Quinta-feira, 26 de Novembro de 2009

Ao ler isto e isto de Nuno Pombo -  que entre outros comentários que suscitou, destaco a pérola seguinte : "(..) se os homossexuais que praticam o swing (que são a maioria) decidirem casar (ainda que os seus casamentos sejam, em número, uma minoria relativamente aos restantes) isso irá, por sua vez, afectar e fazer diminuir a dignidade do casamento enquanto instituição jurídica, já que um dos deveres do casamento civil é precisamente o dever de fidelidade" - lembro-me sempre da raiz dos discursos que como o bater de asas de uma borboleta no oriente pode provocar um furacão no ocidente


66 comentários:
De MRC a 26 de Novembro de 2009 às 19:06
Eu explico Isabel.
Das duas, uma:
Ou os homossexuais (não me refiro às lésbicas, porque quanto a essas não tenho dados suficientes. O documentário da SIC a que me refiro apenas abordava mais os homossexuais e curiosamente os homossexuais que eu conheço são mais abertos e contam, sem problemas, a sua abertura a terceiros que não os seus companheiros, do que as lésbicas) deixam de ser promíscuos e, então, casam e cumprem  o dever de fidelidade que está previsto no código civil.
Ou os homossexuais por saberem que continuarão a praticar o swing (por vezes, até sem o seu companheiro habitual saber) preferem não casar para não serem acusados de adultério e essa parece ser a opção de muitos homossexuais que, em muitos países, podendo, optam por não casar.
Ou os homossexuais optam por casar mas deliberadamente violam o dever de fidelidade, eventualmente até com o conhecimento e consentimento do seu cônjuge, e nesse caso, estarão a dar um mau contributo para a consolidação do instituto jurídico do casamento civil que, no seu interior, tem como uma das bases fundamentais o dever de fidelidade.


De ferónica a 26 de Novembro de 2009 às 21:21
Ainda bem que alguem esclareceu isto senão não iamos entender nada. No entanto ainda continuo com algumas dúvidas:
- Afirma ter dados suficientes por ter visto um documentario da SIC e conhecer alguns homossexuais?
- O Swing não é exclusivo dos homossexuais. Aliás, é sobretudo praticado por casais hetero, nesse caso não põe em causa o casamento como instituição?
- Sendo swing uma pratica de casal, coo pode um elemento praticá-lo escondendo-o do outro. Isso não seria swing, pois não?
- Não seria mais logico condenar a infidelidade  independentemente das orientações sexiuais do que o o casamento entre pessoas do mesmo sexo?
Caro MRC, talvez valesse a pena esclarecer um pouco melhor a questão. Mas para si mesmo, pode ser?


De MRC a 26 de Novembro de 2009 às 23:19

Ferónica,
- Os dados que tenho são de um excelente documentário que a SIC transmitiu há uns anos atrás sobre homossexualidade e sobre os homossexuais que conheço. Isto não quer dizer que não existam homossexuais que sejam fiéis só a um parceiro, mas a ideia que eu e muita gente tem é que os homossexuais são, por natureza, promíscuos, vidé bacanais de Freddy Mercury',s (também soube disso numa biografia na tv), vidé as noites loucas do Frágil, em Lisboa, vidé as viagens ao Brasil, Holanda e Tailândia de muitos meus conhecidos homossexuais, etc.etc.
- Do conhecimento que tem a Ferónica acha mesmo que a maioria dos casais hetero praticam o swing. Há uns tempos atrás, ouvi uma reportagem na rádio clube onde diziam precisamente o contrário.
- Dos casos que conheço de homossexuais, há swing (stricto sensu)  com conhecimento e consentimento do parceiro e há swing sem consentimento ou conhecimento do parceiro.
- É óbvio que também há infidelidade em casais heterossexuais, mas no caso dos homossexuais não é a excepção, parece ser a regra. E isso não será um contributo muito positivo para um instituto que já de si, hoje em dia, está bastante enfraquecido.


De S a 26 de Novembro de 2009 às 23:39
"E isso não será um contributo muito positivo para um instituto que já de si, hoje em dia, está bastante enfraquecido."

Graças aos 2/3 dos casamentos heterossexuais que terminam em divórcio certo?

Se os casais heterossexuais podem continuar a casar-se...

"É óbvio que também há infidelidade em casais heterossexuais, mas no caso dos homossexuais não é a excepção, parece ser a regra."

Dados? Fontes? A sua palavra, especialmente a sua, não basta.


De MRC a 27 de Novembro de 2009 às 00:44
Volto a repetir o que já disse, nem todos os divórcios heterossexuais ocorrem por motivos de adultério.

Por outro lado, há muitos heterossexuais que por quererem "relações abertas" preferem socorrer-se da "união de facto" e fogem do casamento.

Ou os homossexuais com relações "abertas" fazem o mesmo
ou, então, vão dar um contributo negativo para um instituto que já de si está enfraquecido porque são cada vez mais os heterossexuais que optam pela união de facto ou desvalorizam o real valor do casamento. É minha convicação que o acesso dos homossexuais (por serem pessoas pouco dadas à fidelidade e à monogamia) a este instituto jurídico só vai agravar ainda mais este estado de coisas.
Quanto às minhas fontes remeto para o que já disse em resposta a outros comentários e para alguns links que também aí mencionei.


De S a 27 de Novembro de 2009 às 00:59
"Volto a repetir o que já disse, nem todos os divórcios heterossexuais ocorrem por motivos de adultério."

Onde é que eu sugeri que os casais heterossexuais precisavam de adultério pelo meio para se divorciarem? Há quem se divorcie por tédio, imagine só!

"Ou os homossexuais com relações "abertas" fazem o mesmo
ou, então, vão dar um contributo negativo para um instituto que já de si está enfraquecido porque são cada vez mais os heterossexuais que optam pela união de facto ou desvalorizam o real valor do casamento. "

Ou seja, é necessário que dêem um contributo positivo ao casamento para acederem ao mesmo. Se é um direito ou não é secundário; recuso a aceitar que UM ÚNICO casal de PMS seja impedido de aceder ao casamento devido a supostos comportamentos dos restantes.

Para além disso, a desvalorização do casamento têm um nome; divórcio. 2/3 dos casamentos conhecem este fim.

"É minha convicação que o acesso dos homossexuais (por serem pessoas pouco dadas à fidelidade e à monogamia) a este instituto jurídico só vai agravar ainda mais este estado de coisas.
"

Esse tipo de convicção é designada por homofobia.

"Quanto às minhas fontes remeto para o que já disse em resposta a outros comentários e para alguns links que também aí mencionei.
"

Casos pessoais, entrevistas, reportagens com meia dúzia de pessoas e um estudo estatístico? Vá, tente ser sério.

Claro que eu sei que isto é uma  tentativa de argumentação que não vai a lado nenhum; quem por si mesmo não percebo a imbecilidade, desonestidade intelectual, moralismo asqueroso de invocar um argumento como o que invoca, vai continuar sem perceber mesmo que o expliquem. É uma questão de formação ou, melhor, falta dela.


De MRC a 27 de Novembro de 2009 às 09:49
 

Caro S




O que me parece importante é reflectir sobre o que é hoje o instituto jurídico do casamento civil, qual o seu conteúdo, qual o seu enquadramento sociológico, mesmo para os heterossexuais. Depois, tendo em conta esta realidade, seria importante perceber o que é que os homossexuais (que têm um comportamento mais liberal em termos sexuais) pretendem desse instituto ao quererem a ele aceder.


Alguns homossexuais já deram a entender que não se pretendem casar, apenas entendem que a legalização do casamento homossexual será uma forma talvez eficaz de serem melhor aceites pela sociedade.


A questão é que muitos heterossexuais, mais liberais, do ponto de vista sexual, já fogem do casamento tradicional e refugiam-se na união de facto, isto é, procuram a figura jurídica que se encaixa melhor no seu modelo de comportamento,o que me parece muito positivo. É que o instituto civil do casamento exige o cumprimento do dever de fidelidade e só deve ser utilizado por quem acha que está em condições de o observar.


No caso dos homossexuais, coloca-se esta questão, praticando o swing ou os relacionamentos “abertos” dentro de um futuro casamento, do ponto de vista sociológico, vão passar a haver 2 tipos de casamento, o casamento dos que sabem que devem cumprir o dever de fidelidade e o casamento dos que anulam conscientemente esse dever e praticam o swing e os relacionamentos abertos, etc. E esta diferenciação que poderá vir a acontecer não deixa de ser negativa por implicar uma adulteração de um dos deveres consagrados pelo instituto civil do casamento no código civil.


Esta argumentação também serve para o fenómeno do swing heterossexual do qual ainda se sabe pouco. De qualquer forma, em reportagem da rádio clube há uns meses atrás, pelo menos, o grupo entrevistado que se dizia representativo dos restantes assumiu que se trata ainda de uma prática excepcional entre os heterossexuais casados mas também em união de facto.


Se existisse uma maior consciencialização dos deveres e compromissos do casamento provavelmente ele não estaria tão fragilizado.


Há que fazer uma reflexão profunda para saber se o acesso dos homossexuais ao casamento civil não vai enfraquecê-lo ainda mais. E é esta reflexão que não vai ser feita porque o assunto vai ser discutido à pressa entre as portas da AR por um conjunto de amigos que acham que o assunto está encerrado.




Gostaria que (o)a S fosse um bocadinho sério(a) também. Os homossexuais não são mais liberais do ponto de vista sexual do que os heterossexuais? Acha mesmo que não ?


A titulo de exemplo recomendo-lhe a leitura deste post , escrita por um homossexual a propósito de uma reportagem do Expresso onde se abordava a questão da promíscuidade dos gays (outra que deve ter sido inventada também) http://renaseveados.weblog.com.pt/arquivo/142644.html (http://renaseveados.weblog.com.pt/arquivo/142644.html)




Por fim, lamento que (o)a S. confirme a minha teoria: quando se quer encerrar ou mesmo impedir a discussão sobre questões relacionadas com a homossexualidade avança-se com o napalm ou seja: ou se lança o chavão da “homofobia” ou se desata a insultar o interlocutor. Sinceramente não me parece que essa seja uma boa forma de lutar por direitos de minorias.



De Paula R. a 27 de Novembro de 2009 às 10:58

MRC, como de facto já aqui foi explicado, o swing é uma prática com adeptos em particular entre pessoas que assumiram entre si um vinculo relacional que não pretendem quebrar (por isso preferentemente de casamento)  , e que vêem no swing a possibilidade de uma vida sexual satisfatória mantendo a relação. Os swingers mantêm um código de conduta assente num conjunto de regras (que não importa aqui detalhar), que  lhes proporciona a convicção interna de fidelidade entre si. Esta pequena introdução, para lhe fazer ver a razão pela qual o swing é praticado essencialmente entre heterossexuais casados.


Também a sua convicção de que os homossexuais são umas criaturas “essencialmente dadas à infidelidade e promiscuidade”, assenta numa visão estreita e irreflectida  das evidências que lhe saltam à vista, mas suponho que nem sequer saiba do que falo pois não ?



De MRC a 27 de Novembro de 2009 às 11:36
O swing, no caso dos homossexuais, é algo mais abrangente. Para além dos casos de swing propriamente dito, existem depois as situações de conhecimento e consentimento por parte do parceiro habitual. Outras vezes, o parceiro habitual passa um "cheque em branco" ao outro, mas depois acha que o outro exagerou, etc..
Não nego que exista em casais heterossexuais mas não me parece que aconteça só dentro do casamento. Acontece também em uniões de facto estáveis e também conheço casos desses se quer saber.

Quanto à minha convicção sobre esta matéria, ela foi inventada por mim tal como se pode constatar, por exemplo, deste link que, por sua vez, foi escrito a propósito de uma reportagem do EXPRESSO onde se abordava a questão da maior promíscuidade entre homossexuais, mas, todas estas são visões irreflectidas "das evidências" certamente...

  

http://renaseveados.weblog.com.pt/arquivo/142644.html (http://renaseveados.weblog.com.pt/arquivo/142644.html)



 


De nuvens de fumo a 27 de Novembro de 2009 às 11:45
E depois ? são promiscuos, é com eles, a infidelidade não é um crime público.

Olhe que de facto como argumento .... Seria o mesmo que culpar todos os bispos pela ocultação que alguns fizeram dos abusos sexuais a crianças na Irlanda.



E se bem que reincidente o caso, e se bem que esteja sempre a acontecer, estou certo que existem bispos sérios e honestos, que não se arrumam a crianças e que poderiam estar À frente de uma escola infantil.

Temos de ser tolerantes, olhe, leia Epicuro de Samos e seja mais feliz ,


De Paula R. a 27 de Novembro de 2009 às 12:06

MRC, não disse que o swing é prática exclusiva dos casados aliás, usei de propósito a frase “entre pessoas que assumiram entre si um vinculo relacional” que não pretendem quebrar.


Quanto à questão que põe no ultimo parágrafo do seu comentário, essa não a vou desenvolver para além do que lhe disse (no ultimo paragrafo do meu comentário anterior), porque suspeito que seria distorcida e aproveitada por si de forma indevida.



De nuvens de fumo a 27 de Novembro de 2009 às 11:07
realidade, seria importante perceber o que é que os homossexuais (que têm um comportamento mais liberal em termos sexuais) pretendem desse instituto ao quererem a ele aceder.


às mesmas que os hetero.
Irra que são teimosos


De S a 27 de Novembro de 2009 às 13:33
Viu? Uma perda de tempo.


De Nuno Ribeiro Ferreira a 27 de Novembro de 2009 às 00:26
Mas de onde é que as pessoas desencantam estes argumentos e estes numeros? A maioria pratica swing e a fidelidade é a excepção...agora, la porque conhece meia dúzia de pessoas que faz isto, já quer dizer que são representativos de toda a população?? e viu um documentário (que é excelente) que confirmou isto tudo... lol E baseiam-se nisto para negar um direito a quem quer dele usufruir? Esta psicologia de vão de escada, esta sociologia de supermercado e estes números de revista ANA mais atrevida só me dão vontade de rir...

Meu caro, eu vi um documentário, e adivinhe lá, era excelente, acerca do adulterio, dos swingers e da troca de casais heterossexual...por isso, porque o documentário era excelente, e porque o marido da minha vizinha de cima a espanca a cada fim de semana que passa...por causa disto eu digo, acabe-se imediatamente com o casamento heterossexual, porque está tudo decadente... MRC, que falta de argumentos e que falta de honestidade intelectual... o pessoal do NÂO ao casamento está desesperadinho, porque se vêm na iminência da aprovação muito breve da alteração ao codigo civil...epah, arranje mais argumentos, ja houve o do nao prioritário, ja houve o da destruição da familia, ja houve o do anti natural, ja houve o da não procriação, está agora o do referendo e hoje, mais um, o argumento do swing...o que mais faltará??

Bem dizia Kinsey:I've learned that the gap between what we assume people do sexually and what they actually do is enormous. ... 

Concordo com o que alguem disse... o MRC anda a ler muita Maria, muito cinema e muitos (2??) documentários excelentes da sic (há uns anos atrás, lol, há quantos?)



De MRC a 27 de Novembro de 2009 às 00:51
Caro Nuno,

Eu devo ter muito azar nas pessoas homossexuais que conheço e a jornalista da SIC que entrevistou vários homossexuais na época deve ter feito de propósito na escolha das pessoas que entrevistou.
Não Nuno, os homossexuais são é todos uns betinhos que são muito fiéis aos seus parceiros e, portanto, o instituto do casamento civil que, entre outros, consagra o dever de fidelidade assenta-lhes que nem uma luva.
É engraçado que no outro dia alguém por aqui, homossexual assumido, num comentário fez uma dedicatória aos seus "amantes", mas devia ser um dos meus amigos homossexuais, de certeza... 


De Nuno Ribeiro Ferreira a 27 de Novembro de 2009 às 01:19
"Não Nuno, os homossexuais são é todos uns betinhos que são muito fiéis aos seus parceiros e, portanto, o instituto do casamento civil que, entre outros, consagra o dever de fidelidade assenta-lhes que nem uma luva"

Bute lá fazer um exercicio e brincar com as palavras, sim?? Aliás, vamos fazer um SWING de palavras: onde diz homossexuais, substitua por:

1. Heterossexuais;
2. Maridos que batem nas mulheres
3. Maridos que pulam a cerca
4. Maridos que brincam aos médicos com a secretária

If your marriage is fucked up, that´s because  YOU FUCKED IT UP. Agora a culpa do casamento se ter "enfraquecido" como  disse é da promiscuidade gay e lésbica?? Poupe-me...


De MRC a 27 de Novembro de 2009 às 09:54
Caro Nuno,
Tal como já foi aqui reconhecido por outro comentador o divórcio heterossexual não acontece só por razões de adultério.
A questão é que o problema da infidelidade é um problema encarado de forma diferente entre homossexuais e heterossexuais.
Hoje em dia, muitas mulheres, quando sabem que o marido as engana ou saí de casa ou põe-lhe as malinhas à porta.
O que eu digo é que nos homossexuais isso não acontece porque a infidelidade é muito mais tolerada.
E é essa maior tolerância perante a fidelidade que não me parece positiva para o instituto civil do casamento.


De S a 27 de Novembro de 2009 às 13:37
Podemos retirar-lhe o direito à liberdade de expressão já que faz tão mau uso do mesmo?

"Tal como já foi aqui reconhecido por outro comentador"

Só foi pena não ter percebido no contexto em que disse.


De nuvens de fumo a 27 de Novembro de 2009 às 14:07
Que treta acabada.
A forma como a intimidade de cada um é organizada não deve ser para aqui chamada.
Era o que mais faltava, eu quero lá saber se as pessoas são fieis ou não, problemas delas, quero lá saber se organizam orgias nas piscinas ( coisa que aconselho) , se são castas, se são sado maso, é a vida íntima e privada das pessoas.
E deixe que lhe diga que a maioria da prostituição é usada por homens casados. Se fosse a si tentaria arranjar uns argumentos mais sólidos, esse da fidelidade é uma treta


De Paula R. a 26 de Novembro de 2009 às 21:33
MRC o que disse do Nuno Pombo vale para si. A questão que levanta relativamente à relação promiscuidade/ homossexualidade é profundamente superficial e na essência homofóbica. A promiscuidade e  o swing existem tanto entre homossexuais quanto entre heterossexuais, são básicamente os valores individuais de cada um que ditam a forma como se relacionam amorosamente e não a sua orientação sexual !!!



De MRC a 26 de Novembro de 2009 às 23:21
Por mais que possa dizer o contrário, terá que reconhecer que a prática do swing, nos casais heterossexuais é ainda uma excepção em comparação com a maioria. No caso dos homossexuais, é o contrário, a regra é o swing e o "adultério" e a excepção é a fidelidade sem swings.


De Anónimo a 26 de Novembro de 2009 às 23:22
Eu explico, MRC,

A infidelidade é um dos institutos mais antigos e venerandos  do casamento. O swing, por sua vez, benzódeus, é infidelidade consentida e partilhada, pelo que nem sequer chega a ser infidelidade em sentido próprio. A sacralidade do instituto do casamento está bem mais protegido com o swing do que com a infidelidade tradicional, que existe desde sempre abundantemente e que não me consta que merecesse alguma vez grandes queixas de abalar um milimetro que fosse a sagrada instituição do casamento. O swing é tão bom que até prolonga e salva casamentos, pode ficar descansado.

Pedro


De MRC a 26 de Novembro de 2009 às 23:40
Caro Pedro,
Talvez o espante, mas pode ter a certeza que nem todos os divórcios que acontecem entre heterossexuais é por motivo de infidelidade.
O que acontecem com muitos homossexuais é que a fidelidade é cultiva, conhecida, consentida e, por vezes, até incentivada pelo próprio parceiro. (O Filme "Filadélfia" diz-lhe alguma coisa? )
No caso dos homossexuais não se trata só de swing, trata-se também de sexo casual, por vezes, até com desconhecidos e se esta realidade há uns anos atrás estava mais atenuado, hoje em dia parece que se está a voltar ao mesmo
Veja, por exemplo, este artigo do NYTimes:
 http://www.nytimes.com/2008/01/14/opinion/14mon2.html?_r=2&oref=slogin (http://www.nytimes.com/2008/01/14/opinion/14mon2.html?_r=2&oref=slogin)
Também me parece que a sua convicção que o "swing" salva casamentos não corresponde àquilo que a maioria das pessoas casadas pensa. Os problemas e as crises entre casais heterossexuais não se resume a meros problemas de sexo, como parece dar a entender.


De Shyznogud a 26 de Novembro de 2009 às 23:55
Ok, já estou a ver qual é o problema do MRC. Muito filme de Hollywood e muita revista cor-de-rosa.


De MRC a 27 de Novembro de 2009 às 00:55
Pois, filmes como "Filadélfia" são filmes de ficção científica que nem retratam a realidade gay como ela é, nem tão pouco retratam a discriminação, por ex., laboral de que muitos gays são injustamente alvos. Em resumo: É uma espécie de "capricho" do cinema...


De Nuno Ribeiro Ferreira a 27 de Novembro de 2009 às 01:26
O MRC tem toda a razão...eu estou cheinho de ver filmes sobre o adultério gay e da incapacidade de manter ralacionamentos estáveis e nunca vi filmes em que se falasse de adultério, ou promiscuidade heterossexual, ou de divórcio hetero...se eu não vi é porque certamente não existe... oh amigo, que blockbuster é a sua? .


De S a 27 de Novembro de 2009 às 01:31
A/O MRC sabe o que é uma generalização? Vá pesquisar, por favor.


De Anónimo a 27 de Novembro de 2009 às 01:34
Fazendo a estatística e concluindo que os gays são mais promíscuos, não se esqueça de fazê-la também para os casais heterossexuais, para os quais concluirá também que os homens são mais promíscuos.


Usando a sua lógica duvidosa, iria por certo achar bem que bom, mesmo bom, era impedir todo e qualquer homem de se casar porque, esses sim, estatisticamente arruinam a instituição casamento [sic].


Acrescento ainda mais, não há criminosos antes de praticarem o crime (aqui a analogia é simples: por serem promíscuos antes do casamento não significa que o continuarão a sê-lo enquanto casados). Limitar legalmente uma liberdade tendo como pressuposto a prevenção de uma hipotética ilegalidade é um daqueles disparates completamente insanos. Ainda por cima usando argumentos estatístico!




Por outro lado, de nenhum desses argumentos segue que isso justifique um qualquer impedimento quanto à celebração de um contrato por parte de duas pessoas do mesmo sexo, como se trata do casamento homossexual.


De Anónimo a 27 de Novembro de 2009 às 00:05
MRC, está a brincar, certo? Infidelidade sempre existiu. Nem sequer se punha antigamente a hipótese de divórcio por causa disso. Grande parte dos homens mantinha relações ocasionais ou duradouras fora do casamento, sem nenhum escândalo, era tacitamente aceite e nunca ninguém disse que isso abalava a instituição. Era até suposto ser assim.  a que vem agora tanto escrúpulo com a infidelidade, ainda por cima com o swing que é sobretudo consentido entre as partes que são pessoas adultas? O MRC tem medo de quê, concretamente?

Pedro


De f3lixP a 26 de Novembro de 2009 às 19:17
Swing é uma dança não é?


De jovem de direita extremamente confuso a 26 de Novembro de 2009 às 20:29
quem é o nuno pombo?


De Paula R. a 26 de Novembro de 2009 às 21:25
Tenho que confessar que vou começar a comentar pelas bandas do "Cachimbo de Magritte", porque andam por lá umas cabeças divinais verdadeiros case studies . O Nuno Pombo, é um senhor que se tivesse vivido há umas largas décadas atrás faria provávelmente parte de um Ku Klux Klan ... ou seja é homofóbico mas não se assume como tal.


De Shyznogud a 26 de Novembro de 2009 às 21:13
tenho a sensação q há muitos heteros com fantasias delirante sobre a sexualidade dos homo, essa é q é essa.


De MRC a 26 de Novembro de 2009 às 23:30
Maria João,

Diga isso aos homossexuais que aceitaram contar as suas histórias na tal reportagem da SIC, onde chegavam a contar que bastava um sinal feito no metro para poucos minutos depois estarem em vias de facto, entre outras técnicas usadas ou diga isso a quem não conhece a sequência de certas noites em certos bares lisboetas ou quem não conhece, por exemplo, a biografia do vocalista dos Queen, etc,etc, 
Ou este link muito interessante http://jbonline.terra.com.br/extra/2009/01/03/e030115679.html (http://jbonline.terra.com.br/extra/2009/01/03/e030115679.html)
Além disso, eu devo ter mesmo azar, porque os homossexuais com quem eu me dou e que me contam histórias deles e de outros devem ser todos uns doidinhos....


De Shyznogud a 26 de Novembro de 2009 às 23:48
ó MRC há uns sítios interessantes por essa net fora onde encontra heterossexuais a falarem de práticas que o MRC nem deve sonhar (já q se mostra tão impressionado com o swing, o barebaking e com a sexualidade do Freddy Mercury), garanto-lhe q são muito mais do q os homossexuais. E quem diz sites, diz documentários, e artigos de revistas e essas coisas assim todas.


De Palmira F. Silva a 26 de Novembro de 2009 às 23:56
ó pázinha, não vês que a MRC deve ser paroquiana de um padre tipo o Serras Pereira que discutíamos no mail e segue à letra o que ele debita...


De Anónimo a 27 de Novembro de 2009 às 00:09
Ainda não vieram os cientistas sociais e/ou os psicólogos, psicanalistas e toda a família observar o padrão da coisa?


São os homens! a promiscuidade sexual masculina é muito superior à feminina. E não tem entraves fisiológicos, como no caso feminino.


Quando se juntam dois homens, então a promiscuidade é ao quadrado. Digamos assim, mal e porcamente, e generalizando, como se gosta.


De Shyznogud a 26 de Novembro de 2009 às 22:37


De Lutz a 26 de Novembro de 2009 às 23:25
Obrigado Maria João! Ah, como me fizeram falta os teus mimos! Merecidos ou não, quero lá saber... :)


De Shyznogud a 26 de Novembro de 2009 às 23:49
Estou sempre pronta a mimar-te. You know me


De MRC a 27 de Novembro de 2009 às 00:00
Mais 2 exemplos a propósito do meu comentário ao post do Nuno Pombo:

1 de um exemplo concreto, o depoimento das razões pelas quais o noivo do George Micheal acabou o noivada
."Despite George (http://www.theonlineticketshop.com/artists/1005/george-michael.htm) saying they had an open relationship, Kenny never agreed with George's (http://www.theonlineticketshop.com/artists/1005/george-michael.htm) urges to go out cruising for other men,

2 de um situação mais genérica, de natureza estatistica:

Homossexuais Masculinos que responderam à pesquisa de Jay & Young indicaram que eles são altamente promíscuos. No Capítulo 7, “Homens Gays: Alcançando Exteriormente, Olhando Interiormente,” Jay & Young publicaram estatísticas sobre quantos parceiros sexuais homossexuais têm em uma semana, um mês, um ano, e a vida toda. As estatísticas sobre parceiros a vida toda revelaram que 15% tiveram de 1-10 parceiros; 17% tiveram de 11-25; 20% indicaram 26-50 parceiros; 6% tiveram 51-75; 7% tiveram 76-100; 8% tiveram 101-200; 4% tiveram 201-300; 6% tiveram 301-1,000; 17% tiveram milhares ou “muitos.” (pgs 248-249).

Conclusão: Ou não casam, como acontece em Espanha ou na Holanda e, então este chinfrim todo não serve para nada
 http://www.forumlibertas.com/frontend/forumlibertas/noticia.php?id_noticia=14023&id_seccion=21&PHPSESSID=93067186a76af851c971e843fe72c2d2 (http://www.forumlibertas.com/frontend/forumlibertas/noticia.php?id_noticia=14023&id_seccion=21&PHPSESSID=93067186a76af851c971e843fe72c2d2)
                 Ou casam e vão contribuir negativamente para o já depauperado instituto do casamento


De S a 27 de Novembro de 2009 às 00:15
Primeiro;

- Se quer parecer sério pare de invocar casos que conhece, reportagens que leu, vidas de figuras públicas (quer mesmo entrar por aí?), e concentre-se em estatísticas e de preferência que comparem casos de indivíduos/casais heterossexuais;

Segundo;

- Por motivos (que deviam ser) óbvios não se pode impedir um único casal de PMS de se casar pelo que os outros fazem e muito menos com o argumento que vão "contribuir negativamente" para o casamento quando os casais heterossexuais o têm feito durante séculos.


De Shyznogud a 27 de Novembro de 2009 às 00:17
Pegando num exemplo q está na ordem do dia, a percentagem brutal de violência sobre as mulheres dentro do casamento deveria, segundo a lógica do MRC, cobrir a instituição de vergonha.


De MRC a 27 de Novembro de 2009 às 01:04
A Maria João sabe perfeitamente que a violência no relacionamento é algo de transversal à sociedade e engloba o namoro, os idosos e até os relacionamentos homossexuais.
O que se discute aqui é, em face das características dos deveres civis que estão subjacentes ao casamento, nomeadamente o da fidelidade, se o seu acesso por parte de  homossexuais tendencionalmente promiscuos é ou não favorável, reforça ou não esse mesmo instituto.
E volto a dizer que, cada vez mais, os heterossexuais promiscuos ou que não se sentem capazes de manter uma relação fiel e/ou monogâmica estão se a virar para a união de facto.

E volto a fazer uma ressalva: Estas minhas considerações não abrangem as lésbicas porque não tenho dados sobre a sua maior ou menor promiscuidade. As lésbicas que eu conheço não são tão abertas a contar as suas histórias como os homossexuais com quem me cruzo na minha vida pessoal e profissional. 


De Nuno Ribeiro Ferreira a 27 de Novembro de 2009 às 01:38
"O que se discute aqui é, em face das características dos deveres civis que estão subjacentes ao casamento, nomeadamente o da fidelidade, se o seu acesso por parte de homossexuais tendencionalmente promiscuos é ou não favorável, reforça ou não esse mesmo instituto. "

Uma dúvida MRC: o MRC é fiel (e supondo que o seja, não sei, não faço ideia) porque acha que deve ser e porque quer ser fiel...ou é fiel porque está casado??

Se estivesse em união de facto, ou numa relação sem casamento, já não teria o "dever" de o ser???

Não conheço os seus amigos, nem sei o que fazem ou o que deixam de fazer, não me interessa e não me diz respeito...agora, negar aos outros um direito porque os seus amigos fazem X, Y ou Z é, eu meu entender, extremamente, bue da mesmo, magnífico...


De MRC a 27 de Novembro de 2009 às 11:17

Nuno,
Para mim, a questão põe-se da seguinte forma: porque quis um relacionamento monogâmico e fiel, acho que eu e a minha parceira estamos em condições de honrar esse relacionamento, então, por isso, optei por exteriorizar e oficializar o meu relacionamento através do recurso ao casamento civil com todos os deveres jurídicos que daí decorrem.
 
Se eu estivesse em união de facto juridicamente não teria o dever legal de ser fiel. Logo, tanto poderia ser como não.
 
Por outro lado, não se trata só dos meus "amigos", trata-se de um comportamento que é assumido pelos próprios homossexuais, por vezes, até com orgulho.
Só lamento é que o assunto não seja mais discutido. Acho que existirão outras opções que salvaguardem os direitos dos homossexuais, por ventura, muito mais válidas e eficazes do que o acesso ao "casamento civil".


De Shyznogud a 27 de Novembro de 2009 às 10:28
Pego nas suas palavras e faço alterações mínimas ok? "MRC sabe perfeitamente que a infidelidade no relacionamento é algo de transversal à sociedade e engloba o namoro, os idosos e até os relacionamentos heterossexuais". Como tem baseado a sua argumentação num suposto argumento estatístico tb. faz sentido chamar-lhe a atenção para a óbvia relevância estatística da violência contra as mulheres no interior do casamento (q, penso, não terá o topete de contestar).... e estamos conversados qto à imbecilidade da sua argumentação, bem batente por esta comparação simples. 


De Shyznogud a 27 de Novembro de 2009 às 10:28
patente


De MRC a 27 de Novembro de 2009 às 11:22
Maria João,

Não está a defender certamente que é por estarem casados que os homens batem mais nas mulheres, não?

Constato, mais uma vez, que, quando alguém não pensa da mesma forma que si, passa a ser objecto de insulto.
Eu porventura, chamei-lhe nomes só porque não tem a mesma perspectiva que eu ?

Como diz o Pedro Picoito quando começa aqui a ser insultado "a partir daqui, retiro-me da discussão".


De Shyznogud a 27 de Novembro de 2009 às 11:27
Estou a usar exactamente a mm lógica imbecil (não é insulto é qualificativo adequado à realidade e à sua argumentação, não à sua pessoa) que o MRC usa. Parece-lhe, obviamente, uma lógica abusadora. Era isso mesmo que eu pretendia provar-lhe.


De S a 27 de Novembro de 2009 às 13:41
Só uma informação; no meu caso o insulto não tem nada haver com a sua posição, é mesmo a sua argumentação.

Muita gente que é contra o casamento entre pessoas do mesmo sexo deve estar fod*** da vida por existir pessoas como o MRC do seu lado.


De Carlos Azevedo a 27 de Novembro de 2009 às 01:23

Isto é um concurso de links? O meu modesto contributo:


 


http://fofoca.org/julianne-moore/julianne-moore-ser-hillary-clinton-no-cinema.html (http://fofoca.org/julianne-moore/julianne-moore-ser-hillary-clinton-no-cinema.html) (Vai dar filme e tudo. Uau! E ela ainda defende o marido infiel. E depois chega a Secretária de Estado. Duplo uau!)


 


http://oblogcorderosa.blogs.sapo.pt/54946.html (http://oblogcorderosa.blogs.sapo.pt/54946.html)


(Agora uma mulher, para não anotarem que eu discrimino as mulheres. Afinal, todos nós, homens e mulheres, podemos ser promíscuos.)


 


http://pt.newspeg.com/Secreta-afirma-que-Aznar-%C3%A9-o-pai-20759224.html (http://pt.newspeg.com/Secreta-afirma-que-Aznar-%C3%A9-o-pai-20759224.html)


(Um ex-primeiro-ministro, casado, pai e avô, supostamente implicado com uma ministra de outro país, solteira e grávida - acho que já foi mamã, com a secreta marroquina metida ao barulho e tudo. Melhor, só um romance do Le Carré!)


 


Agora a sério: nenhum dos links que transcrevi me interessa minimamente, e menos ainda me interessa saber das práticas íntimas de heterossexuais, homossexuais e lésbicas. Isso diz respeito a cada um, e invocar as razões que invoca – baseado em sites!!! – é ridículo e, convenhamos, um poucochinho hipócrita. Porque é tentar arranjar argumentação “científica” para algo a que se opõe por motivos meramente morais. Mas, se quiser propor algo verdadeiramente inovador, aqui vai uma sugestão: se o preocupa tanto a infidelidade, proponha um debate público que vise proibir o direito a contrair novo casamento a todos aqueles que tenham violado os deveres conjugais em anterior casamento (eu não subscrevo, mas sempre era mais coerente com as suas preocupações).


(http://fofoca.org/julianne-moore/julianne-moore-ser-hillary-clinton-no-cinema.html) 


De MRC a 27 de Novembro de 2009 às 11:27

Caro Carlos,

Eu também não me oponho a que cada um faça da sua vida e do seu relacionamento o que quiser.
O que acho é que essas pessoas devem ser coerentes com o seu comportamento e a sua forma de pensar e devem escolher o enquadramento jurídico que melhor se adequado a esse mesmo comportamento e forma de pensar.
E isto, como é óbvio, aplica-se também aos heterossexuais que, em coerência, em cada vez menor número optam por casar.



De Anónimo a 27 de Novembro de 2009 às 00:38
Cofessem lá, jugulares, vocês é que inventaram o MRC! Golpe baixo, pá, isso não se faz!


Pedro


De nuvens de fumo a 27 de Novembro de 2009 às 10:31
Não percebo a relação entre uma coisa , o swing e a outra, a fidelidade.
Em primeiro , o swing serve  para muitas pessoas evitarem trair o companheiro(a). Ao fazerem sexo com troca , permitem-se variar mas num ambiente controlado. Swing é sobre sexo e não sentimentos.
Por isso , não vejo nenhuma relação. Se alguma existir será inversa, penso que os casais de swigers acabam as suas relações não por quererem estar com outras pessoas mas porque na vida só a morte é certa, e uma.

Seja como for não conheço a realidade do swing homossexual, a ser igual ao hetero, estamos a falar de uma partilha consentida entre adultos com a qual ninguém tem nada que ver.



De Shyznogud a 27 de Novembro de 2009 às 10:35
Pois, de facto essa tb. é óbvia, o swing NÃO é sinónimo de infidelidade mas parece-me que o MRC terá muita dificuldade em entender tal.


De nuvens de fumo a 27 de Novembro de 2009 às 10:59
É que ainda por cima, estamos a falar muitas vezes de pessoas casadas durante décadas, que resolver variar um pouco sem correrem o risco de perderem a ou o companhaeiro.

Francamente não entendo sequer a comparação, a não ser por profunda ignorância sobre o assunto.


Aliás sobre os assuntos.

Hoje todas as pessoas dão opiniões sem perceberem um corno daquilo que falam.
É mesmo muito trsite. Existe um clube ou dois em lisboa, e outros no porto etc.
Sugiro a esse senhor que se inscreva e conheça um lado mais out da vida. E ninguém lhe come um pedaço se não quiser.Mas ao menos saiba do que fala.



De Shyznogud a 27 de Novembro de 2009 às 11:05
Se calhar vale a pena fazer o exercício com um/a boneco/a insuflável para ver se o MRC chega lá. Vamos tentar:

Um casal resolve meter com eles na cama com (ou no chão ou na mesa ou onde quiser) um parceiro de borracha (ou material análogo, é irrelevante). Estão a ser infiéis um ao outro, hum?


De nuvens de fumo a 27 de Novembro de 2009 às 11:08
LOLLLLLLL


De nuvens de fumo a 27 de Novembro de 2009 às 11:11
Tudo o que seja sexualidade fora da normalidade que cada um conhece , e entramos em territórios do moralismo bacoco.

Pressinto que a vida sexual  de muitas pessoas seja, chata, sequenta, e muito muito pobre.


De bloom a 27 de Novembro de 2009 às 13:31
eu também quero desse que o MRC anda a fumar...


De nuvens de fumo a 27 de Novembro de 2009 às 14:08
Yaaaaaa, cool , deve ser do bom


De bossito a 27 de Novembro de 2009 às 14:02
Bom, já que um texto meu com mais de 5 anos está aqui a ser usado para defender o que certamente não foi minha intenção defender, venho dar os meus 2 tostões pra discussão. Aliás, pensando melhor, não, porque tudo isto me parece demasiado tonto, e o aborrecimento impediu de ler os comentários por inteiro, sobretudo de quem me refere. Cada um sabe de si, do que cada um faz na cama, a cada um diz respeito. O casamento é público, a cama não. Deixem-se de tontices e arranjem uma vida. Peace.

PS: Just for the record, eu homossexual monogâmico me confesso, lamento, não pratico swing, espero que não me excluam das estatísticas.


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