Alinhada com esta opinião da Constança Cunha e Sá questiono, contudo, o título escolhido. Falta, a tudo isto, a (inigualável) eficácia da histeria e um dos seus mais fantásticos e representativos sinais: la belle indifférence. A congruência entre a intensidade discursiva, a mímica facial e a tonalidade emocional das descrições estão mais próximas da perturbação factícia, ou mesmo da simulação. Fica a sugestão.
Isabel Moreira
Miguel Vale de AlmeidaRogério da Costa Pereira
Rui Herbon
