«Jovem lindo e inocente é pervertido por velho lúbrico do mundo do glamour dominado pelos gays e faz justiça, limpando a sociedade e salvando todos os outros jovens lindos e inocentes à mercê de velhos lúbricos». É isto que querem dizer? Então tenham tomates e escrevam-no.
(Período de transição: quando os direitos aumentam, aumenta o preconceito reactivo)
Francisco Aparecido de Cristo, famoso dirigente do Partido Conservador Português, foi hoje encontrado brutalmente assassinado num quarto de Hotel em Nova Iorque. Francisco foi encontrado já sem vida esvaziando-se em sangue. Segundo a policia, Francisco foi morto por estrangulamento, sendo que o seu corpo foi posteriormente mutilado. Foi encontrada uma garrafa de Moët & Chandon enfiada no seu ânus e o seu pénis cortado. A principal suspeita é uma jovem de 20 anos, assessora, que viajara para Nova Iorque com Francisco.
Segundo fontes que este jornal não poderá agora divulgar, a jovem terá obrigado Francisco a dormir com ela, e face à recusa deste, a jovem terá partido para a violência.
Na aldeia da jovem há um misto de surpresa e aceitação. Fontes que o nosso jornal não pode divulgar, confirmam a tendência promíscua da jovem, conhecida por ter tido mais do que 5 namorados diferentes.
O ministério público não pretende apresentar nenhum pedido de extradição, deixando que a jovem seja julgada em Nova Iorque. A principal razão prende-se com facto de que, face à enorme pressão da opinião pública, o julgamento será mais rápido e a punição mais severa se for efectuado nos Estados Unidos.
Esse cenário é duplamente incredível. Por causa do «a jovem terá obrigado Francisco a dormir com ela» e por causa de ser uma rapariga a cometer um homicídio, o que é raríssimo.
Portanto, conseguiu realmente mostrar uma situação que não aconteceria, o que é útil pelo contraste...
De Niamey a 13 de Janeiro de 2011 às 10:47
compreendo a indignação do autor do post e quero que o tipo lindo apodreça em bellevue a levar choques na tola e está fora de questão parar de chamar nomes e insultar o intriguista, venenoso e parolo do colunista só porque era bicha e morreu, como tantos homens às mãos de mulheres e vice-versa.
era o que faltava, lúbrico? isso é um elogio ou uma condescendência? com aqueles dois, só se estragou uma casa.
agradeciam-se mais tomates do que isso se bem que tomates para quê? essa é boa, tomates pffff, só se for para mandar bocas foleiras destas...e dessas tb já agora e por irónicas que sejam....e a palavra "glamour" é de fugir.
De cat2007 a 13 de Janeiro de 2011 às 14:42
"A palavra glamour é de fugir", sim senhora, querida. No mais, ainda subscrevo o mais que referiu.
«Jovem a quem tudo é oferecido por simpático senhor de sociedade desinteressado com quem tem uma relação igualitária e estável comete crime porque se sentia aborrecido, estragando a sua vida e mostrando a toda a sociedade que é necessário combater a homofobia».
Prefere assim?
De Nuno Palha a 13 de Janeiro de 2011 às 16:33
O Miguel resumiu os disparates que se têm dito sobre o assunto
O senhor sugeriu outro disparate. Qual é mesmo a sua a intenção? Explique se faz favor...
A minha intenção é que as pessoas reflictam na desigualdade que aquela relação continha em vários aspectos (independência económica, idade, poder social, segurança quanto à própria sexualidade, classe social, etc). E depois que pensem, se for possível, se relações tão desiguais são saudáveis.
É que a homofobia não é o único problema do mundo.
De nuvens de fumo a 14 de Janeiro de 2011 às 01:21
saudáveis ?
deveríamos instituir regras claras e intitular o trabalho de :
"a higiene mental nas relações amorosas e sugestões para a normalização da vida privada com o objectivo da ordem, paz e progresso social"
Resumo
no presente estudo levado a cabo por....propomos com bases de rigor inquestionáveis ,as regras, que deverão ser implementadas de forma coerciva pelo estado na promoção da felicidade e simitria perfeita das relações"

Isso é justamente o que eu não disse. Não me passa pela cabeça que o Estado regule quais são as relações saudáveis ou não. Mas a maior parte das pessoas sabe, na sua vida pessoal ou social, o que é uma relação saudável ou não. E neste caso parecem não querer falar disso.
De nuvens de fumo a 14 de Janeiro de 2011 às 11:39
se sabem deixe estar que estão bem , se não sabem deixe estar que se arrisca a querer definir apra eles o que +e bom para si.
no fundo , que se entendam que são crescidos
a vida é um horror, essa é a minha visão , mas isso é hoje que estou com poucas horas de sono
resumindo, coisas terríveis acontecem a todos o tipo de pessoas. se tentarmos explicar o porque acabamos sempre por simplificar a realidade ao ponto e depois , dessa simplificação à tentativa de impor de alguma forma aos outros o que eles deveriam fazer é um instante.
A questão não é se há relacionamentos entre adultos com consentimento que devem ser ilegais - é se todos os relacionamentos são saudáveis e devemos olhar para eles como se não se passasse ali nada de especial.
Afinal a igualdade não é um valor?
De Dmitry.G a 14 de Janeiro de 2011 às 22:34
De Dmitry.G a 14 de Janeiro de 2011 às 22:44
ps: a manifestação era para o comentário do nuvens, às 11:39h.
eu acho que as relações sociais, no geral, são medíocres e cínicas, vamos começar por aí?
A maior parte das pessoas sabe o que é uma relação saudável? O que me parece é que cada um de nós tem a sua ideia do que é saudável. E na maior parte dos casos estamos enganados.
Essa linha de argumentação é um beco sem saída, Ricardo; o mundo está cheio de relações que as outras pessoas podem achar pouco saudáveis, e nem por isso acabam em insanidade homicida. Outras, que parecem perfeitamente "saudáveis", "normais", e outras coisas que tais, acabam mesmo assim.
Tudo certo. Mas nem tudo o que é legal é recomendável.
Ainda tens dúvidas de que vivemos num país retrogrado nos hábitos e caturra nos costumes...
sou sobretudo um otimista (é tanto defeito como qualidade). e reparei que o tratamento nas TVs melhorou (já os jornais "rascas" não leio...), ao contrário dos comentários nos sites dos jornais, nas redes sociais, etc, grande campo para o preconceito desbragado...
De
Shyznogud a 14 de Janeiro de 2011 às 16:46
a sério? e porquê, conte lá.
Porque os «P» devem ser colocados nos sítios correCtos.
De
Shyznogud a 14 de Janeiro de 2011 às 19:36
foi o seu pae e a sua mãi quem lho ensinou?
Quer dizer o meu PAI e a minha MÃE? Claro! Ensinaram-me isso e muitas outras coisas positivas. Você, a avaliar pela «ortografia», não teve a mesma sorte.
De
Shyznogud a 14 de Janeiro de 2011 às 20:18
Ora, ora, ora, de alguém q aparece a dar lições sobre ortografia, criticando implicitamente um acordo ortográfico, exigir-se-ia que soubesse um pouco da história e alterações dos acordos ortográficos, afinal não foram assim tantos. E foi num deles q pai deixou de se escrever pae e mãe mãi... O algodão não engana, e nada como fazer testes básicos para apanhar tolos q nem sabem do q falam.
Na verdade, o problema começou com os republicanos que, para marcarem a diferença, não se limitaram a mudar a bandeira e os nomes das ruas: também mudaram a ortografia. E assim se continuou até à actualidade em que, talvez para «comemorar» também o centenário da dita cuja, se tenta impor mais uma alteração artificial e desnecessária - uma «actividade», aliás, bem ao gosto de «progressistas» de meia tigela.
Qual seria o inconveniente de ainda se escrever «pae» e «mãi»? Nenhum. Tal como as palavras com «ph» - os anglófonos utilizam-nas e não me parece que sejam prejudicados por isso... Porém, o facto de já não se escrever assim não deveria significar que se pode mexer com a ortografia, com a língua, de qualquer maneira - e de uma forma não democrática. Este é um tema que, por ser essencial, mereceria um referendo. Mas quando a uma petição com quase 200 mil assinaturas pouca ou nenhuma atenção é dada, não restam dúvidas de quais são as «prioridades» actuais.
E «tolo» só se por entrar em «discussões» com medricas que se escondem atrás de «pseudónimos»... e que não sabem com quem estão a falar.
De
Shyznogud a 14 de Janeiro de 2011 às 22:36
Vossa mercê é um pândego, não há dúvidas. Manda um bitaite, respondo-lhe usando os vocábulos arcaicos pae e mãi, responde-me, e cito-o, "Quer dizer o meu PAI e a minha MÃE? Claro! Ensinaram-me isso e muitas outras coisas positivas. Você, a avaliar pela «ortografia», não teve a mesma sorte. ", qdo se vê apanhado na curva larga um grande relambório e afirma que, afinal, "Qual seria o inconveniente de ainda se escrever «pae» e «mãi»? Nenhum."... eheh eis uma bela coluna vertebral. E a boquinha final de q me escondo atrás de pseudónimos vem compor o ramalhete de forma perfeita (porque, como é público, uso o shyznogud para me esconder, sou muito recatada e púdica, eheh. Dai-me pachorra).
Antes de mais, que tal deixarmo-nos de «frescuras»? Que tal falarmos de homem para «homem»? Sabe, Miguel Vale de Almeida, não se pode dizer que eu tenha ficado surpreendido por você se referir a si próprio como «recatadA» e «púdicA»... mas tem a certeza que quer ir por aí? Que quer falar comigo sobre «belas colunas vertebrais» e «boquinhas»? Pense bem...
O «relambório» só existe na sua mente preconceituosa. Quando você utilizou «pae» e «mãi» estava no gozo, a pensar (cedo de mais...) que me tinha «apanhado», e ainda por cima com «algodão». Enganou-se. Pelo contrário, quando eu disse que não teria qualquer problema em utilizar «pae» e «mãi» estava a falar a sério. Lá por, num passado recente, se ter escrito de forma diferente, isso não deve, ou deveria, implicar a aceitação acrítica de mais uma alteração. Ontem como hoje, mudar a ortografia não nos torna mais «modernos».
E, felizmente, já passou há muito o tempo em que você podia aplicar-me «testes básicos». No ano lectivo de 1986-87, nas aulas de Introdução à Antropologia Social no ISCTE, cedo me apercebi do seu «proselitismo» um pouco... peculiar, e que não era propriamente subliminar. Mas reconheço-lhe a coerência... e a persistência. Tanto que você «evoluiu»... foi deputado e tudo! É claro que desistiu ao fim de pouco tempo, mas já tinha conseguido o que queria, não é verdade?
De
Shyznogud a 15 de Janeiro de 2011 às 10:31
Além de pândego é de uma perspicácia estonteante. Parece-me é que não vou conseguir aceder ao seu pedido, a mudança de género vai ser simplificada (para gde desgosto do Cavaco) mas continua a ser necessário que quem o faz não se sinta pertencente ao seu destino biológico, ora tal não é manifestamente o meu caso, sou, e gosto muito de ser, mulher. Ao contrário gosto muito pouco de gente burra, desonesta, mal formada e mal intencionada, qualificações que descrevem na perfeição o seu último comentário. Apesar das gargalhadas que já me provocou - e não foi só a mim - há limites para dar trocos a idiotas.
LOL . Hoje sinto-me otimista .
É tão típico: quando alguém é desmascarado, e, para além disso, perde uma discussão por fraqueza, ou falta, de (bons) argumentos, é habitual recorrer, como acima fica demonstrado, à ofensa, ao insulto, enfim, à estupidez. Trata-se de uma notável, mas previsível, exibição de hipocrisia por parte de alguém que tanto tem condenado «discursos de ódio» proferidos sob o manto do anonimato... mas que não hesita em recorrer ao mesmo «método» quando se sente acossado. Pela minha parte, e como já se percebeu, apresento-me perfeitamente identificado, sem anónimos e/ou pseudónimos. Sim, esta também é «uma questão de (ter) tomates». Eu tenho-os.
De
Shyznogud a 15 de Janeiro de 2011 às 16:42
Desmascarado? eheh explique lá essa. Quer-me parecer q qm aqui foi desmascarado - a ignorância desmascarou-se tão, mas tão facilmente - foi vossa exa e não gostou nada do q lhe aconteceu. A partir daí entrou num desvairo verborreico e de teorias de conspiração, chegando ao cúmulo do mau gosto de fazer insinuações torpes sobre a competência profissional do Miguel. Estamos, portanto, muito bem conversados e qto a previsibilidades é difícil chegar-lhe aos calcanhares, o percurso passivo-agressivo em espiral fala por si.
Eu também sou o Miguel Vale de Almeida. Aliás, este blog é inteiramente escrito pelo Miguel Vale de Almeida que, por sua vez, é a Fernanda Câncio.
Francamente, isto parece a sala de convívio de um manicómio - daqueles das anedotas.
De nuvens de fumo a 15 de Janeiro de 2011 às 17:50
desculpe eu é que sou, aliás estava na dúvida liguei para mime como atendi tive a certeza, eu é que sou 
nota: ter confundido os pleurotos com amina muscaria na preparação do arroz não deve ter nada a ver com o facto 
De Rui Herbon a 15 de Janeiro de 2011 às 18:05
Eu...
Eu eu eu eu eu EU!
É que sou o Miguel Vale de Almeida. Hum?!
Vê-se que seguiu a cadeira de antropologia social com pouca atenção, sim.
De carlos mata a 15 de Janeiro de 2011 às 22:07
olha,...afinal ha recalcamento(s) ... e nao resolvido
De nuvens de fumo a 15 de Janeiro de 2011 às 10:49
senhor meu pai e senhora minha mãe 
nada como os jantares em silêncio, as canas educativas , nada como o respeitinho , o medinho, a cobardia e analfabetismo que suportaram uma ditadura medíocre e país pauérrimo.
esta gente, felizmente segundo o processo natural que nos colocará todos a fazer parte do mundo inorgânico, está prestes a desaparecer.
é a vida, e pensando na limpeza acabo por ser optimista ou otimista como o MVA.
Deixe lá, Octávio. A asneira começou a sério com a "reforma" de 1911. O resultado está à vista. Mais p, menos p, com ou sem c, já tanto dá. Aceito a coisa, desde que não me obriguem a fazê-la.
De Honesto Intelectual a 14 de Janeiro de 2011 às 20:31
Costumo usar este argumento para os que gostam de consoantes mudas. Mais o da "pharmácia" e outros.
E depois chamo-lhes os seguintes nomes, utilizando palavras duríssimas no "português" mais antigo que conheço: ugh! ugh! ugh!

Já inventar palavras, totalmente desnecessárias e meias feiosas, para fazer fretes a lobbys, como "presidenta", é outra coisa!

De Dmitry.G a 14 de Janeiro de 2011 às 22:31
Fretes&Lobbys, HI? Não consegui captar em q sentido. Mas se for o caso, assim seja, antes tarde do q nunca. Enfim, é melhor irmo-nos acostumando, de qq forma.
Afinal, juíza, professora e doutora, para citar alguns exemplos, nos soam absolutamente normais nos dias de hoje. Na verdade, nem é de hoje.
Presidenta é novo e ainda pode parecer meio estranho, de fato. Mas p q não?
Ouvi uma opinião interessante, recentemente, q versava sobre o fato de q a língua se faz pelo uso (em todos os sentidos), e na medida q o uso se consagra, desaparece a estranheza. Concordei de imediato. E num sentido bem mais amplo e abrangente do q as considerações sobre neologismos.
Sutilezas, apesar da resistência de um mundo arcaico q agoniza na recusa em aceitar os rumos de um novo tempo.
Se eu fosse mulher e chegasse à presidência, gostaria de ser tratado como "presidenta".
E vc, Honesto?
Saudações!
dações!
De Honesto Intelectual a 14 de Janeiro de 2011 às 23:22
Olá, Dmitry.G
Eu não. Gostaria de ser tratado pelo substantivo adequado, "presidente", que tem os dois géneros, feminino e masculino.
Como homem, também detestava ser tratado por "presidento". Mas o melhor é, à cautela, não me candidatar!

A melhor explicação teórica gramatical que li a contestar o "presidenta" foi-me enviada pela internet e vinha exactamente do Brasil.
Mas não precisava. As palavras que refere surgem pela aplicação das regras gramaticais normais para a formação do feminino.
Saudações
De Dmitry.G a 15 de Janeiro de 2011 às 00:42
Francamente, HI.. qual é o sexo do seu cérebro?

E desde qdo dá prá confiar em explicações provenientes do Brasil?...

De Honesto Intelectual a 15 de Janeiro de 2011 às 01:03
MASCULINO! Comigo é assim: até a barriga das pernas é masculino!

Eu disse a melhor explicação. Não disse a única. E há algumas coisas confiáveis no Brasil. Por exemplo... por exemplo... por exemplo... huuuummm....

De Dmitry.G a 15 de Janeiro de 2011 às 11:18
Já ia corrigi-lo, dizendo q qualquer barriga teria de ser, forçosamente, masculinA, mas me contive ao perceber a tempo q nessas questões de gênero convém respeitar a opção do outro, para evitar discussões acaloradas...

De nuvens de fumo a 15 de Janeiro de 2011 às 11:39
curiosamente a designação em calão do orgãao sexual comporta algumas designações femininas.

a p.... e a po... assim com a ga...
curiosidades do género
De Dmitry.G a 15 de Janeiro de 2011 às 14:15
Pois é.
Muito bem dito: curiosidades do gênero...
O q há de errado ou estranho se uma mulher é eleita e resolve colocar o pau na mesa, ora bolas, exigindo q a chamem de "presidenta"?
É ela quem manda!
Que fobia mais besta...

De rosa oliveira a 22 de Junho de 2011 às 18:09
Vc está sendo preconceituoso com o Brasil. Que coisa mais feia.
De nuvens de fumo a 13 de Janeiro de 2011 às 12:00
adoro o pervertido
mas morrem figuras da nossa história e levam 5 min de tempo para mais tarde recordar, e esta pornografia histérica sobre um pseudo jornalista intriguista vão durar até quando?
o que me preocupa é o que sucederá quando o jovem, apolínio de corpo e de mente ciclópica , entrar numa cadeia de alta segurança nos EUA 
ora , e não sou de fazr filmes, mas
pressinto que não sobreviverá muito tempo.
a ver vamos
De Romeu a 13 de Janeiro de 2011 às 12:19
Acho que eles não devem saber o que significa "lúbrico"...
De JB a 13 de Janeiro de 2011 às 12:50
Exacto. É precisamente isso. Obrigado.
De
Shyznogud a 13 de Janeiro de 2011 às 13:02
(off topic: és tu, zé pedro?)
De Zé Pedro a 15 de Janeiro de 2011 às 11:27
Não.
De pt a 16 de Janeiro de 2011 às 15:45
A Inês tem razão - isto parece a sala de convívio do manicómio.
Agora o Zé Pedro não é o Zé Pedro. Estou deserta por ser alguém. Que não eu, claro.
De xico a 13 de Janeiro de 2011 às 13:27
Miguel
Uma coisa tenho a certeza. O jovem não fez qualquer justiça. Cometeu um crime. Ninguém o obrigou a eguir o velho lúbrico e podia fugir dele.
De resto, tudo o que escreveu é verdade.
Um jovem de 18 anos que se deite com um/a jovem de 14 anos, pode ser preso. O que me diz?
De Manolo Heredia a 13 de Janeiro de 2011 às 13:38
Para mim aquilo foi um problema eléctrico, fundiu o fusível, ao miúdo! acontece aos melhores...
De cat2007 a 13 de Janeiro de 2011 às 14:39
Sinceramente. Não acredito que qualquer pessoa razoável sentisse uma coisa dessas ao ponto de desejar dizê-la, escrevê-la ou exprimi-la de outro modo qualquer.
Por outro lado, pessoalmente só tenho vontade de dizer que, pelo que me é dado observar, o país não está consternado com a morte de Carlos Castro. Portanto, as revistas e os jornais de segunda linha gostariam muito que o país estivesse consternado com a morte de Carlos Castro. Carlos Castro não fez por este país o suficiente para merecer a consternação nacional. A grande curiosidade da sua morte está ligada às circunstâncias em que a mesma se deu. E é só.
No mais, se Portugal ficou ou vai ficar consternado com morte de alguém com um nível de obscuridade qualitativa para a colectividade idêntico ao de Carlos Castro, não me interessa. Sei que neste caso não ficou.
Eu fiquei muito consternada quando a Amália morreu. Eu e o país inteiro. Creio que se percebe porquê.
Comentar post