Felizmente, a liberdade de expressão é tanta, que se confunde uma questão de liberdade de imprensa e meios de comunicação social como uma questão de...liberdade de expressão.
De Miguel Braga a 9 de Fevereiro de 2010 às 15:44
E eu que pensava que, ou há liberdade de expressão ou não há liberdade de expressão. Afinal pode haver nenhuma, alguma, pouca, muita ou «tanta».
De Anónimo a 9 de Fevereiro de 2010 às 15:49
Isabel.
A Liberdade é só uma. O resto são "adjectivos".
E a verdade é que muitos de nós sentem a sua liberdade comprimida.
São casos atrás de casos.
Aliás foi o PM que num célebre congresso do PS identificou como seus inimigos uma estação de tv e um jornal.
Está tudo dito.
Vemo-nos na Manif.
Pedro
De nuvens de fumo a 9 de Fevereiro de 2010 às 16:33
E não pode identificar ? é crime ? um PM é uma personalidade diminuida nas suas capacidades ?
ando por aí muita confusão, ele pode dizer o que entende sobre os jornais que dizem mal dele, não pode é ter feito pressões ilegais.
Mas ao contrário de alguns eu não acho que existam provas sobre isso, e já tudo a pensar que existem e que são definitivas.
relax
De Lollipop Caramel a 9 de Fevereiro de 2010 às 16:53
A liberdade está sempre comprimida. E ainda bem. Quanto mais não seja para não comprimir a dos outros.
De nuvens de fumo a 9 de Fevereiro de 2010 às 15:52
O PM já falou e declarou-se inocente nesse suposto negócio de controle da TVI, seja como for mandar a MMG para o entretenimento até me parece uma "oportunidade de carreira" uma vez que na informação está notóriamente desenquadrada
. Podia fazer um reality show, o big brother, caia como um luva
De Tiago Mendes a 9 de Fevereiro de 2010 às 15:55
1. A liberdade de expressao (e' um conjunto que) engloba a liberdade de imprensa e meios de comunicacao social, correcto?
2. Se respondeu Sim a 1., dai resulta que uma diminuicao da liberdade de imprensa e meios de comunicacao social diminui a liberdade de expressao, correcto?
A liberdade de expressao tem "graus", nao e' 0 ou 100, e' de 0 a 100.
A falacia dos serventuarios do poder Socratico que agora vem com essa "boca" de achar que alguem esta' a dizer que a liberdade de expressao "acabou" ou "nao existe" demonstra muito pouca inteligencia ou coluna vertebral, ou as duas.
Disponha sempre,
De Lollipop Caramel a 9 de Fevereiro de 2010 às 16:55
De facto a liberdade de expressão está diminuída. Desde logo pelo facto de se eu não concordar com ela ser apelidado de serventuário do poder socrático.
De Tiago Mendes a 9 de Fevereiro de 2010 às 17:05
Nao seja tao vaidos@. O mimo era para a Isabel.
Como diria M. de La Palisse, a desmesurada liberdade de expressão de alguns indígenas é inversamente proporcional à respectiva sapiência (e exponencialmente proporcional à respectiva vacuidade)...
De aires bustorff a 9 de Fevereiro de 2010 às 16:11
Exacto...
cqd dizia-se no fim dos teoremas demonstrados
abraço
De maria a 9 de Fevereiro de 2010 às 16:20
não percebo. a liberdade de imprensa não é a liberdade de expressar informações ou opiniões? cercear a liberdade de informação não atinge a de expressão? eu não gosto que seleccionem aquilo que devo ou não saber. qualquer dia seleccionam aquilo que devo ou não dizer.
De fernando antolin a 9 de Fevereiro de 2010 às 16:38
Santa ingenuidade,cinismo ou realmente é um gastar de cêra que não se entende...
De José Barros a 9 de Fevereiro de 2010 às 16:54
A liberdade de expressão, tanto quanto é um direito individual, constitui uma garantia institucional. É como garantia de um espaço de discussão pública aberta e livre que a Constituição também a garante e é por isso que a mesma está em causa quando um primeiro-ministro conspira para fazer adquirir por grupos económicos amigos certos órgãos de comunicação social, tudo isto com o intuito de silenciar jornalistas incómodos e em vez deles recrutar jornalistas amigos do poder. O Vital Moreira e o Gomes Canotilho explicam isso na anotação que fazem da constituição.
De fernando antolin a 9 de Fevereiro de 2010 às 17:37
José Barros, como dizia alguém, isso agora não interessa nada. Veja lá que até a Ana Gomes e o Vera Jardim parece estarem a desconversar...só botaabaixismo, é bom de ver...
Para estes arautos da liberdade de imprensa, os factos não contam, apenas a sua percepção dos mesmos. Manifestem-se lá então à vossa vontade, que o País é LIVRE, mas não pensem que enganam o pagode. Para isso é preciso bastante mais do que liberdade de imprensa e muita maldade: é preciso alguma capacidade intelectual. Refastelem-se, rebolem-se nos vossos argumentos, na certeza porém de que neles só crêem os que já estavam "convencidos". Por mim, acreditem que, mesmo que conseguissem afastar-me alguns milímetros da minha crença na inocência de Sócrates, já me afastaram muitos quilómetros de poder algum dia acreditar na regeneração do PSD (bem como, sobretudo, voltar a votar no BE - já que o CDS e o PCP nem sequer entram na minha "Liga" política...). Obrigado por me ajudarem a ver tudo com mais clareza. E não se esqueçam nunca daquela entidade mítica pela qual todos os que têm voz estão destinados a ser diáriamente julgados: a maioria silenciosa!
De Pedro a 9 de Fevereiro de 2010 às 18:32
Boa Marcelo
Mesmo desconfiado da seriadade do PM votas neles.
Boa Boa.
Pedro
Má, Pedro. Muito má. Mas, não sendo cego nem vesgo, a minha visão não se concentra só na mosca, consegue focar também a merda toda, todinha. E se, um dia, tiver que optar entre um óptimo piloto, embora maneta, e um "sapateiro" (mesmo que com três mãos...) para pilotar avião em que eu siga com os meus Filhos, podes ter a certeza de que não hesitarei: mandarei o "sapateiro" guardar o rabecão. Mas tu, se não tens dúvidas nenhuma sobre ele, pois vota no Cavaco outra vez! Boa, boa. Está à vontade, meu...
De fernando antolin a 9 de Fevereiro de 2010 às 19:10
Meu caro, a maioria silenciosa nunca se recuperou do 28 de Setembro de 1974. Foi um mito desfeito...
Ilustre, engana-se: enquanto houver Democracia em Portugal, a maioria silenciosa virá sempre, sem falta, cumprimentar-nos, cordial mas implacavelmente, em todos os actos eleitorais, como aliás sempre fez desde aquele dia primordial de 1975 em que desenganou, logo para começar, o Álvaro Cunhal. E hoje continua e continuará, sempre, a desenganar todos aqueles que, embora não o admitindo, não passam de meros aprendizes envergonhados dos raros políticos com a craveira dele. E nas próximas eleições (presidenciais, será?) não se esqueçam: nem será preciso pôr-lhe um lugar à mesa, que ela não deixará de marcar presença, com a costumeira sageza... Há "mitos" que nunca se desfazem!
De fernando antolin a 9 de Fevereiro de 2010 às 19:11
já me esquecia: obrigado por autorizar e não se ralar muito que a malta se manifeste...
Mas é que não tem mesmo nada de quê: a nossa Liberdade tem credores históricamente bem conhecidos e, por "acaso", não são eles, antes pelo contrário, os que se vêem manifestar agora em sua "defesa": são os mesmos que, se nunca a tivessem conhecido com o 25 de Abril, também nunca teriam sentido a sua falta! Curioso, não?
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