E quanto a isto de haver "quem" queira retirar os crucifixos, sei lá, por exemplo das escolas, como o Tribunal Europeu dos Direitos do Homem, e como, sei lá, a Constituição portuguesa, não se trata de de agredir a Igreja católica, mas de defender a liberdade de todos, eu cá gosto de reler isto e isto.
É fantástico que se aproveite uma decisão idiota, xenófoba e que demonstra, como explica o Daniel, o perigo dos referendos a darem às maiorias o poder de limitar os direitos das minorias, para se equivaler a mesma à proibição de crucifixos (ou de símbolos de outras religiões) em edifícios públicos de um Estado laico.
De
Shyznogud a 30 de Novembro de 2009 às 11:20
As comparações idiotas são ainda facilmente demonstráveis de outra forma(caso a senhora não perceba a diferença crucial q existe entre um edifcíio público e o espaço público), fazer equivaler a retirada de todos os símbolos religiosos (qqr q seja a religião) dos edifícios públicos - o que configura uma óbvia igualdade de tratamento para todos os credos - está a milhas de eliminar do espaço público os minaretes, símbolo de uma única religião - discriminação evidente.
De
f. a 30 de Novembro de 2009 às 11:27
há comparações q insultam a inteligência d quem as faz.
De pedro a 30 de Novembro de 2009 às 11:35
esta manhã, a extrema-direita suiça deu mais um passo em direcção ao nauseabundo passado: Quant aux éventuelles conséquences de ce oui, «s’il y a des risques pour la sécurité, souligne encore Yvan Perrin, (vice presidente do partido xenófobo que apoiou o sim ao referendo) cela démontrera que nos craintes étaient justifiées». Fazer politica assim deve dar gosto. Primeiro ataca-se, e avisa-se que se alguém se defender, esse acto de defesa cria insegurança e como tal, prova que o ataque era merecido. Nem o paulinho das feiras se lembraria de uma badalhoquice destas...
De
f. a 30 de Novembro de 2009 às 11:38
aliás o título do teu post é muito bem apanhado. é de boas e más fés que se trata. fés boas, excelentes, indiscutíveis, e fés más, alienígenas, impensáveis. e a má fé de ver assim o mundo.
De António Parente a 30 de Novembro de 2009 às 11:51
Por acaso, concordo com o teor do post da Helena Matos no Blasfémias.
De
Shyznogud a 30 de Novembro de 2009 às 11:56
Mas de si nem se esperava outra coisa, em certos assuntos o António faz questão de adormecer os neurónios.
De António Parente a 30 de Novembro de 2009 às 12:03
Claro que não, Maria João. A Helena Matos tem razão. Não existe diferença entre edifício público ou espaço público. O edifício público é um espaço público interior. A Isabel considera espaço público apenas as ruas. É um erro.
Quem não tivesse uma forte dose de religiofobia, defenderia que todos os simbolos religiosos, incluindo o da associação ateísta portuguesa, pudessem ser colocados no espaço público, isto é, nos edifícios públicos. Aliás, daria um maior colorido à escola. Mas não. Laicismo para algumas pessoas é sinónimo de exclusão, de discriminação religiosa. Os suiços afirmaram-se como laicistas. Aliás fiquei surpreendido pela indignação da Maria João. De si esperava outra coisa. Talvez se indigne porque não é em Portugal. Um dia teremos a mesma situação e e eu quero ver como reagirá a Maria João.
P.S. - achei deliciosa a expressão "neurónios adormecidos" :-)
De aorta a 30 de Novembro de 2009 às 13:31
"Quem não tivesse uma forte dose de religiofobia, defenderia que todos os simbolos religiosos, incluindo o da associação ateísta portuguesa, pudessem ser colocados no espaço público"
ó criatura, os ateus não usam símbolos religiosos. arre!
De António Parente a 30 de Novembro de 2009 às 14:52
Ai não? Atão visite lá a página da AAP, pequena criatura mal informada.
De aorta a 30 de Novembro de 2009 às 18:10
ó criatura, como é que uma associação de ateus pode ter um símbolo religioso? não se apercebe da contradição de termos?
De António Parente a 30 de Novembro de 2009 às 18:59
O ateísmo é uma religião, criatura mal informada.
De aorta a 30 de Novembro de 2009 às 13:35
eu também sou contra a construção de minaretes. principalmente contra aquele que um arquitonto quer construir no restelo. será isto uma forma de discriminação religiosa? sim, porque a "coisa" promete ser muito colorida, bem ao jeito do antónio parente.
De António Parente a 30 de Novembro de 2009 às 14:53
Aorta
Mais colorido do que vc, criatura, é impossível ser. Nem que eu tivesse mil anos para o tentar. O aorta é inimitável.
De aorta a 30 de Novembro de 2009 às 18:11
é verdade. já como você há aos milhares por aí. é tipo praga, raio de maleita!
De António Parente a 30 de Novembro de 2009 às 19:00
sorte a sua, assim nunca o confundem com ninguém, excepto consigo próprio!
De pedro a 30 de Novembro de 2009 às 13:35
Isto dos suíços se terem afirmado como "laicos" é mentira. A discussão em torno deste referendo, nunca tocou no ponto "laicidade". Porque senão também se teriam de proíbir campanários nas igrejas... a discussão foi uma discussão de "medos", nunca de convicções.
De
Lutz a 30 de Novembro de 2009 às 14:00
Vamos lá ver. O espaço público é o ponto de encontro, de todos nós, os cidadãos, em que se afirmam as mais diversas ideias e as suas representações. Nos edifícios da Igreja Católica, da IURD, dos Hindu, do Islão, na publicidade da Triumph ou da McDonalds, nos cartazes dos partidos em campanha eleitoral, nas manifestações de professores descontentes ou dos adeptos do Benfica. É um dos grandes méritos da nossa sociedade pluralista que no seu espaço público qualquer um tem o direito de nele se exprimir como entender, dentro dos límites do civismo. Mas note-se, quem se afirma no espaço público fá-lo por sua conta e despesa, e em seu nome. Os edifícios são seus, os cartazes são seus, o cachecol é seu, e quem grita a palavra de órdem é a própria garganta.
Em contraste, os edifícios públicos são do Estado. E o que representam e devem representar é o Estado. O Estado não deve, de forma discricionária, usar os seus edifícios para passar a mensagem da McDonalds, do Benfica, ou da Igreja Católica. Isso violava o dever de imparcialidade, de que o princípio constitucional da laicidade apenas é um caso - importante - especial.
De
f. a 30 de Novembro de 2009 às 14:04
não te canses, lutz. a helena matos já deve ter ouvido isso uma 350 mil vezes, mas não computa. a helena está em guerra santa.
sim, não vale a pena. e saberá ela que no espaço público adquire-se a propriedade de um espaço para construir livremente uma igreja, um templo, uma mesquita? e que nos edifícios públicos, ao contrário, estamosa falar de propriedade do estado laico, laico, laico, laico (estou a repetir-me?).
n vale mesmo a pena, isabel
De António Parente a 30 de Novembro de 2009 às 14:57
Quem é o Estado, Lutz? Esse dito Estado obriga-me a dar-lhe todos os meses 38% do meu salário, cobra-me uma exorbitância por uma casa que comprei, etc. Quem é esse Estado que me obriga a pagar sem piedade, que me pede sempre mais dinheiro, dinheiro, que me ameaça com multas e prisão se não pago, e diz que tudo o que constrói com o dinheiro que me tira é dele?
Não me enganes, Lutz. Diz-me quem é o Estado, por favor. Quero ir falar cara a cara com ele. Onde está ele?
De
Lutz a 30 de Novembro de 2009 às 15:27
Tanto mais o Estado deve ser imparcial. Eu, ateu, tambem pago impostos, assim faz o hindu, o muçulmano.
De António Parente a 30 de Novembro de 2009 às 15:39
Se assim é então o espaço público deve ser partilhado por todos e não excluir ninguém. O problema do ateísmo é considerar que só com uma exclusão fundamentalista da religião do espaço público é que se consegue neutralidade e imparcialidade. Na minha opinião isso é falacioso: se exclui a religião do espaço público esse espaço é ocupado totalmente pelo ateísmo. Não me parece justo nem democrático. Num Estado laico, neutro e imparcial, todos se devem reconhecer e não só alguns.
qual é o seu problema, antónio?
os edifícios públicos, como as escolas, do estado laico não devem ter símbolos de qualquer religião, como os crucifixos, ok?
isso não impede que no espaço público possamos ter igrejas, mesquitas, etc, ok?
De António Parente a 30 de Novembro de 2009 às 15:59
O meu problema é que nunca se discutiu o conceito de laicidade. Continua-se com as categorias da primeira república sem se discernir se fazem sentido no século xxi.
Para não cair na falácia da autoridade, apesar da Isabel ser constitucionalista e professora universitária não posso aceitar que seja a Isabel a definir o que é laicidade e laicismo.
De
Lutz a 30 de Novembro de 2009 às 16:02
Mais uma vez: espaço público e edifícios públicos são duas coisas diferentes. Leia o meu comentário onde expliquei exactamente isso. Não há nenhum impedimento de as religiões afirmarem-se no espaço público. Ninguém pretende proibir procissões, nem exige a demolição do santuário de Fátima ou do Cristo Rei. (Mesmo que eu, do ponto de vista estético, não religioso, gostasse que fossem demolidos.)
De fernando antolin a 30 de Novembro de 2009 às 16:11
Não me estrague o melhor miradouro aqui de Almada,para Lisboa. Obrigado.
De
Shyznogud a 30 de Novembro de 2009 às 16:13
Q egoísta, fernando, não pensa em nós, os da margem norte, q temos aquele mamarracho a ferir-nos os olhinhos.
De fernando antolin a 30 de Novembro de 2009 às 16:20
Pfff, vocês já têem sorte de viver na capital do Império...e aqui nós, os do deserto,malgré a Tia Milucha dizer que estamos do lado certo, sempre temos que ter algum entretenimento. Habituem-se, lá dizia o outro. Se bem que com a nova igreja lá para as bandas do Restelo, que mil Cristos-rei floresçam...eh eh
De António Parente a 30 de Novembro de 2009 às 16:17
Caro lutz
Acredito que gostasse de demolir o santuário de fátima e o cristo-rei. O problema é se um dia o Lutz, ou pessoas como o Lutz, têm poder e não são capazes de resistir à tentação. Os talibãs no Afeganistão mandaram abaixo os Budhas à bomba.
De nuvens de fumo a 30 de Novembro de 2009 às 16:20
No caso dos Budas foi uma pena.....
No caso do Cristo Rei....
desiste, lutz. vai para o espaço público passear. eu vou contigo, queres?
De nuvens de fumo a 30 de Novembro de 2009 às 16:02
LOLLLLLLLLL
De Anónimo a 30 de Novembro de 2009 às 14:56
De António Parente a 30 de Novembro de 2009 às 15:07
Percebo sim, Pedro. Só que me parece que a religião é mais importante do que o futebol. Colocá-los no mesmo plano analógico não me parece correcto. Percebeu agora o Pedro?
De Anónimo a 30 de Novembro de 2009 às 15:27
António Parente, eu só estava a explicar a distinção entre espaço público e edifício público. Era só esse o meu objectivo. Quanto ao resto, já que está nessa, não me parece que deva estabelecer hierarquias com as crenças e devoções alheias.... mas não seja por isso: Reformulo, então:
António Parente, está a falar a sério? Olhe que edifício público e espaço público são coisas distintas. Nem é preciso ser jurista para perceber isso. Vou-lhe dar um exemplo prático simples que toda a gente percebe: o meu filho nunca foi impedido de agitar na rua ou no parque, um pendão com uma figura religiosa. Está a usar espaço público e desde que não dê com o pendão na cabeça de alguém, está tudo bem. Chama-se a isto liberdade de expressão, de culto, etc. Mas se resolver pintar o simbolo religioso, ou pendurá-lo, na parede ou no interior de um edifício público, sem dar cavaco a ninguém, já é diferente. Percebe a ideia?
De João Santos a 30 de Novembro de 2009 às 15:45
o António Parente tem razão. A Europa não é islamica. O Cristianismo deve ser protegido.
De nuvens de fumo a 30 de Novembro de 2009 às 16:00
A cruz a cruz a cruz .....
De nuvens de fumo a 30 de Novembro de 2009 às 15:41
E eu não acho e o espaço é tão seu como meu, entendeu agora ????
António,
zzzzzzzzzzzzzzzzzzzz
releia, releia
De
Shyznogud a 30 de Novembro de 2009 às 16:05
Como outros já lhe responderam à maior parte do comentário quedo-me apenas na parte q me diz respeito. Ficou surpreendido com a minha indignação? É porque me lê apressadamente, ou melhor, treslê o q costumo escrever. Aquilo q defendo tem sempre na base a defesa da liberdade individual e a não iimposição, atrevés do estado, de qqr benesse em relação a um credo religioso em particular.
De nuvens de fumo a 30 de Novembro de 2009 às 13:45
Que seca a turma do crucifixo.
Ao peito fica um horror a espreitar no meio da nennugem do macho não depilado.
Nos carros fica mal contra a bailarina e as fitas de promessas.
Fluorescente é sempre um incomodo em noites de amor louco.
Só mesmo na repartição pública fica de bem com o andamento, parado, com 2000 anos , morto, torturante, em agonia, etc etc
De Alfacinha a 30 de Novembro de 2009 às 14:33
Minorias como as islâmicas, quem não as conhecer que as compre. É só terem um bocadinho de força, e começam logo a exigir a sharia, horários especiais para as suas mulheres ferquentarem as piscinas publicas e a agredir as mulheres não muçulmanas que se atrevam a passar as "suas" zonas usando vestuário que não cumpre as normas islâmicas, etc., etc., etc.
Se os suiços votaram a proibição dos minaretes eles lá sabem porquê. Se calhar começam a ficar fartos das manias e exigências dos seguidores do profeta pedófilo.
alfacinha
que infeliz comentário. decidamente está a tomar a parte pelo todo. é o mesmo que eu considerar que todos os cristãos são potencialmente iguais aos da igreja baptista extremista americana ou outras. o seu comentário é ofensivo, xenófobo e ignorante.
De Alfacinha a 30 de Novembro de 2009 às 16:30
Não, não é infeliz, é a realidade. Admito que alguns muçulmanos não pensem assim, mas esses pertencem à minoria dos "não praticantes". E não leia só as noticias que falam das pretensas discriminações de que eles são vitimas, leia e fale também daquelas em que eles são os maus protagonistas.
E cá em Portugal, se ainda não houve grandes problemas ou reivindicações absurdas é porque ainda são poucos e como qualquer muçulmano que se preze deve saber dissimular-se, de democrata e tolerante e até mesmo de defensor do laicismo.
Agachem-se, que foi assim que a Alemanha perdeu a guerra.
De
Lutz a 30 de Novembro de 2009 às 20:08
Isabel, que resposta civilizada, pedagógica! A minha admiração, a sério!
obrigada, lutz! não respondeste ao meu convite.
De
Lutz a 30 de Novembro de 2009 às 21:08
Desculpa! Que falta de atenção! Posso ainda? - Bora, vamos!
lutz! podes, claro! bora!
De pvnam a 30 de Novembro de 2009 às 15:27
-----> 30-11-2009, após o povo suíço, em referendo, ter rejeitado os minaretes... todos os jornais diários foram unânimes: a Suíça vai ter problemas comerciais/económicos com países islâmicos...
-----> Os intelectuais nacionalistas - promotores da teoria de que «o amor ao próximo» é a causa da derrocada europeia... - serão, porventura, <strong>os pensadores mais imbecis da História da humanidade</strong>.
{nota: só os imbecis é que não vêem isto: a maioria dos europeus são seguidores daquela 'grande tradição europeia': <strong>negociatas fáceis</strong> tipo -> exploração de escravos, roubo de territórios a povos indígenas, mão-de-obra servil imigrante ao preço da chuva, etc...}
ANEXO
<strong>A Civilização do respeito do espaço dos outros... versus... a Civilização das corridas demográficas...</strong>
Todos Diferentes! Todos Iguais!
{TODOS os povos - quer os de maior, quer os de menor, rendimento demográfico - devem possuir o Direito de ter o SEU espaço no planeta}
---> Os Anti-racistas são intolerantes para com que é diferente: eles não aceitam que os povos nativos que, pacatamente, apenas procuram sobreviver no planeta, possuam o Direito de ter o SEU espaço no planeta.
—> Os 'paladinos' do anti-racismo são precisamente aqueles povos (africanos, asiáticos, etc) que estão numa <strong>corrida demográfica</strong> pelo controlo de novos territórios… eles pretendem possuir 'carta branca' para ocupar e dominar os territórios que muito bem entenderem...
Apoiantes da ideologia Anti-racista:
<strong>1-</strong> os 'paladinos' [são aqueles que estão numa corrida demográfica pelo controlo de novos territórios];
<strong>2-</strong> capitalistas selvagens (venham mais consumidores);
<strong>3-</strong> os negociatas-fáceis (são os seguidores daquela GRANDE TRADIÇÃO EUROPEIA: negociatas fáceis tipo -> exploração de escravos, roubo de territórios a povos indígenas, mão-de-obra servil imigrante ao preço da chuva);
<strong>4-</strong>Os seguidores da <em>lavagem cerebral</em> (propaganda) levada a efeito pelos 3 anteriores.
{Uma observação:Os anti-racistas são iguais àquelas personalidades históricas - de má memória - que também adoravam inventar teorias com <strong>um objectivo muito preciso</strong>: negar a outros... o Direito de evocar a legitimidade da sobrevivência da sua Identidade}
---> Para além da GRANDE TRADIÇÃO EUROPEIA (vulgo negociatas-fáceis), existe uma <strong>UMA GRANDE TRADIÇÃO UNIVERSAL</strong>: a existência de povos autóctones no SEU espaço.
--->>> Concluindo: antes que seja tarde demais, há que mobilizar, para o SEPARATISMO-50-50, aquela <strong>minoria</strong> de europeus que possui disponibilidade emocional para abraçar um projecto de Luta pela Sobrevivência...
De nuvens de fumo a 30 de Novembro de 2009 às 15:40
Com tantos strongs do raio da formatação não percebi nada
De maria de albuquerque a 30 de Novembro de 2009 às 16:34
Fiquei sem perceber se um anti-racista é um senhor bom ou um senhor mau
De A. Machado a 30 de Novembro de 2009 às 20:44
Para quando o fim dos feriados religiosos no nosso Estado Laico? Fim ao 25 Dezembro, à Páscoa, Ascensão, St. António (lx), Nossa Senhora, Todos os Santos...enfim, aguardamos pelos movimentos cívicos que ponham fim a esta imposição religiosa que tanto interfere e fere a nossa liberdade religiosa!!!!
De Alfacinha a 30 de Novembro de 2009 às 23:33
Apoio incondicional, desde que seja substituidos por feriados laicos.
De bizantine@megamail.pt a 1 de Dezembro de 2009 às 01:03
Lá está mais um convencido que precisamos dos feriados religiosos cristãos para alguma coisa.
O Machado de certo que não se oporá que eu celebre as Saturnalias a 25 de Dezembro tal como já se celebravam muito antes do Cristo ter nascido.
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