? - mas posso garantir-lhe que não é uma prática minha.


De João a 31 de Agosto de 2009 às 13:07
Realmente não há paciência, parei aqui! Não queria ir embora sem dizer que a Ana Matos Pires, para além de mal educada, como psiquiatra que é, se não estou em erro, deveria resolver os graves problemas de que padece! É possível que sejam provenientes de alguns traumas de infância! Leve isto apenas como uma conselho de quem não que lhe quer mal nenhum. ;)

O das nuvens... haja paciência! O problema dele talvez o tempo resolva, quando chegar aos 16 anos...

Passar bem.



De jorge c. a 31 de Agosto de 2009 às 13:18
Podias sempre ir apanhar no cu como um homem, como diz uma amiga minha.


De Ana Matos Pires a 31 de Agosto de 2009 às 13:18
Tão querido, João, que tenrinho.


De nuvens de fumo a 31 de Agosto de 2009 às 13:25
16 anos, ai meu deus, ainda falta tanto


De lopes a 1 de Setembro de 2009 às 15:42
É uma prática sua e deste blog insinuar que quem discorda é atrasado mental.
É uma reacção tanto ou quanto canhestra e grunha.
Repetitiva


De ??? a 30 de Agosto de 2009 às 17:45
Não estou a ver onde "iriam alargar o leque de "escolha" dos heterossexuais".
Poderão estar casados ou, não estando, estar como se estivessem. Qual é a escolha alargada?


De fernando antolin a 30 de Agosto de 2009 às 17:18
Por acaso aqui no aerotrolleys está um calor tremendo !! Calhando a Srª chegou há pouquito...


De Natalia Gonçalves a 30 de Agosto de 2009 às 17:21
Pois, mas para que possa prevalecer a liberdade individual é necessario que essa liberdade exista... Visto de longe... de outro pais onde esses "assuntos" jà quase não são "noticia" fico um pouco triste... Triste porque essa Sra reflete, infelizmente, a posição de milhares de portugueses... que ainda pensão que, dar direitos a uns, tira direito a outros... Sera medo ? Sera egoismo ? Sinceramente, ainda não consigui entender...


De jorge c. a 30 de Agosto de 2009 às 17:33
Estou em absoluto acordo com Manuela Ferreira Leite relativamente à nova lei do divórcio e a uma eventual aprovação do casamento entre pessoas do mesmo sexo. É uma opinião que julgo ser defensável e discutível, evidentemente. Dizer que precisa de um chapeuzinho é que não me parece muito lógico. Como em tudo a Dra. Ferreira Leite defende uma posição política e é isso que está em discussão.


De aorta a 30 de Agosto de 2009 às 19:09
Desculpa, mas nas palavras citadas, a dra. não defende uma posição política. Aquilo que ela faz é uma análise da realidade.

Uma análise deturpada, diga-se, própria de uma alucinada (será do calor?), que vive na obsessão conservadora de manter os pilares da sociedade, seja lá o que essa merda for.

Já agora, onde é que está a diluição da família e do casamento?

Mas talvez você tenha razão e um chapéu não seja muito lógico. O melhor será deixar que aquela cabeça e aquelas ideias ardam com o sol.










De jorge c. a 30 de Agosto de 2009 às 19:21
Já dei para esse peditório.


De aorta a 30 de Agosto de 2009 às 20:49
ainda bem. o altruísmo é uma coisa que fica bem a todos.


De aorta a 30 de Agosto de 2009 às 19:21
* desculpe (e não desculpa).


De Ana Matos Pires a 30 de Agosto de 2009 às 19:31
E eu estou a criticar a posição política da senhora, sobretudo porque a afirmção é falsa.


De lopes2 a 30 de Agosto de 2009 às 17:49
Para além do sexismo, o que estranha? É o de depois de dever? E depois? Acha que a Dra. Manuela Ferreira Leite é uma simplória? É pelo curriculo que vê isso? Por ter publicado em Inglês? Por ter sido alta funcionária e investigadora da Gulbenkian esse viveiro de rústicos? Por ter trabalhado no BdP? Ou por ter sido conselheira da OCDE? Por ser prof universitária? Ou por ser bisneta de um primeiro-ministro?
O que tem prá troca? É o "eng" do Governo Patrocínio?


De Luís a 30 de Agosto de 2009 às 18:05
Até já me tinha esquecido que esta senhora é bisneta dum primeiro-ministro. FORA COM ELA!!! Isto não é nenhuma monarquia!


De Ana Matos Pires a 30 de Agosto de 2009 às 19:32
Desculpe?


De f. a 30 de Agosto de 2009 às 17:53
q diluente usaram?


De Ana Matos Pires a 30 de Agosto de 2009 às 19:33
Pois não sei.


De Rui Herbon a 30 de Agosto de 2009 às 18:40
Diluir pilares? A Dra. Manuela teve vir do planeta Mongo.


De ana a 30 de Agosto de 2009 às 20:13
Se os tais pilares são os que sustentam mesmo uma sociedade como a que temos, tenho como certo que uma diluiçãozinha ou outra não calhava nada mal.


De Francisco a 30 de Agosto de 2009 às 21:13
Mais cego que um cego é aquele que não quer ver.
Primeiro corre com os liberais e impede-lhes o acesso a representação na assembleia da república. Depois repete muitas vezes coisas como "liberdade" e "liberdade individual" - naturalmente aqueles que não gostaram do afastamento dos liberais mas ainda têm vontade de votar psd ouvem "liberdade" e nem sequer tentam perceber a a distorção feita - mentalmente já têm desculpa para votar psd - acalmam a dissonância - mas é preciso que não parem para pensar até às eleições - tem que haver outras dissonâncias - interessa manter a tensão - uma polémica nova de 2 em 2 dias.
Onde é que eu já vi disto.... nas eleições americanas: "I'm a gut man! A man of instincs. I follow my heart."
Sentir em vez de pensar.
Quem consegue dizer qual foi a postura que derrotou essa táctica?
Sócrates consegue?
E o Simplex cumpre o papel?
:)


De aorta a 30 de Agosto de 2009 às 21:32
em política seguir os instintos é o que há de pior. geralmente acaba com a criação de campos de concentração. gostei do seu comentário. mas as últimas perguntas eram desnecessárias. :-)


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