Sexta-feira, 19 de Fevereiro de 2010
num gesto quase encenado, pediu autorização ao presidente da comissão para distribuir várias fotocópias, enquanto repetia — com voz colocada — "eu não tenho jornais onde escrever, faço fotocópias"
"uma crónica minha foi censurada" repetiu vezes sem conta como envergando uma prova "insofismável" do seu ponto de vista
"ultrapassei isso com a publicação de um livro de crónicas", dizia exibindo o livro que já está nos escaparates das livrarias"
(Diário Económico, 18 fevereiro, página 6)
De AF a 19 de Fevereiro de 2010 às 03:13
E assim se venderão muitos "livros" de MC.
Realmente, Mário Crespo fez uma triste figura perante aquela comissão. Aquilo até estava animado. O senhor tem piada; é um bom comediante! Talvez devesse mudar de ramo; já que se sente tão apertado no jornalismo.
De
MFerrer a 19 de Fevereiro de 2010 às 09:52
Sorry, quem fez a péssima figura foram os deputados que se mantiveram amestrados enquanto decorria o número de feirante dos trezentos!
Daqui a meia dúzia de anos, e assente a poeira, este documento vai ser um dos momentos mais ridículos desta república.
Embora admita, que a concorrência na lista dos ridículos seja cerrad, taco a taco...
De nuvens de fumo a 19 de Fevereiro de 2010 às 10:10
Alguns deputados riram muito com o mimo entendendo os seus mimiambos.
Os deputados da nação eleitos por nós e com o dever supremo de nos representar foram a uma comissão de ética polir o ego de um soberbo títere que entre piadas deploráveis nos mostrou porque o stand alone é uma arte difícil.
O circo continua já de seguida, 
De
ariel a 19 de Fevereiro de 2010 às 10:37
Sinceramente acho que este gajo nem sequer merece que se comente sobre ele, não merece o tempo nem o desgaste mental das pessoas decentes. Quanto mais se fala dele mais o gajo vende livros. Já sabemos que as moscas têm um apelo irresistível pela merda. Desculpe o vernáculo.
Caro João Galamba,
Desculpe estar a escrever neste comentário sobre o seu post "A etica republicana" mas como não colocou possibilidade de comentários nesse artigo, não tenho outro espaço.
Gostaria ainda sobre isso perguntar duas questões (para ver se o assunto dos ajustes directos fica resolvida):
- sendo uma prestação de serviços gostaria de saber se recebeu a totalidade do valor ou apenas o valor parcial correspondente ao periodo?
- no seu CV/declaração de interesses no parlamento tem várias prestações de serviços. São todas referentes ao passado e actualmente já terminadas?
Pessoalmente só não entendo a necessidade de tal resposta, pessoalmente julgo que você não era visado, assim como nenhum elemento do blogue "simplex". Pelo menos essa foi a minha interpretação. Embora tenha de confessar que fiquei esclarecido sobre esse ponto o que é sempre salutar em democracia.
De josé serra a 19 de Fevereiro de 2010 às 11:30
joão, isto é jornalismo com agenda, ou a voz do dono:
«num gesto quase encenado, pediu autorização ao presidente da comissão para distribuir várias fotocópias, enquanto repetia — com voz colocada — "eu não tenho jornais onde escrever, faço fotocópias"
"uma crónica minha foi censurada" repetiu vezes sem conta como envergando uma prova "insofismável" do seu ponto de vista
"ultrapassei isso com a publicação de um livro de crónicas", dizia exibindo o livro que já está nos escaparates das livrarias"»
e isto, é jornalismo sério, sem voz do dono:
«num gesto (...) pediu autorização ao presidente da comissão para distribuir várias fotocópias, enquanto repetia (...) "eu não tenho jornais onde escrever, faço fotocópias"
"uma crónica minha foi censurada" repetiu vezes sem conta (...).
"ultrapassei isso com a publicação de um livro de crónicas", dizia exibindo o livro que já está nos escaparates das livrarias".
contudo, receio ter que o confrontar a si dizendo que não se justifica o seu comportamento naquela comissão - o único, aliás, que destoou - com a encenação de crespo. se o chamaram à comissão e ele aceitou por que depois o joão recusou a fotocópia, se riu dele e virou costas?
desculpe, joão: sem comentários foi a sua postura.
abraço.
De Nuno a 19 de Fevereiro de 2010 às 12:22
Mais palavras para quê é um artista português!
Vale a pena ler o António Lobo Xavier sobre o crespo e sobre o jmf.
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