Segunda-feira, 5 de Outubro de 2009
este post da teresa ribeiro.
De fernando antolin a 5 de Outubro de 2009 às 15:45
Desculpem, mas para este assunto só me ocorre o asinus asinum fricat e não é para quem aqui "posta" !!
De Luís a 5 de Outubro de 2009 às 15:52
Claro, se em vez de um homem presidente a contar esta história tivéssemos uma mulher presidente, não teríamos um velho sedutor, mas uma velha puta ! A injustiça a que as mulheres estão sujeitas...
De SCR a 5 de Outubro de 2009 às 15:57
A verdade é que as regras (os homens não devem gabar-se publicamente da suas conquistas) de que fala, e bem, a Teresa há muito foram quebradas. O dinheiro, ou melhor a ganância, encarregou-se de pregar com elas contra a parede. Sem boomerang.
Há muito que, infelizmente, estamos na época do vale tudo. E quem tenta pôr cobro a esta época é atropelado(a) por uma tal carruagem de adjectivos pouco abonatórios que parece que ele(a) é que vive noutro planeta.
De
f. a 5 de Outubro de 2009 às 16:05
bom, creio q a regra se aplica por igual. é uma questão de ética. não me parece q faça sequer sentido falar de distinções entre mulheres e homens nesse sentido. se culturalmente se verifica de um modo geral uma diferenciação valorativa entre mulheres e homens, é outra coisa -- uma triste e renitente coisa. mas é apenas mais uma das tristes e renitentes distinções entre o q s admite e permite e espera dos homens e das mulheres.
De SCR a 5 de Outubro de 2009 às 16:11
sim, claramente. apenas falei nos homens porque disso se tratava o post da teresa, a propósito do livro.
De
f. a 5 de Outubro de 2009 às 16:13
concordamos. o meu comentário era um reparo ao post.
Comentar post