Por Deus, Fernanda - não subestime a importância de uma questão como esta. Sabe Deus (é Deus por todo o lado) que, neste país, um bom nome (não confundir com bom-nome) é tudo.
De Alfacinha de Claras Batidas em Castelo a 6 de Janeiro de 2010 às 02:36
A especialidade do Moita são as 'piadas' brejeiras, enfim!
A propósito, já tinha lido esta pérola?
http://vetusordo.blogspot.com/search/label/Sodomia (http://vetusordo.blogspot.com/search/label/Sodomia)
já conhecia essa pérola, sim. mas vindo de onde vem, não espanta... já outras pérolas...no ínício espantavam-me. mas só no iníco.
De
PGFV a 6 de Janeiro de 2010 às 10:18
Ora aí está, meteu o dedo na ferida. Nos discursos homofóbicos, sejam de que tipo for de homofobia, lá vem sempre a curiosidadezinha individual pelas práticas sexuais alheias. O que é que cada um faz na cama ou deixa de fazer. O que pertence totalmente à esfera privada do indivíduo sobrepõe-se de forma tacanha à orientação sexual, dimensão identitária e por isso social da pessoa. Provavelmente na cabeça de muita gente, sexo é sinónimo de coito, masculino sinónimo de quem copula, feminino de quem é copulado. Coitados, que triste e pobre sexualidade própria devem ter, ao ponto se deixarem corroer de curiosidade pelas práticas sexuais alheias, ao ponto de adoptarem publicamente discursos apenas enquadráveis no início da adolescência. Que pensem na sua sexualidade, que exorcizem os seus fantasmas, mas deixem os outros em paz. Psicoterapia pode ajudar e o consumo variado de boa pornografia também.
De j. a 6 de Janeiro de 2010 às 15:24
Nesta caso a curiosidadezinha pelas práticas sexuais alheias é da Câncio.
Na graça - impessoal - do A. do post do 31 , não há nada que faça pensar em qualquer curiosidade.
De nuvens de fumo a 6 de Janeiro de 2010 às 10:23
(pessoas que fazem poucas-vergonhas sexuais com outras do mesmo sexo) 
por exemplo eu reúno duas mulheres , que são do mesmo sexo, esta definição aplica-se:
eu farei poucas vergonhas sexuais com outras do mesmo sexo
.
isto pela manhã anima até um morto, esta gente tem vida sexual ? k ursos
De António Parente a 6 de Janeiro de 2010 às 14:32
tá tudo certinho consigo, nuvens de fumo? não há por aí fumarada em excesso?
De nuvens de fumo a 6 de Janeiro de 2010 às 14:43
só poucas vergonhas 
De Manolo Heredia a 6 de Janeiro de 2010 às 12:33
A forma como o PS está a tentar implementar a lei do casamento gay é uma violência contra os actuais casados. Modifica o contracto durante a vigência do mesmo, como fez na lei da reforma dos funcionários públicos, na das carreiras dos professores, etc.
Nenhuma pessoa que hoje seja casada vai gostar de ter de explicar, no futuro, se é com um homem ou com uma mulher que está casado.
O que está em causa de facto, é a necessidade que alguns poderosos do lobby gay sentem de ampliar as suas armas de sedução. É o gaysão a querer poder dizer ao borrachinho: “gosto tanto de ti que até casava contigo”, como dizem os ricaços às meninas pobres que querem seduzir, quando estas argumentam “só vou viver contigo se casares comigo”.
Tudo bem, que seja! Mas deixem os casados em paz! Façam uma união registada com os mesmos requisitos do casamento (adopção incluída), em que, a partir da data de publicação da lei, seja possível a qualquer par de pessoas registar-se.
E já agora, podia ir-se um pouco mais além, e incluir os muçulmanos. Porque não a poligamia? Porquê descriminar outras culturas?
De Tereza a 6 de Janeiro de 2010 às 13:21
Manuel, pode explicar porque esta lei prejudica os já casados? E, já agora, porque lhes altera o contrato.
Estou aqui a pensar em várias alterações legais que alteraram, realmente, os contratos de casamento já existentes - divórcio, fim da possibilidade de entrega judicial de mulher casada, fim do instituto de "chefe de família" ... - agora esta não estou bem a ver. É que parece-me que dizer isso é o mesmo que dizer que se a Lei da Nacionalidade for alterada permitindo a obtenção da nacionalidade portuguesa a quem estava impossibilitado isso irá alterar a minha própria nacionalidade que adquiri por nascimento. Ou será que quer dizer que eu irei é sentir vergonha de ser portuguesa por a lei passar a meter no mesmo saco gente pouco recomendável?
De Manolo Heredia a 6 de Janeiro de 2010 às 22:30
Na minha concepção de direitos liberdades e garantias considero que os casados segundo a instituição secular associada à fecundidade têm o direito que o contrato que contraíram não seja modificado durante na vigência do mesmo. Nem através de alteração da forma como se pode dissolver, como é o caso da "divórcio sem o consentimento do outro", nem através da modificação do conceito de casamento que altera o âmbito do conjunto de pessoas que podem aceder a esse contrato, como é o caso do casamento gay. Sãos direitos que estão a ser usurpados a largas camadas de cidadãos, sem o seu consentimento.
Não creio que a ampliação do conceito de casamento aos homossexuais lhes confira mais dignidade ou mais respeito do que aqueles de que hoje gozam. A dignidade e o respeito não se instituem por lei, conquistam-se na convivênvia do dia-a-dia.
O que está verdadeiramente em causa é um avanço do lobby gay, aonde poderosos senhores e senhoras querem ficar em pé de igualdade com os heterossexuais quando convidam o seus queridos para vir viver lá para casa e recebem a resposta: "só vou se casares comigo". Com o casamento gay passam a ter o grande argumento "gosto tanto de ti que até caso contigo".
Infelizmente é o acesso à “arma de influenciar a vontade” de ambiciosos que querem ascender na vida através do casamento, como já acontece nos casamentos hetero. Que é como quem diz, facilitar o engate de jovens por parte de gays ou lésbicas “maduros(as)”, mesmo quando esses jovens ainda não têm bem definida a sexualidade que pretendem cimentar.
De resto devemos sempre desconfiar quando vemos super-minorias obter grandes avanços no campo legislativo em intervalo de tempo record, quando nesse mesmo intervalo de tempo largas camadas da população não conseguem praticamente nada, como os reformados, os desempregados, etc.
De nuvens de fumo a 6 de Janeiro de 2010 às 13:54
Os casados em paz ?
e as uniões de facto ? eu vivo numa e estou muito preocupado que me perguntem se é com um homem ou com uma mulher, ou com ambos
. Pode ser até que seja o início de uma linda amizade 
É preciso ter-se uma auto estima na classificação técnica de merda, para se sentir afectado na sua machesa.
ás tantas o problema é que o senhor Manolo acha que se define mais pela forma como os outros o julgam do que pela sua essência.
Entendo o seu drama, tem cura de certo, hoje cura-se tudo. Mas por favor não tente vender aos outros os seus receios muito pouco viris. Isso é histeria virginal
, vá get a live ou get laid , algo do tipo , e comece a comprar manuais de auto-ajuda: "como ser homem num mundo de casamentos gays"
Vai ver que acaba por se adaptar à nova realidade.
Outra hipótese é imigrar,. por exemplo, para EAU.
De Manolo Heredia a 6 de Janeiro de 2010 às 22:52
Defender o casamento gay é, de facto, uma posição politicamente correcta, o que significa cada vez mais fazer o jogo dos poderosos, daqueles que manipulam a informação definindo o que é ou não politicamente correcto.
Quando não têm argumentos recorrem invariavelmente ao ataque pessoal, ridicularização, piada foleira. Ficam ao nível do Rodrigo!
De nuvens de fumo a 7 de Janeiro de 2010 às 13:24
Mas não desmoralize, tem o meu apoio , a minha foleirice até irrita 
A ideia é essa, ao contrário de alguma pessoas muito mais benévolas do que eu, não pretendo nunca nivelar por cima o desprezo moral, intelectual e todo o tipo de al que os pensamentos discriminatórios me provocam.
Pelo contrário, gosto de me bater na lama imunda do insulto subtil.
Sou um verdadeiro porco, provavelmente , mas adoro-me.
Para quem escreve gaysao , o borrachinho, e verdadeiros hinos à lobotomia , que quer ?
quem vai à guerra, olhe no seu caso leva
De Paula R. a 6 de Janeiro de 2010 às 14:04
Manolo , a propósito de registos ... você devia era registar a patente da feliz ligação do seu cérebro à sua cloaca
Percebo que seja absolutamente angustiante para "os (actuais) casados" terem que explicar publicamente a sua orientação sexual. Cá se fazem...
A historieta da poligamia... enfim, esta insistência em confundir alhos com bugalhos. Santa paciência.
De ja sei que nao vale a pena, mas... a 6 de Janeiro de 2010 às 13:24
e nas uniões religiosas também... as minhas avós, mulheres antigas do minho, não adoptaram os nomes dos maridos. até era prática comum no início do século XX (e sim, casaram pela igreja).
Manolo Herédia, obrigado por me informar de que estou a ser alvo de uma violência por parte do PS ao pretender alargar o meu contracto (contrato?) de Casamento a pessoas sem um pingo de vergonha na cara. Vou também avisar a minha Esposa de que, a partir de agora, ela poderá ser confundida com um Homem ao afirmar que está casada comigo, que por seu turno passarei a ser confundido com uma Mulher quando disser que casei com ela (ainda por cima duas vezes, primeiro no Civil e depois também numa dessas Igrejas cristãs que pululam por esta Babilónia estrambólica e alambazada em que se tornou o nosso lindo Portugalzinho). Assim como assim, mesmo com esta violência atroz por parte do PS para connosco, vamos tentar resistir a divorciarmo-nos para nos voltarmos a casar uma terceira vez, agora eu como paneleirão e ela como fufa. Bolas, continuava a ser um casamento hetero-sexual, e vinha aí mais violência da parte do PS se entranto ela voltasse a ficar grávida. Que HORROR! MANELA! ANÍBALZINHO! SOCORRO!!!
De
Zunkruft a 6 de Janeiro de 2010 às 15:04
Manuel,
Quando vai a uma repartição qualquer e no formulário que preenche estão duas opções a assinalar com "Masculino" / "Feminino" no cabeçalho da identificação, também se sente ofendido por lhe perguntarem a sua identidade de género?
O seu problema resume-se, como seria de esperar, a homofobia, por achar que o casamento é exclusivo dos heterossexuais.
E, está enganado. A proposta de lei a ser votada na sexta-feira em nada altera a concepção de casamento. A componente constituínte de direitos e deveres está lá, tal e qual como a conhecemos hoje. Apenas pretende ser alargada a mais pessoas.
De M. a 6 de Janeiro de 2010 às 15:52
"mundozinho" mesmo... não podia ter usado melhor palavra! Pena é que existam tantos Rodrigos neste país a viver no seu mundozinho e com pensamentos e piadolas daquelas. Pode ser que (só) daqui a uns 10 ou 20 anos finalmente compreendam o que é uma relação homem-homem ou mulher-mulher.
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