De Carlos Pimentel a 20 de Outubro de 2009 às 16:11
Nem mais.
De fernando antolin a 20 de Outubro de 2009 às 16:13
A autora poderá perguntar o mesmo de si e ter a mesma opinião dos seus escritos, caro Rogério.É a opinião dela e vale isso mesmo.Tal como no seu caso.Vocês levam-se mesmo demasiado a sério.
Exacto até "caso". Também para isso servem os blogues.
De fernando antolin a 20 de Outubro de 2009 às 19:32
Ena, consegui um bocadinho de concordância. Vou continuar a tentar e juro que no dia que em tiver uma resposta de total acordo, zás print screen e moldura com ela... 
Mais não consigo, fernando. Emoldure esta.
De fernando antolin a 20 de Outubro de 2009 às 22:08
Quanta generosidade, não mereço...
De ana a 20 de Outubro de 2009 às 16:35
De um mau gosto inexcedível. E tão pequeno burguês preocupado comas aparências que até chateia ser tão cliché.
De Nuno Gaspar a 20 de Outubro de 2009 às 17:18
Acho tão bela a maneira como Saramago utiliza a língua portuguesa quanto desprezo as suas ideias sobre religião ou política. Mas o comentário de AMC consegue ser ainda mais repugnante do que essas ideias.
Recorrer à idade (ou ao sexo, cor de pele, habilitações literárias, whatever) de alguém para combater as suas ideias, sobretudo nos nestes termos, é execrável. Recomendo à senhora a leitura de Diana Athill ou Doris Lessing, nonagenárias com quem muito poderia aprender. Não que eu alimente esperanças na capacidade de aprendizagem de pessoas que se exprimem nestes termos. Mas, quem sabe?
De aorta a 20 de Outubro de 2009 às 17:46
o saramago diz mal da bíblia e de todas as religiões e saltam bobalhões de todo o lado a atirar pedras ao homem.
está quase na mesma linha das famosas caricaturas do profeta. só falta condenarem-no à morte.
De
f. a 20 de Outubro de 2009 às 19:35
parece impossível, mas nesta concordo com o aorta.
Realmente, Rogério, quase dá vontade de usar a mesma bitola e ter um ataque de paternalismo, dizendo "São novos, não pensam...".
... Chegam a velhos, não sabem.
Não tinha a AMC por uma mulher destituída, mas lá que 'teve mal, 'teve.
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