Sexta-feira, 16 de Outubro de 2009

porque é que as pessoas escrevem 'nú' em vez de nu? e porque é que escrevem sempre 'todo nú'? e já agora porque é que não escrevem 'núa'? e porque é que  não deixam a maité em paz, cum caraças?

 

(remake de tuítes de hoje e ontem -- e sempre? e experiência googlística)


12 comentários:
De Sejeiro Velho a 16 de Outubro de 2009 às 17:16
Porque há o: meio nu - nu da cintura para cima - quase nua - nuazinha que era um dó - etc.


De José Eduardo a 16 de Outubro de 2009 às 17:42
e há ainda o pinto nu/nú... ou até mesmo o nu com mão no bolso!!!


De aorta a 16 de Outubro de 2009 às 18:26
é como os "porque" e os "por que", os "senão" e os "se não", os "demais" e os "de mais".

ninguém acerta uma. escreve-se como calha.


De Alfacinha de Claras Batidas em Castelo a 16 de Outubro de 2009 às 19:12
Ora essa, também há quem escreva cu com acento agudo no u.


De serafim a 16 de Outubro de 2009 às 20:51
se a maitê descobre que o nosso primeiro se despediu dos ministros com um cozido à portuguesa, vai ser uma zombaria dos diabos.

http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1405526&idCanal=12


De Vera Santana a 16 de Outubro de 2009 às 21:52
Porque nu é uma palavra muito nua, tal como nua. Nú fica mais compostinho, tem um chapelinho. Não se usa núa porque (ah,ah,ah: eu a fingir que sou radical) a língua é machista e despe o feminino.

Fico-me por aqui, não vá sair prosa erótica.


De Manuel a 17 de Outubro de 2009 às 00:55
Tem de ver isto, a reação de Hitler à Maitê!

http://www.youtube.com/watch?v=xSX3uO7Yw2Q


De Américo Gomes a 17 de Outubro de 2009 às 10:38
Escrever nú é quase como escrever cum (que será a contracção da preposição "com" com o pronome "um"?)


De Guilherme Pereira a 17 de Outubro de 2009 às 15:24
O mais curioso ou inexplicável ( será?), no chamado caso Maité, é que este lufa-lufa proto-nacionalista provém justamente do mesmo povo manhoso, ingrato e analfabeto que por tudo e por nada desdenha e troça do país, que ignora a sua História, despreza os seus mais destacados vultos, não lê livros nem jornais, devora as execráveis revistas chamadas cor-de-rosa, calunia políticos, vizinhos ou adversários, desconhece os criadores e até os amesquinha, para não falar dos indígenas que bolsam saudades do ditador fascista Salazar na mesma medida em que não sabem a corriqueira tabuada ou simplesmente fazer contas, encolhem os ombros a Afonso Henriques, D.Dinis, Fernão Lopes, José Saramago, António Damásio ou Lobo Antunes.
Maitê, que é afinal neta de português, não fez mais que, no vídeo de importância e qualidade duvidosas, repetir em audiovisual o que a populaça destila nos cafés, a torto e a direito, sem olhar a quê nem a quem.
Haja paciência!..
...e memória, já agora.


De ocantodojoao a 17 de Outubro de 2009 às 16:47
Olha que ler jornais portugueses é, de facto, um acto cultural de grande importância. Quem lhe disse essa?

Talvez, se mandassem uns quantos jornalistas e editores para a carenciada agricultura, os portugueses voltassem a ler os jornais com gosto e não fosse necessária a praga da imprensa grátis (mais papel, mais floresta de rápido crescimento!)
Saudações.

João do Canto Lagido


De MS a 18 de Outubro de 2009 às 13:29
Então o Sr. Guilherme Pereira inclui-se nessa descrição bastante completa da população portuguesa (arrisco, pelo nome, que é português). Inclui-me a mim, inclusive - não consta que me conheça. Está a construir um estereótipo que o ajuda a dar (a si próprio) uma determinada imagem de uma população da qual não conhece, certamente, um centésimo (para ser simpático). Não sei se a si lhe acontece o mesmo, mas, para mim, a palavra xenofobia é válida em todas as direcções, independentemente da nacionalidade dos intervenientes. E, ainda por cima, a Sr.ª Maitê é neta de um português!


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