Sábado, 31 de Outubro de 2009
O ai-jesus de Pacheco Pereira - o próprio Pacheco Pereira - continua a estrebuchar com a derrota de que foi o principal (único?) obreiro. Como o desespero vai de cornos aos limites, diz Pacheco que Miguel Relvas "escreve com mão alheia uma parte importante das "notícias" do Diário de Notícias sobre esta matéria [esta matéria?]"; fala de um email roubado ao Público [pelo DN?]; acusa o DN de permitir que Relvas escreva um editorial (em português é isso, não é?) - venha o exceptio veritatis. Tudo vale. Ande Pacheco o que andar, uma coisa ninguém lhe tira: ele é o homem de quem já não se voltará a falar. Gastou a última oportunidade e sabe-o (vivam agora a biblioteca e as estórias dos comunismos). No meio disto tudo, ainda que despiciendo - porque da quadratura não passará -, fica a curiosidade: parece que a "eterna esperança" (dele próprio, entenda-se) apoia Marcelo. Vale a pena rir, que tudo se vê nos tempo das vacas voadoras. Giro giro seria esta espécie de candidato a Ferro de Salazar (mutatis mutandis ao PSD actual) desistir de ser o ideólogo que ninguém quer e ir além da da marmeleira que o acolhe. Anda Pacheco, vai lá tu!
De Nuno Gaspar a 1 de Novembro de 2009 às 00:18
"continua a estrebuchar com a derrota de que foi o principal (único?) obreiro."
"ele é o homem de quem já não se voltará a falar"
"da quadratura não passará"
mas que é isto?
Ó Rogério,
não quer antes voltar escrever um poema
dedicado a um familiar seu? Assim não estragava a imagem de pessoa equilibrada e não rancorosa que tinha de si.
Ó Nono, não gostou? Diga-me como quer, que eu reescrevo. E já agora, não quer falar do rancor do PP?
De fernando antolin a 1 de Novembro de 2009 às 09:25
O homem não vale um caracol, dizem, mas não largam o osso...então em que ficamos ?? Já está a ficar um bocadinho repetitivo e a utilidade não me parece que seja grande. Mas isto se calhar é defeito meu, quem me manda entrar de serviço às sete da manhã de um Domingo...
Por mim não me esqueço do "antónio-ferrismo" que ele representou de facto relativamente ao então Presidente do Conselho Aníbal António Cavaco Silva...
E até provavelmente pior, pois que mais que o público panegírico tentou fazer o branqueamento e a lavagem do abuso da maioria de então...
Por isso é que só me posso rir, quando me lembro das bastonadas policiais autorizadas e mandadas pelo dito Presidente do Conselho, com o que o actual Pacheco tem dito sobre o autoritariasmo e a arrogância...
Se de facto a memória era curta é-o hoje cada vez mais e se o ridículo dantes matava, hojé é um must...
E passar de uma loucura totalitária assassina (maoismo e esquerdas radicais difusas) para uma descarada e falsa puridade santa (cujos gurus seriam os "não-políticos" e "assépticos" Cavaco Silva e Manuela Ferreira Leite) apenas desabona e desmente a sua tão afamada sapiência e sensatez...
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