Sexta-feira, 6 de Novembro de 2009
Neste texto, António José Saraiva faz um aviso aos leitores: todos aqueles que ousem criticar o meu texto pertencem à turba do politicamente correcto e são basicamente censores intolerantes. É a chamada jogada em antecipação. Começa a ser uma técnica comum esta de escrever textos e opiniões delirantes ao mesmo tempo que se antecipam eventuais críticas rotulando-as de intolerantes e politicamente correctas. Saraiva mina o terreno dos comentadores, desqualificando-os antes mesmo deles escreverem o que quer que seja. Não sei se percebem, mas esta técnica "argumentativa" é ela própria censória. No fundo, o Pequeno Grande Arquitecto diz basicamente isto: as únicas opiniões aceitáveis são aquelas que não ousem questionar o que eu escrevo. Já tinhamos o politicamente correcto; agora Saraiva dá-nos o "Saraivamente correcto".
Sugestão: se tens uma opinião, escreve. Os críticos - os bons os maus, os justos, os injustos - são uma consequência inevitável da dimensão pública das nossas palavras, e são uma condição da liberdade - da nossa e da dos outros. É a vida. Se não gostas, não escrevas.
De nuvens de fumo a 6 de Novembro de 2009 às 16:53
é José António Saraiva, vive à sombra do nome do pai, mas só isso.
Mais um caso de inteligência hereditária e sem d vida nada ajudado pelos conhecimentos e notoriedade familiar.
É isso mesmo! No ponto, João.
De José Viegas a 6 de Novembro de 2009 às 17:04
Já não leio esse sr. há uns anos valentes.
Tb nunca compro o jornal dele.
E mesmo assim ainda fico surpreendido com o baixo nível dele.
De JoanaES a 6 de Novembro de 2009 às 18:57
Exactamente. As 3 frases tb se me aplicam. Talvez trocasse o surpreendida pelo estarrecida ou enojada, mas a ideia é a mesma.
De G_L a 6 de Novembro de 2009 às 17:11
O arquitecto devia aproveitar a "moda".
De cr a 6 de Novembro de 2009 às 17:56
Este não era aquele senhor que iria transformar o " Sol " no maior semanário do País? e que se recusaria sempre a fazer " ofertas " com o jornal por forma a aumentar as vendas?
coitadito, já não " morde " mais, caíu em descrédito!
De nuvens de fumo a 6 de Novembro de 2009 às 18:08
Querer queria, mas é mais fácil falar mal dos outros que fazer obra 
Aliás desde o grafismo ao conteúdo aquilo é uma lavagem, não admira o fracasso do projecto liderado por este crânio, no entanto esperam-se milagres vindos de angola, : não oferecem brindes mas recebem dádivas. 
Quem sabe a ubanda os salve, mas pressinto que nem isso, lentamente assistiremos aos insultos mais avinagrados, aos ataques mais torpes, a vasca de quem se sente pisado pela vida, pela justiça e pelos vistos pelas opções dos outros.
R.I.P.
De Nuno Gaspar a 7 de Novembro de 2009 às 01:05
Obrigado pelo link. Gostei do texto de JAS.
Achei o seu comentário despropositado.
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