Quinta-feira, 19 de Novembro de 2009

Lêem-se relatos factuais do sucedido (aqui, aqui, aqui e aqui) e fica-se perplexo... com a realidade, suponho. Se fizerem o obséquio de me explicar de que modo o policiamento (rasteirinho) da vida dos outros e o insulto alheio (desonesto) por se afirmar que se disse o que se não disse tem a ver a identidade do casamento - seja lá isso o que for - eu agradecia. De outro modo, e nada tendo de paradoxal, a coisa não se compreende meeeeeeesmo.
De jorge c. a 19 de Novembro de 2009 às 12:31
cá está. sem tirar nem pôr aquilo que o carlos botelho e o nuno lobo disseram. a análise não só foi bem feita como até parece que adivinharam o vazio da crítica que se seguia.
ó sôtora, essa capa de inquisidor fica-lhe tão mal.
Olha este... 'tá bonzinho, tá? Precisa atenção, miminho e assim?
De jorge c. a 19 de Novembro de 2009 às 12:58
um café chega perfeitamente. mas rápido que hoje estou com pressa.
De fernando antolin a 21 de Novembro de 2009 às 10:26
O JorgeC é um mimadinho deste blog !! Que inveja...
De SBB a 19 de Novembro de 2009 às 13:57
A participação do Pedro Picoito e do outro seu coleguinha foram patéticos.
O casamento visto como forma de definção do estatuto da mulher deve ter saído de algum manual de El Rei D Miguel.
Como se pode negar o que se afirmou então mete nojo.
SBB
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