Segunda-feira, 2 de Novembro de 2009
Daqui a pouco, às 22h na TVI24, o João Galamba vai comentar, juntamente com o Henrique Raposo, a apresentação do programa de governo. A conversa será moderada por Constança Cunha e Sá.
O Estado do nosso endividamento e atraso sócio - económico
Portugal é hoje dos países mais endividados de toda a Europa. No sector privado, a dívida conjunta das empresas e das famílias corresponde a 150% do PIB. Quanto ao Estado, o endividamento público caminha para os 80% do PIB. Ao mesmo tempo, a nossa economia é das que tem evidenciado menor crescimento da produtividade (apenas 0,5% ao ano nos últimos oito) e maior aumento dos custos unitários do trabalho (um incremento de 20% face à Alemanha desde a introdução do euro). Estes sim, são alguns dos nossos verdadeiros problemas e que resultam da rigidez reguladora do nosso país, cuja resolução, curiosamente, está, na generalidade dos casos, ao alcance do Governo. Muito mais do que essa tarefa voluntariosa, mas hercúlea, que é a de tentar encontrar mercados para as nossas exportações pouco competitivas
De
Shyznogud a 2 de Novembro de 2009 às 22:13
Cara criatura esquizóide, vamos combinar uma coisinha, ok? Vai passar a limitar-se ao conteúdo do post ou a eventuais temas q surjam no decurso da conversa. Ah! E q tal manter a mm identidade qdo comenta um post? não é por nada mas nem sequer têm graça estes desdobramento q aqui estão pendentes e q vão neste momento para o lixo.
«Espero que a legislatura não seja cumprida», diz Campos e
Cunha
Ex-ministro das Finanças considera que a economia pode
enfrentar um «período difícil relativamente prolongado» mas que o Governo vai estar «sempre em pré-campanha»
Há cerca de dez anos, Luís Campos e Cunha decidiu que não investiria mais na bolsa, para poder cumprir os «deveres de cidadania» de forma independente.
Hoje continua a ter as poupanças «aplicadas da forma mais conservadora e banal que se possa imaginar» e sente-se «completamente livre».
Em entrevista ao SOL, o professor catedrático da Faculdade de Economia da Universidade Nova e antigo ministro das Finanças do PS alerta para o risco da deflação, para a ‘degradação’ da classe política e para o perigo de não se tomarem as medidas necessárias para sair da crise.
Campos e Cunha diz que não ficou surpreendido com os resultados eleitorais. «Confirmam a minha angústia», refere.
Sobre o combate à crise, o professor entende que «não vale a pena arruinar as finanças públicas para salvar a economia» e que o «programa português de combate à crise não era grande coisa».
Sem «ambições políticas», o ex-governante sustenta que «um ministro das finanças deve ter a sua própria legitimidade e base de apoio».
De Bruno S a 3 de Novembro de 2009 às 00:53
Campos e Cunha é que anda em campanha vai para 4 anos (ou talvez mais), mas deve ser para isso que lhe pagam o salário do BdP.
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