De nuvens de fumo a 9 de Novembro de 2009 às 10:54
Esses selvagens devem ter o devido tratamento, prisão e uma dieta exclusiva ... de carne de porco, em vinha de alhos de verde tinto e servida em tabuleiros com passagens do alcorão...
.
De Nuno Cruz a 9 de Novembro de 2009 às 11:42
Assistir a insultos a mulheres magrebinas que não usam o véu? Check.
Assistir a insultos e agressões a mulheres ocidentais que usam saia? Check.
Assistir a insultos a homens ocidentais, de preferência loiros e de pele clara? Check.
Vim agora de Espanha. Os agressores tentam "explicar" que foi uma questão familiar e que já fizeram as pazes. Felizmente, as alegadas "tréguas" não têm relevância jurídica. Insuportável.
De nuvens de fumo a 9 de Novembro de 2009 às 12:04
Apenas que num estado de direito não existe essa coisa de uma questão de família quando envolve crimes públicos.
Eu não sou da área das ciências ocultas do direito, mas parece-me que esta regra é sem espinhas.
Aliás um dos problemas com estas comunidades é a de quererem aplicar as suas "leis". Alguém tem de lhes explicar que indo para um país muçulmano estão à vontade, mas na europa civilizada existem tribunais e as leis são para todos.
Podem sempre escolher, não nos podem é obrigar a aceitar a sua barbárie.
De nuvens de fumo a 9 de Novembro de 2009 às 12:07
Sobre outro tipo de polibã
http://www.correiodamanha.pt/noticia.aspx?contentid=121937BE-A3DF-42D3-9B19-624C2234609D&channelid=00000010-0000-0000-0000-000000000010
Sem comentários
Parece que os franceses sabiam o que faziam quando proibiram o véu na escola pública.
De Islamofóbico Praticante a 9 de Novembro de 2009 às 14:25
Cuidado com este tipo de post e com os comentários que aqui fazem, segundo o "tolerante" Daniel Oliveira, isto pode ser considerado intolerante e islamofóbico.
De nuvens de fumo a 9 de Novembro de 2009 às 14:41
Se se entender por islamofobico detestar a grande cultura mulçumana, a sua arquitectura, as formas estéticas que introduziram, a matemática, a astronomia, a sua gastronomia, etc, desde já digo que não sou e gosto bastante de conhecer a sua história e tenho pena de tão curta ser a existência uma vez que nunca poderei ler a sua curiosa língua, nem ler no original os poemas, os contos, o misticismo.
Se ser islamofóbico é detestar as interpretações radicais do Corão, a instigação da viol~Encia, o utilizar a ignorância para manter as mulheres como um grupo controlável, os homens como bombas guiadas, o ter como objectivo uma expansão da intolerância como forma de destabilizar governos e sobretudo ameaçar a democracia , ameaçar a liberdade e atentar contra o que de melhor a cultura "ocidental" produziu aí não sou islamofóbico, sou um orgulhoso descente dos cruzados , acho que não é preciso dizer mais 

De Anónimo a 9 de Novembro de 2009 às 15:57
Humhum, portanto, não sabes se te hás-de decidir entre a herança da cultura islâmica antiga e a herança daqueles que mais a destruiram. Interessante ;)
Pedro
De nuvens de fumo a 9 de Novembro de 2009 às 18:01
Pedro
Alguma da antiga não tenho nenhuma dúvida, aquilo que recentemente apareceu teria envergonhado os pensadores de outrora. E sobretudo empobrece-nos a todos termos de estar desconfiados de civilizações aqui ao ladinho 
Enfim, estes supostos líderes espirituais terroristas conseguiram o que queriam, perpetuar o seu poder temporal.
De Islamofóbico Praticante a 9 de Novembro de 2009 às 17:14
Meu caro, a arquitectura, a matemática, a astronomia, a gastronomia, são obra do génio humano e não de qualquer religião ou inspiração divina.
E sim, sou islamofóbico, por todas as razões que você enumera no segundo paragrafo do seu comentário, e mais algumas, com a ressalva de não achar que o livro do guru pedófilo possa ter interpretações não literais e radicais, basta ver o que se passa pelo mundo.
De Nuno Cruz a 9 de Novembro de 2009 às 18:02
A leitura rigorosista do Corão é hoje vista como a essência da religião: o livro é a palavra literal de deus, e é sagrado e inviolável.
Apesar das diversas tentativas de liberalizar a (s) cultura(s) muçulmana(s) ao longo de vários séculos, a tendência é desde há muito para a estagnação ou, pior, para a regressão (vide a história do wahhabismo).
De Nuno Cruz a 9 de Novembro de 2009 às 17:22
O Daniel Oliveira cai num erro de análise bastante típico: considera a critica sistemática do Islamismo um parente próximo do racismo.
Citar o racismo e o medo dos europeus como principais causas das
tensões entre os dois mundos é redutor, e paternalista em relação a
muita gente que contacta muito mais frequentemente a cultura muçulmana.
No fundo, é olhar para o dedo quando o
outro aponta para a lua. é argumentar com o racismo anti-italiano quando se
denuncia o fascismo de Mussolini.
Neste caso, não se pode focar uma só pessoa, porque não existe um líder
nesta causa. é um sentimento difuso e heterogéneo, e muito mais difícil
de confrontar. O Islão não é, obviamente, uma raça, mas um conjunto de
valores baseado
na leitura literal de um livro. Esse livro propõe não apenas um deus
mas todo um sistema político-jurídico, e hoje o totalitarismo islamista é mais visível que nunca. A questão nunca foi a do racismo, mas a da aparente incompatibilidade entre dois mundos.
De Nuno Cruz a 9 de Novembro de 2009 às 17:53
Alguém pode reformatar o meu comentário? Obrigado!
De
Shyznogud a 9 de Novembro de 2009 às 18:17
Nuno, não temos nenhuma hipótese de alterar o q quer q seja nos comentários.
De Islamofóbico Praticante a 9 de Novembro de 2009 às 19:37
«Alcorão, o livro supremo, pode ser lido às vezes,
mas ninguém se deleita sempre em suas páginas.
No copo de vinho está gravado um texto de adorável
sabedoria que a boca lê, a cada vez com mais delícia»
Omar Khayyam, poeta persa dos séc. XI-XII
Tradução da tradução da tradução... de Alfredo Braga
De nuvens de fumo a 9 de Novembro de 2009 às 19:48
Alto,
PERSIA é outra fruta, estamos a falar de campeonatos diferentes, antes lá do senhor andar a espalhar o islão, com a cimitarra já a Pérsia era qualquer coisa que se apresentasse.
De Zé Carioca a 10 de Novembro de 2009 às 07:55
É uma pena, Palmira, que o meu comentário não tenha sido publicado.
Pedia-lhe para a senhora elaborar sobre o facto de o crime descrito ser de injúrias e ofensas corporais, e não homicídio (eventualmente involuntário).
Também tinha mais uma referência ao facto de não se poder considerar homicídio dada legislação abortista que existe por esta Europa fora.
UH? Mania da perseguição, bolas, não há pachorra!
Em relação ao «abortista», ainda tenho menos pachorra! Olhe, é a vida. Alguma vez Portugal deixaria de ser dominado pelas patetadas da ICAR, habitue-se!
De Zé Carioca a 10 de Novembro de 2009 às 12:36
Não há pachorra, diz ela. Boa maneira de desviar para canto.
Será que lhe custa, Palmira, assim tanto elaborar sobre o facto de agressão a mulher grávida de que resulta morte do nascituro não ser punido como homicídio?
De nuvens de fumo a 10 de Novembro de 2009 às 10:50
Eu nem quero acreditar, lá porque existe aborto ,legal nos casos expressos na lei, a execução de um (aborto) contra a vontade da mulher configura de certeza inúmeros crimes, entre o qual esse, o de terminar uma gravidez de forma violenta e contra a lei
.
Agora se o nome técnico é aborto ou não , não sei que não sou jurista.
Que essa argumentação é retóricas é, não me parece que se a eutanásia for aprovada , seu "eutanasiar" uma pessoa não me cheire que escape da acusação de homicídio.
Enfim, mas dada a nossa cada vez mais herm+etica lei até tenho medo de estar errado.
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