De David a 15 de Dezembro de 2009 às 10:06
Os constantes posts de João Galamba em inglês só levam a pensar que, de duas, uma: ou João Galamba acha que, graças ao maravilhoso governo PS, toda a gente domina aquela língua ou ele próprio não sabe inglês suficiente para traduzir o que transcreve. Bem, pode dar-se ainda a hipótese de ser demasiado preguiçoso para se dar a esse trabalho. Em qualquer dos casos não fica bem.
De Ana M a 15 de Dezembro de 2009 às 11:25
Caro David,
Na minha modesta opinião, as traduções livres devem ser mantidas num mínimo indispensável. Pela simples razão de que, ao traduzir, estamos a traduzir sim a nossa interpretação das palavras que lemos. Manter os textos na sua língua original é um (sempre que possível) imperativo académico. Cada um faz a sua análise.
Continuação de um bom trabalho a todos!
Ana M.
De David a 15 de Dezembro de 2009 às 14:07
Cara Ana,
É uma opção, claro. Mas, neste e noutros casos, não se trata propriamente de um trabalho académico. E talvez leitores que não dominam o inglês gostassem de saber e perceber o que João Galamba quer dizer com este post. Era útil. Cumprimentos
De Romeu a 15 de Dezembro de 2009 às 15:29
Vá aprender inglês então. Pode comecar a considerar-se analfabeto se ainda não o aprendeu. O inglês é das ferramentas básicas para qualquer cidadão que se queira informado e educado actualmente.
De David a 15 de Dezembro de 2009 às 19:36
E quem lhe diz a si, Romeu, que eu não sei inglês? Por acaso, até vivi em Londres, lido diariamente com textos em inglês e é praticamente a minha segunda língua. Mas a sua ignorância leva-o a não perceber por que motivo escrevi o comentário. Será que todos os leitores estão à vontade com a "ferramenta básica"?
De Romeu a 15 de Dezembro de 2009 às 20:46
Fico contente por isso, a sério, mas o meu comentário aplica-se independentemente de você saber inglês ou não.
De aorta a 15 de Dezembro de 2009 às 19:21
o galamba desede que foi eleito deputado não comenta comentários.
mas eu acho que ele se está a referi a isto:
http://www.jornaldenegocios.pt/index.php?template=SHOWNEWS&id=400633
De Alex Salvador a 15 de Dezembro de 2009 às 12:44
Caro Galamba,
Os dois modelos, o do estado social e o do mercado livre, falharam. A única diferença é que falharam em periodos distintos. Insistir na defesa obstinada de um ou de outro parece-me uma imbecilidade própria dos teimosos/as ou dos dogmáticos/as. O estado social europeu está falido há muito. O mito do equilibrio natural (auto-regulação dos mercados) dos mercados foi demolido pela mais recente crise. O que interessa perceber verdadeiramente é o seguinte: QUAL SERÁ O NOVO MODELO???
Os senhores estão enclausurados numa miopia bi-polar: ou um ou outro quando, na verdade, não será nem um nem outro.
Melhores cumprimentos
Alex Salvador
Existe um regulação de facto essencial:
Que os depósitos à ordem não sejam utilizados para crédito pelos bancos e assim tenham reservas de 100%.
É a única regulação necessária para evitar bolhas e crises bancárias (se bem que pode ser argumentado que será apenas a reposição do direito civil no que respeita ao contrato de depósito).
De
alfacinha a 15 de Dezembro de 2009 às 13:20
- os estados unidos perdeu a sua grandeza ,o senhor Obama é presidente de um país em decline ,ele merece um melhor país para governar .
- Cumprimentos
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