nas minhas contas, éramos entre 250 e 300, ontem, no camões. muito menos do que deveríamos ser, decerto -- mas há um ano, como a joão/shyz bem diz ao público, numa concentração convocada por iranianos a residir em portugal na sequência da revolta de rua contra o resultado das eleições para a presidência (alegadamente 'marteladas'), éramos bem menos.
dos partidos, havia gente. o daniel oliveira e o rui tavares (deputado europeu independente pelo be). edite estrela e ana gomes, eurodeputadas socialistas; ana catarina mendes e inês de medeiros, deputadas do grupo parlamentar do ps. do governo, elza pais, secretária de estado para a igualdade, que foi ostensivamente ignorada por todos os jornalistas presentes (aposto que por não fazerem ideia de quem se trata).
vi ainda a presidente da comissão da igualdade e o director geral da saúde -- ambos discretos, apesar de francisco george ter sido 'lobrigado' pelo dn, e a sub-directora da rtp-2 paula moura pinheiro. e não vi, mas esteve lá, o dirigente sindical antónio avelãs.
ninguém do pp e do psd, que se tenha reparado -- se estavam lá, desculpem, não os vi. e do pcp também moita -- embora uma das organizadoras da manif, a juju inês meneses, seja militante. a ausência de membros notórios do pp é talvez compreensível -- afinal, estavam decerto agrupados para a rentrée pauloportista dos referendos sobre a justiça (e referendar o apedrejamento sumário dos detidos em flagrante delito? -- uma ideia também tão gira) -- mesmo se me recordo bem que em 2005, aquando da crise das caricaturas, o pp se mandou como gato a bofe a freitas do amaral, então ministro dos negócios estrangeiros, por ter feito um comunicado (absolutamente inadmissível e patético, por sinal) a 'contextualizar' a reacção dos que em nome de deus andaram a matar como reacção a desenhos. como será compreensível a de gente grada do pc, toda decerto a construir a festa do avante. o psd, bom, deve estar de borracha e corrector à volta da proposta de revisão constitucional, sem cabeça para mais.
nem um candidato presidencial para amostra; nem um alto representante de uma amnistia internacional.
é verão e estava muito calor, bem sei.
Estava a ler isto (http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1649994). Gostava que também se tivesse escrito alguma coisa sobre este tema.
completamente de acordo. Neste e noutros casos, é preciso protestar, lutar, mostrar que a vida, os direitos humanos está acima de tricas de direita e esquerda.
e os que aguardam a morte em death row nos Estados Unidos da América, quando é que se fazem manifestações por esses? Será que a lei anglo-saxónica é mais aceitável que a Sharia? Ou será que por ser mulher, iraniana, shia-muçulmana é mais exótica que um negro pobre, americano e cristão?

De Anónimo a 29 de Agosto de 2010 às 16:45
que comentário tão idiota, graças a deus
De
f. a 29 de Agosto de 2010 às 16:48
suspeito q deve ter corrido q estavam a dar bolachas de chocolate a palermas na caixa d comentários deste post.
De Anónimo a 29 de Agosto de 2010 às 17:52
sim. o comentário é idiota. Mas um post que consegue fazer com que o Nuno Gouveia seja assertivo e certeiro no comentário que lhe faz, não sendo propriamente idiota,é capaz de ser um bocadinho estúpido. Acho.
De
f. a 29 de Agosto de 2010 às 18:29
caro rogério, portanto acha q s deve responder a tudo, mm a comentários idiotas. sendo assim, deveria então começar a responder-lhes. está à vontade.
De Anónimo a 29 de Agosto de 2010 às 19:27
Rogério?! Não, não, eu sou o anónimo. a-no-ni-mo. Coitado do Rogério...
De
f. a 29 de Agosto de 2010 às 20:05
o sistema d comentários do sapo tem destas coisas estranhas. responde-se ao rogério mais abaixo e o comentário fica posicionado mais acima. não se assuste, é só um erro do sapo.
De joao a 29 de Agosto de 2010 às 17:58
tanta sobranceria, senhora.
não lhe fica bem
De
f. a 29 de Agosto de 2010 às 18:30
joão, discordo. acho q m fica a matar.
Por acaso acho a pergunta pertinente. Também acho que perdeu uma boa oportunidade de dar uma resposta condizente com o bom post que editou. Contudo, julgo que esta sua resposta indicia que se estará nas tintas para aquilo que eu acho e julgo...
De André Gonzaga a 30 de Agosto de 2010 às 05:57
eu explico (de idiota para idiota): apesar de ser (eu) contra a pena capital reconheço, nos EUA, uma patética tentativa de humanização da mesma: quer em função do carrasco, quer em função do patibular. E para isso inventaram-se execuções em que um mete a agulha, o outro roda um botão para a direita, outro.... enfim, inventaram um método em que são preciso uns 8 carrascos para executar uma pessoa e no final... lindo, nenhum deles o matou, ninguém se pode queixar de remorsos. E a própria execução, enfim, quer-se rápida e indolor. Alem de que o sistema judicial nos estados unidos tem todos aqueles mecanismos que permitem, invariavelmente, fazer uns filmezinhos em que o governador liga no ultimo minuto a suspender tudo.
No Irão não: abrir-se-ia um buraco no chão, no qual enterrariam até ao pescoço a vitima, tapando tudo depois muito bem tapadinho, e depois os espectadores dirigem-se a um caterpilar com a pá cheia de calhaus - nem muito grandes (o espectáculo tem de render) nem muito pequeninos (a coisa é para doer) e depois ficam para ali uns 45 minutos a mandar calhau. Se a vitima desmaiar suspende-se a actividade recreativa por uns momentos para que alguém verifique o seu estado. Em estando viva, vai de baldada de agua para reanimar (literalmente todos!) e volta a mandar pedra na Jenny*.
Compreende a diferença?
(*travesti homossexual de uma famosa canção de Chico Buarque)
Ao primeiro idiota
vivi mais anos no Oriente e nos EUA q tu deves ter
do segundo idiota

De fado_alexandrino a 30 de Agosto de 2010 às 17:41
Compreende a diferença?
Eu compreendi, quem a não deve compreender é o fulano que é fritado lá nos states.
Para facilitar o meu Ip é 85.246.245.148
De Xico a 29 de Agosto de 2010 às 17:41
Depois de ler este post percebi porque razão lá estava tão pouca gente.
Se calhar foi`porque não sabiam que ia lá estar a secretária de estado para a igualdade (é nisso que gastam o meu dinheiro dos impostos)!
Sinceramente pensei em deslocar-me alguns quilómetros para lá ir. Ainda bem que não o fiz. Nunca gostei de fazer parte de um rol de "olheiros"
De
f. a 29 de Agosto de 2010 às 18:26
xico, ainda bem q arranjou uma boa desculpa, mm já só no dia seguinte.
De xico a 29 de Agosto de 2010 às 19:20
Saiba que ao longo da minha vida, por viver em países não democráticos, fui obrigado a participar em manifestações para não perder a vida.
Este post fez-me recordar esse momentos que julguei não existirem em Portugal.
Não será a autora deste post que me dará lições de cidadania.
De
f. a 29 de Agosto de 2010 às 20:06
xico, diga-me uma coisa, já q os tais regimes não mataram, o ridículo não irá fazer o trabalho? auguro grandes riscos disso.
De burns a 30 de Agosto de 2010 às 18:56
exacto,o ridículo é quererem fazer disto uma coisa obrigatória.
faz lembrar aqueles palermas do futebol em bando a gritar,quem não salta é lampião
a brigada de controleiros a marcar falta a quem não vai só torna a coisa mais estúpida,o que vale é que a seguir foram continuar o gesto solidário num bom restaurante e numa noite de copos no bairro alto
De Fernado Alves a 29 de Agosto de 2010 às 17:43
Aprendo ao ler isto que quando não se concorda com algo é OBRIGATÓRIO ir a manifestações sobre o assunto. Quem não vai é conivente com o objecto de protesto. O dedo inquisitório da Dona Fernanda aponta tudo e todos que não estão presentes. Estarei atento a todas as manifestações semelhantes. Com certeza verei a Dona Fernanda em todas..
De
f. a 29 de Agosto de 2010 às 18:27
o sr alves aprende pouco a ler.
De
f. a 29 de Agosto de 2010 às 19:10
ah, e sr alves, fica desde já avisado: dona será a senhora sua tia. quando se referir a mim, faça-o em termos.
De Fernando Alves a 29 de Agosto de 2010 às 19:34
Os meus comentários foram educados e sem palavreado ofensivo. Que falta de fair play..não os ter publicado quando se vê ai cada coisa.. mas compreendo que fosse aborrecido ficar mal e perder a razão para um desconhecido que com educação faria muita gente discordar de si..
De
f. a 29 de Agosto de 2010 às 20:07
vê como até consegue ser educado? agora só falta o resto.
De Fernando Alves a 29 de Agosto de 2010 às 20:10
Educado fui sempre e o resto que falta é publicar os meus comentários que censurou.
De
f. a 29 de Agosto de 2010 às 20:59
o fernando alves, que se me dirigiu mal educadamente e faz questão de o continuar a fazer noutras paragens, chama-se censora e a seguir espera q o não seja -- e que ainda por cima lhe premeie a má educação. ai, estas educações católicas.
De Fernando Alves a 29 de Agosto de 2010 às 22:19
Pena que os outros não possam opinar sobre isso. Todos veriam que não existe qualquer tipo de má educação. Apenas veriam uma resposta que compreendo que não goste. Falaremos por certo noutras ocasiões, já sem censura.
De
f. a 29 de Agosto de 2010 às 22:31
as caixas de comentários dos meus posts são um exemplo acabado de censura, de facto. como o seu estilo é só educação. ao menos tivesse a coragem de me dizer aqui o q diz noutras caixas de comentários de outros blogues. mas era o tinhas. gentinha.
De Fernando Alves a 29 de Agosto de 2010 às 22:42
Bem, sinto-me satisfeito. Quem ler aqui o que foi dito vê o tipo de respostas que têm dado e as que eu tenho dado.
Continuo com pena que não possam ler a minha resposta a quando se ofendeu por eu dizer Dona e quando fez alusões à minha família
Seja como for e já que não é capaz de provar a minha alegada má educação (porque não pode) retiro-me. E retiro-me sem chamar "gentinha" se falar da sua família e muito menos da sua educação.
De
f. a 29 de Agosto de 2010 às 22:49
continua provar a sua coragem. qq pessoa q ande pela blogosfera, e q leia por exemplo posts d outros blogues q inco, tem ocasião de apreciar o seu estilo finíssimo. quanto à má educação dos seus comentários apagados, pois, se foram apagados, d facto ninguém aqui vai lê-los. é o q s chama uma evidência. a única questão mesmo relevante é q raio vêm pessoas como vc, cujo único objectivo é insultar, ao jugular. não consegue conter-se, é? esta coisa é um blogue, homem. arranje uma vida.
De Fernando Alves a 29 de Agosto de 2010 às 22:57
Mais uma inverdade.. arranje dois comentários meus e desse tipo na blogosfera.. já que são tantos só lhe peço dois.
E essa da jugular teve mesmo piada.. é a primeira vez que comento seja o que for aqui. Mas à falta de melhor foi uma boa tentativa.
De
f. a 29 de Agosto de 2010 às 23:08
1. decerto, claro: ia mm reproduzir aqui as suas ordinarices.
2. como é evidente, refiro-m às caixas d comentários do jugular e não aos seus comentários no jugular. leia + devagar e escreva menos depressa, tem + chances d não dizer disparates.
fim.
Eu não estive lá. Sou, pelos vistos, um energúmeno faxista (como os restantes 9.999.700 portugueses, pouco mais ou menos...). Haja pachorra!
De
f. a 29 de Agosto de 2010 às 18:28
bom, s a carapuça q tricotou lhe serve, é porque tem jeito para o tricot.
De burns a 30 de Agosto de 2010 às 19:04
o mais engraçado é que dá-me a sensação que se estão pouco importando pelas causas das manifs
ainda me lembro das barrigas a mostra aqui em aveiro por causa do aborto,das manifs do casamento paneleiro,por falar nisso,não vi a f. no casamento da fernanda e do fernando,o trolha e o outro,nem sei bem o que era aquilo
desde que seja polémico e meta câmaras de tv é que interessa
parecem aquele emplastro que se cola aos jogadores de futebol sempre que esta um jornalista por perto
De Carlos Diniz a 29 de Agosto de 2010 às 18:34
Para uma tão simples questão, uma resposta directa.
Numa esplanada a depenicar umas gambas e a atestar com uns finos.
De
f. a 29 de Agosto de 2010 às 19:11
que lhe tenham sabido muito bem, carlos.
De Anónimo a 29 de Agosto de 2010 às 19:05
Por falar em quem estava e não estava nesse grande evento social da "season": por onde andava o deputado Miguel Vale de Almeida às 18h de 28/8/10?
De férias, caso contrário pode ter a certeza absoluta que teria estado no Camões, vai uma apostinha?
De Raul Bras a 29 de Agosto de 2010 às 21:59
Só vive com as panaceias dos outros. É o que a Câncio faz de melhor.
É pessoa (personalidade) muito problemática!
É maldosa... não reage como as pessoas boas. Tem sempre que comentar - para não ficar com a sensação de inferioridade. É má pessoa.
Tantos que a lêem ... e a vêm... e a viram no Prós-e-Contras " compostura - péssima), ficam com o que leram, vêem e viram, sem nada comentar...
É pessoa má.
De
f. a 29 de Agosto de 2010 às 22:25
faltava cá um destes. pode dizer aos amiguinhos q escusam de repetir a dose, aprovei este p amostra, para dar colorido. agora, xô.
De Romeu a 30 de Agosto de 2010 às 13:56
O MVA pode tirar férias, as restantes personalidades e associações apontadas já não. Bravo!
De
f. a 31 de Agosto de 2010 às 10:50
romeu, já leu o q escreveu?
De B a 29 de Agosto de 2010 às 22:21
Curioso, eu estive, não sou de nenhum partido político, achei que não se juntaram mais de 150 pessoas, e o que ouvi arrepiou-me. Pensei que a causa dos direitos humanos, por si, deveria ser o bastante.
Politizar uma manifestação como este "relato" tentou fazer não é mais do que o sinal que a lapidação da pobre mulher serviu de pretexto a ataque político, a 15 segundos de assomo na TV de todos, e à vergonha de quem pergunta "se este tempo já basta para a manifestação ou devemos estar cá mais?" (assim, neste português macarrónico tão habitual em certas postas e opiniões jornaleiras).
Sinceramente, preferia que só tivessem estado 50 pessoas. Ou mesmo 25. As que realmente se manifestaram pelo que deviam. Às outras, o meu simples nojo.
De
f. a 29 de Agosto de 2010 às 22:39
achar que aquela manifestação não era um acto político é uma coisa um pouco extraordinária. o que será 'política' pra si? quererá talvez dizer q achou q este relato, como diz, quis 'partidarizar' a manifestação. é interessante que o diga, já q o relato se limita a anotar quem esteve e quem não esteve, que foi 'notado' pelos media e quem não foi. essa parte, cara/caro b, é puro jornalismo. se calhar por falta de hábito, já ninguém reconhece. estar e não estar não é o mesmo; estar implica responsabilidade, como não estar. motivo pelo qual gostaria muito de ter visto perguntas dos jornalistas a quem estava sobre o significado de estar -- perguntas q não existiram, por exemplo, em relação ao único membro do governo q esteve. não perceber isso, lamento dizer-lhe, é não perceber nada. é partir para a leitura deste texto q escrevi com um preconceito q impede a percepção mais básica.
terminar com 'simples nojo' em relação à, pelo q percebo, generalidade das pessoas q ali esteve, com base numa frase qq q ouviu e de um texto q leu com a sua cartilha é tão deplorável q nem sei q lh diga.
De AG a 30 de Agosto de 2010 às 06:16
Mas sim, estimada Fernanda, este seu post (relatório/reportagem jornalística que seja) tem muito o seu quê de balanço/ajuste de contas. Nomeadamente.... as dispensáveis referências aos partidos ausentes :| o assunto dispensava essas promiscuidades.
Ate porque são lutas distintas. Ou deveriam ser. A mim basta-me que o Sarkozy tenha tomado uma posição. O resto continua a ser lixo do mesmo saco.
(e este cometário deixo-lho aqui por comodidade. Não faço questão rigorosamente nenhuma de o ver publicado, antes pelo contrário. A sério! Obrigado)
De
f. a 30 de Agosto de 2010 às 11:32
é um balanço, claro. e uma contagem.
qual a dúvida?
quanto à referência aos partidos ausentes, decorre da referência aos presentes e fá-la-ia sempre, estivesse quem estivesse. considero os partidos organizações fundamentais e como tal a presença ou ausência deles numa situação destas sempre de assinalar. como aliás sempre se faz em toda e qq reportagem jornalística sobre este tipo de protesto -- estando presentes representantes d partidos, fala-se dos q estão e dos q não estão: não aparecendo nenhum., diz-se q nenhum apareceu; aparecendo todos, diz-se q estavam todos. esta deve ser a primeira vez q a este tipo de relato se chama 'luta política'. mas pronto, é mais uma bizarria p juntar às outras.
De burns a 30 de Agosto de 2010 às 19:22
eu compreendo que sendo dona do blogue ache que a bola é sua,mas neste caso não tem razão nenhuma
é horrivel pressionar as pessoas a aderir às causas que a f. acha justas contando as cabeças que aparecem e nomeando as ausencias,neste caso ate foi fácil porque o people estava a banhos
há tantas manifs no pais,por exemplo para evitar o fecho de escolas,maternidades ou urgencias e nunca lá vi ninguem a contar quem falta,as pessoas vão por convicção e não porque é moderno
já agora,assim que se desligaram as camaras de tv quantos segundos demorou a desmobilização das 17 pessoas que lá estavam?
De B a 30 de Agosto de 2010 às 15:34
Ponto prévio: se estamos a falar de direitos humanos (pelo menos eu estou), o que interessa a minha definição de "política"? Que eu saiba, os direitos humanos não são propriedade de qualquer ideologia política, ao contrário do que o seu "relato" quer fazer transparecer.
E não, não se limitou a "relatar": para quem se mostrou ofendida em artigos e postas dos juízos de valor de outros sobre assuntos que lhe eram 'caros', porque é que decide fazer exactamente o mesmo? É que não fez uma simples contagem, decidiu subir ao pedestal e resumir as suas opiniões mais íntimas sobre quem andava a fazer o quê. Eu compreendo que tenha uma absoluta necessidade de se mostrar moralmente superior, talvez pelo passado, mas só lhe fica mal. A sua definição de jornalismo é diferente da minha: relato não é opinião. Existem comentadores (a maioria, maus) para isso (não arranja ninguém que lhe faça um frete de ir à TV? seria o ideal!).
Concordo (aleluia!) quando diz que estar implica responsabilidade. Mas divulgar também. E essa responsabilidade, que a muitos dizia respeito, não a fizeram. E aqui começa o problema da "responsabilidade": somos muito "capazes" de criticar, mas negamos a responsabilidade primária do que deveria ter sido feito antes. E se o membro do Governo esteve presente (eu não o vi, mas também não os conheço a todos, e aqui a inabilidade não é só minha), é bom sinal. E até o gostava de ter ouvido, a ele e a TODOS os outros 148, a razão porque lá estavam. Não sei é se a f. gostaria das respostas.
É muito engraçado dizer que não perceber o meu ponto de vista é o mesmo que não perceber nada. No entanto, e felizmente porque existem mais almas neste mundo, o principal objectivo da manifestação não deveria ser a necessidade de aferir presentes e ausentes. E é aqui que divergimos: para si, e atendendo à sua principal preocupação, isto é um evento social, um contar de cabeças de gado. Para mim, é um protesto contra a pena de morte, um passo a favor dos direitos das mulheres em países onde não os respeitam, um aviso e uma luta pelos direitos mais básicos. Se não compreende isto, lamento-o mas deveria reflectir no porquê de ter lá ido.
Por fim, adoro quando diz que tenho uma cartilha. Sobretudo quando, por essa blogosfera fora, já fui acusado de radical de esquerda, de direita, de comuna, um Portas-boy, um Garcia-boy (brilhante!) e até monárquico. Agora tenho cartilha (já agora, qual?). Não há dúvida que a lei de Goodwin tem que ser actualizada para discussões políticas na blogosfera portuguesa. Mas eu não fujo, excepto se decidir disparatar, como acontece nas outras discussões.
De
f. a 30 de Agosto de 2010 às 23:03
(suspiro). b, leia o q escrevo em vez d ler uma coisa q imagna q escrevi. faça o esforço, vai ver, é fácil.
eu digo-lhe q a luta pelos direitos humanos é obviamente uma luta política; responde-me com uma patetada qq sobre serem 'propriedade d uma ideologia'. tá a falar d quê?
não, é claro q não m limitei a relatar. relatei e contextualizei as ausências com posições anteriores e dei a minha opinião. algum problema c isso? já reparou q isto é um blogue? serve para isso mm, sabe? para a malta dizer uma coisas q acha. ou bem q s encanita por eu ter relatado quem estava ou bem q s encanita por eu dizer o q acho. tb s pode encanitar c
as duas coisas, tipo achar q eu devia era nunca dizer nada, mas embora seja um país livre, precisamente por isso eu continuarei a dizer o q m apetecer.
o principal objectivo de uma manifestação é sempre e em qq circunstância, causa ou parte do mundo contar quem está. desde logo quantos; depois quem. imagine q sempre foi assim e sempre será. custa é a crer q haja alguém a realmente achar o contrário. e não creio aliás q haja, d facto.
gostava d ter ouvido elza pais falar aos media sobre o motivo e significado da presença dela, secretária de estado, naquele protesto, diz. tem piada: eu disse primeiro. aliás, soube por mim q ela lá esteve e q lamentei q os jornalistas não tenham dado por ela. acusar-m d não estar interessada em q os jornalistas q não a viram a vissem depois d eu própria ter apontado a sua presença é talvez um exagero d má fé, mas é lá consigo.
não falo ideia d quem seja -- sei apenas q o q escreveu sobre o q escrevi releva d uma ideia preconcebida -- uma cartilha. qual
De B a 31 de Agosto de 2010 às 14:59
Eu li bem o que escreveu. O contrário é que já não foi feito. E veja-se a contradição: por um lado "é apenas um relato", por outro "claro que não me limitei a relatar". Quando decidir o que quer fazer com o post, avise-me, deve ter o meu mail.
Três notas adicionais:
1) A sua visão do que é uma manifestação é aberrante: contagem de cabeças? É isso que lhe importa? E quem são elas? Está visto que os seus "artigos" do DN que falavam de outras manifestações (digo-lhe já que algumas serviram propósitos próprios e estou contra elas, mas aqui é um ponto de coerência - ou da falta dela - da sua parte) com as quais não concordava, a sua opinião era "ligeiramente" diferente. Por acaso quer que lhe recorde o que escreveu sobre o assunto? Ou só esta é válida porque esteve presente?
2) Eu não gostava de ter ouvido só a Elza, gostava de ter ouvido TODOS. Ao contrário de si, para mim não é só a opinião do único governante que é relevante, mas de todos. E pode ficar com o primeiro lugar, a mim não me importa quem disse o quê. Já tinha ficado com outro primeiro e também não lhe invejei essa posição. Agora, se lesse o que os outros escrevem e se alargasse as fronteiras do seu mundinho unidimensional, talvez não escrevesse esta patacoada de menina mimada a quem tirou o brinquedo.
3) Para quem critica gente de ideias pré-concebidas, o preconceito que demonstra contra mim é o sinal do seu desespero argumentativo. Não sabe com que me atacar (seria muito mais fácil se eu fosse ideologicamente definido), diz que não me conhece e acusa-me de ter uma cartilha? Eu percebo, é o ataque padrão. Ah, e disparatou. Quando entra no ataque pessoal, é a minha definição de "disparatar".(
(P.S.: Procure escrever, em futuros comentários para outros utilizadores, algo de inteligível. Pode ser do novo acordo ortográfico, mas esse último parágrafo...)
De
f. a 31 de Agosto de 2010 às 15:12
leu bem, claro.
'já q o relato se limita a anotar quem esteve e quem não esteve, que foi 'notado' pelos media e quem não foi. essa parte, cara/caro b, é puro jornalismo' -- 'essa parte', está a ver? esteve sempre lá.
não vou decerto discutir consigo a importância da dimensão e das presenças numa manif: é ridículo sequer argumentar q não interessa. por essa ordem d ideias, uma manif d uma pessoa é tão importante como uma de 10 mil.
quer saber a opinião d todos os governantes?
fantástico. é capaz d ser um pouco contraditório c o facto d achar mal q eu tenha chamado a atenção para quem esteve e quem não esteve. plos vistos, queria lá o governo todo -- não lhe chega um representante.
dizer q leio nas suas palavras -- q são a única coisa q d si conheço -- preconceito é para si preconceito. há um pequeno problema com p conceito d preconceito q assim explana: só se pode preconceber alguma coisa quanto temos uma ideia sobre algo ou alguém antes. é capaz d ser um pouco difícil eu analisar o q diz à luz do q achava d si, já q não faço ideia d quem é. tb há-d explicarm como é q ataca 'pessoalmente' um anónimo.
tenha uma óptima tarde.
De Isabel a 29 de Agosto de 2010 às 22:46
Ninguém no seu juízo perfeito pode ser a favor da pena de morte seja porque razão for.
Seja ela para adultos ou seja para crianças indefesas.
Este caso não tem comparação com o infanticídio de inocentes por aspiração ou esquartejamento.
A senhora em questão é adulta, conhecia as regras e violou-as.
As regras são discutíveis ( obviamente neste caso mais que nunca)), a execução da morte é escabrosa mas ela usou a sua liberdade.
Podia não o ter feito. Podia ter cumprido os preceitos. Escolheu não o fazer.
Admiro-a por isso.
De
f. a 29 de Agosto de 2010 às 23:01
santo deus.
De burns a 30 de Agosto de 2010 às 19:13
acredita em deus?
lol
pensei que não
de qualquer modo é uma questão pertinente,a senhora foi condenada segundo a lei local,e não foi por se enrolar com outro gajo,parece que foi por ter morto o marido
é bárbaro mas são assuntos internos nesses países que a f. teima em proteger dos malvados ocidentais
De jose carp a 31 de Agosto de 2010 às 05:02
Lamento não ter sido informado. Estaria estado presente em representação da comunidade judaica.
De
f. a 31 de Agosto de 2010 às 10:55
olá, muito obrigada pela resposta. este não é o local para esclarecer q contacto foi efectuado e com quem, mas a cil foi contactada. além disso, evidentemente, o protesto foi alvo de cobertura noticiosa desde sexta e até capa do dn de sábado.
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