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jugular

Rolling Stones & Guns n' Roses: Salt of the Earth

 

Let's drink to the hard working people

Let's drink of the lowly of birth

Raise your glass to the good and the evil

Let's drink to the salt of the earth

 

Say a prayer for the common foot soldier

Spare a thought for his back breaking work

Spare a part for his wife and his children

Who burn the fires and who still till the earth

 

And when I look into the this faceless crowd

A swirling mass of gray blue Black and white

They don't look real to me

In fact, we all look so strange

 

Raise your glass to the hard working people

Let's drink to the uncounted heads

Let's think of the wavering millions

Who need leading but get gamblers instead

 

Spare a thought for the stay-at-home voter

His empty eyes gaze at strange beauty shows

And a parade of the gray suited grafters

A choice of cancer or polio

 

And when I look into this faceless crowd

A swirling mass of grays and Black and white

They don't look real to you

Or do we look too strange

 

Let's drink to the hard working people

Let's think of the lowly of birth

Spare a thought for the rag taggy people

 

Let's drink to the salt of the earth

Let's drink to the hard working people

Let's drink to the salt of the earth

Let's drink to the three thousand million

Let's think of the humble of birth

A verdade, sempre a verdade, pois então.

No início da tarde vi esta tuitadela onde o Carlos Vaz Marques chamava a atenção para a letra do hino de campanha do PSD. Lá fui ao site e confirmei - de ouvido, pois a letra não estava escrita.

 

Umas horas depois li no Público a notícia que dava conta do facto: «o “Jingle Legislativas 2011” (...) tem uma gafe. No refrão principal, diz que “está na hora de mudar... o Passos Coelho”.». Passado algum tempo nova notícia no Público, desta vez referindo que a letra dizia "com" e não "o" e que «Fonte da direcção social-democrata assegurou PÚBLICO que “essa a versão de sempre” da música intitulada “Portugal Forte”.» (o sublinhado é meu).

 

Lá voltei ao site e reparei nalgumas alterações, agora a letra da musiqueta aparecia por escrito. Ouvi de novo. A bota não bate com a perdigota, meus senhoras, o que está escrito não coincide com o que é cantado, ora oiçam - e emendem mas, a bem da dita da verdade, não façam dos outros estúpidos, pode ser?

 

Nota: para não passar por aldrabona, e antes que a correcção da gaffe - espero! - se faça, deixo a versão que está no YouTube.

 

Adenda: Continuação da borrasca.

Velhas discussões e, infelizmente, velhas posturas

 

Sem surpresa mas com tristeza encontrei, ontem, este comunicado da CGTP sobre a campanha do Alto Comissariado da Saúde. Traduzindo o texto por miúdos o que esta central sindical defende na prática é que os trabalhadores do sexo continuem a ser ilegais, sem qualquer direito ou protecção. A moralzinha de pacotilha tem destes paradoxos.

 

Recomendo vivamente a leitura do relatório "Recommendations of the European Conference on Sex Work, Human Rights, Labour and Migration".

 

Adenda: tinha-me esquecido que no passado dia 24 de Abril coloquei online um muito pertinente texto de Alexandra Oliveira sobre o mesmo tema, era reacção à posição do PCP mas aplica-se na perfeição à da CGTP (clicar na imagem para ler melhor).

 

Isto é bom demais para não ser partilhado

Coloca os pés em cima da secretária e deixa tocar em fundo a mesma canção dos ABBA que tinha na cabeça naquele encontro quando desafiou Pedro Passos Coelho para se assumir como líder do PSD. «Voulez-vous? Ain't no big decision, you know what to do, la question c'est voulez-vous, voulez-vous?»

 

P.S. - respirei fundo três vezes para não me mandar à do "encontro viril"...

Pág. 22/22

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