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O que deve preocupar os portugueses não é que exista um que ache que a adopção por casais homossexuais é contra o criador. Isso é liberdade de expressão. Basta discordar. O que deveria preocupar os portugueses é que esses portugueses integrem a maioria que hoje chumbou tais propostas de lei no Parlamento.
Mas isto se calhar já é muita filosofia para aqui.
Sara Falcão Casaca, no DN de hoje
Quem ouvisse as intervenções da bancada do PS durante o debate dos projetos sobre adoção ficaria convencido que era uma bancada unânime ou, pelo menos, maioritariamente contra. Chegado o momento da votação constata-se que, pelo contrário, a maioria dos deputados do PS votou a favor destes projetos. Porquê, então, aquele "monocromatismo" no debate?
Ah! Que vergonha, PCP!
Citando a ILGA, "Recebemos hoje [ontem] a confirmação: o nosso esclarecimento foi partilhado com todos os deputados da Comissão de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias (e está disponível no site do Parlamento, no link).
Ou seja, acabaram-se as desculpas. O voto na 6ª feira será consciente: a escolha é mesmo entre a responsabilidade ou a agressão às nossas famílias. Parece simples.".
Assim é mesmo má fé e demagogia. "Se uma mulher morreu por aborto (clandestino) antes de 2007 e uma mulher morreu por aborto (legal) depois de 2007, o que é que mudou com a nova lei? Se é para recordar tudo, então recordemos tudo.", diz o Pedro. Errado, não morreu uma mulher por aborto clandestino, em 2005 morreu uma adolescente de 14 anos e, que se saiba, foi a última, de muitas, a morrer na sequência de um aborto praticado em condições de precariedade médica. Entretanto onde está a morta pós 2007? Pergunto porque gostava mesmo de saber pormenores, de parto sei morreram.
Adenda: Já era muito tarde qdo escrevi o post e não fui à procura de dados, aqui fica agora uma informação que a Shyznogud deixou na caixa de comentários "Podes informar o Pedro que entre 2001 e 2007 - período de 6 anos, portanto - estão contabilizadas, nos números oficiais, 14 mortes por aborto ilegal.".
Na peugada da ministra Cristas vem agora Duarte Marques: “Sobretudo é uma questão de fé e de acreditar que é possível”, diz a propósito do combate ao desemprego jovem. Esta gente está a passar-se, só pode.
Isabel Moreira
Miguel Vale de AlmeidaRogério da Costa Pereira
Rui Herbon
Insisto: se citar autores é plágio então estamos c...
Preferem insultar e discutir o conceito de plágio....
De facto, extraordinário. O plágio é um horror, ma...
Por favor, uma moedinha para ajudar a pagar a...
Ainda me há-de indicar essas tão progressistas med...