Porque é que fizeram um grupo restrito aos que trabalham para o Estado?
É só para «Alfas» (funcionários públicos)?
Pois, a tolerãncia de ponto para os funcionários públicos aplica-se ... a funcionários públicos. e são só estes, depois de concedida a dita tolerãncia, que decidem se vão ou não trabalhar.
Mas podes fazer outro grupo mais alargado contra a concessão desta tolerãncia de ponto absurda.
Palmira,
os que não trabalham para o Estado também têm direito a ter opinião sobre o que o Estado faz.
E as «tolerâncias de ponto» do Estado, geralmente, geram um efeito de «cascata».
Pronto, já criei outro grupo, que me parece mais abrangente:
http://www.facebook.com/?ref=home#!/group.php?gid=108979592473931
Já está :)
De Anónimo a 14 de Abril de 2010 às 15:15
Boa, acho bem. Inscrevam-se e... trabalhem!!
De
maloud a 14 de Abril de 2010 às 15:21
Não trabalho para o Estado, mas lá me juntei ao protesto. Estas tolerâncias de ponto são beato-parolas.
De PDuarte a 14 de Abril de 2010 às 15:28
e já agora, para a coerência ser total, façamos um outro grupo para não aderirmos ao Natal, Páscoa, Dia de todos os Santos, Corpo de Deus, Nossa Senhora da Conceição, Santo António aí na capital do império e o resto dos feriados que a padralhada impõe a quem quer trabalhar muito.
De Romeu a 15 de Abril de 2010 às 03:35
O PDuarte tem uma inteligência fabulosa! Agora descobriu que os feriados são impostos pelos padres!
E eu a pensar que existiam por serem possíveis de se realizar e por marcarem datas especiais. Deve ter-se esquecido agora que, sendo possíveis, não podem ser alterados para outras datas. Isso sim, é imposto pela padralhada, e há muita gente que não e católica nem cristã ou que, mesmo sendo, é contra.
De PDuarte a 15 de Abril de 2010 às 04:07
ó Romeu...
De JB a 15 de Abril de 2010 às 15:40
O Romeu existe?
De
Marco a 14 de Abril de 2010 às 15:46
Giro, giro, era ver que quantidade de funcionários públicos aderem a esse grupo entre as 9 e as 17 à semana... :)
E sempre tenho curiosidade de ver a que tamanho chega esse grupo...
Acho bem a tolerância de ponto. Quem não a quiser gozar, pois que vá trabalhar, como eu. Mas parece-me estar na altura de rever o sistema de Feriados católicos obrigatórios e transformá-los em simples dias de férias acrescidos, a gozar interpoladamente (e quem preferir poderá continuar a gozá-los nesses mesmos dias, como até aqui). Exemplos, para quem ainda precisa: o Natal, o Carnaval, a Sexta-Feira Santa, o Corpo de Deus, a Assunção de Nossa Senhora, o Dia de Todos-os-Santos e a Imaculada Conceição. Mas podemos alargar este conceito de facultatividade a todos os Feriados oficiais ideológicos, católicos ou não, e incluir também o 25 de Abril, o 1º de Maio, o 5 de Outubro e o 1º de Dezembro, deixando apenas, como Feriados obrigatórios gerais, o Ano Novo e o 10 de Junho... Dariam "apenas" mais onze dias de férias interpolados, que cada um poderia escolher em que dias preferia gozar (uns no S. Martinho, outros nos Aniversários dos filhos, outros no Dia da Mãe ou do Pai, outros ainda no Dia dos Namorados, etc....).
De Zé do Telhado a 14 de Abril de 2010 às 17:11
Caro Marcelo, isto é tão profundo que não sei se o pessoall vai alcançar o sentido deste seu comentário. Vá lá, traduza por "miúdos" (vai entre aspas para não gerar polémica) para que todos alcancem. Espero que tenham todos a mesma consciência de estado para, em altura de crise, não aderirem a nenhuma greve promovida por sindicatos e afins. Nunca vi tanta estatura e elevação. Graças a Deus que os não católicos e os não qualquer coisa estão a converter-se.
De tprata a 15 de Abril de 2010 às 11:25
eu gosto desta ideia, se os feriados passassem a dias de férias, deixaríamos de ter feriados ao fim de semana.
p.ex. eu acho que este ano apetece-me comemorar o 26 de abril e o 30 de abril e não o 25 de abril e 1º de maio - se procurar na wikipedia hei-de descobrir vários motivos para comemorar esses dias
Faça uma petição pública que eu assinarei.
De Miguel Braga a 14 de Abril de 2010 às 16:35
Cá está um abaixo-assinado a elogiar! Não vá andar todos a «comer» à custa dos católicos. Pena não ser funcionário público, senão assinava.
Aproveitem a onda e façam-no para todos os feriados religiosos.
De Romeu a 15 de Abril de 2010 às 03:37
Os feriados religiosos deviam ser abolidos e tornados móveis/opcionais, ou você acha que são os católicos que nos dão e pagam, assim vindo do céu, o maravilhoso direito a esses feriados?
Deve pensar que quem os paga é deus, por acaso!
Pelo que me diz respeito, ADIRO e é já...embora não através do Facebook, onde estive mas saí porque a coisa me cheira a esturro e estou nada virado para me moerem os cornos com os farmvilles e convites de "amigos" que não conheço de lado nenhum.
Em todo o caso, e visto que é o erário público e os impostos dos portugueses quem me paga, e paga ainda por cima muito bem, já avisei no meu estaminé que SOU CONTRA esta tolerância e que, portanto, pelo meu lado, no mínimo terão que me abrir os portões.
Obviamente que imaginam o que ouvi e a adesão nula que suscitou a minha desvairada declaração...
De Zé do Telhado a 14 de Abril de 2010 às 17:35
Guilherme, ore a Deus para que o porteiro não seja católico.
Boa, Boa!...
...felizmente ZE DO TELHADO ( bem esgalhada a ideia deste nick!) o porteiro é também segurança de uma empresa privada que não vai dar tolerância aos funcionários...a porra é se ele quer ver o bento e desarrinca uma folga!
:)
De Zé do Telhado a 14 de Abril de 2010 às 21:19
Guilherme, estes privados são cá umas "vedetas". Veja bem que os gajos até se chateiam com a tolerância de ponto. Os tipos só querem servir o deus dinheiro e colocam estes rapazitos da segurança em quarentena. É só para chatear o Bentito (não, não estou a falar do Paulo Bento!!).
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