Segunda-feira, 30 de Novembro de 2009

Isabel, já não se aguenta o disco riscado. E renhó, nhó, nhó, do preservativo, e renhó, nhó, nhó do deboche, e renhó, nhó, nhó da doença. Como diz a canção "para esse peditório o pessoal já deu". Afinal quem é que (tenta) manipular quem e o quê? Imposições morais são isso mesmo, imposições. Vamo-nos deixar de fitas e de sonsices, não é isso que interessa à ciência em geral e muito menos, por maioria de razão, à ciência médica em particular.


9 comentários:
De Isabel Moreira a 30 de Novembro de 2009 às 15:18

Obrigada, Ana. Por este e pelo texto para que nos remetes. De facto já não se aguenta. Será que há ainda alguém que cai na falácia da argumentação dele?


De António Parente a 30 de Novembro de 2009 às 15:20
Eu estou tentado a cair, Isabel... Tenho uma grande admiração pelo Professor...


De Isabel Moreira a 30 de Novembro de 2009 às 15:41
que perigo, antónio. se lhe basta admirar alguém para comprar cegamente tudo, mas tudo, o que esse alguém escreve, desejo-lhe boa sorte.


De António Parente a 30 de Novembro de 2009 às 15:43
Claro que não, Isabel. Também tenho admiração por si e não compro tudo o que a Isabel escreve. Avalio a argumentação sempre.


De fernando antolin a 30 de Novembro de 2009 às 16:07
São fraquezas,Isabel Moreira.Eu gosto de ler tudo o que escreve,bem como os escritos da f. E raramente concordo. Sou um conservador baralhado, mas lá me aguento e olhe que é difícil...
São fraquezas, acredite. Como eu compreendo o António.


De Joca a 30 de Novembro de 2009 às 17:39
O Abominável Homem das Neves como sabem, não existe. Nem sequer tem denominação científica.
E portanto se não existe, como diria o Descartes, não pensa.


De André Azevedo a 30 de Novembro de 2009 às 18:01
Este senhor escreveu aqui há umas semanas num artigo intitulado "vias de extinção" (), a propósito do crescimento natural ser negativo em Portugal, aliás à semelhança de quase todos os países da Europa, o seguinte:


"Perante isto, a atitude das autoridades roça a incompetência criminosa. O Governo, que no Programa de 2005 nem sequer citava a evolução demográfica, seguiu nestes quatro anos uma linha política bem clara, de agravamento da situação. Financiando abortos, facilitando divórcios e fomentando o casamento de homossexuais, pode dizer-se que a política é um importante factor na promoção da desgraça. Ela é o suspeito que falta."


Portanto, um casal que esteja em processo de divórcio, um processo doloroso, diga-se, no momento em que o veja dificultado pela lei, dirá "não podemos divorciar-nos? ai não? então vamos mas é fazer filhos". Ou um homem ou mulher que queiram formalizar o casamento com outra pessoa do mesmo sexo dirá: "Não nos podemos casar? ai não? Então vamos mas é buscar um parceiro do sexo oposto e fazer filhos". E sobre o aborto, nem quero começar.


Não há pachorra. É um homófobo, um fundamentalista, com uma argumentação bacoca, primária, mal disfarçada pela (alguma) qualildade na escrita.



De f. a 30 de Novembro de 2009 às 19:56
ana, esqueceste-te do 'renhó, nhó, nhó, o divórcio'; e 'renhó, nhó, nhó, a pílula'; e 'renhó, nhó, nhó, a educação sexual'; e 'renhó, nhó, nhó, o sexo'; e 'renhó, nhó, nhó, o laicismo'; e 'renhó, nhó, nhó, o fim da inquisição'; e 'renhó, nhó, nhó, as mulheres de calças'; e 'renhó, nhó, nhó, o adultério'. e 'renhó, nhó, nhó, e renhó, nhó, nhó, e renhó, nhó, nhó'.


De Ana Matos Pires a 1 de Dezembro de 2009 às 03:04
É uma grande canseira, Fernanda, tanto renhó, nhó, nhó ocupa-me a mente e falta-se-me o tempo para as porcalhotices, e isso é que não pode ser.


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