De nuvens de fumo a 22 de Setembro de 2009 às 09:48
Muito bom, ontem as irmãs , maria joão e maria josé nogueira pinto, vieram fazer a defesa do indefensável. Ai que o cavaco é a seriedade em pessoa, incorruptível, cheguei a ver nogueira pinto a comparar o caso do diploma do PM com este caso.
Esperemos mais falta de vergonha até sexta.

De nuvens de fumo a 22 de Setembro de 2009 às 10:14
PAcheco que diz PAcheco ?
SIm que diz essa fonte de virtude ?
De jlcr a 22 de Setembro de 2009 às 10:31
É melhor começar a ler o que diz a Constituição:
Artigo 130.º
Responsabilidade criminal
1. Por crimes praticados no exercício das suas funções, o Presidente da República responde perante o Supremo Tribunal de Justiça.
2. A iniciativa do processo cabe à Assembleia da República, mediante proposta de um quinto e deliberação aprovada por maioria de dois terços dos Deputados em efectividade de funções.
3. A condenação implica a destituição do cargo e a impossibilidade de reeleição.
4. Por crimes estranhos ao exercício das suas funções o Presidente da República responde depois de findo o mandato perante os tribunais comuns.
Artigo 131.º
Renúncia ao mandato
1. O Presidente da República pode renunciar ao mandato em mensagem dirigida à Assembleia da República.
2. A renúncia torna-se efectiva com o conhecimento da mensagem pela Assembleia da República, sem prejuízo da sua ulterior publicação no Diário da República.
De nuvens de fumo a 22 de Setembro de 2009 às 10:49
Não sei se isto é um crime, sei que a imagem de seriedade de Cavaco já era.
O Cavaquismo acaba da pior forma possível, depois da prisão de Oliveira e Costa e das trafulhadas de Dias Loureiro, é agora o homem-mito que cai, de forma imbecil e sem glória, a fazer queixinhas e a tentar fugir Às responsabilidades.
Depois de Domingo termos uma luta pela presidenciais bem renhida.
Isto vai ser um Natal bem quente 
Não se trata de crime; mas a constituição diz também que os titulares de orgãos de soberania devem responder politicamente pelos actos e omissões cometidos no desempenhar do cargo.
De
Francisco a 22 de Setembro de 2009 às 10:43
JMF já está a acertar contas com Cavaco. Depois de Cavaco lhe ter tirado o tapete o ajuste de contas é insanável.
Mas a manipulação das eleições ainda vive e ainda dá dividendos.
Para mim a questão que se põe é se os apoiantes do PSD irão crispar-se na crença que não existe nenhum descalabro ético ou se irão perceber o que aconteceu. Parece-me que a crispação é fácil e vai ser procurada para segurar os votos no domingo.
Mas se a crispação acontecer o futuro de portugal passa por um ambiente político entrincheirado em desprezo da discussão responsável e com geração de consensos.
De nuvens de fumo a 22 de Setembro de 2009 às 10:50
POdem não ir votar....
Admira-me profundamente constatar que ainda há pessoal de esquerda que compra o Público e que, em particular, lê os editoriais redigidos por JMF.
Eu já há muitíssimos anos que deixei de ler os editoriais, e há muitos anos que deixei de ler o jornal de todo em todo.
venha a meus braços, Luís. Estes patetas a alimentarem aquilo... ;)
De
Shyznogud a 22 de Setembro de 2009 às 11:45
A Palmira não compra o público, pá, eu é q - tonta, pateta, o q quiseres - não consigo abandonar o vício, snif. E Deus sabe como tentei, oh se tentei (como não me canso de repetir, ainda não perdi a esperança de o conseguir,para fazer o mm ao Expresso levei 2 anos entre a decisão e a sua concretização)
eu sei, eu sei, estava a tentar picar-te a ti, mesmo, sua compradora de jornais
acho a comparação muito correcta, isto era o género de história do Expresso, quando já ninguém comprava o Expresso eles começaram a transferir características para o Público.
De nuvens de fumo a 22 de Setembro de 2009 às 11:51
eles ? the powers that be ?

Sim, os gnomos que na verdade gerem os jornais, não sabias?
De nuvens de fumo a 22 de Setembro de 2009 às 11:59
Aquele gnomo da SONAE disse para JMF aguentar e não chorar.
Pressinto: there will be blood,....
Estamos cheios de pena...
De nuvens de fumo a 22 de Setembro de 2009 às 12:05
Isto , para mim que sou mamífero, é como leite 
Curioso MFL diz hoje que não faz campanha com este tema, mas na sexta fazia e acusava escutas.
Esta senhora está com alzheimer ? 
Fico preocupado.
JPP já veio dizer coisas no seu blog. 
Abruptou-se dizendo que o PR tem coisas graves a dizer. E se não tiver ?
Pois, o Expresso é outro. Foi em tempos muito, muito longínquos um jornal de referência. Depois (há já muito, muito tempo) transformou-se num pasquim, que publica semana sim, semana não mentiras na primeira página.
Eu já há dezenas de anos que deixei de o ler mas apercebo-me, com dificuldade, de que ainda há muita gente que o lê e que, até, acredita no que lá está escrito.
É para mim, de facto, difícil de conceber que pessoas minimamente inteligentes não se tenham apercebido das modificações que essas publicações sofreram, e que ainda continuem a salivar perante elas como se fosse há muito, muito tempo (anos no caso do Público, decénios no caso do Expresso).
Ouviste, Maria João? A culpa é tua.
De
Shyznogud a 22 de Setembro de 2009 às 11:55
e eu, pata, nunca sei calar a boca.
De fernando antolin a 22 de Setembro de 2009 às 14:54
Fico contente por saber que pelo menos ainda leêm o DN, esse farol...
Pois eu acuso-me desta dependência: quando posso,quero e tenho tempo,leio-os a todos:Público,DN,Expresso e até por vezes o JN e o Sol !!!!!!!!
Para me chicotearem, posso escolher entre,1º a Inês Meneses,2º a f.(os mimos não são todos para o JorgeC) e 3º, o omnipresente e ciente Guilherme Pereira. Obrigado.
De Carlos M. a 22 de Setembro de 2009 às 12:47
Este editorial ainda os enterra mais. Está mais que visto que JMF tem defice de massa cinzenta. Não admira que o Público esteja à beira da falência.
De Carlos a 22 de Setembro de 2009 às 12:49
JMF revelou-se um incompetente de todo o tamanho. Destruiu Cavaco Silva, e ainda tem a distinta lata de vir com editoriais a encostar Cavaco à parede. Esta gente só com um par de bofetadas´!
De Pedro Matos a 22 de Setembro de 2009 às 22:20
Sou o autor do comentário citado.
Tb já não lia os editoriais do JMF há muito.
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