Segunda-feira, 26 de Abril de 2010
Miguel Vale de Almeida

Enfastiado à espera de não sei o quê, peguei num jornal que nunca leio, Correio da Manhã, que languescia em cima da mesa do café, e dei com isto: não é o jornalismo a cumprir a sua função de vigilância do poder. Isto é vigilantismo. E imputação de tudo e mais alguma coisa E alimentação de um enorme preconceito.

10 comentários:
De Luís Serpa a 26 de Abril de 2010 às 22:28
Só é pena é não haver mais "vigilantismo" como este, Miguel vale de Almeida. porque é precisamente devido à sua falta que chegámos onde estamos.


De António P. a 26 de Abril de 2010 às 22:35
Pois é MIguel...mas se fosse só no Correio da Manhã ainda estavamos razoavelmente.
Cumprimentos


De Pedro Almeida a 26 de Abril de 2010 às 23:19
Vocês poêm-se a jeito...aguentem-se.


De António Parente a 26 de Abril de 2010 às 22:45
O seu post é muito infeliz e é um sintoma da doença que afecta este país.


De Antonio Mendes a 26 de Abril de 2010 às 23:44
Pois é. A Sr Deputada tem direito às viagens. Os inúteis
ao RSI. A classe média trabalha e paga tudo. Belo País!


De Rui Pinto a 26 de Abril de 2010 às 23:48
Erro crucial!!!!!


Nunca abrir o 24Horas ou o Correio da Manhã!!! Muito menos ler o Editorial da Isabel Stilwell no Destak , sob pena de engulhos vários...


De Adelaide Moura a 27 de Abril de 2010 às 09:18
Sobre a questão de fundo não me pronuncio porque, de facto, não conheço o assunto nem sequer os direitos dos deputados a ajudas de custo, etc.

Claro que o escrito pelo Senhor Manuel Catrina, lido assim em singelo, qualquer pessoa de meridiano entendimento acha que está a ser injustiçada, patati, patatá....

Mas como em Portugal todos os que se destacam são perseguidos porque isto é tudo uma grande injustiça e patati, patatá, limito-me a reparar nisto que o senhor Manuel Catarino escreveu no artigo que MVA comenta:

"Não duvido da legalidade do pagamento – despachado por Jaime Gama com base num parecer jurídico que, obviamente, será de irrepreensível doutrina e tecnicamente impugnável." (sublinhado meu)


 


Tecnicamente impugnável quer dizer tecnicamente refutável, que se pode combater.


 


Quem o conhecer, informe pf o Senhor Manuel Catarino que há dicionários de português online, gratuitos. Juro!


 


Desculpem lá o preciosismo e... Patati, patatá!


 


 



 


De weber a 27 de Abril de 2010 às 09:41
Caro Miguel,
Envie ao senhor Catarino a carta que a deputada Inês Medeiros enviou ao Presidente da AR sobre o tópico, que serviu de campanha suja na comunicação social contra o honrado nome da cidadã.
E ainda:
1/ Envie ao senhor Catarino a decisão do Conselho de Administração da AR;
2/Envie ao senhor Catarino o texto honradíssimo do deputado do PCP, António Filipe, explicando a sua , dele, ausência da reunião, mas afirmando o seu acordo quanto á decisão e com fundamentos rigorososos;
3/Envie-lhe ainda a legislação, aprovada pelo primeiro governo Sócrates, que aboliu o regime excepcional de aposentadoria dos titulares de cargos publicos (deputados, vereadores, presidentes de cãmara, etc).

Pode-se discordar da decisão do CA da AR?
Pode-se.
Mas de preferência com argumentos e com verdade.
No CM deve ter ocorrido uma gralha de tomo. A assinatura que está debaixo do texto é Catarino, jornalista.
Catarino é de certeza.
Jornalista? Temos de perguntar ao Sindicato, à Comissão da Carteira.
J. Albergaria


De Anônimo a 27 de Abril de 2010 às 10:54
O senhor Catarino é um pobre diabo... O que eu não compreendo é que o senhor Dâmaso se sirva dos pobres diabos para que no Correio da Manha apareça escrito o que ele, Dâmaso, quer, mas não quer que lhe seja imputado.


De Marcelo do Souto Alves a 27 de Abril de 2010 às 12:15
"Jurnalismo" de latrina. Charlatães. Vendedores de "banha-da-cobra"... NUNCA os leio. Mas há quem goste (e até use como toalha-de-mesa). Já o termo "vigilantismo" me parece algo rebuscado. Se o "jurnalismo" do C. M. é asqueroso, não será tanto por excesso de marcação cerrada a eventuais erros do Poder (o que, infelizmente, se calhar nunca é demais, nem causa grande mal), mas sim pela contínua propagação de preconceitos e, em muitos casos, de perfeitas aldrabices. Isso sim, bastante nocivo e de consequências nefastas para a salubridade da nossa opinião pública...


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