Sábado, 14 de Novembro de 2009
Um dos casos que dominou a imprensa inglesa nesta semana foi o julgamento que envolveu Alan Power, da cidade de Manchester, instrutor da polícia local, que foi despedido por ensinar aos futuros polícias que deveriam recorrer a «mediums» para resolver casos policiais. O espírita e a sua igreja levaram a Polícia a tribunal por discriminação religiosa
O juiz Peter Russell considerou que o caso tem pernas para andar porque aquilo em que acredita o senhor «é capaz de ser uma crença religiosa»: o «Sr. Power, acredita na existência de Deus e que os mortos podem ser contactados através de médiuns» e «não há sugestões de que ele não acredite genuinamente». Assim, o juiz declarou que «as crenças do queixoso de que há vida depois da morte e de que os mortos podem ser contactados através de mediums merecem respeito numa sociedade democrática». A decisão final sobre o caso será tomada no próximo dia 23 de Novembro. Espero que o bom-senso finalmente impere em terras de sua majestade ...
De
aviador a 15 de Novembro de 2009 às 00:01
Um bom exemplo para as nossas Judites.
Sejam polícias ou jornalistas!
De
rui david a 15 de Novembro de 2009 às 04:12
eu também respeito. desde que não me venham chatear depois de morto. Com democracia ou sem democracia, aviso já que não estou para ninguém.
De nuvens de fumo a 15 de Novembro de 2009 às 22:22
Aí aconselho adoptar algo com reencarnação ou quem sabe numa versão grega ou mesmo egípcia, onde o depois de morto é um pouco vago.
Versão antigo testamento tb serve , uma vez que não se percebo muito bem se há vida depois da morte
Agora com a turma do JC está entregue à bicharada, porque até a porcaria de um limbo inventaram , de forma que poderá ficar o tempo todo em espera. Tipo urgência de um hospital , mas para a eternidade. Enfim
Seja como for, eu prefiro a mitologia nórdica
De nuvens de fumo a 15 de Novembro de 2009 às 13:02
A estupidez é completa.
A questão não está em saber se os mortos vivem,
mas sim se se podem contactar.
Ora isso o método científico pode testar de forma rigorosa.
Por isso o que o tribunal deveria investigar , enfim este deveria é muito generoso mas enfim, seria quando muito a eficácia desses aldrabões.
Não o respeito por uma crença.
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