Sexta-feira, 27 de Novembro de 2009

Foi ontem divulgado mais um relatório sobre pedofilia, ou antes, efebofilia, em instituições da delegação irlandesa da ICAR. O relatório Murphy, que a Igreja considera um desperdício de recursos,  foi o resultado do trabalho de uma comissão liderada pela juíza Yvonne Murphy que averiguou como a Igreja reagiu às muitas denúncias de abusos de crianças. As conclusões do estudo são as esperadas:

 

«A hierarquia católica de Dublin fechou “obsessivamente” os olhos a abusos de padres sobre crianças, durante décadas, pelo menos até meados dos anos 1990, e praticou uma política de silêncio. A conclusão é de um relatório divulgad0 hoje, que acusa de encobrimento os arcebispos John Charles McQuaid, Dermot Ryan, Kevin McNamara e Desmond Connell, líderes da arquidiocese entre 1940 e 2004».


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38 comentários:
De nuvens de fumo a 27 de Novembro de 2009 às 13:26
É a vontade de Deus, se Ele na sua infinita sagacidade quisesse , nada disto acontecia.
Como é bom, aliás infinitamente  e omnipotente se tal acontece, é porque ele está de acordo.

Deus sabe o que faz .


De Anónimo a 27 de Novembro de 2009 às 18:37
Os seus traumas com a Igreja coneçam a ser evidentes... Não há post em que não a ataque.
Diga-me uma coisa, o que acha de passar a ser culpada, perdão, criticada por todos os crimes, asneiras e disparates cometidos por ateus ao longo dos tempos?


De Palmira F. Silva a 28 de Novembro de 2009 às 07:34
Uh?? O caro anónimo não deve ter percebido do que se fala certamente. Não é apenas de crimes que se trata, é do encobrimento sistemático dos crimes e da protecção dos criminosos durante décadas (pelo menos) por parte de toda a hierarquia da igreja católica irlandesa. Ou seja, mais que os crimes, é a forma como a Igreja tratou desses crimes, ou antes, a «a gestão do escândalo por 19 membros da hierarquia católica, entre eles o cardeal Desmond Connell.

O cardeal chegou a ir aos tribunais para impedir a entrega de 5 mil documentos arquivados durante seu exercício à frente da arquidiocese»



De S a 28 de Novembro de 2009 às 08:39
O seu comentário dá-me a entender que se sente pessoalmente culpabilizado pelos crimes cometidos pela Igreja?

Continuo sem perceber esta confusão que a fé, cristianismo, catolicismo = Igreja Católica.


De fernando antolin a 27 de Novembro de 2009 às 20:59
Claro que sabe, cirricúmulo. Tanto é que fez a Palmira escrever sobre a ICAR, coisa que ela já não fazia pr'aí há uma semana !! Eu já estava ralado...


De S a 27 de Novembro de 2009 às 13:53
A questão que se coloca é; vão ser condenados ou vai ser os costume e não dar em nada?


De António Parente a 28 de Novembro de 2009 às 10:58
Caro S

Segundo um comunicado de imprensa publicado pela arquidiocese de Dublin já foram condenados pela justiça civil (ou têm processos pendentes) 10 padres.

Pode ler a totalidade do comunicado aqui:

http://www.dublindiocese.ie/index.php?option=com_content&task=view&id=1736&Itemid=373


De Shyznogud a 28 de Novembro de 2009 às 11:49
Já que começou a batalha de links do costume aconselho-lhe tb. este, António

http://dn.sapo.pt/inicio/globo/interior.aspx?content_id=1433262&seccao=Europa


De António Parente a 28 de Novembro de 2009 às 12:01
Maria João


Eu conhecia esse link e já tinha visto a notícia noutro site. É óbvio que desaprovo e condeno a atitude do Vaticano. Para mim, a hierarquia da Igreja Católica deve denunciar à justiça civil todos os casos de pedofilia que encontrar e colaborar nas investigações. 


De S a 28 de Novembro de 2009 às 13:41
Pode ler também isto;

A comissão de inquérito sobre abusos denunciou que durante anos milhares de crianças foram violadas em instituições da Igreja Católica. É suficiente para se fazer justiça?



É preciso mais para ter justiça. Este relatório não identifica os responsáveis dos abusos sexuais. Nenhuma das provas usadas na investigação da comissão podem ser usadas em tribunal para os processar. Há dois elementos de imunidade: um é a colaboração com a comissão e o outro é a Igreja ter pago 128 milhões em indemnizações às vítimas [num total de mil milhões já pagos].

O Estado irlandês e a Igreja fizeram um acordo, em 2002, para que a troco desse pagamento houvesse imunidade...

Há discussões sobre a hipótese de anular esse acordo. Ele é juridicamente vinculativo. As coisas evoluíram. O Estado já não nos pode salvar. Mas achamos que acordos destes não voltarão a ser feitos.



http://dn.sapo.pt/inicio/globo/interior.aspx?content_id=1242422&seccao=Europa


De António Parente a 28 de Novembro de 2009 às 14:11
Caro S

Em vez de ler notícias de jornais vai directamente ao relatório da comissão de investigação. Está lá tudo.

Os responsáveis pelos abusos sexuais estão identificados. Alguns morreram, outros estão vivos e vivem em mosteiros, outros abandoiaram o sacerdócio, outros ainda estão ao serviço. É pena que não leia os links que lhe indico. Vou deixar de ler os seus. Em relação a indemnizações, os valores (não desmentidos para ninguém) são os seguintes:

From the information currently available to the Diocese approximately 450 people have been identified who have either complained or are known or suspected to have suffered child sexual abuse by priests of the Diocese.   This is a conservative estimate and is expected to increase.  

To date 133 civil actions have been brought against 39 priests or priests who held appointments in the Dioceses. 99 have concluded and 34 are ongoing.

Settlement of claims is running at around €11 million (€7.6 m in settlements and €3.4 m in legal costs for both sides).

A fonte é a arquidiocese de Dublin, no comunicado publicado há 2 dias.


De S a 28 de Novembro de 2009 às 14:32
"A fonte é a arquidiocese de Dublin, no comunicado publicado há 2 dias."

Relativa apenas à Arquidiocese de Dublin. E o acordo feito continua a indicar o mesmo; A Igreja acordou colaborar desde que os abusadores não fossem identificados; a Igreja não os entregou.

"Em vez de ler notícias de jornais vai directamente ao relatório da comissão de investigação."
"É pena que não leia os links que lhe indico. Vou deixar de ler os seus."

E as férias? Ou só volta a ganhar vontade quando lhe convier? A mim não me convem falar consigo, desgasto-me inutilmente como de costume.


De António Parente a 28 de Novembro de 2009 às 18:00
Caro S

Não é minha intenção aborrecê-lo ou desgastá-lo nem supunha que os meus comentários produzissem esse efeito.

Tendo em atenção o que escreveu, não comentarei mais  aquilo que escrever nem interferirei nos seus diálogos com outras pessoas.

Cumprimentos.


De S a 28 de Novembro de 2009 às 18:56
That's the christian thing to do!

Cumprimentos


De António Parente a 28 de Novembro de 2009 às 19:12
Mas não abuse das barbaridades que escreve ou terei de vir esclarecê-lo ;-)


De S a 28 de Novembro de 2009 às 19:26
we are doomed to meet again


De S a 28 de Novembro de 2009 às 14:42
Deliver us from evil;

http://www.youtube.com/watch?v=scW90Q6Z_OM

O caso de um padre pedófilo e o seu encobrimento por parte da Igreja Católica.

Esta porção envolvendo o Cardeal Ratzinger é bastante elucidativa;
http://www.youtube.com/watch?v=btmuS2H79Y0


De S a 28 de Novembro de 2009 às 18:52
Acrescento que o excerto da notícia que transcrevi é relativo ao "Relatório Ryan", o qual é anterior ao da Arquidiocese de Dublin.


De Anónimo a 27 de Novembro de 2009 às 14:32
entretanto por cá a casa pia vai é a instituicao que continua a fornecer criancas.... nada de novo. who cares...


De sxzoeyjbrhg a 27 de Novembro de 2009 às 15:55
Indian nun claims sex is rife within Catholic Church

An Indian nun has stunned the Catholic Church with a confessional autobiography claiming widespread sexual abuse and bullying within its cloisters.

Bookshops throughout India's Christian communities in Kerala have already sold out of Amen, the autobiography of Sister Jesme, who has alleged that priests and nuns not only broke their vows of celibacy with each other but regularly forced novices to have sex with them.



[...]


Ler o resto aqui (http://www.telegraph.co.uk/news/worldnews/asia/india/4733272/Indian-nun-claims-sex-is-rife-within-Catholic-Church.html)


De José Cid a 27 de Novembro de 2009 às 23:50

A saga continua...Diga lá de vez que raio é que a Igreja ou algum dos seus membros lhe fizeram....
Irra que é demais!


De S a 28 de Novembro de 2009 às 08:15
Algum comentário relativo à notícia? Ou você e os do seu género vão continuar a passar a mesma imagem de vistas curtas, obediência cega e hipocrisia?

Estes constantes comentários não são nada  mais que  tentativas falhadas de desvalorizar a gravidade dos crimes perpetuados pela Igreja. Ainda não vi um único post injustificado da Palmira "supostamente contra" o que quer que seja.

Entretenham-se antes com esta;
"What would Jesus do? Apparently fuck small children."


De S a 28 de Novembro de 2009 às 08:19
Acrescento ainda;

Notícias e mais notícias destas e do género são motivo SUFICIENTE para ter algo contra a Igreja.

Se fossem com a benção da Alá a reacção era diferente, creio.


De António Parente a 28 de Novembro de 2009 às 11:25
Caro S

Não vá pelo caminho do motivo SUFICIENTE para ter algo contra a Igreja. Eu não me considero responsável pelos crimes dos padres irlandeses nem pelo encobrimento da hierarquia nem pelos crimes de ninguém. Respondo pelos meus actos e não pelos actos dos outros. Na Igreja sempre houve santos e pecadores e continuará a haver nos próximos 2 mil anos. Ninguém está acima das leis pelas quais regemos a nossa vida colectiva e por isso, todos, mas mesmo todos, laicos ou religiosos, devem responder pelos seus actos junto da justiça.

É de uma grande injustiça  lançar-se lama para cima da Igreja Católica como instituição e sobre os mil milhões de católicos no seu conjunto. Os crimes devem ser imputados a quem os cometeu. Ponto final.

Já viu como se sentiria o S, defensor das causas homossexuais, se alguém viesse lembrar o seguinte trecho do relatório da comissão de inquérito:

"Of the 320 plus complaints that the Commission is aware of from its representative sample the ratio of boys to girls is 2.3 boys: 1 girl."

E se esse alguém começasse a dizer que esta afirmação era motivo SUFICIENTE para ter algo contra os homossexuais? O S sentir-se-ia, muito justamente e tal como eu me senti com o seu comentário, indignado. Seria muito justa a sua indignação porque há muitos homossexuais que são gente boa, séria e honrada e que nunca na vida cometeu ou cometerá qualquer espécie de crime. Por isso, tenha cuidado e não caia na falácia da generalização.

Pense nisso.


De S a 28 de Novembro de 2009 às 13:46
Não percebeu o que eu disse. A Igreja esconde sistematicamente crimes de pedofilia no seu seio. Já rebentou o escândalo nos E.U.A., Irlanda e Austrália, mas também já saem notícias de padres na América Latina de padres que violam crianças e simplesmente mudam de paróquia. O Vaticano afirmou que mudou a política oficial relativamente aos padres pedófilos; iria entregá-los às autoridades. Nunca mais me chegaram notícias sobre o assunto.

A hierarquia da Igreja está podre. É uma generalização? Claro, mas tendo os dados em conta e a gravidade do que se discute, é suficiente para ter algo contra uma instituição que constantemente tem um discurso moralista, retrógado, machista, homofóbico, and so on, mas que dentro de portas é o que é.

Eu não critiquei crentes, padres individualmente, fé, religião, o que quer que seja. Critiquei uma instituição sócio-política, como o AP faz e fez relativamente a outras.

“Os crimes devem ser imputados a quem os cometeu.”

E a quem os cobriu. O que envolve um número bastante assinalável de padres, incluindo o Cardeal Ratzinger. No tempo do Papa João Paulo II, esta mesma figura teve a oportunidade de alterar o modo de acção relativamente aos padres que violavam crianças; não o fez. Mais, no caso Irlandês, a Igreja e o Estado fizeram um acordo que concedia imunidade aos abusadores; os filhos da puta que andaram a violar crianças continuam onde estavam. A Igreja, enquanto instituição, não está podre?


De António Parente a 28 de Novembro de 2009 às 14:31
Caro S

As Igrejas locais cometeram erros. Todas elas os reconheceram. Como católico espero que não o voltem a fazer mas não tenho garantias disso.

Nestes casos de pedofilia é sempre difícil fazer prova das coisas que ocorreram. Na Irlanda, alguns padres acusados já morreram e não se podem defender das acusações que lhes são imputadas. Outros, negaram as acusações feitas e foram ilibados. Outros ainda reconheceram o que fizeram e foram condenados ou estão a ser julgados. O processo não é tão simples como o S julga.

Se o S não criticou padres individualmente, deveria tê-lo feito. São esses que devem ser criticados, não as instituições sócio-políticas. Se um partido político tem dirigentes que cometem crimes não se deve lançar lama sobre todo o partido mas sim apenas sobre os prevaricadores. O mesmo se passa com a Igreja. Critique quem tem de ser criticado e deixe de fora quem não merece crítica.


De S a 28 de Novembro de 2009 às 17:30
O AP continua a ignorar; a hierarquia da Igreja sabia destes casos e nada fez. Para além dos padres abusadores, temos os padres que se encarregavam de os incobrir. É um problema transversal a toda a hierarquia da Igreja Católica, não se limita aos padres abusadores; a posição oficial era mudar os padres de paróquia. Esta saiu das figuras mais elevadas na hierarquia, por exemplo Cardeal Ratzinger (veja o link do documentário) e era levada a cabo por inúmeros e inúmeros padres.

A instituição está podre.

É a última vez que o repito. Não o quer reconhecer, não posso fazer nada.


De Ricardo Alves a 29 de Novembro de 2009 às 01:00
Existe um regulamento interno da ICAR que recomenda que se mantenha o silêncio sobre os casos de pederastia perpetrados por padres, e que, no máximo, o padre seja mudado de paróquia «para evitar o escândalo».

Chama-se «Crimen Sollicitacionis».


De António Parente a 29 de Novembro de 2009 às 12:11
Como o Ricardo Alves muito bem sabe, dado que é um especialista em assuntos religiosos, o Papa João Paulo II no seu discurso de 23 de Abril de 2002, dirigido aos cardeais dos EUA, reconheceu a pedofilia dentro da Igreja como um crime grave aos olhos da sociedade e como um pecado grave aos olhos de Deus. Também depois disso, o Papa Bento XVI já tomou acções contra padres pedófilos, nomeadamente contra o fundador de um movimento.

Permita-me trazer aqui excertos de um artigo sobre o «Crimen Sollicitacionis (link no final), onde se mostra que o seu fim era apenas canónico e não impedia a denúncia dos crimes às autoridades civis:

"Crimen Sollicitationis dealt with canonical cases against a priest that could lead to removal from ministry or expulsion from the priesthood. Its imposition of secrecy thus concerned the church's internal disciplinary process. It did not, according to canonical experts, prevent a bishop or anyone else from reporting a crime against a minor to the civil authorities.

"Of course, a bishop couldn't use this document to cover up denunciation of an act of sexual abuse," Morrisey said. "The document simply wasn't made for that purpose."

Green said the document was issued by the Holy Office because it had responsibility for dealing with "serious violations of the sacrament of penance."

Canon lawyers told NCR that secrecy in canonical cases serves three purposes. First, it is designed to allow witnesses and other parties to speak freely, knowing that their responses will be confidential. Second, it allows the accused party to protect his good name until guilt is established. Third, it allows victims to come forward without exposing themselves to publicity. The high degree of secrecy in Crimen Sollicitationis was also related to the fact that it dealt with the confessional.

Those motives for confidentiality, experts say, must be distinguished from a widespread "mentality" that sought to protect the church from scandal by not reporting sexual abuse by priests to the police. As a matter of canon law, the obligation of secrecy in canonical cases does not prohibit a bishop or other church officials from reporting crimes to the proper authorities.

Conflicts may arise, however, if civil authorities seek access to the secret acts of canonical procedures.

That Crimen Sollicitationis was not designed to "cover up" sex abuse, canonists say, is clear in paragraph 15, which obligates anyone with knowledge of a priest abusing the confessional for that purpose to come forward, under pain of excommunication for failing to do so. This penalty is stipulated, the document says, "lest [the offense] remain occult and unpunished and always with inestimable detriment to souls.""



http://www.nationalcatholicreporter.org/update/bn080703.htm


De Ricardo Alves a 29 de Novembro de 2009 às 18:33
Dê-me um exemplo de um crime de abuso sexual de menor cometido por um padre e denunciado por outro padre. Não há.

E a Concordata garante o segredo da confissão... Mesmo que um padre ou um paroquiano confesse um crime de violação ou de homicídio a um padre, há protecção legal para não dizer nada.


De António Parente a 29 de Novembro de 2009 às 19:19
Tem aqui um exemplo, Ricardo Alves:

http://www.multiline.com.au/~johnm/ethics/boston.htm

BOSTON Roman Catholic Archdiocese reported to County Prosecutors the names of 87 alleged offenders among the Cardinal's underlings in late January and early February.

  This followed the outcry over the trial of John J. Geoghan for molesting more than 130 children during more than 30 years as a priest, reports The Record, February 21 2002, p 11.



De S a 29 de Novembro de 2009 às 20:03
Atente no "This followed..."


De S a 28 de Novembro de 2009 às 13:48
"Seria muito justa a sua indignação porque há muitos homossexuais que são gente boa, séria e honrada e que nunca na vida cometeu ou cometerá qualquer espécie de crime."

O AP confunde homossexualidade e pedofilia. Daí que não me esteja a dar um exemplo de uma generalização mas de um preconceito. Eu explico; a grande maioria dos pedófilos não tem qualquer atracção por elementos de ambos os sexos adultos; focam-se apenas em crianças. O perfil de um pedófilo é o de um homem casado que abusa de crianças no seu seio familiar. Não há nenhuma necessidade de invocar os homossexuais que não cometem crimes, porque nos casos de pedofilia estes são quase inexistentes. Se me quiser dar um exemplo de uma generalização indevida, utilizando estes dados, faça-o relativamente aos padres.

Ou se calhar a decisão da Igreja não aceitar padres que mantiveram relacionamentos homossexuais num período inferior a 3 anos, no seguimento dos escândalos referidos, confundiu-o. Pois, a Igreja no seu melhor, mais uma vez.

A propósito;
http://www.nowpublic.com/culture/catholic-church-gay-identity-should-be-removed-proclivity</span></p>


De António Parente a 28 de Novembro de 2009 às 14:19
Caro S

Não faço confusão nenhuma. Tanto existem pedófilos homossexuais como heterossexuais. Neste caso concreto a maioria era homossexual mas até podia ser o inverso. O que eu lhe quis mostrar, mas que as emoções do S o impedem de ver, é que não podemos generalizar coisas que não o devem ser. É só isso. Não podemos afirmar que todos os padres são pedófilos, que todos os homens casais são pedófilos, que todos os homossexuais ou heterossexuais são pedófilos. O que podemos fazer, em concreto, é condenar as pessoas que cometem os crimes e não fazermos extrapolações para o resto da humanidade.


De S a 28 de Novembro de 2009 às 17:39
O AP está a assumir que se um homem violar uma criança do sexo masculino é homossexual; uma coisa não tem nada haver com outra!!!

A maior parte dos pedófilos tem apenas atracção por crianças, é uma parafilia. Não sente qualquer atracção por homens ou mulheres adultas; logo os termos pedófilos heterossexuais e homossexuais não se aplicam.

O perfil de um pedófilo é o de um homem casado que viola crianças dentro do seu seio familiar; não signifique que sinta atracção por mulheres adultas, apenas pode ser uma máscara conveniente.

A associação entre pedofilia e homossexualidade masculina é não só ignorante, pouco rigorosa, preconceituosa, mas é um aproveitamento de situações graves lamentáveis.

Vá estudar o assunto para que não pareça com isto;

http://www.youtube.com/watch?v=-hkoZFTyUPg


De António Parente a 28 de Novembro de 2009 às 19:01
Caro S

Vou cumprir o que lhe prometi há uns minutos: não vou comentar este seu comentário nem outros que entretanto li. Não quero desgastá-lo mais. Não estou em guerra consigo. Por mim, este assunto está encerrado.


De sxzoeyjbrhg a 28 de Novembro de 2009 às 13:04
Nell McCafferty lashes out at archbishop (http://www.youtube.com/watch?v=cPvwGqq4Meg)


De Sousa Mendes a 28 de Novembro de 2009 às 14:11
Sobre esta matéria gostaria de ouvir a especialista  em pedófilia Catalina Pestana!!!
Pessoa de durante vários anos na Casa Pia não se apercebeu da protituição  infantil ali existente. Mas que demonstra convicção sobre factos que desconhece, Talvez se pronuncie sobre este, ou não!???? Proponho uma entrevista á Felicia Cabrita com publicação no luminoso Sol!!!!


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