nota: dois comentários recordaram-me de que o maine referendou a existência do casamento entre pessoas do mesmo sexo e o sim perdeu
De Romeu a 14 de Novembro de 2009 às 16:11
E com o apoio da maioria da população!
Estamos a ficar para trás... Portugal, Portugalinho...
De Anónimo a 14 de Novembro de 2009 às 16:13
No Maine, a decisão foi revogada num referendo realizado este mês. Por 53%-47%.
De
f. a 14 de Novembro de 2009 às 16:29
obrigada, tinha-me esquecido. já emendei.
De Pedro Gomes a 14 de Novembro de 2009 às 17:53
Pois, tinha, que chatisse.
De H.F. a 14 de Novembro de 2009 às 16:15
O referendo do Maine no dia 4 deste mês derrogou a lei que permitia o casamento gay.
Já não há casamento gay no Maine.
De Nathalie a 14 de Novembro de 2009 às 16:19
"Dans le reste de l'Amérique latine, la ville de Mexico, l'Etat mexicain de Coahuila et l'Etat brésilien du Rio Grande do Sul permettent ces unions.
L'Uruguay a été le premier pays de la région à légaliser les unions civiles homosexuelles, fin 2007."
http://www.google.com/hostednews/afp/article/ALeqM5iIAAGo29EQzhiwk83LPGrl8bvYhw
De
f. a 14 de Novembro de 2009 às 16:30
nathalie, união civil não é casamento. é vrenhec (chamem-lhe outro nome).
De Nathalie a 14 de Novembro de 2009 às 16:37
Exacto ! ;)
De Pinto a 14 de Novembro de 2009 às 17:34
Portugal também poderia caminhar no mesmo sentido … e “copiar” o que foi feito na Suécia, Noruega e Reino Unido: criar um contrato paralelo ao casamento – mas com outras características, como por exemplo a presunção da existência de filhos – que garanta todos os direitos do casamento aos seus contraentes.
Agora transformar o casamento num mero contrato de afectos entre duas pessoas é que não; o casamento NÃO É UM MERO CONTRATO DE AFECTOS. E fazê-lo é alterar o casamento para outra coisa que nada tem a ver com o que é hoje.
Uma pergunta: que se passa com o novo formato da caixa de comentários, que é tão difícil escrever um texto? Cria tantos problemas.
De Luc a 15 de Novembro de 2009 às 19:55
A Noruega criou as "uniões civis entre pessoas do mesmo sexo "em 1993. Desde 1 de Janeiro de 2009 permite o casamento entre pessoas do mesmo sexo.
A Suécia criou essas "uniões" em 1995. Desde 1 de Maio de 2009 permite o casamento.
O Reino Unido ainda não permite o casamento entre pessoas do mesmo sexo, mas há várias petições e movimentos nesse sentido.
Também em outros países (Ex: Islândia, Luxemburgo, Eslovénia...) o Governo anunciou já a sua intenção de abandonar o apartheid das "uniões" em favor do casamento.
De Pinto a 15 de Novembro de 2009 às 21:47
“(...) O casamento civil entre homossexuais é permitido na Holanda, Bélgica, Espanha, Canadá e estado do Massachusetts, nos EUA. Nos países nórdicos e no Reino Unido criou-se um sistema paralelo que concede os mesmos direitos aos casais do mesmo sexo, sem, no entanto, adoptar a designação de casamento (...)”
Público, 31 de Julho de 2009
(http://www.publico.clix.pt/Sociedade/tribunal-constitucional-diz-nao-ao-casamento-entre-pesso)as-do-mesmo-sexo-sem-unanimidade-de-voto_1394092 (http://www.publico.clix.pt/Sociedade/tribunal-constitucional-diz-nao-ao-casamento-entre-pesso)as-do-mesmo-sexo-sem-unanimidade-de-voto_1394092))
De Luc a 15 de Novembro de 2009 às 22:22
A notícia do Público está incorrecta/desactualizada:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Casamento_entre_pessoas_do_mesmo_sexo
Países que reconhecem casamento entre pessoas do mesmo sexo:
- 2009 (http://pt.wikipedia.org/wiki/2009) – Noruega (http://pt.wikipedia.org/wiki/Noruega), Suécia (http://pt.wikipedia.org/wiki/Su%C3%A9cia), (http://pt.wikipedia.org/wiki/Casamento_entre_pessoas_do_mesmo_sexo#cite_note-13)
- 2006 (http://pt.wikipedia.org/wiki/2006) – África do Sul (http://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%81frica_do_Sul)
- 2005 (http://pt.wikipedia.org/wiki/2005) – Espanha (http://pt.wikipedia.org/wiki/Espanha), Canadá (http://pt.wikipedia.org/wiki/Canad%C3%A1)
- 2004 (http://pt.wikipedia.org/wiki/2004) – Bélgica (http://pt.wikipedia.org/wiki/B%C3%A9lgica), (http://pt.wikipedia.org/wiki/Casamento_entre_pessoas_do_mesmo_sexo#cite_note-20)
- 2001 (http://pt.wikipedia.org/wiki/2001) – Países Baixos (http://pt.wikipedia.org/wiki/Pa%C3%ADses_Baixos)
Relativamente à Suécia: http://www.sweden.se/eng/Home/Lifestyle/Reading/Sweden-says-I-do-to-same-sex-marriage/
Noruega: http://www.aftenposten.no/english/local/article2479146.ece
Relativamente
De Pinto a 16 de Novembro de 2009 às 15:28
uc, lamento informá-la mas se há informação que está errada é a da Wikipédia e não do Público.
A Suécia e Noruega já vinham a reconhecer as uniões de facto entre homossexuais há alguns anos. Em 2009 criaram um contrato, similar ao casamento, para regular essas relações. De forma bem diferente, a Holanda transformou o contrato casamento noutro tipo de contrato. Parece que é a mesma coisa mas não é.
São duas coisas bem distintas. E o Público deu-se ao cuidado de salientar a diferença entre o caso holandês e o sueco e norueguês.
Recentemente o TC produziu um acórdão – que diz não haver qualquer inconstitucionalidade na norma do casamento; pudera – do qual faz esta destrinça de forma bem clara:
“14. Como se afirmou anteriormente, saber se as normas impugnadas violam o princípio da igualdade é uma questão cuja resposta se encontra na concepção do casamento adoptada. Se se entender o casamento como uma instituição social que é apresentada aos cônjuges com um significado relativamente estável, enquanto união entre homem e mulher, designadamente assente na função que lhe cabe na reprodução da sociedade, pode fazer sentido reservar o casamento aos casais heterossexuais. Pelo contrário, apenas se se adoptasse uma concepção do casamento como relação puramente privada entre duas pessoas adultas, sem qualquer projecção na reprodução da sociedade, a exclusão dos casais homossexuais surgiria necessariamente como discriminatória. ORA, COMO SE DISSE, NÃO FOI ESSA A OPÇÃO LEGISLATIVA.”
(As maiúsculas são minhas)
(http://www.tribunalconstitucional.pt/tc/acordaos/20090359.html (http://www.tribunalconstitucional.pt/tc/acordaos/20090359.html))
De S a 16 de Novembro de 2009 às 15:41
"Parece que é a mesma coisa mas não é."
Claro que não é; é atribuir um contrato diferente a uniões que não justificam essa diferença de tratamento, carregando desse modo o peso da discriminação e preconceito. Unicamente para não poluir o bom nome do casamento.
E volto a perguntar-lhe; se se abriu as uniões de facto aos casais de PMS, porque não a casais incestuosos?
De nuvens de fumo a 16 de Novembro de 2009 às 15:48
S
E entre espécies, sempre foi o meu sonho sexo com animais , e vários, mas apenas devidamente legalizado.
Aliás deve andar por aí muito incestuoso apenas á espera da oportunidade.
Isto dá-se um dedo ( sem segundas intenções como no caso dos depravados espanhóis e a sua lei que permite que a masturbação seka ensinada) e as pessoas começam logo a imaginar, porque não o punho ? ou o braço?
é esse o perigo, começa-se a dizer que no fundo nada de mal existe no casamento gay, depois é o incesto a pedofilia, e necrofilia, a vasofilia, carrofilia, insectofilia par os menos abonados, e todas as ia .
É por isso que mais vale um padre pedófilo do que um gay casado .
Acho muito bem, nada como uma boa proibição para evitar problemas de maior.
Assim sim, nada como um país de boas famílias hetero :
De Luc a 16 de Novembro de 2009 às 18:41
Pinto,
Não que ache muito importante copiar ou deixar de copiar a Suécia e Noruega, mas já agora vamos esclarecer. Mais que a Wikipedia ou Publico, os sites do parlamento dos países são de confiar. Está de acordo?
Então vejamos, no site do Parlamento sueco:
http://www.riksdagen.se/templates/R_PageExtended____18752.aspx
"Gender can no longer hinder marriage:
WEDNESDAY 1 APRIL 2009
As of 1 May, gender will no longer have an impact on the possibility of getting married. The Registered Partnership Act from 1994 will be repealed. Couples who are already registered partners can continue to be so if they wish. Those who want to get married can turn their registered partnership into a marriage by submitting a simple application or by getting wed in a ceremony.
It will continue to be possible to appoint a civil marriage officiator for a specific occasion. Legally trained judges at district courts will no longer be marriage officiators."
Pinto: De que contrato paralelo ao casamento está a falar? Não é isso que diz no site, inclusivamente em sueco.
Por curiosidade, a Igreja Luterana da Suécia (antigamente a Igreja oficial) decidiu recentemente usar o termo "casamento" relativamente a casais homosexuais:
http://www.independent.co.uk/news/world/europe/swedish-church-agrees-to-conduct-gay-weddings-1807657.html
"The Lutheran Church will now apply the term matrimony to same-sex unions"
Quanto à Noruega, (no site do ministério da Igualdade e Infância)
http://www.regjeringen.no/en/dep/bld/Topics/homosexuality/a-marriage-act-for-all--entering-into-fo.html?id=509376
"Amendments in the marriage was enacted by the Norwegian Parliament (Stortinget) 17. June 2008. The amendments came into force 1. January 2009.
The amendment gives lesbians and gay men the right to enter marriage on the same basis as heterosexuals."
De Pinto a 16 de Novembro de 2009 às 15:29
Se entendêssemos o contrato casamento como o da segunda hipótese (e é bom referir que nenhum constitucionalista ou jurista conceituado o entende) teríamos de abrir a porta aos casamentos incestuosos, polígamos e afins … em nome da unidade do sistema jurídico (exigido no art. 9.º do Código Civil): se entendesse o casamento como “relação puramente privada entre duas pessoas adultas, sem qualquer projecção na reprodução da sociedade” e dado que as relações incestuosas não são proibidas por Lei, que sentido faria continuar a impedir a celebração de um casamento entre mãe e filho? Nenhum.
Infelizmente muitas pessoas deste país, num desespero por demonstrar que somos um país progressista, e à imagem do que se anda a passar com países que sofrem do mesmo problema que Portugal – África do Sul, Argentina, Nepal, Arménia, etc. – vão-se atirar de cabeça num assunto que requer muita ponderação, muita análise e muita astúcia (como tiveram a Noruega e Suécia a contornar este “problema”).
De nuvens de fumo a 16 de Novembro de 2009 às 15:42
De nuvens de fumo a 16 de Novembro de 2009 às 15:59
Infelizmente muitas pessoas deste país, num desespero por demonstrar que somos um país progressista,
É de facto uma chatice que a maioria dos portugueses tenha votado em programas gay friendly, sabe isto da democracia....
De Pinto a 16 de Novembro de 2009 às 16:25
Bem, para quem foge do referendo ao casamento como o diabo da cruz, com medo da opinião do povo, vir agora falar em democracia, é no mínimo irónico.
Que façam um referendo e logo vemos qual a verdadeira vontade do povo. Ou estão com medo de alguma coisa?
De nuvens de fumo a 16 de Novembro de 2009 às 16:33
pinto,
Em primeiro lugar sempre aqui disse ser contra qualquer tipo de referendo.
A democracia tem várias formas de transferir do povo para os governantes o poder. De todas, a que menos me inspira confiança é o referendo.
Por isso continuo contra.
De Pinto a 16 de Novembro de 2009 às 16:38
Nuvens, você pode dizer o que quiser mas a verdade é que o referendo é a consulta da vontade do povo por excelência.
Dizer que é contra os referendos é o mesmo que dizer que é contra a vontade da maioria em detrimento da vontade de meia dúzia de intelectuais.
O referendo é o ex libris de uma democracia.
De nuvens de fumo a 16 de Novembro de 2009 às 16:42
Explique o âmbito de um referendo, i.e. , o que deve ser referendado.
De S a 16 de Novembro de 2009 às 16:45
"Dizer que é contra os referendos é o mesmo que dizer que é contra a vontade da maioria em detrimento da vontade de meia dúzia de intelectuais."
Meia dúzia de intelectuais? E toda a população LGBT, familiares e amigos e pessoas que simplesmente reconhecem que esta é uma questão de direitos humanos?
Enquandro este comentário no mesmo que já referiu várias vezes; "é para parecerem modernos".
Que pachorra a que obriga...
Opiniões, Pinto. Eu, por exemplo, sou avessa a referendos, acho q são o palco por excelência dos populismos mais execráveis, ou seja, de ex libris do q quer q seja têm muito pouco. Não me canso de elogiar a democracia representativa.
De Pinto a 16 de Novembro de 2009 às 17:16
Maria, a vontade expressa num referendo é a vontade de um povo para um caso concreto.
Os defeitos que hoje apontam aos referendos, apontaram, outrora, às democracias representativas: que eram actos populistas.
As democracias representativas são muito boas ... para quem tem o poder e não quer perder a influência que consegue com esse mesmo poder.
O estrondoso crescimento das abstenções na Europa têm dado sinais que algo vai mal nas democracias representativas. Mas prefere-se fazer que não se está a ver e assobiar para o lado; ou então atirar as culpas para este povo mandrião, que não lhe apetece ir às urnas votar. Vamos ver até onde isto irá.
De S a 16 de Novembro de 2009 às 16:35
Então o Pinto acha que se deve referendar o direito das mulheres a votar ou dos casais interraciais ao casamento ou ao abolimento da escravatura and so on.
Percebeu?
De António Parente a 16 de Novembro de 2009 às 17:08
S
Comparar a questão do casamento homossexual com a escravidão ou o direito do voto das mulheres é completamente idiota. Não é o S que é idiota, é essa comparação. E estou utilizando o termo idiota porque estou num dia em que me sinto muito cool. A comparação merecia uns palavrões mais incisivos.
Essa dita comparação foi uma das razões porque passei de uma situação de indiferença para de oposição total nesta questão. Antes de conhecer o jugular, eu era diferente. As discussões nesta caixa de comentários e os posts que li modificaram-me.
De S a 16 de Novembro de 2009 às 17:12
São direitos humanos, meu caro. Não gosta que seja colocado nestes termos, problema seu.
E faça uso dos palavrões, não se acanhe, suporto-os melhor do que as sonsices a que às vezes recorre.
"Essa dita comparação foi uma das razões porque passei de uma situação de indiferença para de oposição total nesta questão."
Portanto por uma questão de birra, sem analisar a questão em si. Ok.
"Antes de conhecer o jugular, eu era diferente. As discussões nesta caixa de comentários e os posts que li modificaram-me."
Pois, a culpa é do jugular. Normalmente a culpa recai sempre na mãe, recebe pontos pela originalidade.
De S a 16 de Novembro de 2009 às 17:39
"Comparar a questão do casamento homossexual com a escravidão ou o direito do voto das mulheres é completamente idiota."
Ainda o Freud; não há acidentes. Interessante como deixou de fora o caso dos casamentos interraciais e presumo que não o incomode tanto colocar no mesmo saco do que este a abolição da escravatura e o direito ao voto das mulheres.
Dentro de décadas, a questão do casamento entre PMS enquanto direito humano vai ser por demais óbvia. Aliás, já o devia ser.
De António Parente a 16 de Novembro de 2009 às 18:39
Racismo e homossexualidade não são comparáveis, S. Lá vem novamente com comparações absurdas. É irritante. Há milhares de argumentos possíveis para se defender o casamento entre pessoas do mesmo sexo. Infelizmente escolhem-se os piores pensando que quem os lê perdeu o espírito crítico, a faculdade de pensar ou se deixa intimidar.
De S a 16 de Novembro de 2009 às 19:41
"Racismo e homossexualidade não são comparáveis, S."
Pois não, mas homofobia e racismo sim; onde foi buscar a ideia errada?
"Infelizmente escolhem-se os piores pensando que quem os lê perdeu o espírito crítico, a faculdade de pensar ou se deixa intimidar."
Ou então é porque é um argumento válido.
De António Parente a 16 de Novembro de 2009 às 21:42
Foi engano meu, S. Racismo e homofobia não são comparáveis e mais não digo porque quero encerrar esta discussão. Cansei-me de repetir sempre as mesmas coisas.
De nuvens de fumo a 16 de Novembro de 2009 às 21:33
Aqui o S já lhe respondeu em parte, eu remato com um detalhe , todas as iniquidades são justificáveis mas nem por isso o deixam de o ser.
O que tem de parecido estes três elementos :
1) racismo ( xenofobia )
2) segregação das mulheres/mulheres
3) homofobia
Todos são formas arbitrárias de classificação de pessoas,
em 1) pela cor / etnia, em 2) pelo sexo em 3) pela orientação sexual.
Todas são formas de discriminação que se caracterizam por serem irracionais, por se basearem numa suposta superioridade / inferioridade subjectiva e sem prova necessária e sobretudo são tudo formas irritantes, enervantes de segregação de outros seres humanoos baseadas em pressupostos, ideias feitas e em grande parte deva-se dizer, graças à força e ajuda da ICAR. E não me venha com um ou dois nomes no meio de milhões como se fossem salvar a honra do convento.
Seja como for e continuando as semelhanças:
são tudo ideias partilhadas por uns imbecis que usam uma cruz gamada como referencial ideológico, são racistas , homofóbicos e intolerantes. Acreditavam numa superioridade masculina e ariana e em mil anos de um reich , governados por um imbecil de bigode curto.
Mais coisas em comum ?
Olhe , por exemplo em todos os exemplos, o modelo social e a harmonia que se poderia perder , era a justificação da manutenção do status quo. ( adorei esta)
Mais algumas larachas ?
POr exemplo , "seu preto", "seu paneleiro "são formas de insulto assim como "sua puta".
No primeiro e segundo exemplos , acho que concordará que nunca foi insulto ser-se chamado de seu hetero, seu fornicador louco de louras no Algarve. O terceiro ponto é mais complexo mas prende-se com o ambiente. Se a dois na intimidade poderá ser um elogia à amante
, se dito de uma ex-namorada diz mais da dor de corno que da pessoa.
Seja como for , apresento a prova do insulto como uma mais de várias características, poderia pensar em mais insultos mas penso que estes chagam.
Continuando e não querendo ser demasiado exaustivo, , todas estas situações foram sendo abolidas, depois consideradas vergonhas e depois necessárias explicar às gerações vindouras e agora é necessário não deixar que sejam esquecidas, que como podemos ver há tendência a diluir o seu conteúdo.
E por último, são tudo formas de uma profunda inferioridade intelectual: a de querer impor aos outros as nossas visões de mundo por acharmos que são superiores.
E a treta que somos nós que queremos impor seja o que for é no mínimo cinismo, porque já lhe disse, se não quiser, não se case.
Irra
De Romeu a 16 de Novembro de 2009 às 22:22
Racismo e homofobia não são comparáveis para as pessoas que acham que os pretos e os homossexuais não são comparáveis; para aqueles que acham que o preconceito em relação a uns é mais "legítimo" do que em relação a outros. Quer o digam explicitamente ou não.
De nuvens de fumo a 15 de Novembro de 2009 às 22:05
O casamento é um mero sistema de gestão de bens.
Aliás em lado nenhum está , ou poderia estar regulado a intensidade de amor mínima.
O que está é sexo puro e duro, motivo que serve para a anulação, até para a ICAR.
Agora amor ????? e outras mariquices!!!
Por favor...
http://en.wikipedia.org/wiki/List_of_mammals_displaying_homosexual_behavior
De Ibn Erriq a 14 de Novembro de 2009 às 17:52
Bom, já vimos que essa é atendência, isto se ignorarmos a dimensão sa amostra! LOL
Se uma tendência se faz com quantos países? Repita lá se faz favor?
Segundo a sua amostra também podemos concluir que os estados onde foi aprovado, foi depois revogada ;-).
Haja santa paciência para tanta falta de rigor.
PS. Ah bom se o Nepal aprova então é porque é mesmo assim!
De
PGFV a 15 de Novembro de 2009 às 12:48
Se bem entendi pela notícia que vi em todos os jornais online que consultei e que deve ter proveniência da mesma agência, a decisão da juiza, foi baseada na constituição Argentina. Tentei procurar a Constituição Argentina para a comparar com a Portuguesa, mas quem sabe devido à preguiça domingueira, não a encontrei. também fiquei sem perceber (não conheço minimamente o sistema judicial argentino), porque razão um juíz (de primeira instância?) pôde decidir. Apenas queria comparar com o caso tuga da Helena e da Teresa.
Só agora reparo que ontem, indelicamente não me apresentei, já que PGFV não é o nome que está no meu BI ;) consta antónio Subtil.
De balburdio a 15 de Novembro de 2009 às 23:26
só uma questão:
Parece-me que não entendem que possam existir razões fundamentais contra o casamento homosexual (aparte a repulsa natural que tal conceito provoca nas pessoas), mas... será que compreendem que seja de facto necessário haver importantes razões a favor do mesmo?
É que se é só para achincalhar a burguesia, parece-me perigoso e infantilmente irresponsável, principalmente quando todos sabemos como a burguesia costuma reagir a este tipo de coisas.
Estamos a esquecer que a insitência na fractura social tem uma factura social, que, segundo reza a história, é geralmente paga... em sangue inocente.
Ou como dizia a minha professora primária:
- e se os meninos parassem já com esses disparates?
De Luc a 16 de Novembro de 2009 às 09:23
Menino Balburdio,
Volte lá para o jardim infantil e deixe de ameaçar as pessoas. Que ridículo!
O menino é demasiado pequeno para compreender todas as razões sérias que já foram dadas.
Porte-se bem e não bata nos seus colegas!
De Romeu a 16 de Novembro de 2009 às 22:19
"casamento homossexual" é um conceito que causa repulsa porque nem sequer é um conceito: os casamentos não têm orientação sexual; as pessoas sim. Percebeu, ou quer que explique melhor?
Sim, claro, é só para achincalhar a burguesia. As pessoas homofóbicas, como você, sentem-se tão superiores e importantes que acham que tudo o que os outros, os "inferiores", possam defender para si próprios e contra as vossas posições só pode ser para vos chatear. Como se não tivessem nada melhor que fazer da vida.
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