Segunda-feira, 16 de Novembro de 2009
Ana Vidigal



Palmira F. Silva

Hoje lembrei-me disto!


vamos ter mais um prós e contras hoje na rtp sobre o casamento de pessoas do mesmo sexo. como perderam estrondosamente o primeiro, em fevereiro deste ano, os que se lhe opõem e que passaram o ano todo (a década toda) a dizer que o assunto não lhes interessa e que falar dele desvia a atenção dos assuntos 'importantes' conseguiram convencer a rtp a fazer um debate de tentativa de desforra, com o pretexto do politicamente morto referendo. lá vamos ouvir o sempiterno estribilho do 'ataque à família' por parte daqueles que mais não fazem -- dir-se-ia que tiraram a vida para isso -- que atacar as famílias dos outros, ou seja, aquelas que se não conformam com a ideia que os primeiros querem impor a todos do que é a família 'certa'.

 

para esta gente, são tão 'erradas' as famílias monoparentais como as uniões de facto como as de divorciados que se voltam a casar. como são erradas as famílias dos que não têm filhos, como são erradas as famílias de casais do mesmo sexo. é um discurso que em nome de uma ideia de harmonia e de bem coloca grande parte do mundo -- das pessoas -- 'de fora'. um discurso de exclusão e -- é preciso admiti-lo e lembrá-lo -- portanto de ódio. um discurso que não procura pontes, identificações e solidariedades, mas se compraz na definição das diferenças e das distâncias. um discurso que não se contenta em tentar convencer os outros da bondade da sua mensagem, mas forçá-los a vergarem-se a ela pelo poder de leis discriminatórias e exclusivas.

 

é isso que vamos de novo ver e ouvir esta noite: o discurso dos que querem excluir contra o discurso dos que querem incluir. os que se consideram escolhidos e detentores da dignidade contra aqueles que apenas se toleram.

 

é, assim tão simples: vamos ter de um lado os que desrespeitam radicalmente os outros afirmando que a igualdade é um desrespeito e do outro os que exigem respeito por todos. as famílias 'certas' contra as famílias 'erradas'. de que lado está?


 (e por favor façam um hino da juventude novo)


João Pinto e Castro

Não é justo dizer-se que a investigação judicial portuguesa não obtém resultados.

Sem Casa Pia, Maddie, Apito Dourado, submarinos, Freeport, Media Capital ou Face Oculta, de que viveriam os nossos media? A nossa justiça, baça em matérias da sua estrita competência, brilha a grande altura na produção de conteúdos.

Fugas de informação ajudam a vender muito papel e muito espaço publicitário. Querem fazer umas continhas para estimar quanto vale 1% de audiências (1 GRP em jargão técnico) em horário nobre de televisão?

Deveremos então acreditar que essas fugas são gratuitas? Será que, por definição, não pode haver corruptos nos órgãos encarregados de investigar a corrupção?

Acresce que, ao contrário de muitos dos alegados crimes que têm vindo a público, estes, ao menos, nós temos a certeza de que sucederam, embora ignoremos as suas motivações e contrapartidas.
 


"Aparecem relatos de escutas que indicam que José Sócrates terá mentido ao Parlamento ao negar ter interferido no negócio da TVI, e a discutir “ajudas” ao “amigo Joaquim”. De imediato, inciou-se uma discussão acerca da legalidade das ditas escutas: há quem diga que são legais, e portanto passíveis de serem usadas como prova, e quem negue essa legalidade, dizendo que terão de ser destruídas. Essa é uma discussão importante, mas apenas relevante para saber se Sócrates deverá ou não ser alvo de um processo judicial. O facto de as escutas serem ou não legais é absolutamente irrelevante para o nosso julgamento do que lá é revelado. Elas poderão não ser suficientes para pôr Sócrates em tribunal. Mas, a confirmar-se que elas dizem o que se diz que dizem, elas são suficientes para nós sabermos que Sócrates mentiu ao Parlamento, para sabermos que interferiu em negócios privados, e para sabermos que usa o poder para o qual foi eleito para dar “ajudas” a “amigos” como “o Joaquim”. São suficientes para nós formarmos uma opinião sobre o carácter duvidoso do Primeiro-Ministro, e emitirmos um julgamento sobre a forma como ele usa o poder"

 

Se conhecessemos a realidade do que é dito nas escutas, a discussão sobre o modo como tinhamos tido a determinada informação pertenceria apenas ao domínio legal. A violação do segredo de justiça seria grave, errada, criminosa, inadmissível, etc, mas o simples facto de se passar a saber algo tornaria difícil não confrontar o PM com a realidade revelada. Sim, aqui o Bruno tem alguma razão: em certas circunstâncias, a legalidade da coisa passa para segundo plano, ou melhor, torna-se irrelevante; a legalidade não anula todos os factos.

Ver mais... )

 


Rogério da Costa Pereira

Tenho andado, de dia para dia, para escrever algo sobre a questão daS faceS ocultaS dos últimos dias, mas a falta de tempo - e acima de tudo a falta de paciência - não mo têm permitido. E não seria ainda hoje; sucede que reparei que a João, a propósito de outro assunto, resume tudo numa frase dirigida aos nossos esforçados media: "Ao menos esperem pela autópsia antes de potenciarem suspeitas que, até ver, são perfeitamente infundadas e constituem, de facto, um atentado à saúde pública". A frase vinha a propósito da gripe A e da actuação dos media, mas serve como uma luva - é aliás a frase perfeita - para caracterizar a forma como os media têm tratado o caso Face Oculta. 

 

Quanto ao Segredo de Justiça, continua como dantes. Tudo como sempre, aliás:

" (...) foi uma torrente contínua de violação ao segredo de Justiça: antes de Leonor Beleza ter sido notificada da acusação, esta foi publicada integralmente em todos os jornais; a LUSA difundiu-a pelos meios de comunicação social, as rádios e as televisões divulgaram-na perante os portugueses. (...) Na tarde em que Leonor Beleza foi pronunciada, à porta do Tribunal, (...) foi chamada de "assassina", foi impedida de dizer uma palavra em sua defesa e só não foi agredida porque advogados e jornalistas a protegeram a todo o custo (...) " - Proença de Carvalho, artigo publicado no "Público", 4 de Novembro de 1996;

"É público e notório que o segredo de Justiça tem sido abertamente violado (...) Não uma mas muitas vezes" - António Ribeiro Ferreira, DN, 4 de Novembro de 1996.

 

Há remédio? Não, não há. Actualmente, é permitido aos media, cantando e rindo e gozando, fazer o inaudito: violar o segredo de justiça e fazer disso notícia - uma espécie de dois em um: é notícia a notícia e é notícia o facto de a notícia ser notícia.

 

E assim, temos a justiça transformada numa espécie de abertura snuff  (na acepção fílmica) de telejornais. É claro que a justiça (não merece maiúscula) é a principal responsável - as fotocopiadoras não têm perninhas nem vontade própria. Neste caso, então, é gritante a forma como o actual estado de coisas é pacifico. Arrasadoramente pacífico. Neste caso, houvesse vontade, as fontes seriam facilmente descobertas, que o processo - pelo menos a parte daquelas escutas - ainda não chegou às partes e às suas largas costas. 

 

Mas não, mais vale assumir - logo à cabeça - a impossibilidade da coisa. Aliás, este país está cheio de finais impossíveis, tanto que até o facto de ser um país parece uma impossibilidade, um claro erro de casting. A relação entre a justiça  e os media, se podia resultar em algo saudável - particularmente para a primeira, caso resolvesse adaptar a linguagem -, surge como uma relação de cumplicidade criminosa.

 

Tudo como que num circo de feras, gladiadores, césares. Tudo a fervilhar, como que numa sopa esquecida ao sol. Até ao dia em que aquilo que só acontece aos outros nos aconteça a nós. Parece restar-nos - parece ser mesmo essencial - que nos aconteça a nós sermos os violados pelo segredo de justiça (sim, que a expressão, ironicamente, ganhou esta carga).  Talvez nesse dia desça uma luz.


"(...) What about the deficit? What about the debt? These questions are unavoidable, so let’s answer them.

 

First, the deficit and the public debt of the U.S. government can, should, must, and will increase in this crisis. They will increase whether the government acts or not. The choice is between an active program, running up debt while creating jobs and rebuilding America, or a passive program, running up debt because revenues collapse, because the population has to be maintained on the dole, and because the Treasury wishes, for no constructive reason, to rescue the big bankers and make them whole.


Ver mais... )

continuando com as minhas habituais barafustações em relação às prestadoras de serviços de comunicação, venho por este meio denunciar esta coisa espantosa que é, de cada vez que venta com mais assertividade ou, como é o caso de momento, chove como deus a deu, a porcaria da antena parabólica da zon que já foi da pt fica sem préstimo e a única hipótese de resolver o assunto é esperar que pare de chover (portanto não resolver o assunto) ou mandar vir uma equipa técnica que não só virá a minhas expensas como quando vier já parou de chover (já deve ser verão outra vez, até) e não terá nada para arranjar. raaaaaaiva. roubo na auto-estrada.


Christian Vanneste de seu nome, deputado da UMP, deve ter tocado em todas as cretinices associadas à homossexualidade. É ver para crer (ando a usar muito esta expressão).


Leio aqui a entrevista ao Jardel e reconheço nela muitas dores, homens, mulheres, à altura do chão, por terem largado a vida ao vício, por uns anos pessoas estrangeiras nas suas pátrias, pátrias de afectos, pátrias de compromissos. Há pessoas a quem a vontade, a sorte, a vida, os amigos, o dinheiro até, permitem um dia encontrar por um tempo demorado um espelho e nele o sentimento próximo da morte que é a vergonha e a doença que predomina todas as doenças, a solidão.

Jardel é entrevistado e o título abusivo da peça é "luto todos os dias para não me entregar ao diabo". Lê-se cada uma das suas respostas e sente-se a resistência do jogador, que mereceu uma canção do Rui Veloso, a falar sobre a sua queda, mas o jornalista insiste como termos que são facadas para quem já viu alguém passar por uma depressão ou já a sentiu na pele e está perante uma pessoa a querer levantar-se e seguir em frente. Pergunta-se: "que aconteceu para se perder?" Jardel pede para não falar nisso. Diz que não quer falar nos problemas pessoais. Mas o jornalista prossegue: "mas esses problemas já acabaram? Já está tudo curado? Curado de todos os males?" A última pergunta é particularmente culpabilizante. O jogador defende-se em frases curtas, diz que tem de tocar a bola para a frente, mas é-lhe atirado à cara que "passou por uma fase péssima, de depressão profunda". Nesta altura Jardel ou a memória da dor de Jardel rende-se - como já vi muitas memórias rendidas - e desabafa que sim, e procura a empatia de um lugar paralelo, diz que Enke também sofreu, mas que nunca chegou àquele ponto de...

Neste momento sei da dor de Jardel e sei da solidão demasiado ruidosa que a sua cabeça atravessou, para se dizer vou seguir em frente como sei. É neste momento que ao ler o jornalista a metralhar Jardel perguntando: qual ponto? Suicídio? Passou-lhe alguma vez pela cabeça.., procurando um título para entrevista que respeitasse ao lado negro do jogador que sempre vende mais do que o lado da sua esperança, que sinto um soco final no estômago e ponho fim à leitura.

Espero que Jardel não tenha ficado muito tempo a pensar nos seus demónios à conta da entrevista que consentiu. Espero que Jardel marque golos. Assim como quem saiba do que ele sente e dê pela sua vontade.


Será justificável que todos os serviços noticiosos televisivos da manhã abram com a "notícia" (que também invade os jornais online) que afirma "Uma grávida de 34 semanas perdeu o bebé no sábado, três dias depois de ter sido vacinada contra a gripe A(H1N1). Os familiares suspeitam que os dois factos estejam ligados, mas o hospital diz não ser possível estabelecer essa relação."? Será que os media não aprenderam nada com a situação recente da criança que morreu com gripe A? Durante 2 dias, antes de se conhecer o resultado preliminar da autópsia que apontava para a existência prévia de uma cardiopatia, o barulho mediático só teve como resultado o pânico generalizado. Agora pretendem o quê? Ao menos esperem pela autópsia antes de potenciarem suspeitas que, até ver, são perfeitamente infundadas e constituem, de facto, um atentado à saúde pública.

 

Adenda: acho espantosa a reacção que este post provocou num jornalista (com especiais responsabilidades, diga-se).

 

José Manuel Fernandes afirma "A histeria dos media é proporcional ao espectáculo mediático que a ministra manteve durante semanas. Apenas isso. ". Já agora, a minha resposta a isto foi "curiosa observação. «Amor com amor se paga» é o que pretende dizer? (e muito haveria a dizer sobre esse paralelismo)"


Palmira F. Silva

Bem-vindos à era do TwitOnMyFace, Twomph. Stephen Fry, o da eloquência brlhante, atingiu um milhão de seguidores no Twitter. 


tags:

"O Eurostat revelou hoje os dados preliminares do crescimento económico na Zona Euro e na União Europeia a 27, ambas mostrando crescimentos trimestrais. Portugal está entre os países que mais cresceram no terceiro trimestre, quando comparado com o trimestre anterior. A economia nacional expandiu-se 0,9%, contra os 0,4% de média da Zona Euro. A única economia da União Europeia que cresceu mais do que Portugal foi a Eslováquia, com o PIB a aumentar 1,6% em relação ao segundo trimestre. A Áustria cresceu a um ritmo igual ao português, 0,9%, recorde da Zona Euro"

 

Campos e Cunha e César das Neves pedem cautela. Frasquilho desvaloriza. Há economistas que só se entusiasmam quando ameaçados pelo Apocalipse. Quando a única ideia que defendem é que este governo é um desastre, outra coisa não seria de esperar. O fim do mundo não é algo empiricamente verificável, é o pressuposto das suas "análises".


(Isto é uma) Questão política: termo inventado por Pacheco Pereira — e rapidamente interiorizado por quase todo o PSD— que pretende conferir elevação, seriedade  e sentido de Estado à calúnia e à difamação de determinados adversários políticos. É normalmente utilizada quando não se tem qualquer projecto político e quando a única coisa que sobra é o desejo de poder e o ódio ao adversário.

 

Exemplo prático:

 

1) Há um conjunto de pessoas que têm informação privilegiada sobre um determinado processo e que usam o seu poder plantando notícias nos jornais. Esta prática constitui um abuso de poder, pois viola o "contrato social" que rege a sua profissão.

 

2) Perante a violação cirúrgica e interessada do segredo de justiça, os seguidores do "isto é uma questão política" desvalorizam o modo como a informação é produzida e centram-se exclusivamente no seu conteúdo: "diz-se que se falou do amigo joaquim", "diz-se que existem indícios de práticas de crime". Diz-se. Ponto. E, perante isto, exigem que o primeiro ministro esclareça as dúvidas todas.

 

Os seguidores do "isto é uma questão política" esquecem-se de uma coisa fundamental. O modo como a informação foi produzida está longe de ser uma questão menor. Sem o enquadramento normativo que deve reger o funcionamento da Justiça, sem os tais "mecanismo formais" que alguns insistem em desvalorizar,  não há — não pode haver — "provas" ou um "factos"; há apenas boatos, insinuações e coisas que tal. Respeitar e defender o Estado de Direito implica — exige — a sacralização desses procedimentos. Há formas que também são conteúdo.

 

É certo que a informação que resulta de violação do segredo de justiça cria  "factos políticos" que afectam a credibilidade do primeiro-ministro. Mas estamos perante juízos de facto e não de jure, que não colocam o visado numa posição de devedor perante a opinião pública portuguesa — a tal que existe em todos os cafés, esplanadas e autocarros deste nosso Portugal. Neste caso, os únicos devedores são os responsáveis pelo sistema de Justiça. É a estes — e só a estes — que cabe esclarecer os portugueses.

 

Pinto Monteiro falou ontem, e disse não haver indícios que justifiquem uma investigação criminal. Num Estado de Direito isto devia bastar.


João Galamba
"O Estado de Direito existe para que a inocência não seja sacrificada. Mas este é apenas um aspecto do Estado de Direito. Um outro que lhe está intimamente associado é este: o Estado de Direito não tolera a impunidade. A violação do Direito implica a correspondente punição. O estado de impunidade não é um Estado de Direito. Mesmo que aí a inocência não seja sacrificada.É um espectáculo miserável ver a Espada sem Justiça; é um espectáculo degradante ver a Justiça sem Espada."

 

O Miguel Morgado está indignadíssimo com a generalização da impunidade e com a degradação do Estado de Direito que daí resulta. Que eu saiba, o único crime verdadeiramente impune é a violação do segredo de justiça. Infelizmente, algo que me diz que não foi este crime que motivou o post do Miguel.



Ana Vidigal

para ler os delírios

 

(Nota: enquanto fazia este post o texto que lhe deu origem foi revisto, mas "esmiucem" a caixa de comentários..."para bom entendedor meia palavra basta". Já agora convém referir que o polipropileno é também utilizado no fabrico de bumerangues)


Os debates Intelligence2 da BBC são a versão inglesa dos Prós&Contras em que o tema da semana é apresentado na forma de uma moção que vai a votos na audiência. A semana passada a moção esmiuçada foi «Será a Igreja Católica uma força para o bem no Mundo?». Contra a moção, uns fantásticos e eloquentes Christopher Hitchens e Stephen Fry, que esmagaram literalmente um discípulo de Bento XVI, o arcebispo John Onaiyekan, e a deputada ultra conservadora Ann Widdecombe que a defenderam.

 

Como refere o católico Andrew Brown, a votação dá uma ideia do que aconteceu: antes do debate a favor,678, contra,1102 e 346 indecisos. Após o debate,  34 espectadores continuavam indecisos mas apenas 268 apoiavam a moção e uns espantosos 1878 partilhavam a posição de Hitch&Fry. Vale a pena assistir na íntegra ao debate, o melhor debate a que me lembro de alguma vez ter assistido.

 

Ou então, faça pause e veja aqui em suaves prestações.


tags:
Autores
Alexandra Tavares-Teles
Ana Matos Pires
Ana Vidigal
Diogo Serras
Domingos Farinho
Fátima Rolo Duarte
Fernanda Câncio / f.
Filipe Nunes
Gonçalo Pires
Hugo Mendes
Inês de Medeiros
Inês Meneses
Irene Pimentel
João Cóias
João Galamba
João Pinto e Castro
Maria João Guardão
Mariana Vieira da Silva
Palmira F. Silva
Paulo Côrte-Real
Paulo Pinto
Shyznogud
Tiago Julião Neves

Arquivo

Isabel Moreira

Miguel Vale de Almeida

Rogério da Costa Pereira

Rui Herbon

correio | twitter | facebook

Fevereiro 2012
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4

5
6
7
8
9
11

12
13
14
15
16
17
18

19
20
21
22
23
24
25

26
27
28
29


artigos recentes

o piegas coelho

"Sit Ubo Sit!.Good dog!!!...

joão duque,

Populus in res publica su...

Os Cinco Pecados Mortais ...

Os Cinco Pecados Mortais ...

AT/DT

Todos os dias há uma nova

Hum, como falar do assunt...

Leituras: History Will Te...

João Fernandes no Reina S...

O tempora! O mores!

...

Antoni Tàpies (1923- 2012...

A bem da minha úlcera vou...

últimos comentários
De acordo quanto à pieguice, porque é dela que der...
Eu não sou contra ESTE acordo ortográfico. Sou con...
Merdia - contracção entre a palavra merda e media,...
Carlos.Portanto, você já leu uma "montanha de espe...
Dona Fernanda,pode explicar-me, por favor, o que s...
Dois extensos lençóis desfiando argumentos puramen...
Que tema apaixonante! Nunca tinha visto tamanhos "...
Muito bem ! Argumentar contra o conformismo é sem...
Bom, falta acrescentar que, do ponto de vista dos ...
f. <-> 31 - amor de perdição!
arquivo
tags

todas as tags

outros lugares
Subscrever feeds