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Época (de câmara) Escura

O FIM DO CÂMARA CLARA

Caros amigos, o Câmara Clara e o Diário Câmara Clara terminam no fim de 2012. Esta decisão foi comunicada a Jorge Wemans, em junho deste ano, quando era ainda diretor da RTP2.

Foi, para mim, um enorme privilégio trabalhar sobre as obras das muitas centenas de criadores, artistas e investigadores de que o Câmara Clara se ocupou ao longo dos últimos seis anos e meio. Um enorme privilégio trabalhar com os excelentes profissionais que integram a equipa do Câmara Clara, externa à RTP. Um enorme privilégio trabalhar com os profissionais da RTP que exemplarmente cumpriram a sua parte na produção e na realização do programa. 


Orgulho-me do serviço que prestámos. Um serviço que é uma das faces, em meu entender inegociável, do serviço público de televisão.

É com naturalidade que aceitamos a ideia de que haja quem pode cumprir melhor a missão que nos estava atribuída. O futuro o dirá. A questão que se coloca agora não é, portanto, a do fim do Câmara Clara nas suas versões semanal e diária. A questão, premente, é a de saber que meios, que espaço e que visibilidade reserva o serviço público de televisão à cobertura de uma das áreas nevrálgicas do desenvolvimento do país: a inovação nas artes e nas ideias e a conservação do nosso extenso e precioso património cultural - da literatura à arquitetura.

A si, que nos acompanhou durante todos estes anos, agradecemos a atenção e a confiança. Foi sempre a pensar em si que cultivámos, com exigência e rigor, a clareza na comunicação daquilo que, acreditamos, deve ser acessível a todos. Até sempre.

Paula Moura Pinheiro
(Imagem e texto de PMP retirados do Facebook do Câmara Clara)

Até no Burkina Faso

O Diário Económico resolveu trazer para a capa uma manchete muito intrigante. Intrigante porque li de fio a pavio o Education at a Glance 2012, a suposta fonte de tão surpreendente afirmação, sem deparar com semelhante coisa. Peguei outra vez nos ficheiros excel do relatório e, como expectável, confirmei que a dita cuja manchete é totalmente falsa. Já a notícia que supostamente apoia a manchete é um tratado de como bem aldrabar o leitor sem incorrer em mentiras. Passo a explicar, começando pelo parágrafo mais enganador:

 

"Actualmente, é o Estado que financia na totalidade a escola pública até ao 12º ano, ano em que termina a escolaridade obrigatória, uma característica que Portugal partilha apenas com a Suécia."

 

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