O primeiro parágrafo deste texto é totalmente óbvio para quem quer que saiba raciocinar.
Infelizmente no entanto a maior parte dos jornalistas não sabe raciocinar, em parte porque são pagos para não saber.
De Romeu a 20 de Novembro de 2009 às 14:57
Realmente, parece que anda tudo doido em Portugal. Só procuram histórias para vender, e as pessoas só procuram motivos para falar ou mandar os seus bitaites.
Aqui na Finlândia há uns cartazes simpáticos espalhados e várias garrafas de líquido desinfectante para as mãos. Existe informacão disponivel nos locais adequados para que chegue a todos, e diz simplesmente que a gripe A é tão perigosa como a gripe normal, e disponibilizam uma linha telefónica própria e alguns conselhos sobre o que fazer para quem suspeitar ter a gripe. Aqui ninguém está em paranóia como em Portugal, que näo páram de falar nisso. O prodecimento geral é: se acharem que estão com gripe, fiquem em casa.
Dizem-me os meus colegas espanhóis que a gripe A em Espanha já se tornou tão frequente que deixou de ser assunto. Muita gente a tem, é como se fosse a gripe sazonal, nobody cares. Às vezes lá dão uns números na televisão, na ordem das centenas de milhares, e aí eles ficam "really??". Mas não mais preocupados por isso.
De Sousa Mendes a 20 de Novembro de 2009 às 17:41
Claro, interessa causar a sensação de insegurança!!!
Lembram-se que no tempo do Guterres, abriam os telejornais com assaltos a velhinhas. Era necessário criar a sensação de insegurança ou o Pântano!!! Curioso, ou não!!!
De Álvaro Redol a 20 de Novembro de 2009 às 15:13
E continuam! Apesar dos esclarecimentos oficiais, a nossa (não sei se dos outros) informação continua a dizer, todos os dias, 10 vezes por dia: "feto morreu depois da mãe ser vacinada". Apoio a liberdade de informação, mas não apoio a liberdade de desinformação. Estes jornalistas deviam ser responsabilizados pelos fetos, crianças e mulheres grávidas que vierem a morrer por terem tido medo de se vacinar.
Detestando generalizações, de facto o jornalismo em Portugal é uma lástima. Neste caso, a maneira como as mortes fetais têm sido abordadas é, não só lastimoso mas coloca em risco a vida de muitas pessoas que em pânico pensam agora não se vacinar.
Por isto, concordo que o texto do Mário Cordeiro deve ter a máxima exposição possível, agradecendo à Ana Matos Pires a colocação deste post .
É pena que as pessoas conheçam apenas os casos mais graves, isto é, aqueles que resultam na morte fetal.
Então, e os casos em que as mulheres grávidas dão entrada no hospital com ameaça de aborto, alguns dias depois de serem vacinadas contra a gripe A?
Ah pois é, nesses ninguém fala. Mas, curiosamente, ainda ontem tomei conhecimento de um caso desses.
Será apenas mera coincidência?
Esse é exactamente o tipo de comentário cretino que difundido sob a forma de notícia lança o alarmismo. Sabe quantas grávidas dão entrada nos hospitais, todos os anos, com "ameaça de aborto"? E se vacinarmos a maioria das grávidas para a gripe A não acha que esse número se mantém? Acha lógico pensar que foi a vacina que causou a ameaça de aborto? As mortes fetais?
Eu sou do Sporting e apanhei gripe A! Com tantos Sportinguistas com gripe..."Será apenas coincidência?"
Meu caro Damião Fernandes, em momento algum afirmei que a responsabilidade pela morte dos fetos ou pelas ameaças de aborto eram da vacina da Gripe A. O senhor é que tirou as suas próprias conclusões.
Eu apenas lancei uma questão, mediante determinados factos que são do conhecimento público e outros do meu próprio conhecimento.
Respondendo directamente à sua questão, tenho conhecimento que anualmente dão entrada nos hospitais muitas grávidas com princípio de aborto e mortes fetais, mas para lhe ser franca não tenho presente números exactos. Só poderemos fazer algumas comparações daqui a 1 ou 2 anos, altura em que teremos dados suficientes para fazer uma análise comparativa mais rigorosa.
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