Vamos lá a ver se a gente se entende.
É inteiramente legítimo, embora algo obnóxio, questionar-se se o Estado deveria ou não ter deixado falir o BPN.
É igualmente legítima e digna de respeito a preocupação com o encargo que poderá sobrar para o Estado como saldo final da operação de salvação do BPN.
O que não é aceitável - porque falso - é afirmar-se que o Estado terá gasto três vezes mais com o BPN do que no combate à crise. É mentira, e deveria envergonhar qualquer apoiante do Bloco. Ponto.
Por que é que o João Rodrigues se mete numa guerra que, tanto quanto entendo, não é a dele?
Isabel Moreira
Miguel Vale de AlmeidaRogério da Costa Pereira
Rui Herbon
