nesta matéria, e por muito que custe aos que se entretêm a ver pidices e censuras e policiamentos no normal e até obrigatório registo de posições -- tudo o que sirva para distrair do essencial e para fazer exactamente aquilo de que acusam quem se limita a fazer o óbvio --, o silêncio não é aceitável. a distracção não é admissível. nada menos que a mais absoluta recusa, nada menos que a mais veemente condenação.
em momentos como este, ou se está contra os lapidadores, ou se está com eles. (sim, é uma adaptação do célebre discurso de bush pós-11 de setembro. sim, eu estou a citar george w bush. figure that).
Pode ser. Mas uma bomba de alta tecnologia mal colocada aqui outra ali (é todas as semanas) ao serviço de salvar as mulheres no Afeganistão tem matado muitas mulheres e outros,.
De
jpm a 31 de Agosto de 2010 às 01:07
e pode-se estar contra a lapidação e não aderir aos protestos, por estranhar que, por exemplo, no que a direitos das mulheres diz respeito, haja uma particular atenção em relação ao Irão. E isto é muito diferente insinuar que os organizadores e os participantes estão a soldo da CIA. Pode-se achar que a desproporcionalidade das atenções é estranha. Há posições intermédias. Foi utilizado o mesmo expediente com os sérvios, com os iraquianos, etc. na primeira guerra também as criancinhas belgas sem mãos, cortadas pelos alemães, eram a encarnação do mal. E pode-se, especialmente com o agravamento das relações entre Israel e o Irão. E se mais dúvidas houvesse, acerca da forma como estas coisas nos chegam, aproveito para deixar aqui um link de uma notícia que devia perturbar toda a gente e que não teve direito a uma notícia em Portugal.
Segue:
http://ireport.cnn.com/docs/DOC-480495
De
f. a 31 de Agosto de 2010 às 10:38
jpm, acompanho as suas reservas -- de um modo geral questiono-m sempre sobre a forma como uns nomes furam o bloqueio e outros não. mas como sabe tão bem como eu, o facto de uns chegarem e outros não significa muitas vezes apenas acaso. o q é terrivelmente injusto mas não nos deve fazer reverter a injustiça para os casos q nos chegam.
De
jpm a 31 de Agosto de 2010 às 13:01
Concordo com a parte de não reversão da injustiça. Quanto ao resto, admito que às vezes seja acaso, outras vezes a desumanização do outro estátão profundamente difundida que estamos muito mais dispostos a olhar para esse lado. Neste caso da Colômbia, a Eurodeputada Ana Gomes fez várias chamadas no seu blog. É uma coisa bárbara, zero de notícias. Teria sido igual se em vez da Colômbia , isto se passasse com a Venezuela ou a Bolívia?
De
jpm a 31 de Agosto de 2010 às 16:50
Comentário anterior sem efeito. Li mal o seu comentário.
Surpreende-me, Fernanda. O último parágrafo do seu post é semelhante ao último parágrafo do texto 'pornográfico' do JP Coutinho: muito estilo, pouco conteúdo. Já tem idade (leia experiência) para saber que frases definitivas como «em momentos como este, ou se está contra os lapidadores, ou se está com eles» são muito pouco sensatas, e levam mais rapidamente à alienação de apoios do que à sua angariação para uma causa que é evidentemente justa. O mesmo se diga da sua partidarização, o que me pareceu ressaltar de alguns dos seus posts anteriores - posso estar errado nesta última observação, e espero estar.
De
f. a 31 de Agosto de 2010 às 10:48
francamente, carlos, só pode estar a brincar.
quanto à 'partidarização', é das coisas mais
parvas e, no caso, ofensivas, q já lhe li. q meia dúzia d idiotas escreva e repita esse tipo de alarvidade é coisa q pouco m importa: estão a fazer isso mm d q m acusam, luta partidária. so carlos esperava melhor. escrever/ achar q eu partidarizei seja o q for por relatar quem esteve e quem não esteve -- porq, no caso, esiveram dois partidos com quem m atribui simpatia, como é óbvio -- é de uma estonteante má fé. o q o carlos está a dizer é q s em vez d ps e be estivesse lá o pp e o psd ou o pcp eu não escreveria o post, é isso, não é? de caminho, claro, é-lhe indiferente q eu tenha acusado a ausência da umar -- sabe o q é? sabe s gosto ou não da umar? claro, não sabe, nem reparou -- ou q tenha sublinhado a adesão de um dignatário da igreja católica, essa instituição q venero. q interessa isso, carlos? o q interessa mm é q o carlos acha q eu queria 'elogiar' o ps. claro, evidentemente. nem lh ocorre nenhuma situação em q eu não tenha feito tal, até porq o carlos não m lê há anos.
é triste, d facto, mto triste ver as pessoas assomadas d um tal nível de fobia q não são capazes de ver o óbvio.
Fernanda, vejo que responde, no seu estilo habitual, apenas à última frase do meu comentário. Ao envolver partidos - a sua ausência - partidariza, efectivamente, a questão, que é política, claro, mas deveria ser supra-partidária. E listas de ausências, face ao que está em causa, é o que menos interessa, como pouca interessa radicalizar a questão; interessa, isso sim, cativar pessoas para a causa, porque a causa é - ou, pelo menos, deveria ser - o mais importante.
Quanto a todas as suas ilacções sobre o que eu acho ou deixo de achar e sei ou deixo de saber, são - elas sim! - apenas parvas, ofensivas e grosseiras.
Não perceberei nunca, e juro q me tenho esforçado, como é q lamentar ausências é partidarizar. Quem assim o entende não deve mm perceber para q servem estas manifestações. Relembro-lhe o objectivo óbvio: tentar colocar o tema nas agendas de várias organizações, partidos políticos em primeiro lugar por motivos q nem preciso referir, espero. A "causa", como o Carlos lhe chama, tem objectivos, concretos e pragmáticos não serve para dizermos "ai q bons e q solidários q somos"
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<P class=incorrect name="incorrect" <a>Shyznogud</A> , chamo-lhe causa, sem aspas, porque é uma causa: tem uma destinatária concreta, mas é uma luta que poderá servir para ajudar muitas outras pessoas na mesma situação. </P>
<P class=incorrect name="incorrect" <a>Quanto ao facto de neste caso lamentar que a Fernanda Câncio haja efectuado listas de ausências, escrevi e mantenho; se não concorda comigo, muito bem, aceito, mas entre essa discordância e tirar milhentas conclusões, todas erradas e extremanente grosseiras, como fez a sua colega de blogue, vai uma grande distância. E não, não o faço por fóbia ao PS; <A title="" href="http://thecatscats.blogspot.com/2010/02/todos-pela-liberdade-deles-ainda.html#links" target="">faço-o sempre que me parece correcto</A>.</P>
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Qualquer coisa correu mal com a formatação da minha resposta anterior. Repito:
Shyznogud, chamo-lhe causa, sem aspas, porque é uma causa: tem uma destinatária concreta, mas é uma luta que poderá servir para ajudar muitas outras pessoas na mesma situação.
Quanto ao facto de neste caso lamentar que a Fernanda Câncio haja efectuado listas de ausências, escrevi e mantenho; se não concorda comigo, muito bem, aceito, mas entre essa discordância e tirar milhentas conclusões, todas erradas e extremanente grosseiras, como fez a sua colega de blogue, vai uma grande distância. E não, não o faço por fóbia ao PS; faço-o sempre que me parece correcto (http://thecatscats.blogspot.com/2010/02/todos-pela-liberdade-deles-ainda.html#links).
De helder a 31 de Agosto de 2010 às 11:03
Apoiado, vamos exigir á ue que não compre petróleo a países que apedrejam seres humanos.
De Rui Neves a 31 de Agosto de 2010 às 15:36
E criticar a invasão dos terroristas cruzados no Iraque e Afeganistão que vitimou mais de um milhão de muçulmanos ? Como pode uma neoconeira bushista quje avaliza crimes de guerra maciços invocar os direitos humanos em relação a uma assassina ? Santa hipocrisia...Que lata...
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