uma mentira que a autora da peça, a jornalista são josé almeida, por acaso vencedora de um prémio ilga, deixa passar sem esclarecimento. deplorável falha da jornalista, aviltante insistência de pegado na mentira. compreende-se o desespero, mas o repetido recurso à mentira nesta questão demonstra bem o real respeito que a jurista tem pelos portugueses e, já agora, por essa coisa de somenos, a verdade.
De nuvens de fumo a 5 de Janeiro de 2010 às 12:37
LOLLL
É o que dá andar a ver muitos programas americanos, fica-se com aquela ideia de mer... de cultura televisiva , com um conhecimento pela rama da história de uma nação complexa e cheia de detalhes e depois , aproveitando a ignorância geral lançam-se postas de pescada a ver se pega. Lindo. Fica-me no goto a ideia de um referendo sobre o rendimento mínimo , a pena de morte, a prisão perpétua, prisão por dívidas, herdar dívidas, castigos corporais nas prisões, trabalho forçado, escravatura para pagamento de dívidas, lapidação em casos de pedofilia, lobotomia em casos de sociopatas, castração ( à dentada de rtotweiller) para pedófilos, a castração química para minorias como os ciganos, a eugenia para evitar pessoas feias gordas e burras, porque não ouvir o povo ? essa massa de sapiência ? hummm ?
Ouvi ainda faz uns minutos o Profe. Bacelar , compara outra vez o referendo do aborto ao do CPMS e dizer , mais uma vez , que as constituições podem ser referendadas e implicando que a nossa pode...
Esta gente não tem mesmo vergonha e aproveita a ignorância alheia.
Andam a brincar com o fogo
E melhor ainda é que Isilda Pegado, enquanto deputada do PSD votou contra uma petição de mais de 120.000 assinaturas que reivindicava o referendo ao aborto, para se manter fiel ao programa eleitoral do PSD que não previa alterações a essa lei naquela legislatura.
(http://dossiers.publico.clix.pt/noticia.aspx?idCanal=1106&id=1182136 (http://dossiers.publico.clix.pt/noticia.aspx?idCanal=1106&id=1182136))
Agora, rejeitar um referendo sendo fiel a um programa sufragado nas eleições, já não é válido. Para esta gente, a desonestidade não tem limites.
De Grilo Chateado a 5 de Janeiro de 2010 às 12:42
escrito dessa forma.édificil.entender f. e ainda., se manifestam contra.acordo.o.grafico.orto
Gostei particularmente desta parte: «Isilda Pegado sublinha que esta seria uma forma de ajudar a superar a crise de representação. "Os regimes democráticos ocidentais estão a dar prioridade à participação, até para superar a crise de separação entre eleitos e eleitores", lembra esta jurista. E advoga: "Portugal não é uma ilha e vive a ostracização a que os políticos estão votados." Por isso considera que "esta iniciativa pode ser um contributo para a valorização do processo político e é dignificadora do instituto do referendo".»
É comovente... Para alguém que, como eu, acha que devia ser dada maior relevância aos instrumentos da democracia participativa, a utilização desse argumento de forma tão enviesada e falsa chega a ser repugnante. Não há estômago para este tipo de desonestidade intelectual - e moral.
De nuvens de fumo a 5 de Janeiro de 2010 às 16:20
Iria ser repugnante uma campanha sobre este tema.
Cartazes que aposto seriam caricaturas da realidade, papeis ordinários , em tudo semelhantes aqueles que eram distribuídos com fetos abortados, mas agora com todos os requintes de uma tradição milenar de apoucamento dos homossexuais.
uma mistura canalha entre o tema casamento e a homossexualidade, a igreja a benzer todas estas parvoíces e de certeza muito pouca gente da comunidade em causa a querer dar a cara.
O resultado seria uma campanha impossível de ser justa, igual ou sequer civilizada.
É por saberem disto À partida que esta gente é tão a favor do referendo.
Dizem-se cristãos , de facto 
De dude a 5 de Janeiro de 2010 às 19:56
Muito bem lembrado! Só a ideia da propaganda que aí viria é de arrepiar.
De maria a 7 de Fevereiro de 2010 às 00:35
,,,até gostava de ver não fora a incongru~encia do acto,,,adoraria desmontar a campanha,,,terei oportunidade de o fazer no dia 20...fev.....estas pessoas lerão Oscar Wilde??,,,Wolf??....terão squer alguma cultura para além do estupro??
,,,duvido,,,,,
De maria a 7 de Fevereiro de 2010 às 00:31
...servem-se de tudo,,,porquê é que já não sei,,,duvido da honestidade de quem esgrime argumentos deste tipo e só me ocorre a ideia de que está a ser Bem paga,,,,,talvez o santuario,,,quem sabe,,,!!
De Anónimo a 5 de Janeiro de 2010 às 17:44
Da série: não ofender terceiros.
Sub-série: não ofender mentirosas reincidentes?
De Romeu a 6 de Janeiro de 2010 às 18:36
Aproveito para deixar aqui isto, para que não restem dúvidas:
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From: Nuno Pacheco
Sent: 28 December 2009 18:19
To: [e-mail de Isilda Pegado]
Subject: PEDIDO DE RESPOSTA A LEITOR DO PUBLICO
Cara Isilda Pegado:
Em primeiro lugar, espero que tenha passado um Bom Natal.
Recebemos do Provedor do Público esta carta de um leitor, indignado, que argumenta existirem erros factuais no seu artigo que publicámos no dia 7 de Dezembro. Como o Provedor entretanto cessou funções e como o leitor exige uma resposta, venho pedir-lhe, por favor, se não se importava de responder às questões que ele levanta. Poderá fazê-lo directamente (o e-mail dele está na mensagem que nos enviou) ou indirectamente, para o meu próprio e-mail.
Depois nós trataremos de lhe enviar a resposta e, também, de lhe dizer qualquer coisa da nossa parte.
Com os melhores cumprimentos e votos de um excelente 2010,
Nuno Pacheco
Director-adjunto
PÚBLICO, Comunicação Social, SA
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Já foi enviado a 28 de Dezembro, bem antes de ser publicada esta nova notícia. Para os lados do leitor, que sou eu, nenhuma resposta chegou...
Vai esperando sentado (já agora, o público deu-lhe alguma resposta q não esta?)
De Romeu a 6 de Janeiro de 2010 às 18:51
Tenho também isto:
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Estimado leitor,
Não foi possível, em tempo útil do mandato do provedor, obter da direcção a explicação que eu havia solicitado relativamente à questão que suscitou, o que lamento.
Para seu conhecimento, fica em baixo a correspondência trocada sobre a matéria.
As melhores saudações e votos de Bom Ano,
Joaquim Vieira
[(ex- ?) Provedor do Leitor do Público]
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Caro Joaquim:
Recebi da Bárbara esta carta de um leitor, que lhe enviaste, por causa de erros factuais num artigo de Isilda Pegado, uma das promotoras da campanha para um referendo ao casamento gay. Enviei-a à própria, com pedido de resposta e dar-te-ei conhecimento mal ela me responda (remeto-te esse mail, para leres)
Independentemente disso, acho que temos a obrigação (em Janeiro, quando for retomado o debate) de corrigirmos nós próprios os dados factuais, num trabalho jornalístico sobre o assunto.
Abraços e BOM ANO!
Nuno Pacheco
Director-adjunto
PÚBLICO, Comunicação Social, SA
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