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Dizes bem, Rui

Que «a jurisdição sobre os crimes contra a humanidade está submetida a um debate internacional, e que são muitos os que consideram que uma amnistia estatal não pode invalidar o direito universal».

 

É isso e apenas isso que está em causa na acção que alguns activistas britânicos, com o apoio de Christopher Hitchens e Richard Dawkins, intentam contra Bento XVI. Tão simples quanto processar o Papa por crimes contra a humanidade porque,  «The ICC [International Criminal Court] Statute definition of a crime against humanity includes rape and sexual slavery and other similarly inhumane acts causing harm to mental or physical health, committed against civilians on a widespread or systematic scale, if condoned by a government or a de facto authority. It has been held to cover the recruitment of children as soldiers or sex slaves. If acts of sexual abuse by priests are not isolated or sporadic, but part of a wide practice both known to and unpunished by their de facto authority then they fall within the temporal jurisdiction of the ICC – if that practice continued after July 2002, when the court was established».

 

Não há ataques a nenhuma religião, como carpem muitos, nem ataques a todos os católicos, como pretendem outros tantos. Este é um esforço legal sério para levar a tribunal o homem que todas as evidências indicam ter sido um dos principais responsáveis por uma terrível violação dos direitos humanos de crianças e adolescentes um pouco por todo o mundo. Se não foi, que se defenda das acusações em tribunal. Agora não pode pretender que pelo facto de ser o CEO de uma organização internacional a que, por razões históricas que importaria corrigir, foi atribuído o estatuto de Estado, não está sujeito ao direito internacional.

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