Terça-feira, 1 de Junho de 2010
«Também o PS, através de Miguel Vale de Almeida, prepara um projecto, que deverá ser muito semelhante à lei de Identidade de Género que vigora em Espanha desde 2007. "Pode vir a ser apresentado depois do Verão, mas julgo que já não será discutido nesta legislatura, por falta de agenda parlamentar", diz o deputado.», diz o i.
Só uma correcção: sessão legislativa e não legislatura. A sessão acaba em 22 de Julho, a legislatura daqui a 3 anos. Submetidas antes do verão ou logo a seguir, com certeza as iniciativas legislativas poderão ser discutidas nesta legislatura, a partir do começo da próxima sessão legislativa a 15 de setembro.
(E, sim, publicada em DR a alteração ao código civil que permite o acesso ao casamento civil a casais de pessoas do mesmo sexo, as prioridades de quem se preocupa com a melhoria da vida de mais gente e o mais rápido possível continuam a incluir,mais que nunca, os vários aspectos da parentalidade - com especial enfoque para a garantia dos direitos das crianças que jáexistem e que têm dois pais ou duas mães mas sem que um/a deles/as seja reconhecid@ -, uma lei de identidade de género, e uma alteração da lei da PMA. Para além, naturalmente, de todo o trabalho constante e persistente contra a homofobia e a transfobia, em todas as instâncias da sociedade. São lutas de tod@s, cada um/a travando-as à sua maneira, com os respectivos constrangimentos e as respectivas potencialidades).
Os direitos nunca são para amanhã, são sempre para ontem :-)
De fernando rosa a 1 de Junho de 2010 às 13:53
assim é que é, nem mais..... como diz o ditado: "quem fala assim não é gago".
De burns a 1 de Junho de 2010 às 14:46
eu não sou homofobico,não me podem é obrigar a ser homofilico, e isso nenhum decreto de lei pode fazer
se acha que a sociedade portuguesa não tem mais com que se preocupar é porque vive num mundo paralelo
essa problemática só surge com o único objectivo de desviar atenções para a grave crise social e económica em que mergulharam o pais
o resto é espuma
De nuvens de fumo a 1 de Junho de 2010 às 15:30
A sua preocupação funciona em modo monoprocessamento, como alguns sistemas operativos.
Sabe os sistemas operativos modernos são multi processamento.

Em vez de ou...ou temos e...e...e...e...e
Eu considero que a alteração à lei da PMA (procriação medicamente assistida) é prioritária. A adoção é algo que dificilmente afetará alguém, pois que os serviços de adoção continuarão a discriminar contra os homossexuais.
Mas a alteração à lei da PMA terá que garantir que os tratamentos de PMA serão pagos por quem os quiser, e não pelo Estado. Todas as pessoas devem ser livres de aceder à PMA, sim - mas à sua própria custa.
De nuvens de fumo a 1 de Junho de 2010 às 15:26
O custo daquela treta é uma vergonmha tendo em conta a dificuldade técnica ( mínima) e a tecnologia usada ( com décadas) , por isso estamos a falar de chular as pessoas e obriga-las a pagar uma fortuna no privado por tecnologia standart, conhecimento mais do que dominado e responsabilidade perto do zero.
mais ainda, num país que necessita urgentemente de crianças qual o problema com a inseminação ?
Pessoalmente o que eu quero é que com barrigas próprias de aluguer com bancos de esperma ou com amigos , tenham filhos senão estamos todos tramados.
Este moralismo dos custo quando falamos de gerações futuras confunde-me muito.
De burns a 2 de Junho de 2010 às 13:40
concordo consigo em quase tudo,só me faz 1 pouco de confusão essa treta das barrigas de aluguer,faz lembrar os carros de substitução que as companhias de seguros nos dão,é ver quem mais acerta nos buracos da estrada
não esquecer que no meio disto tudo há crianças e que elas deveriam ser o mais importante
De Anónimo a 1 de Junho de 2010 às 17:54
Coisas que não entendo:
Com uma lei de "identidade de género" (isso será como? características físicas actuais ou tendência sexual? e se for palas características físicas, como se comprova, o candidato submete-se a um exame ou basta a sua palavra?) e não teria sido mais correcto essa lei preceder o casamento? é que, pelo menos nalguns casos, com a mudança de identidade de género, o casamento passa a ser entre pessoas de sexos diferentes.
Ou não é nada disto?
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