Segunda-feira, 30 de Novembro de 2009

numa volta pelos blogues, deparo com a nova-velha discussão dos anónimos. leio gente que diz que não há mal nenhum em ser anónimo mas que. mas que, claro, concordo. como não?

 

sucede que o mas que não tem só a ver com a utilização do anonimato para o insulto e a calúnia renitentes, para o espalhar de boatos, para o vómito de ódio que qualquer pessoa que administre uma caixa de comentários de blogue ou esteja no twitter conhece de ginjeira. não: o mas que dirige-se igualmente, sem distinção de plano nem de gravidade, a anónimos que 'se apresentam a defender partidos ou programas políticos'. i beg your pardon? 'algo está errado', postula tiago moreira ramalho, com a alta e simples indignação dos muito justos.

 

o tiago, que não tenho o prazer de alguma vez ter visto na vida, de quem nunca vi foto, impressão digital ou qualquer outra manifestação corpórea, e que portanto para mim é só um nome, um nome que tomo por uma pessoa e por uma voz, independentemente de ser tiago moreira ramalho o nome que ele usa por aí, que lhe está no bi, etc, esqueceu-se de explicar por que raio lançar calúnias e acusações 'que uma assinatura não permitiria' (e quanto a isso muito há a dizer sobre a facilidade com que assinaturas das que correspondem a nomes de bi andam pela bloga e plo twitter a lançar acusações do mais rasca que se arranja, chamando toda a gente de fretista e vendido para baixo, como se fosse amendoins e tratando qualquer arremedo de reacção como atentado à sacrossanta liberdade de expressão) é igual a defender 'partidos e programas políticos'.

 

é que assim, não explicando, a gente ainda tem de concluir que para o tiago moreira ramalho 'defender partidos e programas políticos' é uma espécie de crime, talvez até uma difamação generalizada de todos os partidos e programas que se não defende. algum programa político ou partido em particular, ou todos em geral, tiago? e, já agora, que acharia o tiago moreira ramalho necessário para que se pudessem defender 'partidos e programas políticos'? que conjunto de elementos identitários lhe parecem obrigatórios? os mesmos que são necessários para equivaler difamadores a defensores de 'partidos e programas políticos', ou mais alguma coisa?

 

resposta com fotografia de corpo inteiro e dados pessoais completos, incluindo emprego actual e passados, militâncias políticas, profissão da mãe, pai, e restantes parentes em primeiro grau e, claro, na vigência do que parece ser o actual entendimento sobre a matéria, declaração de amizades e inimizades, assim como interesses amororos, presentes, passados e futuros (incluindo as tampas, tão ou mais relevantes que os sucessos), mais como passa os tempos livres. assim, tiago, talvez -- só talvez, claro -- lhe concedamos o direito de dizer o que pensa, em liberdade e responsabilidade.

 

o princípio da desconfiança e da suspeita (que é dizer da difamação automática), tiago, quando nasce é para todos. mas claro que o tiago, como a generalidade das pessoas que por aqui andam, não tinha pensado nisso. pense mais um bocadinho.

 

adenda: agradeço aos anónimos que aqui vêm bolçar insultos a presentes e ausentes com o pretexto do anonimato dos insultados a deliciosa ilustração do post, mas fica só entre nós. não sou cúmplice de nojas e vermes, desculpem lá.


46 comentários:
De António Parente a 30 de Novembro de 2009 às 15:01
Quando me quiser conhecer, podemos combinar um almoço aqui na avenida da liberdade.


De f. a 30 de Novembro de 2009 às 15:07
muito obrigada, antónio, mas o meu texto é precisamente a afirmação de que não faço questão de conhecer as pessoas com quem falo e de quem falo na blogosfera e no twitter. a não ser quando me apetece.


De António >Parente a 30 de Novembro de 2009 às 15:12
Desta vez pode acusar-me de ter lido mal, Fernanda. A minha oferta era só no sentido de demonstrar que sou real e que não tenho nada a esconder. Nunca esperei que mostrasse entusiasmo ou interesse.


De anónimo 23 a 30 de Novembro de 2009 às 15:14
A questão é que quando se está a defender o partido que está no governo, mandam as elementares regras de bom senso, não deve ser debaixo do manto do anonimato. Para atacar o governo, aí já não há problemas de anonimato.


De f. a 30 de Novembro de 2009 às 15:16
anónimo 23, que bem explicado. falta só a parte das elementares regras do bom senso. mas esperemos pelo que tem para dizer o anónimo seguinte, o 24.


De anónimo 24 a 30 de Novembro de 2009 às 15:35
A regra diz que para evitar retaliações do poder deve-se fazer uso do anonimato. Já para o defender deve-se dar sempre a cara para assim tirar proveito das benesses que o poder tem para oferecer. No fundo, o incógnito Ramalho está preocupado com o bem-estar dos anónimos.


De Valupi a 30 de Novembro de 2009 às 16:32
O Tiago Moreira Ramalho escreveu:


São esses anónimos que, mais que condenar, temos de deixar de ler.


Agora, é só esperar que a multidão beba as suas palavras (como é norma, pois ele é lido com fervor) e se acabe com a pouca-vergonha de ver tanto anónimo com nome feito na blogosfera (ou na literatura, até no jornalismo) a ser lido pelas incautas gentes.


De f. a 30 de Novembro de 2009 às 16:42
valupi, sabias que irritas muito a pessoa rafael marques? conheces de algum lado? é uma pessoa que aparece por aqui (e por ali) de cada vez que se fala do autor daquele programa muito sério sobre comunicação, media, blogues e assim, ai, como é que se chama?


De f. a 30 de Novembro de 2009 às 16:47
essa pessoa rafael marques também aparece quando se fala em coisas que remetem para coisas que o autor do tal programa diz. e, imagina, a pessoa recusa almoçar com a joão, que já o convidou (pagava ela e tudo) ou sequer ter um mail identificável. tanta precaução, vai-se a ver e usa documentos falsos e cabeleira.


De fernando antolin a 30 de Novembro de 2009 às 16:55
A ele e ao JorgeC convidam vocês para almoçar, sei lá. E nós aqui no desterro da outra banda...


De Shyznogud a 30 de Novembro de 2009 às 16:56
por quem sois, é só dizer qdo, meu caro.


De fernando antolin a 30 de Novembro de 2009 às 17:55
Estragam-me !! Mas eu sou tão envergonhado...


De Valupi a 30 de Novembro de 2009 às 17:56
Não conheço a peça, Fernanda. Mas adivinho nela uma inigualável capacidade explosiva, "um" dinamite cerebral. 


De Shyznogud a 30 de Novembro de 2009 às 16:32
Sobre o tema anonimato já me pronunciei antes, repito-me

O ponto de partida foi um post d'A barbearia do senhor Luís sobre regulação da blogosfera. Uma frase, do JPG, na caixa de comentários merece especial atenção "A condenação pretensamente moralista do anonimato (heteronimia) é o sintoma mais evidente do axioma controleiro.".
Mas voltemos ao início, ao meu início pelo menos. Nas minhas primeiras incursões na comunicação netística aquilo que me deslumbrou foi a possibilidade de haver comunicação "não poluída", o que estava ali em causa era um embate/combate/empatia entre dois cérebros, sem que existisse contaminação de espécie nenhuma (excepção feita, claro, ao domínio da língua que os dialogantes evidenciavam). Só um atrasado mental completo não reconhece que, por exemplo, a imagem física do seu interlocutor lhe provoca, pelo menos numa primeira fase, o aparecimente de "apriorismos", de preconceitos. Sem corpo, sem voz, sem "look", sem "categoria profissional" e mesmo sem género a comunicação é quase pura e isso agrada-me muito (claro que tem um handicap particular, ficam a faltar as expressões faciais que, por exemplo, ajudam muito quando se está em presença de linguagem irónica... mas até isso tem piada, a capacidade de adivinhar ironia e sarcasmo sem qualquer ajuda do ouvido ou dos olhos dá outro sabor a tudo isto). Pelo que se pode ler acima fui/sou uma fervorosa praticante da tal heteronímia de que fala o JPG (...)


De Morgadinho a 30 de Novembro de 2009 às 16:35
Se Tiago Moreira Ramalho pretendia criticar o anonimato de um "blog", diríamos especial, como o Câmara Corporativa mais valia o ter assumido desde a primeira hora... assim "deu o flanco" a esta crítica/post sobre o anonimato (uma discussão mais vasta).

PS: A pretexto deste post, muito gostaria ler a opinião de f. sobre o "anonimato" do blog Câmara Corporativa...


De f. a 30 de Novembro de 2009 às 16:38
desculpe, morgadinho, o anonimato do câmara corporativa está entre aspas porquê?


De Morgadinho a 30 de Novembro de 2009 às 16:44
As aspas pretendem apenas indiciar que o "anonimato " do blog Câmara Corporativa é mais do que uma opção do(s) autor(es) de protegerem a sua identidade , uma opção deliberada para poder proceder à divulgação de documentos/informações de forma profundamente profissional e com propósitos políticos para influenciar a blogosfera/media que, de outro modo e sujeitos ao escrutinio do conhecimento da sua origem poderia suscitar outras questões... 


De f. a 30 de Novembro de 2009 às 16:55
espere... onde é que eu terei já ouvido isso? ai, esta minha cabeça. não é que não consigo lembrar-me?

mas enquanto puxo pela memória, morgadinho (há canaviais, aí?), diga-me lá uma ou duas coisas. tipo, fez algum estudo sobre o impacto do importantíssimo câmara corporativa na vida portuguesa? assim, por exemplo, quantas manchetes e aberturas de telejornal os perigosíssimos anónimos lograram impingir? que documentos e informações em primeira mão dali fizeram o seu caminho? elucide-me, que eu ando distraída.

e se tudo somado me puder explicar ao certo o que o incomoda de facto no tal blogue, que é coisa que eu gostava mesmo de perceber, agradecida.


De Morgadinho a 30 de Novembro de 2009 às 17:08
O que incomoda-me é simplesmente a falta de transparência no método (e não as opiniões ou documentos que sejam do conhecimento públic veiculadas). O que incomoda-me é sob a capa de um a suposta independencia e supostamente a título de opinião pessoal, estarmos perante um exercício puramente profissional com propósitos evidentes.  Evidentemente, o conhecimento da autoria das opiniões influi, de certo modo, no nosso juízo sobre as  mesmas, o que é natural e inevitável. Não trato de idêntico modo o tratamento noticioso do Acção Socialista e o tratamento noticioso do Diário de Notícias. Logo, o "anonimato" da Câmara Corporativa não é igual ao anonimato de um autor individual de um blog. O anonimato serve outros propósitos que meramente proteger a identidade pessoal. É isso que incomoda-me: a falta de transparência.


De f. a 30 de Novembro de 2009 às 17:15
a 'capa de uma suposta independência'? essa é mto boa. mas por q carga d água acharia o morgadinho que alguém q tem um blogue, seja quem for, é independente? e q dificuldade tem o morgadinho em aferir da credibilidade ou do seu interesse pelo que é escrito? há alguma alegação de autoridade no câmara corporativa? alguém ali se apresenta como especialista imparcial de alguma coisa?

e se no seu entender 'estamos perante um exercício puramente profissional com propósitos evidentes', ou seja, se lhe é evidente isso q diz, qual poderá ser o seu problema quanto à transparência? arranje aí uma teoria da conspiração menos lerda, se não se importa.


De Morgadinho a 30 de Novembro de 2009 às 17:27
Não há nenhuma teoria da conspiração. Apenas sustento existir falta de transparência porque no caso deste serviço profissional ser apresentado na página oficial de um partido, site de uma agência de  comunicação, meio de comunicação social ou outro meio deste tipo certas informações/opiniões/documentos seriam sujeitas a outro tipo de escrutínio. Logo, o "anonimato" serve precisamente para apresentar um conjunto de informações/documentos que não poderiam ser apresentados e/ou disseminados de outra forma sem suscitarem questões... e aí reside para mim a tal falta de transparência.


De f. a 30 de Novembro de 2009 às 17:41
portanto, a ver se eu percebo: o câmara corporativa é 'um serviço profissional' mas quem o paga, em vez de o apresentar, como diz, através de canais eficazes, escolheu um blogue que deve ter umas 2000 visitas por dia -- talvez agora mais, graças ao tal mui imparcial e sério analisador da media, que tem um programa na tb e fez muita propaganda -- e que não tem qualquer pretensão de autoridade ou fiabilidade. parece-me mto bem pensado.

vejo q entretanto s esqueceu de me elucidar sobre os tais conjuntos de info e documentos que o cc divulga, e que devem ter, a avaliar plo q diz, um impacto e importância enormíssimos. não me quer dar exemplos? um chega.


De Morgadinho a 30 de Novembro de 2009 às 17:55
Obviamente, a f. bem sabe que o blog é o "meio" eficaz para fazer este tipo de opinião, porque a origem de alguns documentos/informações seria muito dificilmente explicável se disseminado através de um orgão de comunicação social.. Um exemplo? Link: http://corporacoes.blogspot.com/2009/06/ai-ai-manuela-que-com-verdade-me.html .Veja este despacho conjunto assinado (e emendado) pelo próprio punho dos Ministros que naturalmente só deve constar dos próprios arquivos dos Ministérios.... como será possível a uma qualquer pessoa ter acesso a este documento? Pode explicar-me f.?


De Anónimo a 30 de Novembro de 2009 às 18:40
Fui eu que o enviei para o Câmara Corporativa, caro Morgadinho.
Está explicado.

 


De f. a 30 de Novembro de 2009 às 19:00
portanto, morgadinho, descobriu q há gente nos ministérios q dá informações cá p fora? é capaz de ganhar o prémio pulitzer c essa. um despacho enviado por pdf p um blogue e o blogue torna-se 'profissional'? lindo. e que informação é essa tão secreta? um despacho ministerial. note, não é uma conversa privada, é mm um despacho assinado pela presidente do psd. acha mal q s saiba? eu acho bem. aliás qq coisa semelhante -- ou seja, qualquer coisa que ande por aí nos arquivos públicos e que permita aferir da honestidade  de posições públicas de actores públicos -- deve ser tornada pública, não acha? ou as questões de carácter só fazem sentido quando colocadas em relação a uns actores políticos e não a outros?

o que acho verdadeiramente curioso e fascinante é que haja quem -- não falo do morgadinho até porque desconheço quem é o morgadinho e não sei o que diz sobre outros assuntos -- defende que o povo tem direito a saber tudo e mais um par de botas, incluindo o que está em segredo de justiça e o q as pessoas dizem umas às outras em conversas privadas, e depois fica de cabelos em pé porq um pdf de um documento público e coisas quejandas aparecem num blogue qualquer. é logo 'suspeito' e tal.  e é gente que pretende ser séria e levada a sério, isto.


De António P. a 30 de Novembro de 2009 às 19:08
O anónimo das 18:40 sou eu.
Será que existo ó Morgadinho ?


De Morgadinho a 30 de Novembro de 2009 às 19:34
O exemplo que referi apenas pretende demonstrar que não se trate de um "blog qualquer". Só isso. E é apenas um exemplo e que denota uma práctica. O conteúdo do despacho nada tem de secreto, nem é a sua divulgação que me incomoda, mas sim o método  na utilização de documentos oficiais que subjaz ao seu uso e à sua forma de utilização para fins políticos. O que evidencia é que se trata de um blog que, pelo método e meios ao seu dispor, não é um, repito, "blog qualquer". E, por isso mesmo, o seu anonimato não é comparável ao de um qualquer indivíduo que o adopta para expressar uma opinião. E daí, para mim, denotar falta de transparência utilizar um blog  para estes fins e com estes recursos sob o coberto de anonimato. Para mim isso consubstancia a falta de transparência desse blog. É a minha opinião.

PS: Curiosa esta defesa da f. de que «qualquer coisa que ande por aí nos arquivos públicos e que permita aferir da honestidade  de posições públicas de actores públicos -- deve ser tornada pública, não acha?»... sinceramente, não sei se posso concordar integralmente com esta afirmação porque os fins não justificam os meios. E quando os arquivos não estão ao acesso livre de todos em igualdade de circunstâncias, temo sempre pela sua manipulação por quem, no momento e independentemente da orientação, estiver a ocupar o poder... nem sei definir as fronteiras do que serão os "arquivos". Se alguém mentir em pleno Parlamento é lícito, pura e simplesmente, divulgar arquivos dos Ministérios que provem o contrário?


De f. a 30 de Novembro de 2009 às 19:41
morgadinho, suspeito q o documento em causa seria -- ou deveria ser -- d acesso público, assim alguém o solicitasse. existem leis p essas coisas, ainda q a nossa administração seja extremamente avessa a cumpri-las, seja qual for o partido q está no poder.

essa de os fins não justificarem os meios tem toda a minha solidariedade -- creio ter dito o mesmo por outras palavras, mais exemplificativas, no meu comentário anterior (assumo pois q está a concordar c o q eu disse).

voltando ao câmara corporativa: ter recebido e divulgado um despacho ministerial dificilmente o transforma num blogue especial.

e claro q se alguém mentir em pleno parlamento e houver documentos públicos q o comprovem é completamente lícito divulgá-los. qual a dúvida?


De senhorasimplicia a 30 de Novembro de 2009 às 20:23
Sou muito simples, não tenho dotes hermenêuticos não me tenho como especialmente perspicaz e sou muito desprendida dos tiques "blogosféricos". Mas, c'um raio, o morgadinho lembra-me alguém... Só pode ser muito óbvio...



De an american anónimowolf in paris a 30 de Novembro de 2009 às 17:01
it's war, i tell you.
fernanda câncio e as forças do bem contra o resto do mundo. gordo, vai à baliza.


De fernando antolin a 30 de Novembro de 2009 às 18:15
oh pá, hoje não me apetece !!


De an american anínimowolf in paris a 30 de Novembro de 2009 às 19:06
atão não jogas.


De f. a 30 de Novembro de 2009 às 19:07
o quê, o fernando (também) é gordo? q desilusão.


De fernando antolin a 1 de Dezembro de 2009 às 13:32
Não não sou. Tenho traços apolíneos e um certo perfil borbónico, tá bem assim ??

eh eh acho que sou normal nem gordo nem magro sei lá, opiniones divididas


De fernando antolin a 1 de Dezembro de 2009 às 13:35
A Helena Velho, que às vezes comenta por aqui,( e tão bem, a galispinha) conhece-me de foto quase de corpo inteiro(honni soit).Ela poderá testemunhar.

Pst, Helena, be kind pleaaaase...


De jaa a 2 de Dezembro de 2009 às 11:15
Desculpe-me a pergunta mas porquê a pergunta? A gordura é um problema? Os gordos não beneficiam do mesmo estatuto de igualdade de direitos de todas as outras pessoas nesta época tão politicamente correcta? Ou também defende que - sei lá - deixem de ser tratados gratuitamente nos hospitais, como parece discutir-se em certos países?

(Sim, eu sei - ou melhor, presumo - que a desilusão era apenas de carácter estético mas, quando os exageros do politicamente correcto se tornam quase leis absolutas, praticamente todas as declarações, digamos, espontâneas se tornam questionáveis.)

Já agora, "jaa" significa José António Abreu (como se pode verificar seguindo o link) mas, claro, não é o nome que, pelo menos a seus olhos, me elimina o anonimato (todavia, espero alguma consideração pelo uso de minúsculas).


De nojo e verme a 30 de Novembro de 2009 às 18:57
Já eu fui habituado desde menino a nunca julgar um livro pela capa e, na net, um nome não passa disso mesmo, o que interessa é o conteúdo, a 'sustância' escrita por trás da capa ou capas. 
Quanto à calúnia, à estupidez, etc, penso que rapidamente a comunidade blogosferica, possivelmente a mais informada comunidade do país, rapidamente identifica a pune.  

Cheers,



De Mais um anónimo a 30 de Novembro de 2009 às 20:34
O rapaz é um miúdo. Quase que aposto que quando descobrir que estão a falar dele (se é que já não descobriu) ficará todo excitado e guardará eternamente esta linda recordação. É mais um daqueles que falam e depois nicles.


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