Ao contrário de muita gente é-me impossível viver sem papel, sem, pelo menos, um jornal "físico" por dia. Sou, ao mesmo tempo, uma criatura dada a rotinas quotidianas de início do dia... sem me sentar a uma mesa para um café acompanhado de um jornal o meu dia não começa (abençoado Jornal de Notícias que me salva sempre o dia 1 de Janeiro).
Boa noite Maria João,
O seu retrato podia ser o meu.
Mas já deixei de comprar o "Público" há uns meses.
Não custou nada.
As rotinas têm isso de mau : habituamo-nos e depois pensamos que não conseguiremos viver sem religiosamente as cumprir.
Engano.
Experimente e vai ver que o mundo não acaba no dia seguinte.
Boa semana de trabalho
De
Shyznogud a 1 de Novembro de 2009 às 23:41
Deve parecer tonto dizer isto mas juro q é verdade, deixar de comprar um jornal provoca-me uma ansiedade estranha e demoro muito tempo para o conseguir fazer. Com o Expresso passaram 2 anos entre a decisão de deixar de o comprar e o consumar da coisa.
De fernando antolin a 1 de Novembro de 2009 às 23:45
Acho que aqui podia aplicar-se uma citação do saudoso Mao, mas vou poupar-me,porque senão sacodem-me mais do que ao JorgeC...
De
Shyznogud a 1 de Novembro de 2009 às 23:49
Pliiiiiiiize... sou uma curiosa compulsiva, tenha piedade.
De fernando antolin a 2 de Novembro de 2009 às 00:08
não sei, bom, talvez...assim uma coisa que tem a ver com "é bom que os meus inimigos me ataquem" e vice-versa, mas estou tão a brincar que peço a vossa indulgência...oh Jorge as senhoras vão-me bater...
De S a 2 de Novembro de 2009 às 02:25
u wished...

De fernando antolin a 2 de Novembro de 2009 às 17:02
You nasty boy/girl ...
De ACÁCIO LIMA a 2 de Novembro de 2009 às 00:12
O Editorial de hoje, do "Público", não corta cerce com a linha editorial seguida por José Manuel Fernandes.
E percebe-se a razão.
As informações publicitadas quando se começou a falar na alteração da Direcção do jornal, referiam que o nome da nova Directora teria sido indicado e advogado, pelo dito Fernandes, junto da Administração, ou seja, do Dono do jornal.
Um Dono que tem a capacidade financeira para suportar um prejuízo anual da ordem dos
€ 4 000 000,00, uma verba significativa, preço que está disposto a pagar para intervir na vida pública e política do país, para alimentar o seu Grupo Financeiro e Económico.
Só por ingenuidade se pode conceder o "benefício da duvida".
Acácio Lima
B.I. Nr. 1468705.4
Arq. Porto
20070813
De fernando antolin a 2 de Novembro de 2009 às 00:27
e estamos naquela hora em que o silêncio da noite dá uma dimensão estranha a um lugar habitualmente ruidoso, como é o aeroporto. E ao fim de tantos anos ainda me surpreendo.Nem sei porque me recordo destas linhas:
"High Flight
Oh! I have slipped the surly bonds of Earth
And danced the skies on laughter-silvered wings;
Sunward I've climbed, and joined the tumbling mirth
Of sun-split clouds, — and done a hundred things
You have not dreamed of — wheeled and soared and swung
High in the sunlit silence. Hov'ring there,
I've chased the shouting wind along, and flung
My eager craft through footless halls of air. . . .
Up, up the long, delirious burning blue
I've topped the wind-swept heights with easy grace
Where never lark, or ever eagle flew —
And, while with silent, lifting mind I've trod
The high untrespassed sanctity of space,
Put out my hand, and touched the face of God.
Passem uma noite calma.
De ACÁCIO LIMA a 3 de Novembro de 2009 às 14:27
Como me referi em comentário anterior, era uma ingenuidade conceder o benefício da duvida à nova Direcção do "Publico".
Diz o mesmo "Público":
"Público contrata João D’Espiney ao Negócios
3 de Novembro de 2009
, por Ana Marcela
João D’Espiney vai deixar o Jornal de Negócios para ingressar no Público. Desde Maio editor de economia do jornal da Cofina, o profissional vai assumir a edição-executiva do diário da Sonaecom , confirmou ao M&P Bárbara Reis................
.......José Manuel Fernandes mantém-se ligado ao jornal, através de uma crónica semanal, crítica literária para o Ípsilon ou a realização de “entrevistas aqui e ali”, explica Bárbara Reis, que afirma que o jornal quer manter “uma relação próxima” com o antigo director".
Ou seja, a nova Direcção ".... quer manter "uma relação próxima" com José Manuel Fernandes.
Insistir na compra do dito jornal, será continuar a ser bombardeado com os "desatinos", eufemismo, do Fernandes!!!!
Lembro, citando de côr, Lampedusa: "É preciso que algo mude para tudo ficar na mesma".
Valham-nos todos os "Santos", valham-nos todas as "Nossa Senhoras", valham-nos todos os "Deus", e, também, não vá o Diabo tece-las, todos os "Mafarricos- Satanás".
Acácio Lima
B.I. Nr. 1468705.4, Arq. Porto, 20070813
De Acácio Lima a 12 de Novembro de 2009 às 12:37
Peço desculpa em insistir na "questão do benefício da dúvida" relativa à nova Direcção do Jornal "Público", da Sonae, Belmiro de Azevedo.
Anoto o novo colaborador, Pedro Lomba, e transcrevo de um conceituado blog:
"Pedro Lomba (http://www.publico.pt/Política/opiniao-cronologia-de-um-golpe_1409417) tem agora uma coluna na última página do Público, que assina como jurista. E, obviamente, como jurista, faz aquilo que está habituado a fazer - torcer a realidade para que ela se acomode à causa que defende. Pouca importa que parte substancial do que afima se baseie em pressupostos errados (falta, por exemplo, a referência a um banco fundamental naquela "trama"), pouco importa o que as entidades envolvidas foram dizendo ao longo do tempo acerca das efabulações ali expostas, pouco importa que aquela colagem de "casos" tenha tanto de aleatório como de meticulosamente orientada.
No final, como na barra, Lomba clama: "Estes são os factos". Como na barra, esta é a sua versão dos acontecimentos, uma versão muito parcial, como compete a um jurista fazer. Parabéns!"
Não à margem para o "benefício da dúvida"
Saudações Democráticas de
Acácio Lima
B.I. Nr. 1468705.4, Arq. Porto, 20070813
Comentar post