Quinta-feira, 13 de Janeiro de 2011
Miguel Vale de Almeida

«Jovem lindo e inocente é pervertido por velho lúbrico do mundo do glamour dominado pelos gays e faz justiça, limpando a sociedade e salvando todos os outros jovens lindos e inocentes à mercê de velhos lúbricos». É isto que querem dizer? Então tenham tomates e escrevam-no.

 

(Período de transição: quando os direitos aumentam, aumenta o preconceito reactivo)


74 comentários:
De orlopesdesa a 13 de Janeiro de 2011 às 09:59
Francisco Aparecido de Cristo, famoso dirigente do Partido Conservador Português, foi hoje encontrado brutalmente assassinado num quarto de Hotel em Nova Iorque. Francisco foi encontrado já sem vida esvaziando-se em sangue. Segundo a policia, Francisco foi morto por estrangulamento, sendo que o seu corpo foi posteriormente mutilado. Foi encontrada uma garrafa de Moët & Chandon enfiada no seu ânus e o seu pénis cortado. A principal suspeita é uma jovem de 20 anos, assessora, que viajara para Nova Iorque com Francisco.
Segundo fontes que este jornal não poderá agora divulgar, a jovem terá obrigado Francisco a dormir com ela, e face à recusa deste, a jovem terá partido para a violência.
Na aldeia da jovem há um misto de surpresa e aceitação. Fontes que o nosso jornal não pode divulgar, confirmam a tendência promíscua da jovem, conhecida por ter tido mais do que 5 namorados diferentes.
O ministério público não pretende apresentar nenhum pedido de extradição, deixando que a jovem seja julgada em Nova Iorque. A principal razão prende-se com facto de que, face à enorme pressão da opinião pública, o julgamento será mais rápido e a punição mais severa se for efectuado nos Estados Unidos.


De Ricardo Alves a 14 de Janeiro de 2011 às 09:52
Esse cenário é duplamente incredível. Por causa do «a jovem terá obrigado Francisco a dormir com ela» e por causa de ser uma rapariga a cometer um homicídio, o que é raríssimo.

Portanto, conseguiu realmente mostrar uma situação que não aconteceria, o que é útil pelo contraste...


De Niamey a 13 de Janeiro de 2011 às 10:47
compreendo a indignação do autor do post e quero que o tipo lindo apodreça em bellevue a levar choques na tola e está fora de questão parar de chamar nomes e insultar o intriguista, venenoso e parolo do colunista só porque era bicha e morreu, como tantos homens às mãos de mulheres e vice-versa.
era o que faltava, lúbrico? isso é um elogio ou uma condescendência? com aqueles dois, só se estragou uma casa.
agradeciam-se mais tomates do que isso se bem que tomates para quê? essa é boa, tomates pffff, só se for para mandar bocas foleiras destas...e dessas tb já agora e por irónicas que sejam....e a palavra "glamour" é de fugir.


De cat2007 a 13 de Janeiro de 2011 às 14:42
"A palavra glamour é de fugir", sim senhora, querida. No mais, ainda subscrevo o mais que referiu.

 


De Ricardo Alves a 13 de Janeiro de 2011 às 11:03
«Jovem a quem tudo é oferecido por simpático senhor de sociedade desinteressado com quem tem uma relação igualitária e estável comete crime porque se sentia aborrecido, estragando a sua vida  e mostrando a toda a sociedade que é necessário combater a homofobia».

Prefere assim?


De Nuno Palha a 13 de Janeiro de 2011 às 16:33
O Miguel resumiu os disparates que se têm dito sobre o assunto

O senhor sugeriu outro disparate. Qual é mesmo a sua a intenção? Explique se faz favor...


De Ricardo Alves a 13 de Janeiro de 2011 às 22:23
A minha intenção é que as pessoas reflictam na desigualdade que aquela relação continha em vários aspectos (independência económica, idade, poder social, segurança quanto à própria sexualidade, classe social, etc). E depois que pensem, se for possível, se relações tão desiguais são saudáveis.

É que a homofobia não é o único problema do mundo.


De nuvens de fumo a 14 de Janeiro de 2011 às 01:21

saudáveis ?
deveríamos instituir regras claras e intitular o trabalho de :
"a higiene mental nas relações amorosas e sugestões para a normalização da vida privada com o objectivo da ordem, paz e progresso social"

Resumo

no presente estudo levado a cabo por....propomos com bases de rigor inquestionáveis ,as regras, que deverão ser implementadas de forma coerciva pelo estado na promoção da felicidade e simitria perfeita das relações"



De Ricardo Alves a 14 de Janeiro de 2011 às 09:47
Isso é justamente o que eu não disse. Não me passa pela cabeça que o Estado regule quais são as relações saudáveis ou não. Mas a maior parte das pessoas sabe, na sua vida pessoal ou social, o que é uma relação saudável ou não. E neste caso parecem não querer falar disso.


De nuvens de fumo a 14 de Janeiro de 2011 às 11:39

se sabem deixe estar que estão bem , se não sabem deixe estar que se arrisca a querer definir apra eles o que +e bom para si.

no fundo , que se entendam que são crescidos

a vida é um horror, essa é a minha visão , mas isso é hoje que estou com poucas horas de sono

resumindo, coisas terríveis acontecem a todos o tipo de pessoas. se tentarmos explicar o porque acabamos sempre por simplificar a realidade ao ponto e depois , dessa simplificação à tentativa de impor de alguma forma aos outros o que eles deveriam fazer é um instante.



De Ricardo Alves a 14 de Janeiro de 2011 às 13:09
A questão não é se há relacionamentos entre adultos com consentimento que devem ser ilegais - é se todos os relacionamentos são saudáveis e devemos olhar para eles como se não se passasse ali nada de especial.

Afinal a igualdade não é um valor?


De Dmitry.G a 14 de Janeiro de 2011 às 22:34


De Dmitry.G a 14 de Janeiro de 2011 às 22:44
ps: a manifestação era para o comentário do nuvens, às 11:39h.

 


De Rui C Pinto a 15 de Janeiro de 2011 às 00:12
eu acho que as relações sociais, no geral, são medíocres e cínicas, vamos começar por aí? 


De Ricardo Alves a 15 de Janeiro de 2011 às 16:46
Podemos começar por aí.


De Inês Meneses a 15 de Janeiro de 2011 às 17:07
A maior parte das pessoas sabe o que é uma relação saudável? O que me parece é que cada um de nós tem a sua ideia do que é saudável. E na maior parte dos casos estamos enganados.
Essa linha de argumentação é um beco sem saída, Ricardo; o mundo está cheio de relações que as outras pessoas podem achar pouco saudáveis, e nem por isso acabam em insanidade homicida. Outras, que parecem perfeitamente "saudáveis", "normais", e outras coisas que tais, acabam mesmo assim.


De Ricardo Alves a 15 de Janeiro de 2011 às 18:34
Tudo certo. Mas nem tudo o que é legal é recomendável.


De João Cunha a 13 de Janeiro de 2011 às 11:15
Ainda tens dúvidas de que vivemos num país retrogrado nos hábitos e caturra nos costumes... 


De Miguel Vale de Almeida a 13 de Janeiro de 2011 às 11:55
sou sobretudo um otimista (é tanto defeito como qualidade). e reparei que o tratamento nas TVs melhorou (já os jornais "rascas" não leio...), ao contrário dos comentários nos sites dos jornais, nas redes sociais, etc, grande campo para o preconceito desbragado...


De Octávio dos Santos a 14 de Janeiro de 2011 às 16:23
«oPtimista»


De Shyznogud a 14 de Janeiro de 2011 às 16:46
a sério? e porquê, conte lá.


De Octávio dos Santos a 14 de Janeiro de 2011 às 19:26
Porque os «P» devem ser colocados nos sítios correCtos.


De Shyznogud a 14 de Janeiro de 2011 às 19:36
foi o seu pae e a sua mãi quem lho ensinou?


De Ana Matos Pires a 14 de Janeiro de 2011 às 19:52
eheheheh


De Octávio dos Santos a 14 de Janeiro de 2011 às 20:08
Quer dizer o meu PAI e a minha MÃE? Claro! Ensinaram-me isso e muitas outras coisas positivas. Você, a avaliar pela «ortografia», não teve a mesma sorte.  


De Shyznogud a 14 de Janeiro de 2011 às 20:18
Ora, ora, ora, de alguém q aparece a dar lições sobre ortografia, criticando implicitamente um acordo ortográfico, exigir-se-ia que soubesse um pouco da história e alterações dos acordos ortográficos, afinal não foram assim tantos. E foi num deles q pai deixou de se escrever pae e mãe mãi... O algodão não engana, e nada como fazer testes básicos para apanhar tolos q nem sabem do q falam.


De Octávio dos Santos a 14 de Janeiro de 2011 às 21:13
Na verdade, o problema começou com os republicanos que, para marcarem a diferença, não se limitaram a mudar a bandeira e os nomes das ruas: também mudaram a ortografia. E assim se continuou até à actualidade em que, talvez para «comemorar» também o centenário da dita cuja, se tenta impor mais uma alteração artificial e desnecessária - uma «actividade», aliás, bem ao gosto de «progressistas» de meia tigela.
Qual seria o inconveniente de ainda se escrever «pae» e «mãi»? Nenhum. Tal como as palavras com «ph» - os anglófonos utilizam-nas e não me parece que sejam prejudicados por isso... Porém, o facto de já não se escrever assim não deveria significar que se pode mexer com a ortografia, com a língua, de qualquer maneira - e de uma forma não democrática. Este é um tema que, por ser essencial, mereceria um referendo. Mas quando a uma petição com quase 200 mil assinaturas pouca ou nenhuma atenção é dada, não restam dúvidas de quais são as «prioridades» actuais.
E «tolo» só se por entrar em «discussões» com medricas que se escondem atrás de «pseudónimos»... e que não sabem com quem estão a falar.   


De Shyznogud a 14 de Janeiro de 2011 às 22:36
Vossa mercê é um pândego, não há dúvidas. Manda um bitaite, respondo-lhe usando os vocábulos arcaicos pae e mãi, responde-me, e cito-o, "Quer dizer o meu PAI e a minha MÃE? Claro! Ensinaram-me isso e muitas outras coisas positivas. Você, a avaliar pela «ortografia», não teve a mesma sorte.  ", qdo se vê apanhado na curva larga um grande relambório e afirma que, afinal, "Qual seria o inconveniente de ainda se escrever «pae» e «mãi»? Nenhum."... eheh eis uma bela coluna vertebral. E a boquinha final de q me escondo atrás de pseudónimos vem compor o ramalhete de forma perfeita (porque, como é público, uso o shyznogud para me esconder, sou muito recatada e púdica, eheh. Dai-me pachorra).


De Octávio dos Santos a 15 de Janeiro de 2011 às 01:01
Antes de mais, que tal deixarmo-nos de «frescuras»? Que tal falarmos de homem para «homem»? Sabe, Miguel Vale de Almeida, não se pode dizer que eu tenha ficado surpreendido por você se referir a si próprio como «recatadA» e «púdicA»... mas tem a certeza que quer ir por aí? Que quer falar comigo sobre «belas colunas vertebrais» e «boquinhas»? Pense bem...

O «relambório» só existe na sua mente preconceituosa. Quando você utilizou «pae» e «mãi» estava no gozo, a pensar (cedo de mais...) que me tinha «apanhado», e ainda por cima com «algodão». Enganou-se. Pelo contrário, quando eu disse que não teria qualquer problema em utilizar «pae» e «mãi» estava a falar a sério. Lá por, num passado recente, se ter escrito de forma diferente, isso não deve, ou deveria, implicar a aceitação acrítica de mais uma alteração. Ontem como hoje, mudar a ortografia não nos torna mais «modernos».

E, felizmente, já passou há muito o tempo em que você podia aplicar-me «testes básicos». No ano lectivo de 1986-87, nas aulas de Introdução à Antropologia Social no ISCTE, cedo me apercebi do seu «proselitismo» um pouco... peculiar, e que não era propriamente subliminar. Mas reconheço-lhe a coerência... e a persistência. Tanto que você «evoluiu»... foi deputado e tudo! É claro que desistiu ao fim de pouco tempo, mas já tinha conseguido o que queria, não é verdade?  


De Shyznogud a 15 de Janeiro de 2011 às 10:31
Além de pândego é de uma perspicácia estonteante. Parece-me é que não vou conseguir aceder ao seu pedido, a mudança de género vai ser simplificada (para gde desgosto do Cavaco) mas continua a ser necessário que quem o faz não se sinta pertencente ao seu destino biológico, ora tal não é manifestamente o meu caso, sou, e gosto muito de ser, mulher. Ao contrário gosto muito pouco de gente burra, desonesta, mal formada e mal intencionada, qualificações que descrevem na perfeição o seu último comentário. Apesar das gargalhadas que já me provocou - e não foi só a mim - há limites para dar trocos a idiotas.


De Miguel Vale de Almeida a 15 de Janeiro de 2011 às 10:36
LOL . Hoje sinto-me otimista .


De Octávio dos Santos a 15 de Janeiro de 2011 às 15:48
É tão típico: quando alguém é desmascarado, e, para além disso, perde uma discussão por fraqueza, ou falta, de (bons) argumentos, é habitual recorrer, como acima fica demonstrado, à ofensa, ao insulto, enfim, à estupidez. Trata-se de uma notável, mas previsível, exibição de hipocrisia por parte de alguém que tanto tem condenado «discursos de ódio» proferidos sob o manto do anonimato... mas que não hesita em recorrer ao mesmo «método» quando se sente acossado. Pela minha parte, e como já se percebeu, apresento-me perfeitamente identificado, sem anónimos e/ou pseudónimos. Sim, esta também é «uma questão de (ter) tomates». Eu tenho-os.
  


De Shyznogud a 15 de Janeiro de 2011 às 16:42
Desmascarado? eheh explique lá essa. Quer-me parecer q qm aqui foi desmascarado - a ignorância desmascarou-se tão, mas tão facilmente - foi vossa exa e não gostou nada do q lhe aconteceu. A partir daí entrou num desvairo verborreico e de teorias de conspiração, chegando ao cúmulo do mau gosto de fazer insinuações torpes sobre a competência profissional do Miguel. Estamos, portanto, muito bem conversados e qto a previsibilidades é difícil chegar-lhe aos calcanhares, o percurso passivo-agressivo em espiral fala por si.


De Inês Meneses a 15 de Janeiro de 2011 às 17:02

Eu também sou o Miguel Vale de Almeida. Aliás, este blog é inteiramente escrito pelo Miguel Vale de Almeida que, por sua vez, é a Fernanda Câncio.

Francamente, isto parece a sala de convívio de um manicómio - daqueles das anedotas.


De nuvens de fumo a 15 de Janeiro de 2011 às 17:50
desculpe eu é que sou, aliás estava na dúvida liguei para mime como atendi tive a certeza, eu é que sou 
nota: ter confundido os pleurotos com amina muscaria na preparação do arroz não deve ter nada a ver com o facto 


De Rui Herbon a 15 de Janeiro de 2011 às 18:05
Eu...

Eu eu eu eu eu EU!

É que sou o Miguel Vale de Almeida. Hum?!


De Inês Meneses a 15 de Janeiro de 2011 às 17:08
Vê-se que seguiu a cadeira de antropologia social com pouca atenção, sim.


De carlos mata a 15 de Janeiro de 2011 às 22:07
olha,...afinal ha recalcamento(s) ... e nao resolvido


De nuvens de fumo a 15 de Janeiro de 2011 às 10:49
senhor meu pai e senhora minha mãe 




nada como os jantares em silêncio, as canas educativas , nada como o respeitinho , o medinho, a cobardia e analfabetismo que suportaram uma ditadura medíocre e país pauérrimo.


esta gente, felizmente segundo o processo natural que nos colocará todos a fazer parte do mundo inorgânico, está prestes a desaparecer.


é a vida, e pensando na limpeza acabo por ser optimista ou otimista como o MVA.


 


De Nuno Castelo-Branco a 15 de Janeiro de 2011 às 23:10
Deixe lá, Octávio. A asneira começou a sério com a "reforma" de 1911. O resultado está à vista. Mais p, menos p, com ou sem c, já tanto dá. Aceito a coisa, desde que não me obriguem a fazê-la. 


De Honesto Intelectual a 14 de Janeiro de 2011 às 20:31
Costumo usar este argumento para os que gostam de consoantes mudas. Mais o da "pharmácia" e outros.
E depois chamo-lhes os seguintes nomes, utilizando palavras duríssimas no "português" mais antigo que conheço: ugh! ugh! ugh!


Já inventar palavras, totalmente desnecessárias e meias feiosas, para fazer fretes a lobbys, como "presidenta", é outra coisa!


De Dmitry.G a 14 de Janeiro de 2011 às 22:31
Fretes&Lobbys, HI?  Não consegui captar em q sentido. Mas se for o caso, assim seja, antes tarde do q nunca.  Enfim, é melhor irmo-nos acostumando, de qq forma.
Afinal, juíza, professora e doutora, para citar alguns exemplos, nos soam absolutamente normais nos dias de hoje.  Na verdade, nem é de hoje.
Presidenta é novo e ainda pode parecer meio estranho, de fato.  Mas p q não?  
Ouvi uma opinião interessante, recentemente, q versava sobre o fato de q a língua se faz pelo uso (em todos os sentidos), e na medida q o uso se consagra, desaparece a estranheza. Concordei de imediato.  E num sentido bem mais amplo e abrangente do q as considerações sobre neologismos. 
Sutilezas, apesar da resistência de um mundo arcaico q agoniza na recusa em aceitar os rumos de um novo tempo.
Se eu fosse mulher e chegasse à presidência, gostaria de ser tratado como "presidenta". 
E vc, Honesto?
Saudações!

 
dações!


De Honesto Intelectual a 14 de Janeiro de 2011 às 23:22
Olá, Dmitry.G
Eu não. Gostaria de ser tratado pelo substantivo adequado, "presidente", que tem os dois géneros, feminino e masculino.
Como homem, também detestava ser tratado por "presidento". Mas o melhor é, à cautela, não me candidatar!

A melhor explicação teórica gramatical que li a contestar o "presidenta" foi-me enviada pela internet e vinha exactamente do Brasil.
Mas não precisava. As palavras que refere surgem pela aplicação das regras gramaticais normais para a formação do feminino.
Saudações


De Dmitry.G a 15 de Janeiro de 2011 às 00:42
Francamente, HI.. qual é o sexo do seu cérebro? 



E desde qdo dá prá confiar em explicações provenientes do Brasil?...







 


De Honesto Intelectual a 15 de Janeiro de 2011 às 01:03
MASCULINO! Comigo é assim: até a barriga das pernas é masculino!

Eu disse a melhor explicação. Não disse a única. E há algumas coisas confiáveis no Brasil. Por exemplo... por exemplo... por exemplo... huuuummm....



De Dmitry.G a 15 de Janeiro de 2011 às 11:18
Já ia corrigi-lo, dizendo q qualquer barriga teria de ser, forçosamente, masculinA, mas me contive ao perceber a tempo q nessas questões de gênero convém respeitar a opção do outro, para evitar discussões acaloradas...


De nuvens de fumo a 15 de Janeiro de 2011 às 11:39
curiosamente a designação em calão do orgãao sexual comporta algumas designações femininas.



a p.... e a po... assim com a ga... 


curiosidades do género 


De Dmitry.G a 15 de Janeiro de 2011 às 14:15
Pois é.
Muito bem dito: curiosidades do gênero...
O q há de errado ou estranho se uma mulher é eleita e resolve colocar o pau na mesa, ora bolas, exigindo q a chamem de "presidenta"?
É ela quem manda!
Que fobia mais besta...


De rosa oliveira a 22 de Junho de 2011 às 18:09
Vc está sendo preconceituoso com o Brasil. Que coisa mais feia.


De nuvens de fumo a 13 de Janeiro de 2011 às 12:00
adoro o pervertido

mas morrem figuras da nossa história e levam 5 min de tempo para mais tarde recordar, e esta pornografia histérica sobre um pseudo jornalista intriguista  vão durar até quando?

o que me preocupa é o que sucederá quando o jovem, apolínio de corpo e de mente ciclópica , entrar numa cadeia de alta segurança nos EUA

ora , e não sou de fazr filmes, mas  pressinto que não sobreviverá muito tempo.

a ver vamos

 


De Romeu a 13 de Janeiro de 2011 às 12:19
Acho que eles não devem saber o que significa "lúbrico"...


De JB a 13 de Janeiro de 2011 às 12:50
Exacto. É precisamente isso. Obrigado.


De Shyznogud a 13 de Janeiro de 2011 às 13:02
(off topic: és tu, zé pedro?)


De Zé Pedro a 15 de Janeiro de 2011 às 11:27
Não.


De pt a 16 de Janeiro de 2011 às 15:45

A Inês tem razão - isto parece a sala de convívio do manicómio.
Agora o Zé Pedro não é o Zé Pedro. Estou deserta por ser alguém. Que não eu, claro.


De xico a 13 de Janeiro de 2011 às 13:27

Miguel
Uma coisa tenho a certeza. O jovem não fez qualquer justiça. Cometeu um crime. Ninguém o obrigou a eguir o velho lúbrico e podia fugir dele.
De resto, tudo o que escreveu é verdade.
Um jovem de 18 anos que se deite com um/a jovem de 14 anos, pode ser preso. O que me diz?


De Manolo Heredia a 13 de Janeiro de 2011 às 13:38
Para mim aquilo foi um problema eléctrico, fundiu o fusível, ao miúdo! acontece aos melhores...


De cat2007 a 13 de Janeiro de 2011 às 14:39
Sinceramente. Não acredito que qualquer pessoa razoável sentisse uma coisa dessas ao ponto de desejar dizê-la, escrevê-la ou exprimi-la de outro modo qualquer.
Por outro lado, pessoalmente só tenho vontade de dizer que, pelo que me é dado observar, o país não está consternado com a morte de Carlos Castro. Portanto, as revistas e os jornais de segunda linha gostariam muito que o país estivesse consternado com a morte de Carlos Castro. Carlos Castro não fez por este país o suficiente para merecer a consternação nacional. A grande curiosidade da sua morte está ligada às circunstâncias em que a mesma se deu. E é só.
No mais, se Portugal ficou ou vai ficar consternado com morte de alguém com um nível de obscuridade qualitativa para a colectividade idêntico ao de Carlos Castro, não me interessa. Sei que neste caso não ficou.
Eu fiquei muito consternada quando a Amália morreu. Eu e o país inteiro. Creio que se percebe porquê.
 


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