De Pedro a 29 de Julho de 2010 às 12:37
De Romeu a 29 de Julho de 2010 às 18:58
Não tiveram tempo?!
Então que andaram a fazer ao longo de 6 anos?
Você acredita em milagres? Acha que quem "não tem tempo" de interrogar o PM ao fim de 6 anos, o vai fazer num prazo decente, ou o vai fazer de todo??
Por favor...
De alves da silva a 29 de Julho de 2010 às 23:29
Parabéns pelo seu comentário. Gostava de o ter escrito.
essa dos procuradores já me mereceu um post mais acima . é a prova acabada de um processo de perseguição política . mas não ouviram o PM , pq ? quem os impediu ? e há impedimento legal de prorrogação de prazo? ao fim de tão curtos 6 anos? e agora tão impedidinhos vêm queixar-se em público? e as perguntas eram aquelas coisas patéticas? e explicitam-nas num despacho de arquivamento? isso para si é estado de direito? a mim, dá-me vontade de fugir.
Dr.ª Isabel Moreira desculpar-me-á, mas depois de tudo o que aconteceu, gravíssimo mesmo é ficarmos sem saber, quando afirma estarmos "num Estado de Direito", se está apenas a ser sincera, ou subtilmente irónica, ou clamorosamente inocente. Isso sim, é que pode ter consequências, no mínimo, gravíssimas.
claro, o MP é que tem sido inocentíssimo. face oculta, freeport, apito dourado, quer mais? uma isenção, uma competência técnica, todo um conjunto de recursos bem empregue. viva esse estado de direito, sim.
Parece-me que não me fiz entender de todo! Mas não estamos a falar do MESMO Estado de Direito? O que permite concluir definitivamente pela inocência de José Sócrates não é o que permite também a impunidade aos pulhas que infectam e desvirtuam o sistema de "justissa" português?? Se não me tiver explicado convenientemente desta, desisto...
De nuvens de fumo a 30 de Julho de 2010 às 13:03
Eu não percebo nada disto de direito ,mas para se ser inocentado não é coisa para se ter de ter sido acusado ?
Eu também fui ilibado do caso freeport, nunca tive nada que ver com aquilo, não sou testemunha, não sou arguido
.
percebe muito bem, como mostra, nuvens!
De Jose Basilio a 29 de Julho de 2010 às 12:53
Domingos Nevoa tambem e inocente :)
Afinal, José Sócrates não pode afirmar "finalmente", como fez anteontem, numa declaração à imprensa a propósito de uma nota difundida pelo Departamento Central de Investigação e Acção Penal sobre o despacho final do inquérito ao licenciamento do centro comercial Freeport, em Alcochete. O seu papel no processo está longe de estar esclarecido, entendem os procuradores do Ministério Público (MP) que dirigiram o inquérito, e foram apenas os prazos impostos pela Procuradoria-Geral da República para o fim do processo que impediram que ele fosse interrogado.
Publico
O nosso chefe é inocente!
O nosso chefe é inocente!
O nosso chefe é inocente!
Viva o chefe!!!
De
f. a 29 de Julho de 2010 às 19:14
tomo a liberdade, porq o vejo precisado, de lhe referir um destino de férias q é a sua cara. bardamerda, já oiuviu falar? tá cheio de gente como o pedro almeida.
e escusa de agradecer, o meu objectivo é a felicidade universal e sobretudo a reunião das famílias.
Só há uma pessoa aqui no jugular que conhece a minha cara e não é você. Por este motivo e pelo facto de já estar cheio de gente não vou seguir a sua recomendação.
pedro almeida, eu não respondo a canalhices. ou sabe ler ou não sabe ler. ou concorda ou discorda. o que está para aqui a fazer ultrapassa-me.
De joão a 31 de Julho de 2010 às 13:39
Mas respondeu! E com insultos!
Vá lá camaradas socretinas, mantenham a cabeça fria!
No mundo porco e sujo da política à momentos em que se tem de defender o indefensável! Contra tudo e contra todos!
É preciso é ter a cabeça fria e a coluna maleável.
Força!
De burns a 1 de Agosto de 2010 às 05:40
tenha calma
o homem só referiu a sua opinião,que pela sua reacção,atingiu no ponto a questão
o que é um facto é que os ultimos 20 anos do pm estão rodeados de duvidas e tudo desaparece como por magia,essa é que é a verdade
não vale a pena insultar
De alves da silva a 29 de Julho de 2010 às 23:31
A iirritação e a má educação da f. fazem prova plena da justeza do seu comentário. Não é preciso mais investigação. Parabéns.
De
f. a 30 de Julho de 2010 às 00:18
olhe, pedro almeida, o alves da silva já lá tá à sua espera. não
De j a 29 de Julho de 2010 às 13:20
Num estado de direito não se 'impõe' prazos aos procuradores para concluir a Acusação, ficando muita pergunta por fazer, conforme consta do que é dito pelos procuradores que a produziram.
Num estado de direito, mesmo com a Acusação já produzida, TODOS, e não só ´Sócrates', são ainda inocentes.
Se bem que, também TODOS, o podem deixar de ser, porque, como sabe melhor que eu, o processo apenas se concluiu no Inquérito.
De pedro a 29 de Julho de 2010 às 14:41
6 anos! Quereriam um prazo maior? O que será que os investigadores fazem na sua vida (durante seis anos)?
Também fazem parte do processo penal prazos, parece-me.
Aparentemente, o problema dos prazos (que não se cumprem) tornam a nossa justiça injusta e tristemente célebre.
Num estado de direito uma decisão processual deve ser respeitada. O resto são fezadas. Manter a suspeita de que Sócrates pode ser culpado porque não houve tempo para o interrogar é de rir às lágrimas depois de seis anos e de tudo o que se sabe.
Os senhores magistrados teriam feito melhor em ter ficado calados com este argumento rasteiro da falta de tempo - como quem diz "ah! malandro escapaste porque não tivemos tempo! Tiveramos nós mais uns anitos e apanhavamos-te!". E conseguem viver bem com as suas consciências e dormir tranquilos (como pessoas e como agentes da justiça)... Ou seja, conseguem ser agentes de justiça deixando escapar um criminoso depois de seis anos em que esse criminoso nem sequer foi suspeito nem acusado, mas mantendo a sua "fé" de que seria acusado se eles tivessem mais tempo... Isto faz algum sentido?
Sócrates nem sequer está ilibado, em rigor. Nem sequer havia uma suspeita (a não ser uma suspeita montada no esquema que se conhece e propalada impunemente pelos media alimentados pelo sistema da justiça). Portanto, até dizer que ele foi ilibado é incorrecto.
Sócrates foi linchado na praça pública. E injustamente, como se viu e como no fundo são sempre os linchamentos. Ora, o Estado de direito precisamente também defende os cidadãos dos linchamentos e da "justiça popular" e da justiça "espontânea". Ou não.
E quem vai remedear a situação para a pessoa Sócrates e família (já nem falo do Primeiro-Ministro)?
De j a 29 de Julho de 2010 às 19:07
meu caro, eu não falei em nenhum 'PM'.
e ou eu não sei ler o que você comentou ou você parece não conhecer que o MP tem uma estrutura hierarquizada e os procuradores não 'inventam' sobre o que não lhes respondem (pedidos rogatórios nunca respondidos...).
e o processo não demorou 6 anos...
porque mais de 4 esteve parado.
porquê?
se calhar foi porque os procuradores são uns malandros, como se comenta por aqui, e andaram a apanhar sol este tempo todo.
este tipo de comentários (e de postas...) não ajuda à objectividade...
mas, enfim, já enjoa ler certos comentários em que a emoção fala mais alto que a racionalidade.
olhe, vou mas é apanhar... sol.
mas um malandro, portanto.
De pedro a 29 de Julho de 2010 às 20:51
Os procuradores não são malandros (há-de haver alguns, de certeza, senão isto não era bem assim). Mas, porque esteve o processo parado 4 anos? Porque pára um processo 4 anos? 4. Não é 1, nem seis meses: são 4 anos. O que fizeram os procuradores deste processo durante 4 anos em que ele esteve parado?
Mistério.
E porque arranca o processo de novo ao fim de 4 anos? porquê 4 anos e não 3 anos ou 5 anos?
Pois eu duvido muito que haja pedidos rogatórios não respondidos (será possível alguém não responder e isso não ser tema de um telejornal da MMG?).
E duvido muito que tenha sido a hierarquização do MP que criou problemas (quando dá jeito há hierarquização, quando não dá, não há).
Para os cidadãos, em nome do qual a Justiça é feita, tudo isto é muito estranho. E para que isto pareça estranho basta uma pessoa não ter a "fé" e a suspeitazinha de que o Sócrates, esse malandro, escapou (porque, qual diabo à solta, pode tudo, mexe todos os cordelinhos, domina toda a gente incluindo uma hierarquia que às vezes existe, outras não é suficiente).
É estranho, de facto, porque é que demora 6 anos (incluindo os 4 em que esteve parado - e sobre os quais um cidadão comum tem todo o direito de se interrogar).
E, depois de demorar este tempo, os Produradores não tiveram tempo de fazer 27 perguntas. Uma pessoa que trabalhe num emprego normal seria despedida por menos.
Cuidado com o sol. Mesmo uma insolação não se deseja a um malandro (estou a citá-lo) - ou a um procurador, presumo.
pode haver pedido de prorrogação de prazo, sabe? tadinhos, os procuradores não sabiam, snif. e há um ano com poderes para ouvir quem quiserem, eles, a PJ, e agora vêm com esta. por favor..
Gravíssimo é, cara Isabel, mas não surpreende, vindo de quem vem.
Neste espaço também, e em inúmeros textos ou foruns, blogues e jornais, limitei-me a elencar tranquilamente os passos sinistros que a maioria da nossa comunicação ia seguindo para cooperar na tentativa ( falhada? a ver vemos...) de assassinato de carácter do Primeiro Ministro, como de resto já o tinha feito quando, já nos idos anos oitenta, coisa parecida mas menos grave foi feita com o Sá Carneiro porque não tinhamos as Moura Guedes e companhia (quase) ilimitada e a parafernália de meios de comunicação que hoje temos.
Na altura, eu era um tipo de direita ou até facho.
Nestes seis anos - aqui mesmo no JUGULAR - fui chamado de tudo, desde lambe-botas de Sócrates ou emplastro dele e da Fernanda Câncio.
No longínquo país onde estou de férias, choveram comentários, de portugueses mas não só, no meu hotel, estupefactos com a notícia da ilibação definitiva de Sócrates - e o resumo desses comentários pode assim ser feito:
"Seis anos de enxovalhos afinal dão nisto? Mas que raio de Justiça existe em Portugal? E o homem ( leia-se Sócrates) fica-se?".
Não se se ele se fica.
Pelo menos, tanto quanto sei, processou e muito bem alguns sujeitos e sujeitas que participaram activa e dolosamente neste homicídio mais que (des)qualificado.
E esses julgamentos, por difamação, acontecerão?
Quando?
A tempo de, em tempo útil, ser ao menos ressarcida a vítima?
Tenho dúvidas.
E a Isabel, como jurista que é, certamente terá, imagino eu, as suas dúvidas também.
Uma vergonha!
De LMr a 29 de Julho de 2010 às 16:29
Mas continuam a dar guarida a este ipo?
De augusto a 29 de Julho de 2010 às 13:35
Qualquer das hipoteses, sugeridas pelo Daniel são GRAVISSIMAS, e têm de ser cabalmente esclarecidas, nem os politicos estão acima das leis, NEM OS JUIZES.....
De Ricardo a 29 de Julho de 2010 às 14:37
Não percebo porque é que é incompatível com o estado de direito colocar a hipótese de alguém poder ser culpado, mas não ter havido ainda produção de prova suficiente para o demonstrar. Parece-me que os inspectores da Judiciária seguem este caminho todos os dias.
Já agora : existe alguma diferença formal, do ponto de vista jurídico, entre a inocência de Domingos Névoa e a inocência de José Sócrates? Não me lembro de ter visto por aqui alguém clamar contra a difamação de Domingos Névoa pelo vereador socialista da Câmara de Lisboa.
Já agora (II) : também não me parece que seja incompatível nem com o estado de direito nem com o regime democrático que alguém não vote em Sócrates por achar que a probabilidade de ele ser culpado é relevante, mesmo na ausência de prova. O estado está obrigado a tratar Sócrates como um inocente, mas os cidadãos em geral e os eleitores em particular nem por isso.
De alves da silva a 29 de Julho de 2010 às 23:27
Parabéns pelo seu comentário.
claro que os cidadãos são livres de pensarem o que quiserem. até podem ter a convicção profunda de que sócrates, à noite, vira lobo. a questão está em que há evidências a mais de que houve, aqui, perseguição política. é, claro, a minha opinião. respondo por mim.
De Ricardo a 30 de Julho de 2010 às 11:43
Eu por mim, não tenho razão nenhuma para acreditar que à noite Sócrates vira lobo.
Mas tenho muitas razões para acreditar que se devem evitar contar com o Primeiro-Ministro para :
- projectar uma casa (eu prefiro pedir isso a alguém que tenha um curso de engenharia que eu reconheço como tal)
- participar em qualquer actividade que exija sentido de estética (vejam-se as casinhas lindas da Guarda).
- fazer numa semana o que afirmou peremptoriamente na semana anterior
- não interferir com a comunicação social
- governar o país de forma sustentável
- não mentir aos portugueses
- não colocar os seus próprios interesses à frente dos interesses na nação
Aceito que a Isabel discorde da minha apreciação quanto à competência e elegibilidade do PM para realizar as actividades referidas.
Mas não acho aceitável que esta apreciação está ao nível de uma fé cega ou da história da carochinha (do lobisomem, neste caso).
De pedro a 30 de Julho de 2010 às 13:41
Claro. As suas convicções formadas sobre quem quer eleger como PM - mesmo até admitindo que V fosse do PS - são livres e podem ser fundamentadas nos "factos", nas informações ou nas impressões que quiser. E deveriam estar a salvo, isoladas, do "processo" (digamos "processo" para simplificar) movido pelos Media e por "mandantes" a Sócrates, dado que a Justiça não o fez (talvez quisesse muito muito muito mas não conseguiu arranjar maneira em seis anos).
Agora... os argumentos seguintes que apresenta para rejeitar Sócrates como PM são consigo... Embora todos eles sejam politicamente pouco interessantes.
Aceitemos que é verdade: "fazer numa semana o que rejeitou na semana anterior" não é uma originalidade deste PM, não foi o primeiro nem será o último.
Aceitemos que é verdade: "interferir na CS" - também não é uma originalidade deste PM. Mas está por demonstrar que S o faça mais e melhor que outros, ou até que tenha o poder para o fazer ao ponto fantasioso que por vezes vemos descrito, particularmente por personagens atormentadas (sobretudo porque não é simplesmente possível).
Governar o país de forma sustentável... o que é isto? o que quer dizer? como quer dizer muita coisa, aqui vislumbra-se uma possibilidade de argumento político com interesse. Mas convinha definir o que se entende por governar de forma sustentável.
Aceitemos que é verdade o que afirma: "não mentir aos portugueses". Também não é uma originalidade (será V ingénuo ao ponto de pensar que este é o único PM que terá mentido?), não foi o primeiro nem será o último. Mas, e estará realmente demonstrado que mentiu? E mentiu em quê? Quem disse que mentiu? E quem disse, demonstrou?
"Não colocar os seus interesses à frente dos da Nação"... não vejo onde isto possa ser demontrado, senão na base da fé e das convicções construidas de forma não objectiva.
Diz V que estas suas convicções não estão ao nível da fé cega (a fé cega, diz-se) ou da história da carochinha... Eu diria que estão, discordando. Mas, até nisso V é livre (e todos os nossos concidadãos) - e eu também de discordar. Eu diria que são "impressões" e ideias feitas, dentro da minha liberdade de comentar um concidadão. Votar na base de impressões é também um direito - e até é, provavelmente, assim que vota a maior parte das pessoas.
Os argumentos relativos à estética ou à competência em engenharia de JS são realmente politicamente desinteressantes: não há nada para discutir aqui.
Também podiamos ir ver como é que S tem a casa decorada (certamente não como V faria ou eu), os fatos que veste (isso já foram ver e parece que não são nada do género das casinhas da provincia), o carro que tem (ui... aí os portugueses são muito sensíveis), os livros que lê (ou leu), os filmes de que gosta (será que tem tempo de ir ao cinema?)... Estamos a falar de quê? Se formos por aí então há um terreno inesgotável a explorar em muitos outros políticos (talvez muitos da sua preferência, presumo, já que não prefere JS) e com resultados em muitos casos bem mais patuscos. Mas não vamos, certo?
A competência em engenharia? Claro que vistas assim, como a imprensa as mostrou, e como de resto podem ser vistas in loco, as casinhas são uma aberração (como muitas outras por esse país fora assinadas pelo "engenheiro desconhecido" ou simplesmente não assinadas). São um desgosto para qualquer cidadão que aspira a um país moderno e decente.
Mas, não há nada na sua vida de que se arrependa de ter feito? Como todos nós, há-de certamente ter mais jeito para umas coisas do que para outras.
Mas de que estou a falar? De política? Não.
Precisamente isto neste ponto deixou de ser um debate político. Para mais centrado demais num só homem.
De pedro a 30 de Julho de 2010 às 13:04
Claro que há uma diferença entre a inocência de Domingos Névoa e a inocência de Sócrates.
Domingos Névoa esteve realmente envolvido num processo foi investigado, e presumia-se inocente até prova em contrário (o processo teve o "cómico" desfecho que sabemos).
Sócrates não estava envolvido no processo nem era considerado suspeito (senão o MP teria feito o que a lei manda), a não ser pelos media e pelos "mandantes" - é, portanto, inocente tanto como qualquer cidadão., não é "só" presumido inocente na linguagem da lei: é inocente, como eu ou o senhor.
(E, portanto, dizer também que ele foi ilibado é totalmente incorrecto e insultuoso.)
Para um cidadão comum, como é o meu caso, isto é verdadeiramente surrealista. Pura e simplesmente não têm sentido as alegações dos Procuradores de que não tiveram tempo. Para além do detalhe de, pelos visto, ser possível pedirem uma prorrogação, afinal foram 6 anos por todo...! Num emprego normal pelo menos aquelas páginas em que escrevem essa desculpa seriam muito justamente tomadas como uma carta de resignação. Está la escarrapachada a incompetência. Mas sabemos que o objectivo não é esse: e já estão a dar uns belos títulos de jornal.
Por mim, como cidadão que delega no Estado de direito o poder da administração da Justiça, aceitaria que os senhores se demitissem voluntariamente - seria um sinal de dignidade. Deles.
De ed a 29 de Julho de 2010 às 15:08
Gravíssimo é num suposto Estado de direito passar-se isto: (noticiado pela tsf)
Procuradores não ouviram Sócrates por falta de tempo
Hoje às 07:23
Os procuradores que dirigiram o caso Freeport escreveram no despacho final que só por falta de tempo ficou inviabilizada a inquirição a José Sócrates.
No excerto do despacho final, citado pelo jornal Público, os procuradores consideram que apesar de não haver qualquer proposta da Polícia Júdiciária, «importaria» ouvir o então ministro do Ambiente e o ex-Secretário de Estado.
Justificação: porque foram eles, José Sócrates e Rui Nobre Gonçalves os principais decisores políticos do processo e porque, acrescenta o texto, os nomes dos governantes foram referidos em vários documentos apreendidos e em depoimentos prestados.
Os procuradores dizem que tinham 27 perguntas para fazer a José Sócrates e dez a Rui Nobre Gonçalves.
Mas explicam que a audição ficou «inviabilizada» porque a 4 de Junho o Vice-Procurador Geral da República fixou o dia 25 de Julho como data limite para o encerramento do inquérito.
Tendo em conta este prazo e que o primeiro-ministro só pode ser ouvido com autorização do Conselho de Estado, os procuradores concluem que a audição se mostra «por ora inviabilizada».
No capítulo das diligências não concluídas, os procuradores referem também que há quatro cartas rogatórias dirigidas a autoridades judiciais estrangeiras sem resposta
De joão viegas a 29 de Julho de 2010 às 15:19
Cara Isabel Moreira,
Conceda o beneficio da duvida (também) ao texto do Daniel Oliveira e leia-o até ao fim, pf.
Vai ver que não se arrepende.
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