Terça-feira, 29 de Setembro de 2009

Por Porfírio Silva


12 comentários:
De pedro a 29 de Setembro de 2009 às 22:35
Esta merda é o cúmulo. O PR, através de um serviçal qualquer passa uma história fabricada do princípio ao fim ao Público, que verifica a falsidade da história e a publica, e vem agora dizer que o ps o colou á história... indigno, mas não inesperado num verme destes. P


De Maldessuade a 29 de Setembro de 2009 às 22:43
Foi estabelecido um novo dogma na politica portuguesa: a infalibilidade presidencial (desde que seja Cavaco).

Ou como diriam os mal intencionados: Cavaco há só um e Pacheco é o seu profeta.


De sxzoeyjbrhg a 29 de Setembro de 2009 às 23:04
Razão tinha o "outro" (http://dn.sapo.pt/inicio/interior.aspx?content_id=630076): "Cavaco é como um eucalipto, provoca aridez à sua volta"


De Guilherme Pereira a 29 de Setembro de 2009 às 23:05
SUBSCREVO.

Chateia-me ter que escrever meia dúzia de palavras sobre a escandaleira que varreu o país sobre a demissão do Fernando Lima, assessor de imprensa do bronco de Boliqueime de seu nome Cavaco Silva.O Fernando é um homem sério e, quando acredita no boss, é um verdadeiro cão de fila. Portanto: a dica
( imunda) que ele deu ao PÚBLICO sobre as escutas à Presidência da República, por parte de homens de mão do Governo de Sócrates, NO MÍNIMO FORAM DO CONHECIMENTO de Cavaco Silva. Conhecimento antecipado, faço questão de insistir.Cavaco demitiu o Fernando. Quem devia explicações era o chefe do Fernando, não o Fernando que já se foi (?). O chefe do Fernando chama-se CAVACO SILVA e é Presidente da República. Já se deveria ter demitido. A declaração irresponsável que fez ao país há pouco onde estive pessoalmente como jornalista, NADA esclareceu sobre o que dele esperavam e exigiam os portugueses.

Foi a seu mando ou conhecimento antecipado que foi plantada a notícia falsa e imunda plantada no PÚBLICO? Fernando Lima, que executou a tramóia, apesar de afastado, mantém ou não a confiança do PR? Para que funções?Népias. Cavaco, medíocre e medricas, fugiu com o rabo à seringa. O costume.
Arrastará o opróbrio até às eleições presidenciais e ser obviamente derrotado por um candidato de esquerda.


De nanduxa a 29 de Setembro de 2009 às 23:18
Temos um PR que é um "brinca na areia"? Falta muito para as eleições presidenciais para nos vermos livres do pesadelo?


De MJP a 29 de Setembro de 2009 às 23:43
"depois do que tem dito e feito" é uma acusação grave!!!
Depois da falsa notícia publica pelo Público passa a ser ainda mais grave.
No pasa nada, hombre! poupem-se para mais perto das presidenciais, o inginheiro está calmo.


De JC a 29 de Setembro de 2009 às 23:52
Lanço uma questão ao João Galanmba que creio deputado eleito na nova legislatura: promovam uma comissão de inquérito na Assembleia da República e chamem lá o Lima, o Alvarez, o Nóbrega e o Fernandes. E se ficar provado que a noticia divulgada pelo Público teve por base a Presidência da RFepública, exijam a demissão do Sr. Silva. Parafraseando o líder do PSD/Porto, não é só o PSD que precisa de se livrar de vez da tralha cavaquista - é o País!


De Maldessuade a 30 de Setembro de 2009 às 02:51
Essa da Comissão de Inquérito Parlamentar é uma excelente ideia.

E não se pode promover um referendo para demitir o presidente e mandá-lo para o desterro?


De nuvens de fumo a 30 de Setembro de 2009 às 09:59
Isso, já o imagino nas berlengas, no meio das gaivotas, a lembrar-se do tempo em que conheceu o Zeca em Moçambique


De Anónimo a 30 de Setembro de 2009 às 00:05
Caro Paulo,

Vou tentar fazer uma descrição abreviada dos factos que estão por detrás desta situação, abstendo-me de fazer os comentários e as questões que se me colocam.

1. Cavaco, após o caso dos Açores e da sua misteriosa comunicação ao país, perde a confiança no governo e deixa cair a ideia de cooperação estratégica.

2. Em Abril de 2008, o homem de confiança do Presidente, e segundo o e-mail a mando do Presidente, marca um encontro com um jornalista do jornal Público e "planta" uma notícia de suspeição de vigilância do governo à presidência, entregando um dossier sobre um assessor do 1ºministro e montando uma história de vigilância de forma consubstanciar as tais suspeitas.

3. A 23 de Abril de 2008, o jornalista do Público em contacta outro jornalista que está na Madeira, pede-lhe que investigue a situação e, segundo o e-mail, chega a conclusão que a história não tem fundamento.

4. Em princípios de Agosto de 2009, surgem notícias, na comunicação social, que assessores de Belém colaboram com a elaboração do programa do PSD e alguns deputados do Partido Socialista pedem esclarecimentos a Belém.

5. O Presidente fica incomodado com estas notícias e não percebe como vem a público essa participação dos assessores no programa do PSD e permite que através das suas fontes anónimas que se volte ao assunto das suspeitas de vigilância.

6. A 18 de Agosto de 2009, sai uma notícia no Jornal Público que a Presidência suspeita que está a ser vigiada pelo governo.

7. O Presidente não desmente a notícia e permite que o caso seja alimentado e aproveitado politicamente pelo PSD e pelo tema da asfixia democrática.

8. O Público, no dia a seguir, faz uma notícia com as suspeitas que tinham sido levantadas pelo homem de confiança do Presidente quanto ao tal assessor na viajem à Madeira e que o próprio Público já tinha confirmado serem infundadas.

9. Em plena campanha eleitoral, Francisco Louça acusa que Fernando Lima, o tala homem da confiança de Cavaco, está por detrás das notícias das suspeitas,

10. O Provedor do Público escreve que o jornal Público deu, no caso das suspeitas de vigilância, notícias infundadas e põe em causa as fontes que os jornalistas invocam.

11. Um e-mail interno do Público é publicado no Diário de Notícias onde é revelado os pormenores de como, há 17 meses atrás, Fernando Lima tentou "plantar" uma notícia de suspeitas de vigilância à Presidência.

12. O Director do Público acusa o SIS de interceptarem correspondência interna do seu jornal.

13. O Presidente recusa comentar o e-mail exposto no Diário de Notícias, mas dá a entender que há problemas de segurança.

14. Manuela Ferreira Leite usa as palavras do Director do Público e consubstancia a ideia de asfixia democrática com as suspeitas de escutas que o SIS faz aos jornais.

15. Na mesma noite, o director do Público, confrontado com os resultados públicos de uma auditoria interna aos sistemas informáticos, informa que o e-mail não foi interceptado por fontes externas e nega o envolvimento do SIS.

16. O provedor do Público escreve novamente e insinua que o jornal Público tem uma agenda oculta para prejudicar o governo e beneficiar o PSD.

17. Um deputado do PS, com base no desmentido do próprio director do Público, exige um pedido de desculpas de alguns dirigentes do PSD que insinuaram que o SIS estava a mando do governo a fazer escutas à comunicação social.

18. Cavaco Silva afasta Fernando Lima da assessoria para a comunicação social.

19. Cavaco fala ao país e diz que nunca teve suspeitas de escutas e que Fernando Lima não fala pelo seu nome e que tudo o que se passou não foi mais do que uma manipulação do Partido Socialista para colar o Presidente ao PSD.

20. Pela voz de Silva Pereira, o governo e o PS, desmentem ponto por ponto as acusações de manipulação do Presidente da República e sugere que o mal tem de ser resolvido pela raiz.

Tirem as vossa próprias conclusões...

MAT


De manel a 30 de Setembro de 2009 às 02:38
Ouvi hoje, em dois diferentes debates sobre a comunicação (não sei bem a quem) do mais alto magistrado da nação, uma meio engasgada declaração de Maria João Avilez e uma casquinhada insinuação do inefável Rogeiro sobre a hipótese do PS não chegar a ser governo.
O dito (que agora não pára de assoar o nariz com os dedos enquanto fala e escuta) fez em seguida uma douta explanação sobre a possibilidade de, ainda antes da apresentação do orçamento de estado, o próprio programa governativo ser chumbado no Parlamento.
Depois disto, senti aquela comichão no pé que, na minha juventude, tinha sempre quando, antes de um
teste, previa borrasca da grossa.
E imaginem o que me passou pela cabeça: e se a eventual inventona não tivesse mesmo sido posta a circular para levar à derrota o "partido do governo"?
E se o objectivo fosse mais perverso?
Ah! não liguem! O médico suspeita que estou com Alzheimer.


De nuvens de fumo a 30 de Setembro de 2009 às 10:10
Há suspeitas que o NR anda a meter no nariz sub produtos perigosos que provocam aquelas secreções que depois o fazem ter aquele comportamento verdadeiramente triste.
Assoava-se , olhava fixamente para um ponto estranho que não era coincidente com a câmara de televisão , e dizia de forma nervosa coisas estranhas


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