2. Para quem tem dificuldade em perceber, porque o preconceito frequentemente tolda o entendimento, e porque a ignorância também não ajuda à leitura, o objectivo da campanha é que cada pessoa seja capaz de pensar sobre si e sobre as pessoas que lhe são próximas e queridas e que perceba que lésbicas e gays são, espanto dos espantos, pessoas - com relações familiares e relações de afecto cujo fulcro se sobrepõe naturalmente à orientação sexual.
Vale a pena lembrar que o mote com que a ILGA lançou esta campanha foi "Unir e não fracturar", que poderia ser uma boa descrição da luta mais abrangente contra a discriminação. E vale a pena também lembrar que a discriminação é considerada um desvalor pela nossa Constituição - nomeadamente a que acontece com base na orientação sexual, de acordo com a redacção actual aprovada com a unanimidade dos partidos com representação parlamentar. O objectivo do PSD quer na AR quer na CML já foi também o desta campanha, portanto.
muito bem, paulo.
Esperemos que seja desta que os espíritos se iluminem, Paulo.
Palavra de honra que não entendo como se compatibilizam estas duas posições interpretativas "O que me fez impressão naquela campanha é o facto de ser dirigido às crianças", afirmou Santana Lopes, relacionando a campanha com o tema da adoção por parte de homossexuais", faz-me espécie.
De nuvens de fumo a 25 de Fevereiro de 2010 às 12:44
O que me impressiona em Santala Lopes é que ele é dirigido ao país
De
manuelcav a 25 de Fevereiro de 2010 às 11:53
Muito bem paulo, fica-lhe bem esta defesa pública da CML, organismo representativo de TODOS os cidadãos do concelho, e fica-lhe muito bem a defesa da parentalidade.
É de parentalidade que trata a campanha (concordo consigo) no entanto, convirá, que esta campanha é dicriminatória e só deixaria de o ser se referisse outros pais que, não sendo lésbicas nem gays, não deixam de ser pais. A campanha refere os pais divorciados?, os pais reclusos? os pais toxicodependentes? os pais com deficiência física ou mental?...
Pois não, é que as associações que representam estes pais, pelo que se vê, não têm influência junto da CML e, espante-se, os pais que referi também são pessoas.
De Gonçalo a 25 de Fevereiro de 2010 às 12:31
manuelcav,
Também são pessoas, de facto, mas a ILGA é uma associação de defesa dos direitos de gays, lésbicas, bissexuais e transgéneros (acho que fica tudo, mas peço desculpa se faltar), logo parece-me natural que esta campanha se dirija a essas pessoas.Da mesma maneira, uma campanha de uma associação por exemplo de luta contra o cancro da mama não seria discriminativa por não apelar ao restreio de cancro do cólon ou do cólo útero, que também são cancros...
Ou não percebi o seu comentário?
De
manuelcav a 25 de Fevereiro de 2010 às 13:47
Percebeu, mas parece-me querer menosprezar as nossas inteligências (a sua e a minha) com esta resposta.
O meu comentário é sobre influência. Não coloco em causa as associações (incluindo a ILGA) porque as respeito! o que me parece muito mal é que, percebendo as motivações políticas em causa, não haja um verdadeiro sentido democrático.
Falemos com clareza, o presidente da ILGA pretende que politicamente o passo seguinte seja dado, não o contesto, no entanto, só está preocupado com o seu próprio umbigo e vem fazer a defesa da CML sem uma única referência a outras causas.
Deixe-me ainda dizer-lhe que é de um péssimo gosto comparar as várias associações de defesa de direitos legítimos com o cancro, fica-lhe mal!
Percebeu?
De S a 26 de Fevereiro de 2010 às 02:31
"Deixe-me ainda dizer-lhe que é de um péssimo gosto comparar as várias associações de defesa de direitos legítimos com o cancro, fica-lhe mal!"
O manuel é moralista e é disso que se trata, como o excerto do seu comentário comprova. Ninguém está a estabelecer comparações entre as duas problemáticas. Eu explico; defende que é discriminatório a campanha da Ilga não abarcar todas as questões de parentalidade, é o mesmo argumento absurdo de achar que uma campanha de sensibilização para o cancro da mama, é discriminatória porque deixa de fora as milhares de vítimas de cancro do esófago, próstata (o que mais mata em homens em Portugal), etc. E já agora é discriminatória, porque os homens que constituem os 1% de vítima deste tipo de cancro são constantemente deixados de fora. Oh plz...
De
manuelcav a 26 de Fevereiro de 2010 às 12:10
S,
Obrigado pela resposta. Moralista? Parece-me que a qualificação de moralista, com o sentido que lhe pretende dar, lhe cabe a si. Nesse sentido não sou nem moralista nem ingénuo.
"As campanhas de sensibilização do cancro, ao invés desta campanha da ILGA, não cumprem agenda política" (a frase é minha, no entanto, já deixei entre aspas para llhe ser mais fácil comentar) e esse é que é o problema.
De Romeu a 26 de Fevereiro de 2010 às 16:57
A luta contra a homofobia fazparte de uma "agenda política"? Só se a luta contra o racismo também fizer.
De Gonçalo a 25 de Fevereiro de 2010 às 14:02
Discriminatória e não discriminativa, obviamente...
De nuvens de fumo a 25 de Fevereiro de 2010 às 12:49
OI ?!?!?!?!? 
De
manuelcav a 25 de Fevereiro de 2010 às 16:01
Se tivessem publicado a resposta que fiz ao Gonçalo, iria perceber.
De Pedro a 25 de Fevereiro de 2010 às 15:55
Também não percebi. manuelcav, a campanha não fala dos pais divorciados, porque a ILGA não é uma associação de pais divorciados. Lógico, não? E a tal associação de pais divorciados alguma vez pediu à câmara para colocar cartazes nos mupis? Não percebi mesmo.
De S a 26 de Fevereiro de 2010 às 01:48
As campanhas contra a violência doméstica concentram-se num aspecto particular do flagelo; o marido que violenta a mulher. E o inverso? E a violência no namoro ou mesmo de um ex-namorado(a)? E os filhos que mal tratam psicologicamente e financeiramente os pais, entre tantas outras situações que passaram a ser incluídas na designação de violência doméstica com as alterações sofridas à lei em 2007?
Esta é uma campanha de um grupo que se "representa" ou trabalha/defende os interesse problemáticas de uma determinada população. Todas as campanhas publicitárias se dirigem a determinado grupo, seja ele mais vasto ou mais restrito; é aceitável, é natural, até se pode argumentar que o ter objectivos claros e ser centrada a torna mais eficaz. Designar de discriminação o não abarcar todo o espectro da problemática parece-me um daqueles moralismos sonsos/implicâncias com ninharias.
De
L a 25 de Fevereiro de 2010 às 11:56
Contra os canhões... (Bravo pelo texto!)
De Pedro a 25 de Fevereiro de 2010 às 12:44
Paulo
Fala no direito "à indiferença",
Mas acredita mesmo que é indiferente para um filho que a sua mãe seja lésbica ?
A mim parece-me obvio que não é.
Que de facto se mãe fosse lésbica a minha vida não seria igual.
Claro que amava a minha mãe e vice versa mas também é claro que seria diferente.
A resposta à pergunta do cartaz é claramente positiva. Sim a minha vida mudava
Pedro
De Armistead a 25 de Fevereiro de 2010 às 14:27
Pedro,
A sua vida mudava exactamente no quê?
Continuaria a amar a sua mãe e vice-versa mas...
Ela deixaria de ter o QI que tem?
Passaria a ter outras convicções políticas, cívicas, culturais?
De Paula R. a 26 de Fevereiro de 2010 às 15:03
Pedro, eu diria que a questão formulada no out-door é um bocadinho mais elaborada e profunda que a interpretação terra a terra que lhe deu ( ou conseguiu dar ?)
De santana a 25 de Fevereiro de 2010 às 12:49
quem parece precisar de esclarecimentos é v.
ainda não compreendeu que o que é ilegal não é ser homosexual mas sim utilizar indevidamente recursos públicos numa campanha com implicações políticas.
não tente tapar o sol com uma peneira, a campanha visa promover a parentalidade homosexual, ora para que serve essa promoção senão para abrir caminho à adopção?
ou acha que somos todos parvos e só v. é esperto?
independentemente do que se possa pensar sobre a adopção homosexual, a questão é a utilização indevida de um recurso público para fazer propaganda política.
É isso que está mal, profundamente mal!!
De pedro a 25 de Fevereiro de 2010 às 13:29
Noutras latitudes com democracia há mais tempo, o seu comentário é aquilo que se designa por "julgamento de intenções". E não é aceitável, excepto nas franjas extremas e populistas do espectro político. Você parte do princípio que já sabe qual a intenção não confessada do sujeito, julga-o e condena-o, sózinho. Espero que nunca lhe passe a si o mesmo.
De Gonçalo a 25 de Fevereiro de 2010 às 14:07
Vejamos, é bastante redutor, já para não dizer mesquinho, querer reduzir direitos civis, fundamentais, a luta política.
Ou se fosse uma campanha contra o racismo já estava tudo ok?
De
manuelcav a 26 de Fevereiro de 2010 às 14:09
O Gonçalo ou é ingénuo ou distraído.
De Gonçalo a 26 de Fevereiro de 2010 às 18:35
Desculpe? Não percebi o comentário.
Gosto de me julgar ligeiramente ingénuo (acho que é melhor fazer de conta a maior parte das vezes que algumas coisas neste mundo nem existem) mas não julgo que isso me embacie as ideias. Nem tão pouco me parece que, neste assunto, seja distraído.
Mas se quiser argumentar, esclareço-lhe qualquer dúvida que possa ter surgido.
De Armistead a 25 de Fevereiro de 2010 às 14:12
E escrever "homosexual" várias vezes seguidas, está profundamente bem?
De Pedro a 25 de Fevereiro de 2010 às 20:49
A minha mãe é lésbica. Defendê-la e à minha família não é propaganda política, é Humanidade.
De Paula R. a 26 de Fevereiro de 2010 às 15:24
Santana, o que diz é desprovido de sentido ! Estamos perante uma questão de ordem cívica, e as Câmaras têm sim a obrigação de promover o civismo ,tolerância e respeito pela diversidade.
As afirmações que profere, oscilam entre a ignorância e a má-fé:
"não tente tapar o sol com uma peneira, a campanha visa promover a parentalidade homosexual" - o que é que isto quer dizer de promover a parentalidade homossexual? Ou também pertence ao grupo dos que acham que os homossexuais são estéreis????
"independentemente do que se possa pensar sobre a adopção homosexual, a questão é a utilização indevida de um recurso público para fazer propaganda política". Porque foi incapaz de entender a verdadeira e civilizada mensagem que o cartaz tenta passar, desvirtua a interpretação, de forma oportunista, apelidando-a de campanha politica !!!!
De Pinto a 25 de Fevereiro de 2010 às 15:10
"(...) o objectivo da campanha é que cada pessoa seja capaz de pensar sobre si e sobre as pessoas que lhe são próximas (...)"
Ou dito por outras palavras, sem este cartaz as pessoas jamais seriam capazes de pensar sobre si e sobre os outros.
Parece que o que o cartaz conseguiu até agora- até ver - foi o despoletar de mais um chorrilho de tolices dos intelectualóides do costume; foi a manifestação, há muito sabida, da existência de uma casta de gente que se acha com a exclusiva capacidade de pensar e reflectir ... e que se esforça até mais não para conseguir pôr o povinho ignorante a pensar um pouco.
Graças a Deus que existe esta gente pieodosa que vai fazendo destes cartazes para que possamos sair das trevas da ignorância; para que consigamos pensar.
De S a 26 de Fevereiro de 2010 às 01:55
O Pinto chama a atenção a um aspecto curioso. Há quem pense por si mesmo, mas tem tanta merda na cabeça, que é escusado. Mas dou-lhe os parabéns. De facto, pensar por si próprio tem resultados inesperados; a abordagem de "tenho um complexo de inferioridade por isso sinto-me profundamente ofendido com a mera menção de que a campanha pretende que "pense por mim mesmo" como se eu já não o fizesse" é original. Como se esse não fosse o objectivo de todas as campanhas de sensibilização e um perfeitamente natural e inocente. Mais uma vez; o Pinto é um bicho raro. As minhas condolências.
De Gonçalo a 26 de Fevereiro de 2010 às 18:37
A questão colocada nesses termos não parece, de facto, a melhor.
Mas se formos pensar a sério no objectivo da campanha é fazer as pessoas pensar num assunto por um ponto de vista que talvez nunca se lhes tenha proporcionado.
Parece-me razoável, não?
De
JP Santos a 25 de Fevereiro de 2010 às 18:53
Fique claro que, pessoalmente, concordo com a afirmação de que considero que a orientação sexual é irrelevante para o exercício da parentalidade e embora não pense que a campanha publicitária seja particularmente feliz não acho que seja particularmente interessante discutir o juízo subjectivo de cada um sobre a eficácia ou não da mesma.
A mim o que me surpreende é que o cartaz tenha o logotipo da CML. Independentemente da cedência do espaço relativamente à qual nada tenho a opor desde que sejam adoptados critérios idênticos relativamente a todas as iniciativas cívicas, acho que teria sido dispensável o uso do logotipo da CML.
Na medida em que dessa forma, independentemente do juízo de cada um sobre a mensagem, se está a associar a posição "oficial" da CML à mensagem que é transmitida, o que julgo que não deveria suceder sem que, pelo menos, existisse uma deliberação camarária (que sinceramente não sei se existiu ou não) a autorizá-lo.
"E claro que a campanha não é sobre adopção mas é também sobre a parentalidade ..."
O que queria dizer era certamente "É claro que a campanha não é SÓ sobre a adopção mas é TAMBÉM..." até porque só assim a sua frase faz sentido!
Concordo, com as vossas posições sobre a independência da capacidade parental em relação à orientação sexual. Mas por favor, achar que o requerimento do PSD sugere que é ilegal uma lésbica ou um gay serem pais é uma imbecilidade. Não é uma bossalidade tão grande como o que disse a Maria João Pires (que no seu estilo menos refinado achava que o requerimento afirmava que era ilegal gays ou lésbicas engravidarem) mas anda lá perto.
De
Shyznogud a 25 de Fevereiro de 2010 às 21:47
Respondo-lhe neste post porq é a mm coisa, copiando um comentário a um outro senhor q tem, como o Damião, dificuldades em perceber, entre outras coisas, a ironia
"Meu caro senhor, se se critica uma campanha q fala de parentalidade homossexual - q existe, porra! - e se diz q a mesma é proibida por lei, está-se a dizer q uma lésbica não pode, por lei, engravidar. Again, estas pessoas não conhecem a realidade daí fazerem estas tristes figuras."
Ah! e boçalidade é com ç, vem de boçal
Leia lá o que eu escrevi! Não percebeu nada!
E já agora onde está no requerimento do PSD que ser pai homossexual é crime? Isso não foi ironia, minha cara foi "desonestidade ou então muita burrice"...
Quanto ao boçal, tem toda a razão...eu próprio fiz um comentário neste blog há uns tempos atrás (e se não me engano num post seu) a corrigir esse erro! Shame on me.
De
Shyznogud a 26 de Fevereiro de 2010 às 00:40
exmo senhor, não tenho culpa da ignorância de burrice os senhores do psd, se eles não percebem q aquila campanha fala de parentalidade homossexual (e não de adopção) o problema é deles e o mínimo q podemos fazer é, como eu fiz, gozá-los. Pcebeu agora?
Tem razão, ninguém tem culpa da burrice e ignorância dos outros...
E já agora, o que acha da campanha? Acha-a eficaz? Imagine-se com 12 anos...o tanas é que não mudava nada se a sua mãe fosse lésbica (não me refiro obviamente aos seus sentimentos por ela)! E mudava porque há um preconceito que numa sociedade ideal não devia existir? Claro que sim. É esta a melhor forma de o combater? Os preconceitos eliminam-se com outdoors? Justifica-se gastar o dinheiro da CML nesta campanha?
De Armistead a 26 de Fevereiro de 2010 às 10:04
Mamã, eu gosto de ti, mas este maldito preconceito da sociedade... Não é meu, é da sociedade, essa sacana.
E mais uma vez, qual o dinheiro da CML que foi gasto? Não leu o post do Paulo com muita atenção, já se vê.
De dsc a 26 de Fevereiro de 2010 às 10:52
Mama, quem é o meu pai?... Também pode ser usada noutras circunstâncias mas tanto nestas como naquela Não mudava nada??
De
manuelcav a 26 de Fevereiro de 2010 às 12:28
Exmo.; as siglas em qualquer prontuário são em maiúsculas;a palavra "que" não tem forma sincopada; aquela não aquila; pcebeu?.
Para quem corrige o português, este seu texto é um tratado.
Porra! (a palavra é sua) claro que as lésbicas podem engravidar e alguns de nós somos a prova viva disso. A lei, doa a quem doer, não permite é a adopção. Percebeu?
De
Shyznogud a 26 de Fevereiro de 2010 às 12:44
A lei não permite a adopção a quem, Manuel? Conte-nos lá...
(há pessoas a qm custa mto entender o recurso à ironia, está visto)
De
manuelcav a 26 de Fevereiro de 2010 às 14:33
AAAAAAHHHHHHH!!! peço perdão, agora sim, percebi! tem sido irónica nos seus comentários e, afinal, a dita campanha assenta numa grandiosa ironia, aliás a frase ostentada nos mupis, sem ironia, é: "Sou lésbica (ou gay) quero adoptar uma criança, por favor cidadãos de Lisboa ajudem a falar muito disto para que quando o projecto lei aparecer na AR os deputados votem favoravelmente e, os que não o fizerem, sejam acusados de homofóbicos". Bom, não sei, provavelmente é muito extensa.
Gosto muito da sua ironia.
De
Shyznogud a 26 de Fevereiro de 2010 às 14:40
Irónica no post (é preciso explicar tudo, snif). Adiante, conte lá quem é que, afinal, está impedido por lei de adoptar...
De
manuelcav a 26 de Fevereiro de 2010 às 14:58
A legislação portuguesa prevê a adopção de crianças por indivíduos casados ou por singulares com mais de 30 anos que cumpram uma série de critérios. Em certos casos, é difícil interpretar uma decisão baseada no «interesse superior da criança». Apenas seis países europeus permitem explicitamente a adopção de crianças por casais do mesmo sexo: Bélgica, Islândia, Holanda, Suécia, Espanha e Reino Unido (apenas Inglaterra e País de Gales).
Como lhe é facil perceber, sou adepto do debate de ideias e estou mesmo convicto que é enriquecedor, contudo, deixe-me dizer-lhe, sem ironia, que aprecio muito a forma como apresenta as suas ideias e convicções, pese embora diferentes das minhas.
Já agora aproveito para lhe desejar um bom fim de semana.
De
Shyznogud a 26 de Fevereiro de 2010 às 15:04
Ou seja, nada na lei interdita a adopção de uma criança por homossexuais, certo, Manuel? Voltamos ao de sempre, os senhores do PSD não saem do q falam e é triste (apesar de, volto a insistir, aquela campanha não ter nada a ver com adopção).
De
manuelcav a 26 de Fevereiro de 2010 às 15:12
Vá, não seja má e deseje-me também um bom fim de semana.
De
Shyznogud a 26 de Fevereiro de 2010 às 15:17
Ser má esta-me no nick mas, pronto, bom fim-de-semana.
De Anónimo a 25 de Fevereiro de 2010 às 20:55
Tão interessante om medo d'"o retrocesso civilizacional". Nero e Agripina, Heliogabalo não eram suficientemente fracturantes?
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