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a liberdade de expressão no seu melhor de honestidade e rigor -- não esquecendo, naturalmente, a aut

A manchete de hoje do Público, que garante que "Custo de aborto na Madeira ronda os 230 mil euros por ano", é muito boa. Mesmo muito boa. E sobretudo inédita. De facto, não sei como é que ninguém, a começar por mim e pelo jornal onde trabalho, ainda não se tinha lembrado de fazer as contas aos custos da aplicação da nova lei na região autónoma -- os tais custos aos quais o governo regional afirma não ter meios para fazer face, sem no entanto até agora ter esclarecido a quanto orçam. Claro que é pena que na notícia toda esteja ausente a explicação do valor apresentado ou o fundamento da estimativa de "cerca de 600 abortos por ano" ou sequer da percentagem de 0,07% sobre o valor do orçamento regional de saúde. Mas faz sentido: afinal, parte-se do princípio de que toda a gente leu a fonte da inédita notícia. Pena é não terem tido o cuidado, já agora, de por um link na edição da net do prestigiado diário ou de fazer referencia, na edição de papel, ao lugar de onde veio a informação. Em nome da informação livre, isenta e, sobretudo, rigorosa e honesta e transparente, sem manipulações nem 'agendas escondidas'. Sem a qual não ha, dizem, democracia. Enfim, nada de substancialmente novo. (naturalmente, por estúpido lapso, a percentagem apresentada no artigo do DN está erradíssima, como o jornal admitiu logo no dia seguinte ao da publicação. O diferendo entre o DN e Público a que se faz referencia no último link, iniciado em 2004, está por dirimir ainda, seguindo nos tribunais)

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