queríamos agradecer ao dr pacheco pereira a amabilidade de, com grande abnegação e espírito de sacrifício e entreajuda (já passámos o abrupto no blogómetro, obrigada) citar o jugular a propósito de tudo e de nada, com todo e qualquer e geralmente nenhum pretexto que não o de, só podemos supor, nos fornecer notoriedade e audiência.
continue, dr. veja é se consegue reparar que há mais gente a escrever aqui além de mim e que portanto, por mais que lhe custe mitigar essa, como dizer, simpatia, este não é 'o blogue da jornalista fernanda câncio'. então, até há aqui um prémio pessoa (da área em que em tempos tentou notabilizar-se, antes de se dedicar à nobre arte da intriga, da insinuação e do vale tudo) e dois deputados, homem -- gente bem mais notável e referenciável que eu. queriamos era respeitosamente solicitar-lhe que para a próxima não se esqueça outra vez de pôr o endereço, para os seus leitores virem, por exemplo, ler in loco 'os insultos' aqui colocados na noite do prós e contras contra henrique monteiro e josé manuel fernandes (a não ser que o dr pacheco pereira ao ler um post a falar de mentirosos achasse que só podia ser com eles, mas isso é lá consigo -- e com eles consigo) e ficarem plenamente esclarecidos sobre a justeza e elevação das suas observações.
por fim, ficamos muito satisfeitos -- eu especialmente -- por constatar que fez as pazes com os seus correlegionários branquinho, gomes da silva e ribau. les beaux esprits, etc. para quando o jantar de desagravo a menezes, com abraços e lágrimas? caramba, lá porque lhe chamou loira o homem não é menos que santana, que já lhe chamou muito pior e em quem o dr pacheco pereira ultimamente descobriu tanta qualidade. não é tão bonito quando as pessoas descobrem que afinal aquilo que aparente e irremediavelmente as separava em termos, por exemplo, éticos e de praxis afinal as une inseparavelmente? e em que boa companhia fica.
(o link para o texto de jpp ontem na sábado ainda não está disponível, assim que estiver coloco-o aqui)
De
PGFV a 23 de Outubro de 2009 às 17:57
eh, eh, eh, o homem ainda tem um ataque. Muito bom!!!
De nuvens de fumo a 23 de Outubro de 2009 às 18:05
è a reconciliação , muito cristão muito católico
De dnemesio a 23 de Outubro de 2009 às 19:04
exactamente. lembrei-me logo desse post enquanto lia a f.
o homem está, definitivamente, de cabeça perdida. a dor de cotovelo está a provocar danos mais severos, como é bem visível.
linda imagem, f, essa da reconciliação. eheh
De Cristiano a 23 de Outubro de 2009 às 19:01
Declaração de interesses:
1- Sou assinante da Sábado, principalmente, porque gosto de ler as crónicas do JPP.
2-Sigo o blogue Abrupto, como sigo muitos outros, nomeadamente este.
Infelizmente, actualmente, o JPP tornou-se um alvo fácil e tenho pena que a f se deixe levar por isso.
O facto é que independentemente de estar de acordo ou não com ele, as discordâncias são normais, o JPP é actualmente dos poucos (e quanto a mim o melhor) analista da área normalmente denominada "á direita do P.S". Se há uma coisa de que ninguém o pode acusar, creio eu, é de falta de independência. Nunca vi ninguém associado, ou militante do P.S a criticar tanto o seu próprio partido (e de certeza que já houve muita gente descontente), com a clareza, a frontalidade e a transparência com que o JPP o faz. Isso faz com que ele esteja sujeito, tal e qual como a f (ainda ontem se viu) aos insultos mais disparatados e de baixo nível que se possa imaginar. Ainda assim ele continua a defender as suas ideias. Isto tudo para dizer que este seu post me desiludiu, porque parece-me (tenho a certeza) que consegue "debater" com o JPP de uma forma bem mais elevada e construtiva do que esta. O que ele fez foi uma análise a um programa de tv e emitiu a opinião, já o vi a criticar vários orgãos de comunicação social, incluindo aqueles em que colabora, como o Público, a SIC e a própria Sábado.
Eu também acho, e já o escrevi aqui, que o D.N se portou muito mal na história do mail, e eu também critiquei, aqui, a forma como a f, defendeu o D.N.
Eu não tenho as qualidades do JPP, nem sou uma figura publica, mas creio que essa critica não retira nenhum valor ao JPP, antes pelo contrário.
De
f. a 23 de Outubro de 2009 às 19:25
caro cristiano, não deve ter lido o mm texto d jpp q eu li. ou estava a pensar noutra coisa.
De Cristiano a 23 de Outubro de 2009 às 19:34
"O director do D.N não desmentiu e o nervoso miudinho que se apossou do blogue da jornalista do mesmo jornal, Fernanda Câncio, que desatou a insultar Monteiro e José Manuel Fernandes, também ajudam a esclarecer."
Creio que deve ser esta a passagem a que se refere. Perante ela parece-me que quem de facto insultou (não diz em lado nenhum que foi a f), neste bloque que também é seu, o HM e o JMF, é que poderia (deveria) rebater, fundamentar, ou argumentar os supostos insultos.
Nunca disse que o JPP é dono da verdade e dos factos todos...
De
f. a 23 de Outubro de 2009 às 19:40
'quem d facto insultou'. bom, vejo q apesar d dizer q jpp não é dono dos factos, lh atribui factualidade. todos os posts q foram feitos no jugular sobre o p&c estão linkados neste post. se quiser fazer o favor de encontrar lá insultos, é meu convidado.
depois 'não diz em lado nenhum q foi a f'. não, diz q o blogue é meu. precisa d um desenho?
por fim, se quiser explicitar-m, já q jpp não o fez, por q motivo é q o q se escreve num blogue 'meu' ajuda a esclarecer seja o o q for no q respeita ao limagate, agradeço mto. (isto não lhe fará lembrar nada, decerto, nada q o cristiano tenha vigorosamente condenado aqui neste mesmo blogue. pois, q curioso)
De Cristiano a 24 de Outubro de 2009 às 00:03
Cara f, obrigado pelo convite.
Ficam aqui alguns excertos, aos quais julgo que o jpp se poderia estar a referir:
"o Publico foi instrumentlizado e complacente";
"Quando um concorrente..." (Publico)"...comete uma trafulhice, publica-lo é conveniente, é certo, mas não deixa de ser noticia";
"vergonhosamente repugnante...";
"...instrumentalização a que o Publico se prestou";
"Triste é constatar que um jornal de referencia, Expresso, podendo contribuir para repor a verdade, tenha optado por mantêr a calúnia e a conspiração";
"ou seja o "público" transformou um rumor em notícia, com um único objectivo, prejudicar o seu inimigo de estimação - José Sócrates - nas legislativas";
" (ao contrário do "expresso" - que quis ficar na bancada a ver...)"
"claro que a sua publicação desacreditou o Zé Manel e a respectiva equipa, demonstrando ao mesmo tempo aos portugueses, por onde anda o jornalismo de referência.";
"aquilo o que diz o fernandes?
Um rapaz de credibilidade nula, praticamente inimputável?"
De facto o jpp, refere-se ao seu blogue, e não é??
Nunca diz que foi a f a proferir os comentários insultuosos.
Quanto ao 3.º ponto, a questão não é o limagate, é a atitude que o D.N tomou de publicar um mail pessoal de jornalistas de um jornal concorrente, mail esse que "caiu no colo" do D.N e não foi fruto de nenhuma investigação jornalistica.
Qaunto a isso fazer-me lembrar algo que eu critiquei vigorosamente, vai-me desculpar a minha falha, mas sinceramente não consigo perceber a ligação, pode-me esclarecer?
De
f. a 24 de Outubro de 2009 às 03:00
caro cristiano, por partes, embora m comece, confesso, a faltar a paciência.
não sei d onfe foi biscar os excertos que coloca entre aspas. dos posts publicados na noite do prós e contras, e que jpp especificamente refere, não foi decerto -- e convinha ser, certo?
jpp, s bem s recorda, já q o citou, fala de um 'nervoso miudinho' do blogue da jornalista fernanda câncio que desatou a insultar h monteiro e jmf. é q s a sua ideia é ir à procura de textos neste blogue críticos em relação a jmf e h monteiro, é só escolher. mas não é disso q s trata, pois não, cristiano?
pois. terceiro, e repito-m. o cristiano acha que s escrever num blogue com mais 15 pessoas, algumas delas bem mais notáveis em vários aspectos que o cristiano, e o jpp escrever um texto na sábado a dizer que no blogue 'do cristiano' se insultou não sei quem, a intenção não é falar de si e apontar p si e relacionar consigo os insultos que por acaso não foram proferidos. muito interessante. o cristiano tem a certeza de que é mesmo isso q quer dizer? o cristiano tem a certeza d q pensou nisto 5 segundos?
por fim, não percebe o q é q criticou vigorosamente e a relação q tem com isto. muito bem. se calhar é porq o vigor com q aparentemente criticou era mesmo só isso, aparente. caso em q d facto nãp há razão para debater mais este assunto consigo -- considera normais e aceitáveis coisas q eu deploro ou, o q aparenta ser o caso, deplora consoante a situação, o q é ainda mais deplorável.
De Cristiano a 24 de Outubro de 2009 às 11:21
Os excertos, são de cometários ao seu post sobre o prós e contras.
Quanto ao 2.º ponto, mantenho a minha opinião, não vejo essa intenção, de ataque pessoal, no comentário de JPP(Sou ingénuo? se calhar, mas já leio o JPP há muito tempo e esse nunca foi o seu estilo).
No 3.º, eu de facto deploro, em todos os casos e sempre o fafrei, o insulto gratuito e a perseguição pessoal, sinceramente não me parece que este seja o caso, se isso faz de mim alguém que não merece poder debater mais consigo, pois a opção é sua.
De
f. a 24 de Outubro de 2009 às 13:48
ok, cristiano. quando alguém vai buscar 'excertos d comentários' para justificar as alegações públicas de jpp sobre um blogue cuja autoria/propriedade imputa a uma única pessoa é altura de parar a conversa. noto q no meio destas suas justificações s esqueceu de m dizer sobre qual seria, no seu entender, 'a ajuda' que o q s publicou na noite do prós e contras neste blogue daria a 'esclarecer' a situação q estava a ser debatida no programa. vou ser mais clara, porq pelos vistos é necessário. por q será, cristiano, q d todos os blogues da blogosfera portuguesa, o jpp escolheu referir este e imputar-lh 'insultos' a jmf e hm naquela noite, insultos q o cristiano andou a procurar afadigamente nos posts para s sair com umas frases de comentários? e porque é q citando este blogue, usou o meu nome em exclusivo? não, cristiano, não m parece q seja ingénuo. não há ingenuidade q chegue para tanto.
De nuvens de fumo a 23 de Outubro de 2009 às 19:53
Se há uma coisa de que ninguém o pode acusar, creio eu, é de falta de independência.
Em relação a quem ?
De Cristiano a 24 de Outubro de 2009 às 00:06
Em relação aos media, a qualquer tipo de interesse e até face ao próprio PSD.
Indepêndencia não significa ter razão, ou ser dono da verdade, só quer dizer que as opiniões são mesmo as dele e que não está a fazer fretes.
Também não quer dizer que ele seja o(a) unico(a) comentador(a) independente que existe...
De nuvens de fumo a 24 de Outubro de 2009 às 03:33
A arte é parecer que se está a ser sincero e depois ir empurrando o outro de encontro à nossa posição, enfim... é um malabarista é o que ele é.
No caso do presidente, aliás ao que ele não voltou a pegar de forma convicta, a justificação dele é um triplo salto mortal com saída em parafuso.
p+achoraa
De Cristiano a 24 de Outubro de 2009 às 12:25
Nunca me senti empurrado, e já dicordei dele várias vezes.
Quanto ao Presidente, foi a pessoa do PSD que mais criticou o presidente...
Mas por mim já chega, eu não sou advogado de ninguém, muito menos do JPP.
Já deixei a minha opinião quanto ao post da f e a minha interpretação do artigo do jpp na Sábado.
O meu interesse não é estar aqui a debater pessoas, que ainda por cima não conheço. Dei a minha opinião sobre o artigo e sobre o post.
Muita gente não concorda comigo?? tudo bem.
Por mim prefiro voltar a comentar ideias, assuntos, acontecimentos, e não pessoas, que volto a dizer, nem sequer conheço.
De Pedro Matos a 23 de Outubro de 2009 às 20:09
Este é o mesmo Pacheco Pereira que tanto defendeu - e, bem, diga-se! - o direito a caricaturar Maomé, em nome do inalienável direito à liberdade de expressão, inegociável valor da civilização ocidental.
É o mesmo que agora se entretém a definir o maior ou menor grau de subtileza de uma caricatura ao PR. (e repare-se que usou do título PR, insinuando o crime público, e procurando arrebanhar no pretenso vexame todo o povo português).
Claro que só o Pacheco Pereira, investido censor-mor do Reino, está qualificado para detectar mensagens subliminares, avaliar da sua maior ou menor subtileza ou grosseria, já agora distrinçar o bom e o mau sentido de humor, e finalmente aferir do maior ou menor universo de visados e legítimos ofendidos.
Pois se Pacheco Pereira acha que os casos que apontou, configuram crimes de difamação, pois que proceda criminalmente, e se deixe de ameaças.
Não o faz todavia. Suponho que uma réstia de lucidez lhe dá o arrepio do medo do ridículo.
De nuvens de fumo a 23 de Outubro de 2009 às 21:48
De uma forma ou de outra começa a ter arrepiantes semelhanças fisionómicas com Freud....
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