Quinta-feira, 18 de Março de 2010
Não é preciso concordar com tudo o que Gramsci escreveu para reconhecer que o seu conceito de hegemonia é de uma enorme actualidade. É urgente destruir o mito de que as reformas estruturais passam necessariamente por combater o monstro do Estado. É certo que há desperdício na despesa pública, mas, no contexto actual, quando penso em monstros, o Estado não é a primeira realidade que me vem à cabeça .A arquitectura actual da UEM, por exemplo, parece-me bem mais monstruosa do que os níveis actuais da despesa pública.
De
DG a 18 de Março de 2010 às 16:27
a diminuição do estado só é boa quando libertadora da actividade privada, no caso português a primeira é necessária para a liberdade da segunda pois o crowding out é público e notório. Em Portugal a esquerda vive confundida com a sua obrigação de redistribuição de riqueza e garantia da igualdade de oportunidades e perante a lei para todos, e a velha obsessão Marxista/Trotskista/Leninista/Stalinista/Maoista/+istas de controlar os meios de produção. Portugal deve ter muitos inspectores, poucos autorizadores, e garantir padrões minimos nos serviços essenciais, na segurança e independencia, e passar a eleger os seus juizes!
Comentar post