Quinta-feira, 12 de Novembro de 2009

Há que ache que para falar do Muro seja necessário falar de todos os muros. Como se as políticas dos EUA, da União Europeia,  de Israel e das autoridades do Rio de Janeiro  partilhassem da mesma essência perversa dos regimes comunistas e, em particular, da defunta RDA. É o totalitarismo em todo o lado, dizem alguns. Este absolutismo que tudo equipara constitui uma forma de cegueira. Independentemente do meu juízo sobre cada uma das realidades acima referidas, o decoro impede-me de dar esse passo.

 

ps: acho que sou insuspeito de ser "amigo de Israel"


5 comentários:
De aorta a 12 de Novembro de 2009 às 15:50
eu diria que os muros que se levantam nos eua, brasil, europa e norte de áfrica são bem piores e bem mais perversos do que os muros de israel ou da ex-rda.

já para não falar nos condomínios fechados, essa forma "tão chic" de viver em sociedade.


De nuvens de fumo a 12 de Novembro de 2009 às 16:06
O muro de isarael já caiu, apenas que ainda o vemos.
O crescimento da população em redor é muito superior à israelita e é inevitável que no fim, israel acabe por ter de se deixar invadir pelos seus vizinhos.
A menos que resolva o problema de forma nuclear, o que tb não seria nada bom para a saúde da zona.
Por isso....
Africa do sul tb acabou mais esmagada pelos números do que por uma bondade política.
Os números ganham sempre. bem ou mal


De fernando antolin a 12 de Novembro de 2009 às 16:15
O João ainda lá vai...é ter esperança..estes blogs é que são malsãos,miasmas enfim...


De rui david a 13 de Novembro de 2009 às 01:44
esta coisa de muros com mais ou menos "essência perversa" cheira um bocado mal que não se desvanece com a consideração lapalissiana de que cada caso é um caso.


De Anónimo a 13 de Novembro de 2009 às 13:39

A Muralha de Adriano caiu, o Muro que proteje Israel dos Palestinianos há de cair e eu próprio não me sinto lá muito bem.


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