Terça-feira, 23 de Fevereiro de 2010

 

(clicar na imagem)

 

Um excerto da apresentação do projecto:

 

A ideia da Pordata surge no seguimento de dois projectos coordenados por António Barreto: A Situação Social em Portugal: 1960-1995 (publicado em 1996) e A Situação Social em Portugal: 1960-1999 (publicado em 2000). Estávamos no final dos anos 90 e, com os meios disponíveis na altura, foi possível reunir um vasto conjunto de séries estatísticas sobre a sociedade portuguesa em diversas áreas: População; Saúde; Educação; Emprego e Condições de Trabalho; Produto, Rendimentos e Níveis de Vida; Habitação; Conforto e Bem-Estar; Segurança Social; Cultura; Justiça; Contas Nacionais e Função Social do Estado; Empresas e Trabalhadores. A receptividade a estas duas publicações em livro ultrapassou todas as expectativas.


Desde então, multiplicam-se os sinais de interesse pelas estatísticas, muito favorecidos, é claro, pelo desenvolvimento das tecnologias de informação e de comunicação, conseguindo-se alargar o âmbito da informação e dos públicos. As estatísticas deixaram, assim, de se destinar a audiências restritas e passaram a ocupar um lugar vital no processo de conhecimento de todos.(...)

 

Em suma, a Pordata é um serviço público, um projecto destinado a todos, pensado para um vasto número de utentes que comungam do interesse em conhecer, com confiança e rigor, mais sobre Portugal. É, por isso, com imenso orgulho que passo, a partir de hoje, a partilhar esta fonte de informação com todos os que possam dela necessitar.


Maria João Valente Rosa

Directora do Projecto

 


3 comentários:
De nuvens de fumo a 23 de Fevereiro de 2010 às 13:49
Muito interessante,


De Irene Pimentel a 23 de Fevereiro de 2010 às 14:54
Excelente notícia. Parabéns António Barreto.


De JMJ a 23 de Fevereiro de 2010 às 16:17
Espero, sinceramente, que no meio dos dados recolhidos, escondidos lá bem no fundo da pilha de numeros e algoritmos, estejam os numeros da produção agricola em Portugal e em especial no Alentejo, durante este século.

Um comparativo entre os anos da Reforma Agrária e a actualidade, seria bem vindo, para que se perceba o mal que este "pantomineiro" fez ao país.

Que continue a comer a papel e a juntar numeros, mas que nunca mais tenha hipotese de mexer com a vida das pessoas como já teve.

Foi mau demais!


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