entrei para a grande reportagem, então propriedade da editora dom quixote, em 1991. a grande reportagem foi comprada pela lusomundo enquanto eu ainda estava na grande reportagem, da qual saí em 1997 para outra revista do grupo lusomundo, a notícias magazine (que sai ao domingo com o jn e o dn). enquanto estava na notícias magazine, em 1998, comecei a colaborar com o dn. o grupo lusomundo foi comprado pela pt enquanto eu estava na notícias magazine. em 2004, passei para o dn. henrique granadeiro fazia nessa altura -- e há anos -- parte da administração da pt media (acho que era assim que se chamava). quando entrei para o dn, o director chamava-se fernando lima.
vou resumir, caso não se tenha percebido. henrique granadeiro estava na pt muito tempo antes de o governo de josé sócrates ter tomado posse e eu fazia parte do grupo media que foi comprado pela pt muito antes de henrique granadeiro ter chegado à administração da mesma. mas que isso não impeça que me insultem diariamente com insinuações infundadas e calúnias sobre o meu percurso jornalístico: afinal, é tudo 'liberdade de expressão', certo?
Na. Liberdade de expressão não é isso. Isso é pulhice.
Infelizmente, a liberdade de expressão é tão maltratada e confundida com coisas outras que em nada se lhe assemelham que depois dá nisto.
De nuvens de fumo a 22 de Outubro de 2009 às 15:55
digo-lhe uma coisa: que pachorra tem !!
De
f. a 22 de Outubro de 2009 às 15:57
caro nuvens, apresente-me uma alternativa. estou muito disponível a aceitar sugestões.
De aorta a 22 de Outubro de 2009 às 16:42
cague nisso. você dá muita importância a estas merdas. eles ficam todos contentes e você transforma a sua vida num inferno.
a sério, cague d'alto para estes/estas merdas.
De
f. a 22 de Outubro de 2009 às 16:46
muito obrigada pelo conselho, aorta. tenho a certeza d q dá sempre a outra face e aceita insultos de cara alegre. em q convento está em clausura?
De nuvens de fumo a 22 de Outubro de 2009 às 16:54
A propósito e Saragaguiiando , e animando que a vida está sempre mais curta cada segundo que passa, aqui vai
O caminho dos justos está cercado por todos os lados, pela imperceptibilidade dos egoístas e pela tirania dos homens mãos.
Abençoado seja aquele que em nome da caridade e da bondade conduz os mais fracos pela vale das flores!!!
Pois ele é o protector dos seus irmãos e encontra todas as crianças que se perderam.
E desabarei então com enorme vingança e ira!!!, sobre todos aqueles que tentaram envenenar e destruir os meus irmãos!!!
E saberei então que sou senhor vosso Deus, quando a minha ira se abater sobre vós!!!
LOLLLLLLLLLLLLL
Nada como a bíblia para uma deliciosa sessão de vingança.
Enfim
De aorta a 22 de Outubro de 2009 às 16:54
você devia reagir, se isto lhe fosse dito cara a cara. agora, comentar estas provocações e dar-lhes visibilidade, na minha modesta opinião é um erro.
e não é preciso viver em clausura. basta desenvolver uma boa carapaça de indiferença. se assim não fosse, tinha dado um tiro nos cornos quando fui para a escola.
e não foram os comentários e as etiquetas de paneleiro que me impediram de viver.
ao por a leitura em dia ( depois de uma semana afastada deste mundo) leio este post e pergunto-me até onde poderá ir a filha da putice quando se trata da fernanda câncio. gentinha miserável.
"insinuações infundadas e calúnias [...] é tudo 'liberdade de expressão', certo?"
Certíssimo, Fernanda!
De
f. a 22 de Outubro de 2009 às 16:42
luís, tenho por certo q é professor no técnico sem ter mais que a quarta classe porque o seu pai fez um favor ao reitor. amanhã sai uma página inteira no 24 horas sobre isso. boa?
Boa, Fernanda. Se sair uma tal reportagem lá terei que redigir uma resposta, que a lei me dará o direito de fazer publicar no mesmo jornal.
O direito de resposta chega para enfrentar a calúnia. Não é preciso mais do que isso.
Repare: esse tal António Maria caluniou-a, você respondeu. Assim é que está bem.
De Anónimo a 22 de Outubro de 2009 às 17:29
Desculpem intrometer-me, mas dizer que a liberdade de expressão inclui a calúnia, é o mesmo que dizer que a liberdade de acção inclui cargas de porrada. E esta sua resposta, Luis Lavoura, agora na brincadeira, é o cumulo do cool, a beirar o zen ;), ya, dude, “lá terei que redigir uma resposta” ;)
Pedro
De aorta a 22 de Outubro de 2009 às 17:35
não, não é o mesmo. uma coisa são agressões verbais; outra, bem diferente, são agressões físicas.
consegue perceber a diferença entre o dizer e o fazer? é isso.
De Anónimo a 22 de Outubro de 2009 às 17:57
Ah, que cabeça a minha, obrigado, aorta.
Pedro
De Anónimo a 22 de Outubro de 2009 às 18:07
Chegamos a um compromisso e introduzimos a "liberdade de expressão corporal"... não?... pronto.
Pedro
De aorta a 22 de Outubro de 2009 às 19:52
mas o que propõe? a cadeia para quem mentir?
De aorta a 22 de Outubro de 2009 às 18:11
de nada. bem-vindo à caixa de comentários do jugular. ;-)
De Mr. Shankly a 22 de Outubro de 2009 às 18:53
E o Pai Natal existe. Acha mesmo que o 24 horas publicaria uma página inteira com o seu direito de resposta? E mesmo que o fizesse, acha que a sua imagem ficaria, na opinião pública, melhor, pior ou igual a antes? Isto é sacanice e desonestidade. Na minha opinião a forma de resolver não é com respostas, é no tribunal. Mas mesmo isso não mitiga todos os danos.
Curiosamente, o único jornal que me lembro ter feito um desmentido de uma notícia sua em destaque de primeira página (igual à notícia "desmentida") foi precisamente o 24 horas, a propósito de uma notícia qualquer sobre o Jardel.
Não é bem assim. O direito de resposta, em muitos media, é concedido de forma a tornar quase invisível a resposta. Se os grande media decidissem divulgar a história do Luís Lavoura como a Câncio a conta, haveria muito pouco a fazer em defesa da honra.
Quem não tem arcaboiço para confrontar ideias com ideias, segue a via mais fácil: ataca a pessoa. Sinceramente, parece-me seria melhor não perder tempo com esse tipo de pessoas. Até mesmo porque, como bem intui, muita gente manterá a 'opinião' depois da demonstração.
De João a 22 de Outubro de 2009 às 16:15
Se não fossem as cunhas a Fernanda Câncio estava hoje no desemprego. A F. Câncio não sabe fazer uma reportagem, escreve textos desinteressantes (e com muitos erros), e só dá prejuízo a quem a emprega.
Patifes sem vergonha, incluindo o anónimo que assina por João.
De cr a 22 de Outubro de 2009 às 17:46
Irene, é mais um que se esconde na noite...um cobardolas...
De
f. a 22 de Outubro de 2009 às 16:28
olha mais um exemplo de indomável liberdade de expressão. e o joão, trabalha onde, quem lhe paga, e a quem dá lucro?
Uma sugestão: rejeite este tipo de comentários. Um blogue não difere muito da nossa casa: só entra quem a gente quer. Censura? Não, liberdade de não aceitar que nos insultem.
De
f. a 22 de Outubro de 2009 às 16:37
obrigada, carlos. às vezes apetece-me aprová-los. às vezes apetece-me não os aprovar. sigo as minhas apetências. apeteceu-m aprovar aquele. há muitos como ele q nunca vêem a luz do dia. este faz parte do exemplo q dá título ao post, é uma belíssima iustração do q queria dizer.
De aorta a 22 de Outubro de 2009 às 16:45
faz bem em aprová-los, mas faz mal em dar-se ao trabalho de os comentar.
não dê importância. ignore. desprezo, fernanda. desprezo.
De
f. a 22 de Outubro de 2009 às 16:52
então e o 'mulher honesta não tem ouvidos', não ocorreu ainda a ninguém? estão com vergonha do cliché, é?
De aorta a 22 de Outubro de 2009 às 17:02
não é isso. você, para o bem e para o mal, é uma figura pública. se vai ligar a esta merda de provocações, a sua vida vai transforma-se num inferno.
que importância é que esta gente tem para si? o que importa o que eles dizem? cague nisso. ignore.
mas isto é só um conselho. vale o que vale.
De fernando antolin a 22 de Outubro de 2009 às 23:22
Olhe tanto que discordo de si e assim estou mais à vontade, mande-os lavar o rabo com benzina, depois de massajado com carqueja, Fernanda. Uma cambada de frouxos que nem cara tem para assinar.Valentões... Olhe continue a fazer-me discordar e para isso a ter que "passar" por aqui.E como dizia o outro vista,suerte y al toro !!
Caro João
O trabalho da Fernanda Câncio é de qualidade indiscutível. É uma grande jornalista, por quem eu nutro uma grande admiração. Compro o DN à sexta-feira só para ler a sua coluna. Nunca as discussões nesta caixa de comentários me fizeram mudar a opinião sobre as suas qualidades profissionais.
De nuvens de fumo a 22 de Outubro de 2009 às 16:42
Caro A Parente,
Deixe que o cumprimente neste raríssimo momento de consonância.
Assino por baixo

E o N de F ainda duvida de milagres! 
De José Viegas a 22 de Outubro de 2009 às 16:52
Bolas, também cumprimento o António Parente, pela primeira vez no meu caso! (mas nem sempre sigo com atenção os comentários, raramente escrevo, e decerto escaparam-me coisas).
Digo isto poucas vezes de alguém mas agora impõe-se:
Admiro a Fernanda Câncio.
e não é só pela sua extraordinária beleza física - confesso espreitei algumas revistas, e pronto, os homens são todos iguais, é superior à minha vontade, etc, etc...
Cumprimentos.
De Anónimo a 22 de Outubro de 2009 às 20:18
Eu já conheço os trabalhos da FC desde a Grande Reportagem. Tenho em casa a colecção quase completa (nunca mais se fez uma revista assim, aliás), incluindo "aquela" célebre edição do Arroja. É uma excelente jornalista. E se alguma vez precisou de cunhas para trabalhar, bem... há cunhas com pior resultado. ;) (joking)
Pedro
De jorge c. a 22 de Outubro de 2009 às 17:30
se te fosses foder não ias nada mal mandado, não.
De ana a 23 de Outubro de 2009 às 10:00
A dor de corno é terrível, não é, joão?Tanto mais que a câncio é mulher, que chatice...Parece que há uns pós que ajudam a suportar essa inveja.
De joão viegas a 22 de Outubro de 2009 às 16:31
Compreendo a indignação mas, infelizente, ainda é pior dar eco a esse tipo de comentarios, porque é contraproducente.
"Bien faire et laisser dire"
Não ha outra maneira de lidar com a calunia. Bom, pelo menos em meu entender, ja que sou optimista e, como tal, acredito que não existe alternativa ao mal, apenas remédio...
Neste caso, o remédio é simples, santo até, é não dar importância...
De
f. a 22 de Outubro de 2009 às 16:39
não tem ideia d todo, joão, a quantas coisas destas não dou importância diariamente. permita-m q d vez em quando escolha uma ao acaso. não sou extraordinariamente adepta de comer e calar -- pelo contrário, até.
De joão viegas a 22 de Outubro de 2009 às 16:54
OK, pare depois da terceira palavra do meu comentario. Ja calculava que soubesse o resto e compreendo perfeitamente que a paciência tenha limites...
De
rafael a 22 de Outubro de 2009 às 16:57
Cara f.
solidarizo-me consigo por ser vitima de insinuaçoes e maquinaçoes feitas a partir de factos soltos, mas parece-me que ao chamar mentirosos aos dois deputados do PC no Parlamento Europeu enveredou parcialmente pela mesma linha...
Da mesma forma do que discordei do que disse no seu post anterior (http://jugular.blogs.sapo.pt/1244869.html), concordo com a indignaçao que expressa neste. A mim pouco me interessa saber quais os seus niveis de relaçao socio-profissionais, interessa-me o q escreve...
A empresa que comprou o grupo Lusomundo chamava-se PT Multimédia e era um subholding da Portugal Telecom. Deu depois origem, e após um spin off da casa mãe por questões concorrenciais, à Zon Multimédia.
De Manuel Loureiro a 22 de Outubro de 2009 às 17:03
Admiro o seu trabalho e a sua verticalidade. Responda às infâmias, mas depois não entre em diálogo com eles, não os deixe entrar, deixe-os na sarjeta que é o lugar deles.
De nuvens de fumo a 22 de Outubro de 2009 às 17:11
Este país está a tornar-se uma novela de tramoias, golpes de bastidores, corrupção, interesses obscuros , e toda uma quantidade de paranóias conspirativas que podem um destes dias ficar sem controle.
Já neste caso do colégio militar, um caso de abuso nítido e de violência parva , foi logo associado a interesses obscuros de atingir a instituição.
Claro que mesmo que fossem, nada retirava à veracidade do caso.
Isto é grave e desprestigia as instituições desde os tribunais às polícias , e faz com que seja já ao nível do café, do pilha galinhas , do coitado que os juízes são postos em causa.
Não tenho nenhuma estima ou animosidade por estas figuras, usei apenas isto como exemplo do que acho serem sinais muito inquietantes da cada vez maior falta de valor que é atribuído a instituições basilares com base no boato, na calúnia.
Ouvir que a pessoa X é isto, ou que a pessoa Y é aquilo apenas por serem conhecidas de capas de revistas ou jornais, já +e banal. E isso é muito grave .
A poeira da calunia e da teoria da conspiração ajudam os verdadeiros culpados.
Assim vamos mal , muito mal mesmo.
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