Terça-feira, 15 de Dezembro de 2009

"Three days of debate on the House bill highlighted deep philosophical differences between Democrats and Republicans about the role of regulation in capitalism. Democrats argued that more government involvement was necessary to prevent a future financial collapse and to protect consumers.


"We are sending a clear message to Wall Street," said Speaker of the House Nancy Pelosi (D., Calif.). "The party is over. Never again."


Republicans countered that the Democrats' plan would create huge government bureaucracies, stifling access to credit. "Their bill will continue the destruction of jobs in this country," said Rep. Scott Garrett (R., N.J.)."


10 comentários:
De David a 15 de Dezembro de 2009 às 10:06
Os constantes posts de João Galamba em inglês só levam a pensar que, de duas, uma: ou João Galamba acha que, graças ao maravilhoso governo PS, toda a gente domina aquela língua ou ele próprio não sabe inglês suficiente para traduzir o que transcreve. Bem, pode dar-se ainda a hipótese de ser demasiado preguiçoso para se dar a esse trabalho. Em qualquer dos casos não fica bem.


De Ana M a 15 de Dezembro de 2009 às 11:25
Caro David,

Na minha modesta opinião, as traduções livres devem ser mantidas num mínimo indispensável. Pela simples razão de que, ao traduzir, estamos a traduzir sim a nossa interpretação das palavras que lemos. Manter os textos na sua língua original é um (sempre que possível) imperativo académico. Cada um faz a sua análise.

Continuação de um bom trabalho a todos!

Ana M.


De David a 15 de Dezembro de 2009 às 14:07
Cara Ana,
É uma opção, claro. Mas, neste e noutros casos, não se trata propriamente de um trabalho académico. E talvez leitores que não dominam o inglês gostassem de saber e perceber o que João Galamba quer dizer com este post. Era útil. Cumprimentos


De Romeu a 15 de Dezembro de 2009 às 15:29
Vá aprender inglês então. Pode comecar a considerar-se analfabeto se ainda não o aprendeu. O inglês é das ferramentas básicas para qualquer cidadão que se queira informado e educado actualmente.


De David a 15 de Dezembro de 2009 às 19:36
E quem lhe diz a si, Romeu, que eu não sei inglês? Por acaso, até vivi em Londres, lido diariamente com textos em inglês e é praticamente a minha segunda língua. Mas a sua ignorância leva-o a não perceber por que motivo escrevi o comentário. Será que todos os leitores estão à vontade com a "ferramenta básica"?


De Romeu a 15 de Dezembro de 2009 às 20:46
Fico contente por isso, a sério, mas o meu comentário aplica-se independentemente de você saber inglês ou não.


De aorta a 15 de Dezembro de 2009 às 19:21
o galamba desede que foi eleito deputado não comenta comentários.

mas eu acho que ele se está a referi a isto:

http://www.jornaldenegocios.pt/index.php?template=SHOWNEWS&id=400633


De Alex Salvador a 15 de Dezembro de 2009 às 12:44

Caro Galamba,

Os dois modelos, o do estado social e o do mercado livre,  falharam. A única diferença é que falharam em periodos distintos. Insistir na defesa obstinada de um ou de outro parece-me uma imbecilidade própria dos teimosos/as ou dos dogmáticos/as. O estado social europeu está falido há muito. O mito do equilibrio natural (auto-regulação dos mercados) dos mercados foi demolido pela mais recente crise. O que interessa perceber verdadeiramente é o seguinte: QUAL SERÁ O NOVO MODELO???

Os senhores estão enclausurados numa miopia bi-polar: ou um ou outro quando, na verdade, não será nem um nem outro.

Melhores cumprimentos
Alex Salvador



De Carlos Novais a 15 de Dezembro de 2009 às 13:08
Existe um regulação de facto essencial:


Que os depósitos à ordem não sejam utilizados para crédito pelos bancos e assim tenham reservas de 100%.


É a única regulação necessária para evitar bolhas e crises bancárias (se bem que pode ser argumentado que será apenas a reposição do direito civil no que respeita ao contrato de depósito).


De alfacinha a 15 de Dezembro de 2009 às 13:20

  • os estados unidos perdeu a sua grandeza ,o senhor Obama é presidente de um país em decline ,ele merece um melhor país para governar .

  • Cumprimentos


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