Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

jugular

Rogério, ontem, lá na tua terra, foi a propósito deste poema que eu disse "cabrão do Auden"

Stop all the clocks, cut off the telephone,
Prevent the dog from barking with a juicy bone,
Silence the pianos and with muffled drum
Bring out the coffin, let the mourners come.

 

Let aeroplanes circle moaning overhead
Scribbling on the sky the message He Is Dead,
Put crêpe bows round the white necks of the public
    doves,
Let the traffic policemen wear black cotton gloves.

 

He was my North, my South, my East and West,
My working week and my Sunday rest,
My noon, my midnight, my talk, my song;
I thought that love would last for ever: I was wrong.

 

The stars are not wanted now: put out every one;
Pack up the moon and dismantle the sun;
Pour away the ocean and sweep up the wood.
For nothing now can ever come to any good.

 

(pode ser lido aqui)

Em defesa da memória

A implantação da República foi um bambúrrio, diz-se. Mas não se esqueçam de que tudo estava preparado por dentro para esse bambúrrio ... bastou o estrondo para desabar o trono. Raul Brandão- (na foto, José Relvas proclama a República à varanda dos Paços do Concelho em Lisboa)

Durante a minha estadia nos Estados Unidos, fiquei surpreendida pelo conhecimento de história do país demonstrado pelos meus colegas de laboratório, conhecimento adquirido nas aulas de História no ensino básico e secundário. É certo que para muitos a História norte americana iniciava-se com a colonização europeia do continente e visitei no Arizona ruínas «pré-históricas» dos Hohokam ou Anasazi que descobri serem datadas dos século XIV-XV. Mas durante as celebrações do 4 de Julho pude confirmar que todos sabiam exactamente e com todos os pormenores o que se tinha passado nesse dia no ano de 1776, data em que o Segundo Congresso declarou oficialmente a independência das Treze Colónias e sabiam que em 3 de Setembro de 1783 o Reino Unido reconhecera oficialmente a derrota no Tratado de Paris. Hoje, a escassos meses da data que assinala os 100 anos da república, pergunto-me quantos de nós se inquiridos poderiam responder com a desenvoltura dos meus amigos americanos sobre os detalhes da data que se assinala.

 

Pág. 19/19

Arquivo

Isabel Moreira

Ana Vidigal
Irene Pimentel
Miguel Vale de Almeida

Rogério da Costa Pereira

Rui Herbon


Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Comentários recentes

  • Anónimo

    Pode dar mais detalhes?

  • Paulo Pinto

    por acaso, a expressão do "saber só de experiência...

  • Luís Lavoura

    o melhor método que temos à nossa disposição para ...

  • Luís Lavoura

    É preciso um certo cuidado, pois o facto de algo n...

  • Filipe Gomes

    O problema das medicinas alternativas é o facto de...

Arquivo

  1. 2017
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2016
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2015
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2014
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2013
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2012
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2011
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D
  92. 2010
  93. J
  94. F
  95. M
  96. A
  97. M
  98. J
  99. J
  100. A
  101. S
  102. O
  103. N
  104. D
  105. 2009
  106. J
  107. F
  108. M
  109. A
  110. M
  111. J
  112. J
  113. A
  114. S
  115. O
  116. N
  117. D
  118. 2008
  119. J
  120. F
  121. M
  122. A
  123. M
  124. J
  125. J
  126. A
  127. S
  128. O
  129. N
  130. D
  131. 2007
  132. J
  133. F
  134. M
  135. A
  136. M
  137. J
  138. J
  139. A
  140. S
  141. O
  142. N
  143. D

Links

blogs

media